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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Diga 36!

É somente um número...

Todavia há um significado breve, muito breve... É que neste dia de Julho há precisamente 36 anos, casávamos.

Um casal jovem, inexperiente e sem graveto! Mas corajoso...

Não viajei para nenhuma ilha paradisíaca em lua-de-mel, também não tinha carro e todo o dinheiro que recebi da boda serviu para pagar uns sofás, que ainda hoje existem...

Há 36 anos foi assim a nossa festa... Perto de 300 pessoas como convidados (as famílias eram grandes), muita comida, muita diversão e um dia que passou a correr...

Como todos estes anos.

Deste dia sairam dois filhos e. para já, uma neta, que é a nova luz que ilumina o nosso caminho. 

De mãos dados embarcamos para o dia de amanhã. Até que Deus queira!

Estatisticamente...

Nunca tendo eu estudado economia, finanças ou algo do género, tenho um gosto especial por estatísticas. Falta-me depois o conhecimento técnico para olhar para os dados e interpretá-los.

Desde que iniciei a escrever na blogosfera e essencialmente a partir do momento que os comentários começaram a cair na minha caixa de correio, que optei por criar um ficheiro em Excel onde plasmasse os dados que ia obtendo, separado por ano.

Ao fim de decorridos os 365 dias tenho um pequeno gráfico que demonstra o meu trabalho durante o último ano.

Pelo gráfico infra, que refere somente os últimos cinco anos, posso assumir que entre 2020 e o dia de ontem, o LadosAB foi inundado de comentários. Quase o dobro do ano anterior. Daqui retiro a conclusão simples de que a interactividade foi muito maior entre mim e os restantes comentadores, do que em anos anteriores. Mais... este número tem vindo a subir de forma quase exponencial. Note-se que em 2016/2017 não cheguei a receber 1500 comentários em oposição aos 4253  recentes.

Perante estes números venho mais uma vez agradecer a quem aqui vem botar opinião, ideia ou tão-somente colocar um sorriso. A blogosgfera também é isto: amizade!

A todos um enormíssimo bem-hajam!

A gente lê-se por aí!

 

Grafico_2020_21.jpg

 

13 anos!

Se há 13 anos, quando iniciei esta aventura na blogosfera, me dissessem que estaria aqui ainda hoje, após ter publicado 3797 postais, que deram origem a 15294 comentários e 1568 favoritos, eu simplesmente diria que tinha mais que fazer que gozarem comigo. Porém esta é a minha realidade numérica e que no fundo, no fundo me apraz registar.

Será repetir-me ao observar que todos estes valores se devem aos leitores e comentadores que me visitam. Mas esta é a verdade, pura e dura, e não posso nem devo fugir dela, sob peso de estar a ser injusto comigo mesmo e consequentemente com quem me visita e comenta.

Tenho de agradecer outrossim à vasta equipa dos blogues da SAPO que durante o último ano foram simpaticamente destacando alguns dos meus textos originando maior visibilidade e uma maior interacção com os leitores e comentadores.

Quando digo a alguém que tenho um blogue, a pergunta de lá é invariável: escreves sobre o quê? A minha resposta também não difere: não tenho assunto, escrevo sobre o que me apetece. E tem sido assim desde os primórdios desta já longa aventura.

Entretanto há uns anos decidi que deveria publicar, em média, pelo menos um texto por dia. Esta auto imposição obrigou-me e obriga-me a estar (ainda) mais atento ao que me rodeia, de forma a que possa aproveitar o que se me é dado ver e sentir para escrever sobre...

Reconheço, no entanto, que por vezes tenho dificuldades em encontrar tema de escrita para o dia, mas de uma forma ou de outra tenho conseguido cumprir com algum rigor a regra que me impus.

Posto isto e já que hoje é dia de aniversário deste espaço… faça-se a festa. Por isso hoje vou almoçar fora…

Na minha varanda, claro!

A gente lê-se por aí!

Há vida para lá dos sessenta... e um!

Quando há um ano escrevi este texto jamais calculei que 366 dias depois (o ano passado foi bissexto) estaria em prisão domiciliária.

Que eu saiba não cometi qualquer crime, mas ainda assim sinto-me preso.

Tivesse eu (e todos nós) liberdade e estaria hoje em viagem a uma qualquer aldeia para ir almoçar (o mais provável seria ir à aldeia dos meus pais comer com eles a um restaurante). Assim reservo-me a ficar por casa. Até porque tenho cá uma “pingente encardida” (uma expressão da minha querida avó quando se referia carinhosamente aos netos pequeninos, e que eu agora aqui recupero) requer muita atenção, carinho e todos aqueles sentimentos bons que gostamos de oferecer, especialmente às crianças.

