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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

As primeiras reacções!

Já imaginava que o meu mais recente livro originasse muitas reacções. Começo a conhecer esta boa gente e fiquei a aguardar as primeiras ditas cujas.

E estas não se fizeram esperar. Umas mais assertivas outras simplesmente carinhosas, fica a certeza de que este desafio valeu a pena.

No dia 20 de Maio a Isabel publicava no seu blogue "livrosquesãoamigos" uma espécie de editorial do livro.

Bastou rasgar-se uma só folha de calendário para a doce Ana publicar esta doçura. Mas foi também nesse mesmo dia que a poeta Ana Mestre denunciava a chegada do meu livro neste seu postal.

Eis que surge o dia 22 e a fantástica ilustradora Olga brindava-me com este belo naco de prosa. Se bem que ela é a maior e a melhor obreira desta beleza... exterior!

Mais um dia e mais uma reacção. De uma bloguer açoriana que conhecia pouco (e ela a mim, provavelmente!), mas que num ápice cimentámos uma boa amizade. Tão, tão bonito!

Neste mesmo dia alguém divulgava ter recebido também um exemplar. Pelo que escreveu a encomenda surgiu no momento ideal. Fico imensamente feliz por isso.

Finalmente um dia de descanso. Ufff! No entanto logo no dia seguinte, 25 de Maio, e sob a pena do meu amigo João-Afonso surgia uma análise fantástica. Só mesmo ele para entender todos os meandros. Obrigado companheiro!

Mais um dia e mais uma reacção. Desta vez de uma contadora exímia de estórias e que anda um tanto fugidia da escrita, com grande pena minha. Mas também ela reagiu ao livro que lhe ofereci . E de que maneira!

Mais uns dias de repouso nesta aventura de reacções para no dia 30 o meu amigo Manuel reagir assim. Foi um verdadeiro prazer brindá-lo com um exemplar, caríssimo amigo!

Entrei em Junho com mais uma reacção. Desta vez a ATGP agradeceu simplesmente. Vale tanto como todas as outras pois o que conta mesmo é a singeleza da palavra.

Remato este conjunto de fantásticas reacções com um texto... emblemático. Escrevi emblemático porque tanto eu como o Pedro abraçamos com fervor o mesmo emblema clubístico. Porém o remate certeiro para mais um golo na nossa amizade pode ser visto neste postal tão bem esgalhado.

Acredito que surgirão mais textos sobre o meu livro, mas até lá fico com este número primo de postais que me fizeram e fazem diariamente acreditar que valeu a pena abraçar este caminho.

Regresso aos números redondos!

Sei que este é um tema recorrente neste espaço, mas como já escrevi noutros postais sempre gostei de números redondos ou estranhos. Por exemplo, quando antigamente apanhava um autocarro para a escola e comprava bilhete (muito tempo antes da introdução do passe social) costumava ver o número inscrito naquele pedaço de autorização para andar de transporte. Se aquele fosse uma capícua ou mais dificilmente um número redondo era certo que o guardava por esntre as páginas de alguns livros.

Certamente daqui a muuuuuuuuuuuitos anos os meus netos poderão ter a ousadia de abrir um livro desses que eu conservo e verem sair de lá pequenos bilhetes sem saberem a razão de ali se encontrarem.

Também neste mundo da blogosfera me socorro amiúde das estatísticas da SAPO Blogs para ali encontrar, de vez em quando, números curiosos.

Desta vez é um número redondo de comentários...

30000.jpg 

Se é certo que muitos deles, diria quase metade, correspondem às minhas respostas, ainda assim há muitos que não são meus e são trocas entre leitores e comentadores.  Finalmente reparem neste número de há quase oito anos... Quanta mudança...

No fundo estes valores acabam por explicar muita coisa. Essencialmente porque ando (ainda) por aqui. Quiçá com menos intervenções externas, talvez já tivesse abandonado este caminho.

Mas são os meus fiéis leitores e comentadores que me fazem (e bem) andar nesta roda-viva!

A gente lê-se por aí!

Aos meus amigos... deste Mundo!

