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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Escrever... fora de casa!

Quando o Pedro Azevedo me lançou o convite fiquei seriamente preocupado com o desafio. Estaria eu à altura?

Porém este amor ao Sporting (mesmo em tempo de derrotas!!!) gera milagres e é inexplicável. Ou melhor explica-se através de um texto que me soube muuuuuuuuuito bem escrever e melhor ainda vê-lo publicado naquele que é já um espaço de referência.

Agradeço humildemente ao Pedro a oportunidade que me deu em me desvendar um pouco mais e, acima de tudo, as palavras que escreveu sobre este que se assima e que mui provavelmente não correspondem à verdade.

E pronto, agora espreitem aqui.

O(s) dono(s) da verdade

Ficou prometido à Sarin escrever um texto, em forma de resposta, às questões formuladas por esta bloguer. As perguntas são pertinentes, mas reconheço que as respostas podem ser diversas. E provavelmente todas elas a roçar a verdade.

Este postal é meramente uma opinião, claramente assente na minha visão de e para que serve o jornalismo nas suas diversas e actuais formas.

No actual momento ser director de um jornal, de programas de televisão ou até de uma rádio não é de todo fácil. O escrutínio é muito grande e demasiado assertivo. Tudo é colocado em causa e todas as palavras escritas ou ditas devem ser medidas sob determinadas matrizes.

Nunca gostei de jornalismo sensacionalista. Vender desgraça alheia parece-me do mais vil jornalismo (ou será jornalixo???). No entanto há jornais (sê-lo-ão???) que primam por noticiar “… o horror, a tragédia, a ignomínia”, como diria um antigo repórter televisivo. O pior é que continuam a vender…

Depois as televisões que entram pelas nossas casas, que retiram às nossas refeições de família o direito ao diálogo, têm outrossim uma força que ninguém consegue combater… Talvez a internet consiga desviar as atenções das desgraças televisivas.

Com esta panóplia de opções um Director de informação televisiva terá de lutar a cada segundo, minuto, hora para que a sua opção de notícia seja mais relevante que a do canal da concorrência. Da mesma forma os jornais (especialmente os diários) vivem o mesmíssimo dilema.

Paralelamente os jornalistas, que cada vez ganham menos, concorrem uns contra os outros, não para fazerem bom jornalismo para unicamente para mostrarem o tal “… o horror, a tragédia, a ignomínia” de que falei acima. E quanto mais sangue houver para mostrar… melhor. Quantas vezes leio títulos de primeira página em letras garrafais que enganosamente corresponde a uma brevíssima notícia de meia dúzia de linhas? Entretanto alguém comprou o jornal… O culpado, sinceramente, nem é o jornalista que é quase sempre um prestador de serviços a ganhar menos que o ordenado mínimo. Mas os gestores que continuam a gerir um jornal como se fosse uma simples fábrica de conservas.

Entremos agora num Admirável Novo Mundo, que não sendo o de Aldous Huxley, é já considerado um novo poder. Falo justamente deste universo da blogosfera.

Aqui cada um pode ser o que quiser. Falar do que bem lhe convier, analisar, criticar e acima de tudo comentar o que se lê. Constato todavia a quantidade de comentários que se escrevem sob a capa de anónimos, como se quem comenta tivesse receio das suas próprias palavras os das consequências delas. Muitos não terão contas nas plataformas, mas poderiam, se assim o entendessem assinar no final do escrito com um mero nome.

Esta estranha troca de galhardetes entre bloguers e comentadores anónimos parece-me muito pouco salutar já que jamais imaginamos se diversos comentadores anónimos não serão apenas o mesmo, numa bizarra tentativa de fazer “jogo duplo”. Já acredito em tudo…

Criticar o que está mal, opinar sobre um tema, denunciar algo menos bom será sempre salutar e necessário. Mas no fundo, no fundo o problema não está no que se escreve, mas como ele é entendido.

Ou como diz o ditado: “sou responsável pelo que digo não sou pelo que tu pensas”.

Um pedido de desculpas...

... à Sarin!

É que eu prometi-lhe escrever um texto em jeito de resposta a este postal, mas realmente nestes últimos três dias foi-me totalmente impossível.

Deste modo e como não gosto de prometer e depois não cumprir (eis umas das razões porque nuuuuuuuuunca serei político) aqui estou a dar a cara (leia-se escrita) e apresentar as minhas sinceras desculpas.

O texto está mais ou menos alinhavado... falta a transpiração!

Brevemente verá a luz do dia...

A gente lê-se por aí!

