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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

O perigo ronda por aí!

Será mais ou menos assumido que o maior dos problemas das urbes se prende com o imenso trânsito que nelas circula. Por muito que se tente inventar soluções no sentido de melhorar a circulação, aquelas nunca serão totalmente eficazes. Há naturalmente condicionantes que ninguém controla e que podem desajustar toda uma logística previamente pensada e posta em prática: um pneu furado, um ligeiro toque entre dois carros, uma obra na estrada não prevista, podem ser suficientes para desconfigurar o fluxo de trânsito.

Estamos no Verão. Um Estio estranho, temeroso e pouco apelativo à praia. Mas ainda assim percebe-se no menor movimento de viaturas que há muita gente de férias.

E é aqui que tudo de mau começa. É que por esta altura saltam para a rua a maioria dos “condutores de Domingo” com a mania que sabem conduzir e, pior que tudo, com a estúpida ideia de que são os únicos na estrada que sabem conduzir.

Não respeitam sinais horizontais atravessando traços contínuos, passam pela direita para logo no carro da frente se encostarem à esquerda, não usam os piscas, andam a morrer quando podiam andar mais depressa e andam depressa quando deviam andar devagar. Enfim um mundo paralelo nas cidades.

São por assim dizer, nesta altura do ano, um risco imenso para os restantes automobilistas. Sem terem consciência do mal que fazem!

Começou o bom tempo

Não, não estou a falar do tempo metereológico, nem do tempo que é dinheiro e muitas vezes se esbanja.

Estou a falar do bom tempo para andar na cidade de carro já que as férias parecem ter iniciado.

A verdade é que o caminho que normalmente demoro 40 minutos a fazer, entre a minha casa e o estacionamento no centro de Lisboa, agora faço-o em quase metade dos minutos.

Todos os dias somos três quando não quatro para Lisboa. E a volta é enorme para chegar a todos os locais onde vou deixando cada pessoa.

Mas desde agora até finais de Setembro a cidade vai estar mais liberta de carros.

Para se encher exclusivamente de excursões de turistas!

Regresso à loucura... da cidade!

Após cinco dias a caminhar por trilhos, veredas, estradas, a tentar ultrapassar as poças de água ou os terrenos lamacentos eis que regresso à cidade... louca.

Ainda assim o trânsito pareceu mais sereno que os outros dias, talvez fosse da hora mais madrugadora. Quanto aos resto... a perfeita loucura.

A cidade é um local pouco recomendável, assumo! Muitas pessoas, mas poucos seres humanos. Parecem todos ser pequenas máquinas que correm apressados para o seu trabalho.

A maioria nem é para trabalhar muito, que isso é coisa que não se faz. Prefere-se a maledicência ou a coscuvilhice...

No Metro já ninguém lê um livro. E a culpa é dos telemóveis que destronaram por completo as outras leituras. No transporte substerrâneo dois jovens carregavam consigo cinco simpáticos cães, mas que cheiravam mal. Imagine-se agora um destes canídeos num restaurante?

Parti ainda hoje para a Beira Baixa. Mais uma vez.

Local onde o trabalho nunca acaba, mas onde consigo ter alguma paz.

Para reflectir nas palavras do Padre J.

Conduzir na cidade

O meu filho mais novo detesta conduzir na cidade. Pelas filas intermináveis, pelos condutores especializados em fazerem tangentes ou por taxistas por vezes demasiado desembaraçados.

Eu ao invés, até não me importo de conduzir na urbe. Já sei que com o que contar e deste modo vou-me acautelando quando ando nas ruas de Lisboa.

Todavia também eu tenho muitos receios na condução. Curiosamente é fora da cidade e ao fim-de-semana que o meu temor se incrementa.

Aos Sábados e Domingos é normal ver maltinha a conduzir de forma muito estranha. Para eles não há sinais, prioridaes, nem limites de velocidade. E os traços contínuos, bem marcados na estrada, servem unicamente para serem atravessados.

Julgam-se autênticos "sennas" do volante quando o que fazem é cenas... tristes!

E vá lá alguém dizer-lhes alguma coisa.

A chuva que vem de baixo

Creio já ter falado de como a cidade de Lisboa está construída para os dias quentes de sol, pois quanto a dias de chuva a capital ainda tem muito que aprender com as capitais do resto da Europa.

Esta urbe não foi preparada para ser brindada com um temporal de pluviosidade como estes últimos dias. A chuva que tem caído e que tanta falta tem feito, é um dos estranhos problemas da cidade.

