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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Vacinado!

Não... não é contra o viruszito chinês que estou vacinado. Até que isso aconteça ainda há que correr muito tempo.

Na verdade vacinei-me contra a política e os políticos. E a duas semanas das eleições presidenciais assumo aqui e agora que não irei votar em nenhum candidato.

Faço-o com a consciência de cidadão eleitor. Na realidade para quê votar se a vitória está garantida para o actual inquilino de Belém? Mais... para quê colocar-me a jeito a ser infectado, numa qualquer mesa de voto? Nahhh... nesta não me apanham!

Todavia o pior mesmo são os candidatos a concurso. São fracos, tristonhos e tendem a baixar o nível das suas propostas. Confesso que tentei ver à posteriori alguns debates entre candidatos, mas aquilo foi de tal pobreza franciscana que rapidamente percebi que, retirando o actual Presidente, todos estão a fazer figura de corpo presente, já que estão condenados ao fracasso.

Termino com uma preocupação vista à distância que é tentar perceber quem daqui a cinco anos estará na corrida por Belém já que o actual e próximo Presidente já não poderá ir a votos.

Ana Gomes: uma candidata sem papas na língua!

Hoje vi a entrevista que a candidata Ana Gomes deu à RTP1. Em tempos critiquei aqui a sua quixoteca vontade de chegar a Belém. Todavia achei que a entrevista lhe correu bem, ressalvando, quiçá, a questão Ru Pinto, da qual o entrevistador tentou não abrir mão.

Ana Gomes é obviamente uma mulher com mais...(ditos cujos!) que muitos homens. Não tem medo de nada e assume as suas posições sem rodeios. Gosto de gente assim!

Em meia hora, pouco foi o tempo para falar de assuntos deveras importantes, mas escutei o seu apoio à eutanásia, sem medos ou rodeios. Falou da TAP e da necessidade desta empresa ficar activa, por ser estratégica, mas com algum empobrecimento, falou da nossa lenta justiça e perante o caso da vacina da gripeque veio de França a explicação dada, convenceu-me.

Só que aos 27 minutos de entrevista o jornalista espalhou-se, quando tentou saber o que faria a candidata se ficasse atrás do candidato do Chega? Ana Gomes deu uma baile ao entrevistador não respondendo á questão pois que, para ela, era "peditório para o qual não daria".

"Touché" senhora candidata!

Eleições no Sporting

Cada manhã oiço (ou leio) o aparecimento de mais um candidato à Presidência do Sporting.

Sete. oito, nove... uma dúzia, quiçá. que à dúzia torna-se mais barato.

Mas de todos eles oiço poucas ideias. Frases feitas, ideias preconcebidas... uns a apostarem essencialmento no futebol, outros a apostarem nas modalidades e outros ainda... nem sei o que dizem.

Porém encontrei um verdadeiro programa eleitoral de alguém que... não é candidato! Mas deveria ser.

Boas ideias, óptimas estratégias, uma visão equidistante e pragmática, um sentimento leonino do verdadeiro problema do Sporting.

Gostei muito do que escreveu. Aqui!

Dar-lhe-ia, sem pensar duas vezes, o meu total apoio. E claro o meu voto...

Pena é que provavelmente não esteja para aí virado.

Mas é pena! O Sporting ficaria a ganhar!

Amanhã há mais...

Sinceramente não percebo este dia pomposamente denominado de "reflexão". Quem por cá vive há tantos anos como eu (ou mais) não necessita de reflectir em quem vai votar. Já o sabe há muito...

"Mas e os indecisos?" - perguntar-me-ão.

Quanto a estes reservo a mesmíssima opinião. Se tinham dúvidas ontem, têm dúvidas hoje ou amanhã. E este dia não resolve absolutamente nada.

Por isso sinto que não vale a pena impedir o povo de falar sobre os candidatos ou as suas escolhas. Parece-me algo despiciente e a democracia não ganha rigorosamente nada com isso.

