O futuro sem tempo!
Esta tarde encontrei um antigo colega de trabalho. Com idade para ser meu filho é hoje um alto quadro da empresa. O curioso é que foi ele que me abordou.
Cumprimentos para cá e para lá quando a determinada altura pergunta o que faço na minha reforma, respondo-lhe com os netos e... os livros.
É nesta altura que ele se surpreende com as minhas actividades, nomeadamente a que se refere à minha escrita, quando faz a pergunta sacramental:
- E escreves sobre o quê?
Esta é uma daquelas questões para a qual eu ainda não consegui arregimemtar uma resposta a preceito. Nesta altura fico sempre com a sensação que a aprovação da minha acção ficará condicionada ao que escrevo. Se for um romance terá um nivel de aprovação maior que aquele constituído por pequenas estórias como são os meus livros.
Tenho consciência que escrever um romance será um acto de enorme valentia e empenho. De suor e muitas lágrimas. De avanços e muitos recuos e, acima de tudo, de muito, muuuuuuuuuuuito trabalho.
Já para não falar de investigação!
Muitos dos meus leitores vão apertando comigo para que escreva um romance. Sei que têm razão no pedido, mas tal como escrevi acima, para tal necessito de tempo, muito tempo algo que não abunda por aqui.
Portanto... o melhor mesmo é ir vivendo um dia de cada vez e tentar perceber o que diariamente podemos conquistar!
A gente lê-se por aí!