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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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A pobreza da televisão

Esta noite saí para ir a um compromisso já marcado desde o ano passado.

Quando cheguei  já relativamente tarde e sem jantar, acabei por ligar  televisão (algo que raramente faço) e passei por alguns espaços para saber das últimas. Porém num dos canais encontrei uma autêntica peixeirada entre comentaddores. E fiquei ali.

Percebi obviamente que falavam de futebol mas a linguagem, a postura e a educação raiavam níveis tão reles que até me meteu dó.

Desde palhaços a mentirosos a troca de galhardetes foi sempre do mais baixo que se pode imaginar.

Por muito que goste de futebol não posso nem devo concordar com este folclore.

A televisão é espectáculo... mas isto é deprimente.
E devia ser proibido.

Autárquicas – o único voto de proximidade

 

Custa-me entender o intuito político de alguns comentadores televisivos. A “vontade” que estes cavalheiros têm, em colarem os resultados das próximas eleições autárquicas às más decisões deste governo, parece por demais evidente.

 

Não bastava os líderes da oposição usarem e abusarem da demagogia eleitoralista para atacar o executivo liderado por Passos Coelho, para surgirem estes profundos “senhores da verdade” alvitrando cenários num futuro que ninguém conhece.

 

É por demais sabido que as próximas eleições tendem a ser actos de proximidade. Muitos dos candidatos autárquicos pouco ou nada têm a ver com os partidos debaixo qual concorrem. Há mesmo alguns que mudam de partido para poderem continuar a concorrer. Se o presidente da Junta é alguém competente, próximo, dialogante e sério, concorra ele por que partido for e ganhará quase de certeza.

 

Para piorar aquelas previsões há que ter em conta os casos de freguesias que se fundiram, originando com isso diferentes resultados tendo como base as anteriores autárquicas.

 

Estamos pois perante um (mau) fenómeno televisivo, cada vez mais em voga e em crescendo. Fenómeno este que em nada contribuí para um melhor esclarecimentos do eleitorado, como se isso ainda fosse necessário para o mero votante luso. 

Comentadores televisivos – o perigo da opinião

 

Não sou grandemente apreciador de comentadores televisivos. Consideram-se (quase) sempre os maiores, com ideias brilhantes e soluções miraculosas para esta e outras crises. E já nem me refiro aos comentadores desportivos, mais conhecidos por “paineleiros”. Que estes são feitos geralmente de uma outra massa e portanto tem de ser tratados de forma diversa.

 

Por vezes dou comigo a percorrer canais de televisão em busca de notícias. Mas a única coisa que me é dado observar são os tais comentadores, tão do agrado de quase toda a gente. Aqueles debitam opiniões como quem come tremoços. Sentem-se senhores de verdades incontestáveis e nunca assumem o seu partidarismo (dizem que não têm???).

 

Criticam tudo e todos com uma veleidade e uma sobranceria invulgar. A verdade por que muitas vezes pugnam não tem cabimento neste país. E das duas uma: ou sabem isso e continuam, por teimosia ou estupidez a insistir na mesma tecla, ou por outro não têm consciência do que se passa no nosso país mais profundo.

 

Nestes comentadores não coloco, como é óbvio, aqueles que de uma forma ou doutra se encontram ou encontraram ligados aos partidos, mas os que se dizem equidistantes de partidos e interesses. Geralmente desconfio muito dos que se autoproclamam de independentes. Cheira-me sempre a outra coisa!

 

Também aqui neste espaço vou opinando e dizendo aquilo que sinto sobre este governo e outros que já existiram. Mas longe de mim ter a mínima veleidade de pensar que posso tornar-me num “opinion maker”. Quanto aos outros, televisionados por excelência, já não sei se terão este mesmo pensamento.

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