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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A cor perfeita… para um carro!

Quando pretendi comprar o meu carro já havia decidido a cor desejada: preto.

Se bem que se olharmos para a ciência das cores o preto seja simplesmente a ausência das mesmas, de forma corrente assume-se que o preto também é cor.

Ontem reparei num carro de modelo igual ao meu, mas de cor antagónica. Portanto… branca. E todo sujo. Pensei:

- Boa escolha a minha… No preto nota-se menos a sujidade.

Mas no fundo, no fundo será realmente verdade a minha conclusão? Ou será que há uma cor para um automóvel onde se note menos a sujidade destes dias de chuva e alguma lama?

Costumo dizer que carro italiano ou de cor vermelha só mesmo o Ferrari, todavia há cores associadas a diversas marcas para além da já referida “Rosso Corsa”. O verde ligado à Jaguar será outro dos exemplos. Como a cor “flecha de prata” estará sempre associada à estrela Mercedes ou o amarelo e o laranja à Lamborghini.

No entanto continuo a perguntar se haverá verdadeiramente uma cor perfeita para um automóvel?

Pim, pam, pum!

Os automóveis actuais vêm repletos de inovações. Ele são câmaras, espelhos panorâmicos, televisão, gps, leitor de mp3, usb e mais comummente os sensores de estacionamento.

Também eu tenho uma viatura com algumas destas novas funcionalidades. Do leitor de cd´s, do gps, da televisão ou dos sensores de estacionamento, são estes últimos os que para mim têm mais valor e utilidade.

Respeito a sua sinalética e até hoje consegui não estragar os carros dos outros. Uma pequena maravilha no mundo automóvel.

No entanto conheço quem considere esta tecnologia pouco eficaz, De tal forma que quando estaciona o seu carro liga pouco aos sinais sonoros que os sensores lhe vão transmitindo. De tal forma que só conhece três sons:

Pim - quando o sensor indica que a traseira está muito próximo da outra viatura, mas que não liga;

Pam - quando choca com o carro atrás do seu;

Pum - quando percebe a asneira e chega à frente e o pára choques volta ao lugar.

 

Uma campanha para todos!

Já por aqui escrevi, por mais de uma vez, sobre o meu trauma no que às passadeiras de peões diz respeito. Considero-as obviamente necessárias mas sinto que cada vez mais é preciso educar, e muito, os peões. Mas enfim... este é um "peditório" para o qual já não dou mais nenhum contributo.

Mas também tenho a perfeita consciência que muitos dos condutores lusos respeitam (muito) pouco os passeios destinados somente aos peões. Para aqueles qualquer espaço livre é lugar de estacionamento. Ponto.

Vi hoje uma campanha da Associação Salvador em que se mostra uma quantidade de viaturas estacionadas em cima dos passeios inibindo a livre passagem dos peões.

Não interessa aqui explicar o que se observa no tal video (cujo ligação ao feicebuque coloco abaixo) mas percebi a mensagem e concordo com a campanha. As maiores vítimas dos condutores são geralmente aqueles que têm mais dificuldade em se deslocar: deficientes motores, a maioria dos idosos e essencialmente os invisuais.

Mas se as viaturas são claramente um impecilho para muitos transeuntes que têm de optar pelo asfalto, não é menos grave a quantidade de pinos metálicos que se erguem à beira do passeio, para inibir o tal estacionamento indevido. Isto é... em vez de se castigar de forma dura os prevaricadores com avultadas multas, erguem-se barreiras olvidando a quantidade de peões com limitações diferenciadas. Deste modo resolve-se um problema criando um outro. Perfeito!

Com tanto estudo, tanta gente conhecedora, tantos canais de televisão não há ninguém que chame as edilidades à atenção para estas situações.

Como condutor nunca deixo o carro mal estacionado. Prefiro andar umas boas centenas de metros a ter que inibir a passagem a alguém no passeio. Mas isto sou eu... que tenho um cartão de cidadão e não necessito de nenhum de cidadania!

https://www.facebook.com/RicardoMalaguetaTeixeira?fref=ts

As (más) contas do Governo!

Gostava de entender como é que determinados ministros e outros governantes tomam certas decisões. Será que ninguém os aconselha? Que ninguém os chama a atenção para as consequências das suas decisões? Afigura-se-me importante perceber isto…

 

Pensei nestas questões, este Domingo enquanto viajava de Castelo Branco para Lisboa pela A23. Uma auto-estrada que serve o interior do país… às moscas! Literalmente!

 

Entrei nesta via por volta do quilómetro 140 no sentido da A1. Final de semana após um feriado, a que muita gente associou a ponte de sexta feira, e portanto  razão mais que suficiente para haver algum trânsito.

 

Nada disso! Durante a quase centena e meia que meou a minha entrada até à Auto-estrada do Norte, pude contar as viaturas que passaram por mim. E nem se poderá dizer que vinha depressa, pois conduzia uma carrinha velha e jamais ultrapassei os 90 quilómetros hora.

 

Curiosamente pouco depois de Castelo Branco a A23 é ladeada durante alguns quilómetros, pela antiga estrada que servia e serve a capital da Beira Baixa. E pude ver como essa via à mesma hora apresentava um tráfego mais que razoável.

 

Percebi que a questão das portagens demasiado caras desta Scut tornara-se o principal óbice para a sua maior utilização. Dei por mim a fazer contas… e a descobrir que a decisão da imposição de portagens, fora tudo menos… sensata.

 

Sempre defendi, num país pobre como o nosso, a filosofia do utilizador-pagador. Porém onerar desta forma as vias, foi um feitiço que se virou contra o feiticeiro…

 

E a pergunta mantém-se: ninguém no governo sabe fazer contas? Ninguém estudou os custos de tal decisão? É preferível manter a A23 para uma meia dúzia de utilizadores (incluindo eu!!!), enquanto os restantes automobilistas regressam às estradas nacionais com os riscos inerentes a essa escolha?

 

Não seria preferível diminuir o preço das portagens para um terço do custo actual, originando com isso o quádruplo da receita?

 

Posso não perceber de muita coisa, mas sei fazer bem contas.

Passadeiras de peões: direito ou dever?

 

Uma destas noites vi a espaços uma reportagem sobre os atropelamentos de ciclistas e peões.

 

Surgiu na rua uma quantidade de gente a manifestar-se pela forma como a maioria dos condutores lida com as passadeiras e os ciclistas.

Creio que terão razão, na maioria dos casos, mas… A chatice é que este mas me vai dar!

 

Eu sou condutor. E já aqui escrevi que sou contra a forma como os peões usam e abusam das passadeiras. Obviamente que quem quer atravessar uma rua deve-o fazer no local adequado e não em qualquer ponto duma via pública, acima de tudo para sua segurança e dos automobilistas.

 

O problema é que os peões não entendem que conduzir um automóvel não é a mesma coisa que andar a pé. E parar um veículo não é simplesmente travar. Um conjunto de factores estranhos, até ao próprio condutor, pode originar atropelamentos muitas vezes de consequências dramáticas.

 

O peão por sua vez não pode pensar que, só por ter ali à sua frente um conjunto de linhas brancas, se pode atirar para o alcatrão sem tomar mais nenhuma precaução. Há quem se atire para a estrada sem se preocupar em olhar o trânsito. Parece que só os peões têm direitos e os condutores apenas deveres.

 

Quantas vezes paro na passadeira para dar passagem a um peão e este diz para eu avançar porque está ali apenas a…

 

A educação cívica e o respeito na estrada, ao existirem, deve serem apresentadas por ambas as partes, não exclusivamente por uma. E neste caso os automobilistas.

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