Hoje conto mais um ano de vida. Os números sobem e eu começo a assustar-me com a idade que vou somando. Isto um dia fica fora da validade… digo eu!

Estes últimos doze meses foram bizarros, atípicos, impensáveis. Fui infectado pelo bicharoco, doi qual escapei sem consequências (aparentemente!!!), reformei-me, tornei-me avô a tempo inteiro, viajei. Enfim… fui feliz.

Hoje é por assim dizer o meu dia… Aquele dia especial em que gosto de fazer balanços sobre o caminho que trilhei, já que o futuro… bom esse… estará muito pouco nas minhas mãos. Ou estará quanto baste!

É bom chegar aqui… muito bom mesmo. Quantos nunca o conseguiram!

Portanto caríssimo leitor, chegue-se aqui à minha beira e prove deste néctar que aqui tento diariamente transmitir: serenidade, paz de espírito e felicidade. Tudo polvilhado com uma pitada de boa disposição.

Só assim sei ser eu!

A gente lê-se por aí!

Adenda às 20 e 23

E depois há isto! Que dizer? Obrigado será muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito pouco.

 

Nove anos de José da Xã!

Fez no passado dia 20 de Janeiro nove anos que abri o espaço José da Xã.

Na altura achei importante ter algures um repositório de uma escrita, se não muita trabalhada, pelo menos sem ter cariz opinativo.

Naquele blogue estão lá cerca de 240 textos publicados, entre contos, prosas, crónicas e até um conjunto de poesias escritas por alguém que não conheci, mas que esteve ligado à família.

Fazendo uma média do tempo decorrido diria que dá pouco mais de 26 textos por ano ou indo mais ao pormenor cerca de 2 textos por mês, aproximadamente.

Curiosamente e desde que começaram a aparecer desafios como os dos Desafios dos Pássaros e mais tarde os da Ana de Deus, agora os da Fátima e mais recentemente da Cristina aquele espaço passou a ter maior actividade.

Depois… bom depois há cerca de um ano nasceu uma musa que tem sido o foco de alguma da minha triste escrita.

Estou a criar um ficheiro de estatísticas para o tal blogue de forma a perceber o que me tem acontecido desde 2012.

Entretanto vou continuando por lá a escrever…

Noventa anos!

Hoje a decana cá de casa fez noventa anos. Nem se apercebeu de tal já que a cabeça dela, vive por esta altura e desde há uns anos, num mundo paralelo.

A minha sogra não sabia que fazia anos, mas sabíamos nós! De tal forma que se comprou um belo ramo de flores e um bolo, ajeitou-se um jantar um pouco diferente dos outros dias e comemos todos. Alguns netos incluídos. E não foram todos porque as crianças têm de se deitar cedo.

Não imagino a que idade irei chegar, mas não gostaria de chegar muito longe sem juízo. "Antes a morte que tal sorte" como me dizia em tempos alguém próximo.

Na altura achei um exagero a expressão, mas hoje percebo que esta mulher que tanto trabalhou, que tanto lutou está viva, mas não vive.

Uma tristeza!

Todavia não lhe falta nada. Rigorosamente nada! E tal como a bisneta é tratada com o mesmo esmero e carinho.

É por estas e por outras que por vezes temo o meu futuro!

43 anos!

Se há dia que adoro festejar é o dia 22 de Novembro. Hoje, portanto!

Desde 1977 que esta data tornou-se para mim um dia muito especial. Todos os anos escrevo qualquer coisa sobre este dia porque há precisamente 43 anos era publicado o meu primeiro texto num jornal regional.

Mesmo que quisesse seria impossível explicar o que senti naquela altura, quando vi o meu nome escarrapachado no final de uma reles crónica, que escrevera meses antes num caderno, que ainda hoje guardo.

Passaram-se 43 anos desde essa terça-feira (acreditem parece que foi ontem!!!). Portugal ainda mal se habituara à liberdade, eu era um jovem em busca do melhor caminho para a minha vida, enquanto a minha escrita era pobre e de qualidade, no mínimo, duvidosa.

Os desafios sucederam-se, tendo-os eu ultrapassado com maior ou menor estoicismo e coragem. Quando hoje olho para aquele meu passado e tento relembrar o que pensava do que seria o meu futuro, descubro que não há nada melhor que deixar que a vida se manifeste nos pormenores.

Hoje sou um homem diferente do que fui outrora, mas a escrita continua a ter um lugar muito especial na minha vida. Sem aquela a prencher os meus dias e pensamentos, seria alguém demasiado incompleto.

Por fim reconheço que a blogosfera foi, ultimamente, o melhor terreno que eu tive para mostrar a minha escrita mais recente. As contrapartidas desta fantástica colaboração resumem-se, numa só palavra: amizade!

