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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Um pedido de desculpas!

Muita gente que me visita admirar-se-á com a minha ausência dos seus blogues.

E têm toda a razão.

Não querendo arranjar desculpas reconheço, todavia, que tenho andado muito afastado dos meus amigos escritore(a)s.

Por diversas razões: obras e mais obras em casa com a correspondente tarefa de tirar as coisas do sítio e depois voltar a colocá-las, uma neta que cada vez requer mais atenção porque já anda e não pára, uma idosa que insiste em ser ainda mais criança que a bisneta e por fim novos desafios de escrita a começar pelo dos pássaros, depois um concurso literário onde quero participar e cereja no cimo do bolo, um projecto de um livro de contos... Já para não falar da horta.

Tudo junto dá dias e dias preenchidos, sem tempo para visitar todos.

Assim, este humílimo relatador de ideias vem publicamente pedir-vos desculpa pela minha ausência.

Tentarei acertar o passo o mais breve possível!

Até lá a gente lê-se por aí! Sempre que eu puder!

Hoje ficamos assim!

Não é frequente chegar a esta hora do dia (passam pouco das 18 horas) e não ter assunto para escrever.

Na verdade, na verdade até tenho, mas não me apetece escrever sobre:

- covid19;

- livros;

- blogues;

- futebol;

- política;

- carros;

- humor;

- doenças;

- arte.

Portanto hoje fico por aqui assim… com pouca vontade de dizer alguma coisa. Peço por isso, aos meus leitores, desculpa por esta fraqueza.

Mas amanhã se lá chegar estaremos presentes!

A gente lê-se por aí!

Uma alegria nunca vem só!

Ontem aconteceu algo com os meus blogues que foi inédito: então não é que ambos os blogues tiverem direito a estarem no top 10 dos blogues mais comentados?

Em bom rigor até poderia dizer 3 porque também escrevo umas coisa no "És a nossa fé", mas o postal não foi meu e deste modo só dou quitação dos meus blogues.

mais_comentados.jpg

Deste modo não me canso de agradecer a quem tão simpaticamente aqui vem deixar uma palavra que a leio sempre um estímulo para continuar a escrever!

Hoje, nem sei bem porquê, senti-me muito contente. Ou como escrevi no título: uma alegria nunca vem só.

A gente lê-se por aí!

Este e o outro lado!

Quem aqui vem saberá que tenho outro blogue criado há uns anos e somente para a escrita mais elaborada (detesto a expressão "escrita criativa").

Até Setembro de 2019 este meu outro blogue era pouco visitado e comentários quase nem existiam. No entanto com o desafio de escrita dos pássaros, que teve direito a suas séries e agora com o recente desafio da escrita da "caixa de lápis de cor", para além dos sempre simpáticos e estimulantes desafios da abelha Ana e de outros que entretanto foram surgindo, aquele espaço passou a ter alguma interacção com os leitores e comentadores.

A prova do que digo é o prémio que recebi hoje, ao perceber de forma puramente casual que na pasta dos comentários referentes àquele blogue já havia chegado aos primeiros quatro dígitos.

Obviamente que em comparação com este espaço é muitíssimo menos, mas seja como for é um marco que pretendo registar.

Obrigado assim a quem lá foi botando comentários. 

Eis aqui a prova:

Estat_JX_LAB.jpg

Já cá estou...

Pois... ontem as meninas perceberam logo que era 1º de Abril. Ainda tentei que passasse despercebido e daí tê-lo escrito já tarde.

Mas como alguém comentou "isso era se alguma vez fosses capaz de o fazer..." não fui embora nem desisti de esgalhar uns textos parvos como foi o de ontem!

Porém há que brincar e tomar a vida em doses pequenas não vá a gente embebedar-se sem necessidade.

Sinceramente não sou grande apologista do dia das Mentiras, porém o que escrevi ontem nem foi uma mentira, mas quiçá uma inverdade ou se calhar nem isso.

Vá fiquem bem que eu também fico e cuidem-se.

A gente lê-se por aí!

Hoje foi um dia primaveril...

... Tudo por causa de um tal verde-água (mas a água não devia ter cor pois não?).

Pronto já sabem do que estou a falar. Chega a quarta feira e a blogosfera fica toda colorida. Esta semana de um tal verde...

Já li tudo e asseguro-vos que há textos fantásticos e que não devem perder.

Segue agora a lista dos pintores:

Fátima;

Concha;

A 3ª Face;

Maria Araújo;

Peixe Frito;

Isabel;

Luísa de Sousa:

Maria;

Ana D.;

Célia;

Charneca Em Flor;

Miss Lollipop:

Ana Mestre;

Ana de Deus;

Cristina Aveiro;

bii yue;

João-Afonso Machado;

Marquesa de Marvila:

e a mais recente chegada da

Olga.