Hoje estamos...

... aqui!

Foi com imensa surpresa e óbvia alegria que recebi o convite do Filipe Vaz Correia da "Caneca de Letras" para escrever no seu espaço.

Sinceramente não o esperava! Mas aceitei fazê-lo...

Depois foi a luta interna sobre o que escrever. Longe defraudar quem em mim depositou confiança e abriu as portas da sua "casa". Mas ao mesmo tempo seria importante falar de algo que tocasse à sociedade portuguesa.

Portanto esgalhei um texto simples e sentido repleto de ideias muito pessoais e que só a mim naturalmente responsibilizam.

Obrigado mais uma vez Filipe.

A gente lê-se por aí!

E vão onze anos!

Como foi possível ter já passado mais de uma dezena de anos desde que me iniciei nesta aventura? Que o tempo corre veloz é para todos nós uma certeza bem evidente. Naturalmente plasmado no crescimento dos nossos filhos, na velhice dos nossos pais, na forma como as nossas vidas se desfiam.

No entanto quando cerro os olhos e tento relembrar esse primeiro dia que este blogue viu a luz, julgo que foi somente ontem… Vá lá antes de ontem… pronto.

Nunca me considerei um “líder de opinião” e muito menos um “influenciador”. Sou um mui reles escritor que tens umas ideias, na maioria das vezes parvas, e que tem a ousadia de as expressar de forma livre e expontânea.

Depois há uns leitores, bem simpáticos por sinal, e uma plataforma fantástica chamada SAPO que vão devolvendo alguns sentimentos sobre o que escrevi, o que torna este universo de alguma forma  muuuuuuuuuito mais dinâmico.

Em 2017 fez quarenta anos que iniciei a escrever de forma pública. Hoje, passado todos estes anos reconheço que naquela época alguém me deveria ter avisado que a minha escrita não tinha a qualidade suficiente para continuar.

Pois é não me desencorajaram nessa altura e deu nisto. Agora já não há volta a dar!

Cabe-me finalmente agradecer a todos quantos por aqui vão passando, lendo e comentando, fazendo “likes” ou adicionando um postal aos Favoritos. Decididamente não mereço o carinho e a ternura que diariamente me vão dispensando. De todo!

Do fundo do meu coração recebam aquele abraço, beijo, afago… o que quiserem, deste que jamais vos olvidará.

A gente lê-se por aí!

Prenda de Natal antecipada

Após o jantar de consoada e num breve intervalo antes de espalhar as prendas pelos sapatinhos de cada ser vivente cá de casa, numa tentativa mui reles de Pai Natal, acabei por passar pelo Delito de Opinião um blogue que admiro e que leio diariamente.

Fui passando textos, lendo-os sem comentar até que encontrei este postal que a imagem representa,

comentario_semana_delito (2).jpg

 

Palavras para quê?

Esta foi sem qualquer dúvida a minha melhor prenda de Natal.

Ainda por cima antecipada!

O vício de escrever!

Hoje alguém me perguntou como conseguia eu escrever todos os dias neste blog? Onde arranjava temas e assuntos para aqui apresentar.

Bem como já referi num texto mais antigo o país anónimo, político, conhecido, bizarro ou sereno é sempre um manancial de casos. Depois basta também estar atento ao que nos rodeia. 

Todavia é necessário alguma disciplina pessoal. Abdicar de fazer muitas coisas para que estes textos existam. mas tudo na vida é assim: uma questão de opção.

Há quem opte por ver televisão, eu opto por escrever.

Há quem prefira ir às compras, eu prefiro ler um livro.

Há que adore uma boa noitada com muitos amigos, eu prefiro um serão com muitos blogues para ler.

Não tenho uma varinha mágica que me faça aparecer as palavras e os textos. Tenho muito trabalho em manter este espaço (ainda) vivo.

Assim continuarei mesmo que as mãos de doam!

A gente lê-se por aí!

Eu vi muitos Sapos!

A ideia surgiu o ano passado na cabeça da Magda que continua a ser uma inovadora.

Meio a sério, meio a brincar aquela bloguer conseguiu muitas participações e não contente este ano voltou à carga. Desta vez com a prestimosa ajuda do David e de um blogue que ambos criaram para o efeito.

Agora claramente mais a sério que a brincar.

Pelo que constatei este meu espaço foi também referido, mas felizmente não passou à fase final. Ufff! No entanto há lá muitos blogues e muito bons, que merecem vencer.

Deste modo apelo a quem aqui vem, que visite este espaço e faça as suas escolhas.

Eu já fiz!

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