Todos os candidatos que se apresentaram na linha de partida para esta espécie de corrida a Belém, tinham a perfeita consciência da prova que iriam realizar. E das limitações (ou não!) que carregavam em cima dos ombros. Deixando somente no povo o direito (e o dever!) de escolher. Como sempre tem feito.

Portanto amanhã, uma vez mais, a democracia volta a acontecer.

 

 

Uma "Nóvoa" partida para "Belém"?

O político Irlandês Edmundo Burke que viveu no século XVIII e defensor de grandes causas terá dito um dia: "Quem não conhece história está destinado a repeti-la".

Esta última frase parece assentar que nem uma luva ao PS e às actuais danças de candidatos a candidatos à Presidência da República.

Se bem que o líder do PS já tenha dito publicamente que vê com bons olhos a cantidatura de António Sampaio da Nóvoa, a entrada nesta "engrenagem" de Maria de Belém, antiga Presidente do Partido do Largo do Rato, não surgiu na melhor altura. E criou divisão!

É sabido que o antigo Reitor da Universidade de Lisboa não é bem visto por alguns sectores socialistas. Especialmente os mais moderados e menos radicais. Ou dito de outra maneira, os "Seguristas" que não esquecem as ligações de Sampaio da Nóvoa a uma esquerda radical, não obstante já no mandato de Jorge Sampaio, ter sido consultor para a Educação, do ex-PR.

Ora este é um problema que se repete no partido de António Costa. Relembro que nas eleições de 2006 Manuel Alegre e Mário Soares colocaram-se em trincheiras opostas dando a Cavaco Silva a possibilidade de ganhar folgadamente, tendo em conta a divisão que ambos geraram dentro do próprio PS.

Se excluirmos Henrique Neto, outro dos históricos do PS também ele candidato já assumido à PR, temos que os socialistas não aprenderam rigorosamente nada com a sua história recente. É que duas candidaturas dentro do mesmo sector político parece-me demais, sendo que Maria de Belém tem mais a ganhar que Nóvoa.

Enquanto no PSD/CDS as figuras mais proeminentes andam (ainda) a contar espingardas (leia-se apoios!) numa tentativa de saber quem será o verdadeiro candidato, no PS é divisão partidária é evidente e, quiçá, fraturante.

António Costa tentou antecipar ganhos em apoiar Sampaio da Nóvoa mas ao fazê-lo com tanta antecedência enveredou por caminhos (muito) apertados dos quais não deverá sair sem mácula.

Os eleitores em seu tempo o dirão!

 

Presidente da República: um cargo a prazo!

 

Há coisas na política que realmente eu não entendo. E uma delas prende-se com alguns ilustres da vida portuguesa, que adoram chegar-se à frente.

 

Falo claramente de alguns “presidenciáveis”. A tão longa distância das eleições presidenciais há já quem se assuma como “não-candidato”… Como se esta figura fosse tão ou mais importante que um candidato.

 

Acredito que por esta hora já se estejam a fazer suposições sobre eventuais candidatos a candidato e em face disso a tentar contar espingardas para uma longa batalha sem ter vencedor (para já!) antecipado.

 

Abordo este tema porque não gostei do que o Professor Marcelo disse esta noite na TVI. Como pode dizer que não é candidato quando ninguém, que eu tivesse ouvido, referiu que o Prof seria o candidato do Governo a PR.

 

A opinião de alguns comentadores não chega para um possível candidato deixar de ser uma possibilidade e passar a ser uma certeza. Por muito que custa a alguns pseudo-candidatos.

 

É por estas e por outras que os políticos são vistos na maioria como gente sem carácter nem categoria, para ocuparem os lugares para os quais foram “chamados” em nome de uma tal de democracia.

 

Entristece-me profundamente que estejamos (quase) todos, desde 2011, a pagar uma pesadíssima factura, para a qual não contribuímos, e os verdadeiros culpados, na sua emissão, continuem a pulular por aí, como de perfeitos inocentes se tratassem.

 

E provavelmente ainda consideram que estão em condições para irem a PR.

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