Tenho hoje para comigo, essencialmente para aquilo que escrevo, uma exigência quase fundamentalista, já que quando me iniciei na escrita ligava pouco à forma e ao conteúdo. Escrevia só porque sim ou porque sentia necessidade.

Decorreram muuuuuuuuitos anos e nestes vivi muitas vidas e a vida viveu também de mim, para agora aqui chegar, olhar para a estante e ver lá dois singelos livros com o nome deste autor na lombada. Em termos absolutos será pouca coisa, mas em termos muito pessoais é algo que conquistei.

Publicar um livro não é difícil nem extremamente caro (também depende do número de exemplares impressos!!!), mas para mim tornou-se numa bravata interior enorme. Que textos escolher e dos escolhidos qual deles deverá ser o primeiro? Devo emendar muito as prosas ou deixá-las como foram publicadas? Reescrever aqueles textos mais pobres ou mantê-los, até para que se percebe como foi a nossa evolução?

Diversas questões que ainda hoje coloco a mim mesmo e para as quais não tenho uma resposta certa... nem errada!

Como já escrevi acima publicar hoje um livro tornou-se uma coisa (quase) banal. Todavia arriscar um segundo parece algo muito mais arriscado. Se não vejamos: a matriz original da minha escrita será sempre o primeiro livro. No entanto uma segunda aventura obrigou-me a ser mais competente, a arriscar mais, a retirar de mim novas valências de escrita, isto é, a elevar a fasquia do anterior. Ainda estou para saber se consegui... 

Por isso escrever é mesmo um desafio permanente, mas também com distãncia, como se fosse um jogo de xadrez onde sacrifico agora uma torre para ganhar diversos lances à frente um xeque-mate.

Valho-me nestes exercícios de publicação dos amigos que por aqui fui, em boa hora, arregimentado. Eles são inocentemente culpados de tudo isto que tenho feito acontecer! Dos blogues, dos desafios, dos livros e das reacções. Porque sempre me incentivaram e me mostraram o caminho, mesmo sem que disso tivessem verdadeira consciência.

No fundo é para eles todos este postal!

Com receio de olvidar algum, não divulgo os seus nomes, mas todos eles sabem (oh se sabem!) como os admiro e como lhes estou eternamente grato.

A gente lê-se por aí!

Des(a)fiando Contos: o meu mais recente livro!

Quando o ano passado publiquei este livro, fiquei com a ideia de que seria o primeiro e provavelmente o último.

Só que hoje pensamos uma coisa para amanhã pensarmos o inverso. Mais... a alegria que coloquei na elaboração daquela primeira edição, a forma como foi aceite pelos amigos e o encorajamento por parte de muitos leitores, obrigaram-me a repensar no que fazer com tantos textos que havia escrito.

Ora se bem o pensei, melhor o fiz e desde o ano passado que iniciei novo processso de juntar pequenas estórias e alguns contos, relê-los, alguns quase reescrevê-los. Todavia a ambição de voltar a publicar um novo volume, fez com que este trabalho fosse, novamente, uma imensa alegria.

Tudo compilado e mais ou menos revisto por mim, foi a hora da desenhadora, para logo a seguir entrar uma revisora. Ultimado lá seguiu para a minha editora e daqui para a gráfica que na semana passada me entregou uma prova que revi e alterei, como sempre acontece.

Hoje finalmente entregaram-me os volumes todos para agora fazer seguir para os diversos destinatários via CTT, a exemplo do anterior.

capa_livro (1).jpg  Contracapa_livro.jpg 

Tal qual como o primeiro livro, este também será para oferecer aos meus amigos e alguns (poucos) familiares.

Por fim agradeço encarecidamente à ilustradora Olga Cardoso Pinto que como sempre se esmerou na capa e contracapa, à revisora Isa que cuidou das palavras e obviamente ao meu editor Daniel Gouveia pela coragem que teve em aceitar publicar este meu livro.

Em nota de rodapé concluo que com esta recente publicação a minha responsabilidade como autor cresce exponencialmente. Espero, por isso, que não se sintam defraudados nem desiludidos com este pedaço de escrita.

Sempre focado!