Amizade:

- Pelos que me lêem;

- Pelos que me comentam;

- Pelos que me desafiam;

- Pelos que me testam.

Pronto... creio que por agora é tudo!

A gente lê-se por aí!

12 anos de blogue

ou uma calamidade nunca vem só?

Gostaria que todos nós estivéssemos a viver outros momentos. A actual gripe retirou-me muita da alegria com que deveria estar ao escrever este texto. Mas enfim…

Não é todos os dias que uma aventura de escrita dura tanto tempo. Mais precisamente 12 anos.

Corria o ano de 2008, o ano diferente para todo o mundo com o início da grande crise financeira que tanto marcou e ainda marca o nosso País e este menino, como não tinha nada que fazer, deu o pontapé de saída para uma das melhores coisas que fez e da qual se orgulha, a par dos seus filhos: lançar um blogue.

Na altura pensei que as coisas tenderiam a desaparecer. Mas após a mudança para a SAPO tudo se alterou. Vieram os destaques, os comentários, os favoritos e até imagine-se uma entrevista à própria plataforma SAPO.

Caíram também no meu colo exercícios de escrita que eu acabei por desviar para outro espaço, referências noutros blogues e até recebi há alguns anos um pedido para ser referenciado numa tese de doutoramento (nem sei se alguma vez foi discutida ou mesmo referido!!!).

Posto isto no último ano publiquei 685 postais que originaram 2322 comentários, 820 gostos, 220 Favoritos. Já para não falar dos 18 destaques de que fui simpaticamente alvo.

Agora resta continuar a trabalhar para que este espaço continue a ser um local de opinião livre, visões diferenciadas e outrossim um fórum de discussão.

Finalmente um agradecimento muito especial aos leitores e comentadores. Sem as suas palavras e os encorajamentos jamais teria sido possível chegar aqui!

E por hoje creio ser tudo!

A gente lê-se por aí!

Sexty one....

Já passam das oito e meia da noite e desde as sete da manhã que não páro. Consegui agora fugir um pouco às azáfamas domésticas para vir aqui escrever este postal.

Diria que foi peciso chegar a esta idade para perceber o meu próprio e real valor. Receio, como já referi anteriormente, que um dia possa defraudar todos os meus amigos com alguma atitude menos feliz. Entretanto até lá... confiemos! Certo?

Hoje faço 61 anos e durante todo o dia o meu correio electrónico, o feicebuque, os sms, o telemóvel e essencialmente os meus blogues e afins não pararam de me bombardear (no melhor sentido da palavra!!!) com felicitações de aniversário.

Não tive prendas físicas. Mas recebi tanto carinho, tanta amizade, tanta ternura, tantas palavras bonitas que acabo o dia de coração repleto de uma alegria imensa. Só sentido... vocês nem imaginam!

Vejam lá que até a minha novel neta me brindou com uma chamada em directo via telemóvel onde a vi a mamar no seu biberon... Uma doçura.

Quero então, de uma forma sincera e frontal, como só assim sei viver, agradecer a todos, sem qualquer excepção, a forma tão carinhosa como me trataram neste meu dia.

Este foi uma jornada que, certamente, jamais esquecerei.

A gente lê-se por aí!

Falta-me só a prenda!

Um dos maiores e melhores jogadores de futebol de todos os tempos (sim, sim eu sei que houve Péle e Maradona!!!!) ainda está no activo. É português, joga na Juventus de Turim, chama-se Cristiano Ronaldo e faz hoje 35 anos.

Nada disto teria importância se CR7 não fosse o que é neste momento perante todo o Mundo: uma marca.

A postura que o atleta colocou e coloca sempre em campo, a forma como se disponibiliza perante os seus fãns, a vontade férrea de bater sempre mais um record e, acima de tudo, a influência que é nos atletas mais jovens, fazem de Ronaldo uma verdadeira marca comercial. Que vende!

Não obstante nos derradeiros anos algumas tentativas semi-frustadas para denegrirem a imagem do capitão da selecção Nacional através de impostos não pagos e eventuais violações, a verdade é que CR7 saiu destas polémicas por cima, deixando os seus inimigos à beira de um ataque de nervos. Quem nasce para ser vencedor, nada o derrota!

Finalmente gostaria de oferecer uma bonita prenda a Cristiano Ronaldo, mas calculo que ele não necessite de nada. Ainda assim, e o melhor que posso fazer, é escrever este postal, desejando que continue a ser um bom exemplo para todos os portugueses, que se mantenha em actividade por muitos anos e principalmente que exiba a boa saúde física e mental com que tem brindado o Mundo.

Parabéns Cristiano Ronaldo.

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