Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

558 quilómetros e meio!

Hoje foi um dia daqueles...

Levantei-me ainda antes das seis da manhã e às seis e meia estava a sair para às sete ter pequeno almoço tomado.

Parti de seguida para a Beira Baixa, até à aldeia beirã de onde é natural a minha mulher e a irmã. Após uma semana de intempérie para aqueles lados achou-se que seria oportuno perceber se alguma coisa havia sido comprometida.

Felizmente estava tudo bem. Não obstante ter chuvido bastante ainda assim não foi suficiente para estragar. Principalmente a azeitona que ainda se encontrava bem verde e segura.

O rio mais importante da aldeia manteve o seu caudal de fim de Verão e a maioria das ribeiras nem corriam.

Portanto quem está longe das coisas tem sempre uma permanente preocupação em perceber se tudo está bem!

Finalmente constatei que este Outono, se tudo correr como deve ser, haverá muita azeitona.

Haja coragem para a apanhar. E braços. Muuuuuuuuitos!

Sexta feira de canseiras!

Todos os anos por esta altura há que cavar a terra, ancinhar, fazer regos para depois plantar as couves brancas, tronchudas, daquelas que se farão enormes para encher a panela para a consoada.

Portanto andei quase todo o dia andei de enxada na mão.

Espero agora que chova um pouco para que as couves se fixem à terra. Entretanto vou regando-as de um depósito que recolhe a água que o céu nos dá!

Não há fotografias porque a noite caiu e deixei de ter luz suficiente.

Sinto-me cansado… também não admira após três semanas sem fazer nenhum, um dia como o de hoje deixa obviamente marcas. É que, bem vistas as coisas, já não sou jovem. Pelo menos no corpo, porque a mente parece ainda uma criança!

Chuva: uma benção...

... ou se calhar não!

Os últimos dias trouxeram alguma chuva, muita desta transformada em granizo que só estraga.

Por esta altura a chuva não é necessária já que é tempo de colheitas e de ceifas. E com a chuva, mesmo que pouca, tudo se pode estragar.

O depósito de mil litros que tenho no quintal para receber a água da chuva de um telhado, encheu-se bem. Não está repleto, mas ainda assim foi bom.

Daqui resulta que a chuva, mesmo que pouca nesta altura do ano, nem sempre é sinal de benção dos céus.

Ou como diria a minha avó: após Santo António chuva só pela Nossa Senhora. Que se comemora a 15 de Agosto.

Pode ser que esta água ajude a mitigar os próximos fogos. Por isso já valerá a pena!

Verdadeiro dia de Inverno!

Dizem quem esteve acordado que toda a noite choveu.

Há muito que não via um dia como o hoje... perfeitamente de Inverno.

Todo o dia tem chovido. Uma chuva miúda, branda, no entanto constante. Nada daquelas trovoadas em que a água cai em torrentes repentinas para depois dar lugar a um sol arrepiado. Nada disso...

A temperatura está baixa, uma brisa não muito forte vai soprando, todavia a chuva continua a cair. Independentemente do que possam algumas pessoas dizem sobre o eventual excesso, esta água faz cá muita falta...

Só tenho pena de não poder estar à lareira, como estive há duas semanas.

Água: um bem (demasiado) desprezado!

A manhã trouxe uma chuva persistente que caíu com... vontade. Entre as oito e as dez horas choveu, diria, copiosamente.

Entusiasmado liguei para diversas aldeias e a chuva aparecera tão branda que nem sequer molhou o chão ou abafou a poeira que vivia no ar. Todavia mais tarde soube que para os lados de Castelo Branco já chovia bem!

Actualmente as terras estão sedentas. O Verâo foi longo e muito seco o que agravou ainda mais a seca. No início desta semana, na viagem que fiz à Beira Baixa, descobri muitas ribeiras ainda a correr e os poços com água. Até a barragem da Marateca que abastece a capital da Cova da Beira estava, nesta altura do ano, muito mais cheia que no final de  alguns invernos.

A água é, obviamente, um bem essencial e cada vez mais escasso. Mas a forma como lidamos com aquela parece-me demasiado abusiva, já que não cuidamos em poupar a pouca que existe. Vejo assim jardins públicos e privados a serem regados às horas de maior calor, rupturas na rua que demoram uma eternidade a serem concertadas, um permanente desleixo na gestão hídrica nas nossas cidades.