Este é um daqueles postais que deveria ter escrito há mais ou menos um mês. Não o fiz na altura faço-o agora como adenda.

Repito a ideia de que quando principiei a escrever na blogosfera estava longe de perceber onde me tinha metido. Fui escrevendo normalmente e publicando sem qualquer assiduidade e interacção com eventuais leitores.

Quando transferi para a SAPO o meu blogue rapidamente percebi que as coisas haviam mudado e que principiava a exibir de uma maior troca de comentários com outras pessoas.

Foi nessa altura que entendi que deveria juntar toda a informação sobre a minha escrita num ficheiro, qual base de dados. Se bem o pensei, melhor o fiz e hoje posso dizer que tenho a informação (quase) completa sobre aquilo que escrevo. E também sobre as reacções que fui tendo ao que publiquei e ainda publico (leia-se comentários).

Dito isto afirmo com uma anormal segurança que já publiquei neste espaço mais de 5 mil postais. Que receberam perto de 30 mil comentários e mais de 3500 reacções.

Muita gente me pergunta porque tenho isto assim organizado? Respondendo com sinceridade reconheço que também não sei, até porque não sou um especialista em estatísticas. Todavia estou a pensar em revisitar cada texto que publiquei e tipificá-lo, de forma a ser mais fácil consultar.

Sei que será um trabalho árduo. Da mesma forma que tenho consciência que um dia tudo isto será atirado para o lixo pelos meus descendentes. Não importa... Enquanto eu tiver algo onde me focar não andarei por aí a gastar dinheiro em raspadinhas ou ver aquelas estúpidas reportagens sobre a morte, em condições muito estranhas, de um melro num quintal, em Alguidares de Cima.

Seria bom que todos, mas todos mesmo, tivessem na vida um foco sobre o qual se debruçarem e empenharem (e não estou a falar apenas de trabalho). Provavelmente existiriam muito menos doenças mentais, já que o ócio e a preguiça parecem ser terrenos propícios para o desenvolvimento daquele género de doenças.

Eis-me então sempre focado! Pelo menos enquanto tiver tino!

O meu destaque!

Conheci o Cúmplice do Tempo por estas andanças da blogosfera. Todavia num outro registo onde aparece como um fantástico poeta e escritor.

Ontem ousou iniciar um espaço com uma diferente filosofia. Este!

Um homem marcará sempre a diferença pela positiva por aquilo que dá aos outros sem nada pedir em troca. É o caso deste Cúmplice do Tempo.

Ontem dei-lhe as boas vindas a este novo registo que todos nós, que por aqui andamos, deveríamos tomar em atenção.

Agora é tempo de passaram por lá e talvez percebam o que escrevi no parágrafo anterior.

Vai assim para o Cúmplice do Tempo, o meu destaque de hoje!

Para mais tarde recordar!

Desde que comecei a escrever na blogosfera, há 15 anos, criei uma espécie de base de dados. Nela poder-se-á encontrar todos os meus textos com a respectiva ligacão à internet, a data da sua publicação, os números referentes à quantidade de comentários, favoritos e informação complementar referindo os destaques, assim como o número de visitas e visualizaçóes.

Faço isso para os meus dois blogues pessoais e para um outro onde escrevo em conjunto com outros escribas, sendo que neste só retiro dados referentes â minha escrita.

Depois aproveito esta informação para fazer gráficos e perceber qual o ano em que escrevi mais postais, ou o ano com mais comentários e afins!

Dito isto, estes ficheiros servem também para revisitar antigos textos com maior facilidade e no fim perceber qual foi a evolução da minha escrita e acima de tudo do meu pensamento.

Tenho perfeita consciência que esta minha mania será para muitos mais uma maluquice, mas quero crer que daqui a muuuuuuuuuuuitos anos alguém vai achar interessante e útil esta informação. Ou provavelmente até  não! Fica a dúvida!

A gente lê-se por aí!

Como agradecer?

Há quem não goste de fazer anos e muito menos de os comemorar... e depois existe... eu! Que qual criança adora celebrar mais um anos de vida, mais um ano passado mas menos um ano para viver dirão os pessimistas.