Começo pelas ruas e avenidas que chegadas aos dias de intempérie ficam atapetadas de lençóis de água devido aos maus escoamentos (sargetas entupidas, erro na costrução). E quando aqueles existem tendem a fugir para os lados criando verdadeiros rios encostados aos passeios.

Deste modo os transeutes mais discuidados arriscam-se a serem encharcados não pela água que o S. Pedro deita, mas unicamentre pelo espalhar das rodas dos veículos. 

Falemos agora dos passeios lisboetas tão mundialmente conhecidos pela beleza dos seus desenhos, mas neste corriqueiro exemplo, responsáveis pelas molhas dos seus transeuntes. É que não há um espaço, ,um metro quadrado  em que o passeio não tenha um desnível. E por vezes são tão grandes que ocupam toda a largura.

Logicamente se alguém pretender caminhar no passeio, vai molhar os pés com toda a certeza.

Face a estes dois meros exemplos fica mais ou menos comprovado que na cidade de Lisboa a água térrea é muito mais perigosa do que aquela que cai do firmamento.

Fim de semana

Estou em fim de semana. Naturalmente.

Portanto nada melhor que iniciar estes dias com uma fila extensa para atravessar a Ponte 25 de Abril.

Tudo por causa de um acidente que se deu do outro lado da ponte.

Bom fim de semana... com muuuuuuuuito trânsito.

Como arrefeceu na cidade!

Cheguei cedo a Lisboa. Como sempre.

Distribuí a minha malta pelos diversos locais de trabalho e finalmente estacionei no local devido, perto do meu trabalho.

A manhã acordava com muito movimento e ar fesco, todavia ainda assim agradável.

Entrei no "Open Space" onde me cruzei com as senhoras da limpeza. Liguei o computador, esperei que arrancasse, vi os mails e decidi por último tomar o pequeno-almoço.

Demorei precisamente meia-hora. O suficiente para perceber que a cidade fora, num ápice, totalmente invadida por um nevoeiro húmido e por muito frio. De tal forma que em muito pouco tempo as minhas mãos ficaram geladas.

O curioso é que no final da manhã levantou-se o nevoeiro, surgiu o sol, mas o frio não amainou. Bem pelo contrário... este veio para ficar.

Os meus dedos enregelados que o digam.

 

A cidade e as serras - Após temporal

A capital não se dá bem com temporais, quanto mais tempestades.

Ou como diria alguém porque será que as tempestades mais graves tem nome de mulher?

Seja como for Lisboa após uma noite de muito vento e alguma chuva acordou quase soterrada por ramos das célebres jacarandá, conforme imagem infra.

Olhando para a situação diria que a nossa bela cidade não está preparada para este tipo de árvores, muito grandes mas pouco sólidas.

Por isso e muito perto do meu local de trabalho encontrei hoje, logo pela manhã, grande azáfama de trabalhadores camarários.

Claro que quem pagou foi o trânsito.

 

mautempo_lx_2.jpg

 

Chove? Mas isso que importa...

Já há algumas semanas que oiço na rádio dizer que a chuva já faz falta. Que faz falta já eu sei, agora que os radialistas o digam é outra coisa bem diferente. Até porque é costume eu escutá-los amiúde dizendo: "Hoje vai estar bom tempo com Sol a brilhar".

Em Novembro bom tempo era se estivesse sempre a chover! Como choveu esta tarde.

Ora a nossa capital gosta pouco de chuva. Basta caírem umas gotículas e é certo que o trânsito se torna ainda mais caótico que os dias sem chuva. Mas tudo bem... É necessário pagar por esta água bemfazeja.

Não imagino como terá sido noutras cidades. Nem a Norte nem a Sul. O que eu sei e senti na pele, foi a água que esta tarde o céu decidiu derramar pela capital.

De tal forma foi a descarga que no espaço de 300 metros fiquei completamente encharcado. Mas, sinceramente, creiam-me que não me importei rigorosamente nada.

Ciclovias

Não bastavam os carros roubarem passeios para estacionamentos, a Câmara alargar as estradas para fazer mais uma via, cortarem a terra para acrescentar um túnel e com tudo isto os peões ainda terem atenção redobrada, não bastava o que antecede e agora tenho de ter cuidado com as ciclovias implementadas na cidade?

Um destes dias ia sendo atropelado por uma menina... de bicicleta. Tenho consciência que ela não teria culpa se me acontecesse algo de mal, mas seja como for já são preocupações a mais na rua.

Não há quem aguente!

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