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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Finalmente chove

Já tinha saudades de ver e sentir a chuva. E sentir o cheiro da terra queimada!

Não foi uma bátega forte, mas ainda assim deu para regar o feijão, cebolo e as curgetes que tenho semeado e plantado no quintal.
Importa lembrar que vale mais um litro de água da chuva que cinco litros de rega forçada.

Bom, bom seria esta chuva manter-se durante muitos dias. As terras estão extremamente sedentas.

 

Chove na capital!

Já por aqui fui dizendo que a cidade de Lisboa e os seus utentes não foram habituados a conviverem com a chuva.

Primeiro a própria urbe que não está preparada nem foi pensada para dias de intempérie e muito menos para horas seguidas de pluviosidade. A maioria das sargetas não escoam o que origina muitos locais de grande concentração de água, com os evidentes congestionamentos no trânsito citadino. Depois a impermebialização é tanta que a água, que podia entrar nalgumas terras se existissem, vai engrossar as torrentes já de si enormes.

A tarde de hoje na cidade foi terrível por causa do temporal, de tal forma que foi quase com sorte que consegui escapar a algumas inundações.

A edilidade lisboeta entretanto continua muito mais preocupada em alterar a toponímia da algumas velhas artérias, em vez de fazer o seu real trabalho de cuidar de quem anda pela cidade.

Depois admiram-se das desgraças que aqui e ali vão surgindo!

A chuva que vem de baixo

Creio já ter falado de como a cidade de Lisboa está construída para os dias quentes de sol, pois quanto a dias de chuva a capital ainda tem muito que aprender com as capitais do resto da Europa.

Esta urbe não foi preparada para ser brindada com um temporal de pluviosidade como estes últimos dias. A chuva que tem caído e que tanta falta tem feito, é um dos estranhos problemas da cidade.

Começo pelas ruas e avenidas que chegadas aos dias de intempérie ficam atapetadas de lençóis de água devido aos maus escoamentos (sargetas entupidas, erro na costrução). E quando aqueles existem tendem a fugir para os lados criando verdadeiros rios encostados aos passeios.

Deste modo os transeutes mais discuidados arriscam-se a serem encharcados não pela água que o S. Pedro deita, mas unicamentre pelo espalhar das rodas dos veículos. 

Falemos agora dos passeios lisboetas tão mundialmente conhecidos pela beleza dos seus desenhos, mas neste corriqueiro exemplo, responsáveis pelas molhas dos seus transeuntes. É que não há um espaço, ,um metro quadrado  em que o passeio não tenha um desnível. E por vezes são tão grandes que ocupam toda a largura.

Logicamente se alguém pretender caminhar no passeio, vai molhar os pés com toda a certeza.

Face a estes dois meros exemplos fica mais ou menos comprovado que na cidade de Lisboa a água térrea é muito mais perigosa do que aquela que cai do firmamento.

Fenómenos do tempo!

Após um Verão e um Outono impetuosos em calor e sem pinga de chuva que amenizasse a canícula, eis que aquela chegou finalmente. E por aquilo que se tem visto e sentido, veio com vontade.

Ora bem, da mesma forma que o calor queimou, dizimou, matou tudo ou quase tudo por onde passava maioritariamente através dos incêncios, agora é a vez da chuva e do vento, numa conjunção também ela tenebrosa e segundo as últimas notícias já mortífera, de fustigarem Portugal de lés a lés.

Se por um lado as terras, ribeiros e barragens agradecem a pluviosidade, a verdade é que esta intempérie está a deixar um rasto de destruição, quer seja através de pequenos tornados, impensáveis que existissem há uns anos em Portugal, quer através da fortíssima agitação marítima que tem fustigado a costa portuguesa.

Por fim se somarmos os tristes casos do Verão passado às batégas quase diluvianas que têm caído por quase todo o país, podemos concluir que o ambiente em Portugal está claramente muito alterado e sem grande capacidade de previsão pelos especialistas, pois pode-se calcular a vinda da chuva ou até do calor, mas nunca ninguém será capaz de prever os fenómenos associados às intempéries, sejam eles ventos de Inferno ou de Inverno.

Chove? mas isso que importa...

Hoje tive de ir à aldeia numa viagem relâmpago. O caminho feito quase todo de auto-estrada foi atapetado de uma chuva pujante e contínua a requerer muitos cuidados na condução.

Ainda há pouco tempo fizera a mesma viagem e a paisagem nessa altura era quase desoladora tal era a seca. Mas estes últimos dias de chuva mais constante alterou, e de que maneira, a paisagem. O que fora o castanho cor de areia passou, nestes últimos dias, para um verde viçoso.

O melhor encontrei no rio Alviela, que alagou as suas margens.

A chuva, finalmente, no seu melhor!

 

Será verdade?

Vou lendo aqui e ali que na próxima semana vai haver chuva. Muita chuva.

Li também que esta água que virá, faz parte de um fenómeno que se está a desenvolver no Oceano Atlântico e se caracteriza por ventos e chuva muito forte.

Após um ano de 2017 de seca severa, aproxima-se uma frente que nos irá trazer alguma água. Para que não haja problemas de maior, será que as sarjetas estão todas limpas e a escoar na sua plenitude? Respondeu eu: Pelo que tenho visto, creio que não.

As Câmaras Municipais, as juntas de freguesia e demais entidades especializadas deveriam, em consonância com o lugar onde habitam, tomar devidas cautelas para evitar inundações e outros factores tenebrosos.

É que no passado dia 20 fez precisamente oito anos desde as mortíferas chuvas torrenciais na capital da "Pérola de Atlântico".

Será bom nunca olvidarem tais acontecimentos.

Chove? Mas isso que importa...

Já há algumas semanas que oiço na rádio dizer que a chuva já faz falta. Que faz falta já eu sei, agora que os radialistas o digam é outra coisa bem diferente. Até porque é costume eu escutá-los amiúde dizendo: "Hoje vai estar bom tempo com Sol a brilhar".

Em Novembro bom tempo era se estivesse sempre a chover! Como choveu esta tarde.

Ora a nossa capital gosta pouco de chuva. Basta caírem umas gotículas e é certo que o trânsito se torna ainda mais caótico que os dias sem chuva. Mas tudo bem... É necessário pagar por esta água bemfazeja.

Não imagino como terá sido noutras cidades. Nem a Norte nem a Sul. O que eu sei e senti na pele, foi a água que esta tarde o céu decidiu derramar pela capital.

De tal forma foi a descarga que no espaço de 300 metros fiquei completamente encharcado. Mas, sinceramente, creiam-me que não me importei rigorosamente nada.

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