Teoricamente o meu dia de ontem deveria ser gasto a fazer que coisas diferentes dos outros dias. Todavia como a vida é que manda no dia de ontem dormi 3 horas e meia, já que me deitei muito para lá da uma da manhã e acordei às cinco da madrugada. Portanto mais um dia normal... com muita correria.

Para não me alongar mais apenas acrescento que o meu telemóvel mnão parou um segundo. Ora eram chamadas, esse-emes-esse's, mensagens de correio electrónico e principalmente muita amizade daquele grupo tão especial de uotessape ligado à escrita.

Entretanto e sempre que tinha um minuto de sossego ia percebendo o carinho que alguns bloguers me dedicaram neste meu dia tão especial.

Principio pela MJP  que com este belíssimo texto me deixou deveras comovido.

Depois foi a vez da Ana D. que me homenageou neste lindíssimo postal.

Finalmente dei conta que a Maria também publicara um postal em minha homenagem.

E já nem falo dos comentários sempre tão elogiosos que muita gente foi depositando nestes escritos. Até no meu texto meio parvo de ontem. Simplesmente sublime.

Todo este carinho, ternura, conforto é um capital emocional que tenho de economizar para outros dias menos brilhantes e que possa via a ter.

Mas sendo eu já um tipo maduro ou sénior, como queiram chamar, ainda fico assim emocionalmente esmagado por tanta coisa boa que escreveram sobre mim.

Face ao que precede, não sei de que maneira devo agradecer a todos quantos me escreveram, me homenagearam, me ligaram. Quiçá escrevendo simplesmente:

MUITO OBRIGADO!

PS- tenho consciência que este postal dá a ideia de ser um tanto lamechas, mas já tenho uma idade que me escuda desses pensamentos.

A gente lê-se por aí!

Regresso que se saúda!

Em 2022 (já? como o tempo passa!!!), escrevi este postal donde assumia um certo lamento por blogues que deixavam de existir e por outros cuja actividade desaparecera.

Não escrevi como uma crítica, mas tão somente como a constatação de um facto... triste!

Por isso cabe-me também agora saudar o regresso de uma das bloguers mais importantes deste lago de escrita. Em 2018 era quase uma recordista, batendo-se taco a taco com alguns dos melhores blogues em número de comentários, especialmente aqueles colectivos.

Em Outubro daquele ano deixou de escrever...  Perdeu nesta mão cheia de anos que esteve ausente  os desafios que por aqui voaram e alguns outros que este sapal fez crescer. Mas a vida por vezes não se compadece e há que optar!

Regressou mais de cinco anos volvidos a sua paragem, porém muito mais rica, pois foi mãe de duas meninas e com enorme vontade de mostrar serviço.

Para quem não a conhece chama-se Chic'ana e saúdo o seu retorno a este sapal com imensa alegria!

Só espero e desejo que fique por cá muito tempo.

A terapia da escrita

A noção de que as doenças do foro psiquico são cada vez mais evidentes levou-me há alguns anos a obrigar a escrever (pelo menos) um postal por dia.

Por que a escrita é como se fosse um amigo ou amiga a quem conto as minhas venturas e desventuras sem que daquela haja alguma acção ou opinião contra. Aceita simplesmente. Ou como perguntava alguém: porque será que o melhor amigo do homem não fala?

Da mesma forma muitos médicos de família serão verdadeiros padres ao receberam as confissões dos seus doentes. É que o problema reside aqui mesmo e que se prende com a falta de comunicação entre as pessoas. Numa época em que a informação é constante e entra pela nossa casa de forma pujante, noto cada vez mais gente silenciosa e distante dos outros.

Também eu sofro dessa ausência de uma boa conversa. Por isso venho aqui descarregar as minhas ideias e receber contribuições de outros.

Não vivo só, nem para lá caminho, mas sou obviamente um solitário e que encontra no que escreve a terapia necessária e suficiente para ir sobrevivendo num Mundo cada vez mais distante das pessoas e mais próximo das máquinas. Curiosamente que o homem inventou e desenvolveu somente para o ajudar e das quais agora é escravo!

 

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