Ah eu também escrevi qualquer coisa... Nada de jeito! Está aqui.

Profissional ou amador?

Hoje quando alguém me convidou para ir ver algo na televisão que eu sabia de antemão que seria demorado, declinei o convite com a desculpa real de que tinha muito que fazer. Devolveu-me com a questão de que talvez eu me tivesse esquecido que estava reformado. Retorqui que tinha muita coisa para escrever, ao qual rematou:

- Isso parece quase profissão.

A conversa depois derivou para outros assuntos e, entretanto, no meio de alguns dos meus afazeres desta tarde dei por mim a pensar na frase final…

Não faço da minha escrita profissão… ou será que faço? Um reformado é alguém que tem direito a uma reforma pelos anos descontados. Tudo certo! Mas ao dedicar-me o meu pouco tempo livre totalmente à escrita, nomeadamente na blogosfera, estarei a abraçar uma nova profissão? Ou aquela pode ser considerada como um passatempo?

Nunca, nestes mais de 40 anos que levo de escrita em jornais e mais recentemente na blogosfera, recebi um tostão que fosse quanto mais um cêntimo.

Porém ganhei outras coisas é certo. Algo que é completamente imensurável como a amizade, o carinho ou o respeito de quem aqui me visita. E este é o meu verdadeiro dividendo… saber simplesmente que me lêem!

Haverá lá coisa melhor...

Quando escrever é... existir!

O tema saiu assim em amena “converseta” e de repente a questão abriu-se: porque escrevemos, porque publicamos os textos na blogosfera?

No fundo, no fundo, e salvo honrosas excepções, a maioria de nós nem se conhece pessoalmente. Sei lá se o autor que se assina por “Manel das Couves” não é uma idosa mas com mente jovem. Ou quiçá o inverso… a Manuelina dos Santos não é mais que um jovem em busca de estranhas experiências. Mas a questão continua em aberto: porque realmente escrevemos? E desta forma tão pública e gratuita…

Bom, não sou psiquiatra, nem psicólogo ou sociólogo com o simples intuito de explicar… o que, para mim, não tem uma explicação lógica.

Pela minha parte escrevo por que me sinto bem a fazê-lo. E enquanto vou esgalhando alguns textos não tenho preocupações que me atentem. É um mundo paralelo que se me abre e eu adora lá viver...

Vou lendo muita gente que assume ter aberto o blogue só para si. Esqueceu-se, no entanto, que se não o configurar ele ficará público e acessível a todos, passando deste modo a arriscar-se a ser lido por muita gente e a receber reações. A que terá, eventualmente, de responder… Logo a primeira ideia morreu na génese e o que era para si passou a ser para todos.

Por fim tenho consciência de que (quase) todos nós escrevemos para termos a certeza que existimos. Curiosamente esta certeza advém após a devolução que os outros nos fazem daquilo que vamos escrevendo!

Tão-somente!

A gente lê-se por aí!

Agradecimentos devidos!

Não é por andar por aqui há quase 13 anos a esgalhar umas imbecilidades que me dá direito a sentir que sou mais que outros que também por aqui andam. Diria mesmo que é o inverso. Se não existissem tão diferentes blogues provavelmente não me sentira tão feliz por aqui caminhar.

Com o aparecimento da blogosfera, aquela ideia de que escrever era um acto de profunda solidão, deixou de ter cabimento. Escrever é nesta altura da minha vida um gesto de partilha. Comigo e com os outros. Mas esta partilha seria decerto impossível se não fosse devidamente estimulado. Nomeadamente através dos muitos desafios de escrita para os quais fui/sou desafiado. Recordo aqui a Revista Inominável e mais tarde o Desafio dos Pássaros. Destes dois desafios adveio o contacto com outros blogueiros (esta última palavra não me “sabe” bem) que por sua vez criaram outros exercícios de escrita e nos quais tenho vindo a participar. Com muita alegria e sentindo-me um enormíssimo privilegiado.

Já nem falo nos diferentes convites que tenho recebido, e naturalmente aceite, para colaborar com um texto.

Posto isto, quero mui encarecidamente agradecer, a quem teve/tem a gentileza de me convidar a participar nos diversos desafios de escrita assim como nos seus próprios espaços.

Este agradecimento é-vos devido.

Obrigado por me obrigarem a escrever e essencialmente a puxar pelas ideias.

A gente lê-se por aí!

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