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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

À atenção dos lisboetas

Cheguei há poucas horas de Castelo Branco. Desta vez foi uma visita rápida. Ainda assim trouxe a carrinha repleta.

Mas vamos ao que importa...

Um périplo, em terras Beirãs, pelos diversos locais onde tenho poços veio evidenciar que a chuva de caiu o mês passado foi ínfima. De tal forma que os poços continuam secos e as charcas, que nesta altura já costumam estar cheias e a bordar ainda não subiram dez centímetros.

Portanto há que chover muito mais se se pretender que amanhã haja água para os gestos mais básicos como seja a alimentação e a higiene.

Obviamente que os citadinos não mandam na metereologia. E ainda bem, acrescento. De outra forma seria o caos!

Mas tornar-se-ia fantástico uns meses sempre com a pluviosidade no seu máximo.

Sem cheias, obviamente.

Uma boda molhada!

Ontem, como já aqui havia referido, foi um dia diferente, dedicado essencialmente ao casamento do meu sobrinho que ajudei a criar.

Acrescento que se um dia Deus viesse ter comigo e me obrigasse a escolher entre levar um dos meus sobrinhos ou um dos meus filhos, assumo que não saberia qual deles escolher.

Portante o dia de ontem começou muito cedo, perto das seis da manhã, para só terminar bem perto da meia noite. E isto porque a minha constipação era tão grande que só me senti bem quando cheguei a casa e me deitei.

Mas tirando a minha maleita, até que foi um dia muito engraçado. Nem mesmo a chuva, que durante algumas alturas caíu com muuuuuuuuuuuuuuuuita intensidade, estragou fosse o que fosse.

Muita gente, essencialmente juventude, família próxima, amigos e boa comida foram ingredientes suficientes para um dia especial e muito bem passado.

Os noivos fizeram do seu casamento uma festa bonita onde se divertiram e fizeram divertir os convidados com muitas e diferentes iniciativas.

Como diria um cantor brasileiro sobejamente conhecido: foi bonita a festa, pá!

Saudades!

Ontem por aqui foi um daqueles dias como há muito não via e sentia.

Chuva e vento com fartura. Soube-me tão bem ver as beiras a correr quais bicas das fontes.

E as couves acabadinhas de plantar agradeceram esta água benfazeja.

Agora vou arranjar maneira de aproveitar a água que cai dos telhados para encher um depósito de 1000 litros que comprei para depois poder regar com água da chuva.

A água é decididamente um bem cada vez mais escasso. E aproveitá-la parece-me ser um acto de sensatez.

Finalmente chove

Já tinha saudades de ver e sentir a chuva. E sentir o cheiro da terra queimada!

Não foi uma bátega forte, mas ainda assim deu para regar o feijão, cebolo e as curgetes que tenho semeado e plantado no quintal.
Importa lembrar que vale mais um litro de água da chuva que cinco litros de rega forçada.

Bom, bom seria esta chuva manter-se durante muitos dias. As terras estão extremamente sedentas.

 

Chove na capital!

Já por aqui fui dizendo que a cidade de Lisboa e os seus utentes não foram habituados a conviverem com a chuva.

Primeiro a própria urbe que não está preparada nem foi pensada para dias de intempérie e muito menos para horas seguidas de pluviosidade. A maioria das sargetas não escoam o que origina muitos locais de grande concentração de água, com os evidentes congestionamentos no trânsito citadino. Depois a impermebialização é tanta que a água, que podia entrar nalgumas terras se existissem, vai engrossar as torrentes já de si enormes.

A tarde de hoje na cidade foi terrível por causa do temporal, de tal forma que foi quase com sorte que consegui escapar a algumas inundações.

A edilidade lisboeta entretanto continua muito mais preocupada em alterar a toponímia da algumas velhas artérias, em vez de fazer o seu real trabalho de cuidar de quem anda pela cidade.

Depois admiram-se das desgraças que aqui e ali vão surgindo!

A chuva que vem de baixo

Creio já ter falado de como a cidade de Lisboa está construída para os dias quentes de sol, pois quanto a dias de chuva a capital ainda tem muito que aprender com as capitais do resto da Europa.

Esta urbe não foi preparada para ser brindada com um temporal de pluviosidade como estes últimos dias. A chuva que tem caído e que tanta falta tem feito, é um dos estranhos problemas da cidade.

Começo pelas ruas e avenidas que chegadas aos dias de intempérie ficam atapetadas de lençóis de água devido aos maus escoamentos (sargetas entupidas, erro na costrução). E quando aqueles existem tendem a fugir para os lados criando verdadeiros rios encostados aos passeios.

Deste modo os transeutes mais discuidados arriscam-se a serem encharcados não pela água que o S. Pedro deita, mas unicamentre pelo espalhar das rodas dos veículos. 

Falemos agora dos passeios lisboetas tão mundialmente conhecidos pela beleza dos seus desenhos, mas neste corriqueiro exemplo, responsáveis pelas molhas dos seus transeuntes. É que não há um espaço, ,um metro quadrado  em que o passeio não tenha um desnível. E por vezes são tão grandes que ocupam toda a largura.

Logicamente se alguém pretender caminhar no passeio, vai molhar os pés com toda a certeza.

Face a estes dois meros exemplos fica mais ou menos comprovado que na cidade de Lisboa a água térrea é muito mais perigosa do que aquela que cai do firmamento.

Fenómenos do tempo!

Após um Verão e um Outono impetuosos em calor e sem pinga de chuva que amenizasse a canícula, eis que aquela chegou finalmente. E por aquilo que se tem visto e sentido, veio com vontade.

Ora bem, da mesma forma que o calor queimou, dizimou, matou tudo ou quase tudo por onde passava maioritariamente através dos incêncios, agora é a vez da chuva e do vento, numa conjunção também ela tenebrosa e segundo as últimas notícias já mortífera, de fustigarem Portugal de lés a lés.

Se por um lado as terras, ribeiros e barragens agradecem a pluviosidade, a verdade é que esta intempérie está a deixar um rasto de destruição, quer seja através de pequenos tornados, impensáveis que existissem há uns anos em Portugal, quer através da fortíssima agitação marítima que tem fustigado a costa portuguesa.

Por fim se somarmos os tristes casos do Verão passado às batégas quase diluvianas que têm caído por quase todo o país, podemos concluir que o ambiente em Portugal está claramente muito alterado e sem grande capacidade de previsão pelos especialistas, pois pode-se calcular a vinda da chuva ou até do calor, mas nunca ninguém será capaz de prever os fenómenos associados às intempéries, sejam eles ventos de Inferno ou de Inverno.

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