Não fazer lixo, cuidar da floresta para que não arda, ajudar os oceanos é deveras importante, reconheço! Todavia a água potável deveria requerer um cuidado e uma atenção muito especial por parte dos sucessivos governos.

Algo que definitivamente não vejo no actual governo (sinceramente nem noutros!!!) onde a água nem tem sequer direito a uma Secretaria de Estado.

Ainda o desafio da chuva...

da Ana!

Naquele ano a peregrinação fez-se por Santarém. Naquela tarde partimos de Valada para a última etapa do dia. O tempo estava cinzento escuro. Demasiado escuro para a nossa vontade.

A chuva desata a cair com intensidade. Durante quilómetros intermináveis caminhámos no meio de lama, poças de água e chuva.

Perto da estrada de alcatrão uma peregrina colocou a sua sombrinha estragada à minha frente. Num ápice estava estatelado no chão.

A roupa mudou de cor, alguns elementos da equipa de apoio que assistiram não evitaram sonoras gargalhadas... e eu furibundo, maldizia a minha triste sorte...

Mal sabia eu...

Olha'o que chove!

Li algures que para hoje se previa um dia pré-Outonal, devido a uma qualquer depressão vinda não sei de onde (mas em Portugal entra tudo e mais alguma coisa!!!).

Geralmente as previsões meteriológicas portuguesas são muito certinhas: falham sempre!

Se dizem que vem muito calor, este muitas vezes não passa de um calorzito brando. Outras prevê-se chuva copiosa e depois vai-se a ver e não cai uma pinga.

Porém desta vez acertaram. Nem sei como... A verdade é que desde manhã por aqui não pára de chover. Primeiro uma água miudinha para a tarde se transformar numa chuva grossa que desde a hora do almoço ainda não parou.

Um verdadeiro dia Outonal. Vale a temperatura que está branda...

À atenção dos lisboetas

Cheguei há poucas horas de Castelo Branco. Desta vez foi uma visita rápida. Ainda assim trouxe a carrinha repleta.

Mas vamos ao que importa...

Um périplo, em terras Beirãs, pelos diversos locais onde tenho poços veio evidenciar que a chuva de caiu o mês passado foi ínfima. De tal forma que os poços continuam secos e as charcas, que nesta altura já costumam estar cheias e a bordar ainda não subiram dez centímetros.

Portanto há que chover muito mais se se pretender que amanhã haja água para os gestos mais básicos como seja a alimentação e a higiene.

Obviamente que os citadinos não mandam na metereologia. E ainda bem, acrescento. De outra forma seria o caos!

Mas tornar-se-ia fantástico uns meses sempre com a pluviosidade no seu máximo.

Sem cheias, obviamente.

Uma boda molhada!

Ontem, como já aqui havia referido, foi um dia diferente, dedicado essencialmente ao casamento do meu sobrinho que ajudei a criar.

Acrescento que se um dia Deus viesse ter comigo e me obrigasse a escolher entre levar um dos meus sobrinhos ou um dos meus filhos, assumo que não saberia qual deles escolher.

Portante o dia de ontem começou muito cedo, perto das seis da manhã, para só terminar bem perto da meia noite. E isto porque a minha constipação era tão grande que só me senti bem quando cheguei a casa e me deitei.

Mas tirando a minha maleita, até que foi um dia muito engraçado. Nem mesmo a chuva, que durante algumas alturas caíu com muuuuuuuuuuuuuuuuita intensidade, estragou fosse o que fosse.

Muita gente, essencialmente juventude, família próxima, amigos e boa comida foram ingredientes suficientes para um dia especial e muito bem passado.

Os noivos fizeram do seu casamento uma festa bonita onde se divertiram e fizeram divertir os convidados com muitas e diferentes iniciativas.

Como diria um cantor brasileiro sobejamente conhecido: foi bonita a festa, pá!

Saudades!

Ontem por aqui foi um daqueles dias como há muito não via e sentia.

Chuva e vento com fartura. Soube-me tão bem ver as beiras a correr quais bicas das fontes.

E as couves acabadinhas de plantar agradeceram esta água benfazeja.

Agora vou arranjar maneira de aproveitar a água que cai dos telhados para encher um depósito de 1000 litros que comprei para depois poder regar com água da chuva.

A água é decididamente um bem cada vez mais escasso. E aproveitá-la parece-me ser um acto de sensatez.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2011
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2010
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2009
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2008
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D