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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

E vão onze anos!

Como foi possível ter já passado mais de uma dezena de anos desde que me iniciei nesta aventura? Que o tempo corre veloz é para todos nós uma certeza bem evidente. Naturalmente plasmado no crescimento dos nossos filhos, na velhice dos nossos pais, na forma como as nossas vidas se desfiam.

No entanto quando cerro os olhos e tento relembrar esse primeiro dia que este blogue viu a luz, julgo que foi somente ontem… Vá lá antes de ontem… pronto.

Nunca me considerei um “líder de opinião” e muito menos um “influenciador”. Sou um mui reles escritor que tens umas ideias, na maioria das vezes parvas, e que tem a ousadia de as expressar de forma livre e expontânea.

Depois há uns leitores, bem simpáticos por sinal, e uma plataforma fantástica chamada SAPO que vão devolvendo alguns sentimentos sobre o que escrevi, o que torna este universo de alguma forma  muuuuuuuuuito mais dinâmico.

Em 2017 fez quarenta anos que iniciei a escrever de forma pública. Hoje, passado todos estes anos reconheço que naquela época alguém me deveria ter avisado que a minha escrita não tinha a qualidade suficiente para continuar.

Pois é não me desencorajaram nessa altura e deu nisto. Agora já não há volta a dar!

Cabe-me finalmente agradecer a todos quantos por aqui vão passando, lendo e comentando, fazendo “likes” ou adicionando um postal aos Favoritos. Decididamente não mereço o carinho e a ternura que diariamente me vão dispensando. De todo!

Do fundo do meu coração recebam aquele abraço, beijo, afago… o que quiserem, deste que jamais vos olvidará.

A gente lê-se por aí!

O dia de ontem!

Ontem foi um dia razoável. Nomeadamente porque durante a manhá soube da triste notícia da morte da filha de uma amiga e colega. Sempre achei um pouco anti natura os pais enterrarem os filhos quando devia ser o contrário, essencialmente pelo normal correr da vida. Mas a vida é mesmo assim... não se compadece de ninguém.

Tirando então o fim de noite num velório, o dia foi recheado de telefonemas, mensagens todas elas provas evidentes que a minha passagem por este mundo ainda vai deixando algumas marcas.

Comentava ontem alguém que não conhecia ninguém que gostasse tanto de comemorar o aniversário como eu. Reconheço que é verdade. Numa altura em que há tanta depressáo, tantas vontades de fazer disparates, viver é uma benção.

Deste modo venho aqui publicamente agradecer a todos quantos por esta via me endereçaram os parabéns. Vocês são gente faaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaantástica!

Oitenta!

No início da semana foi o meu pai. No fim é a minha mãe!

Oitenta Outonos já vividos, feitos hoje!

Posso dizer que se sacrificou sempre por mim, que abandonou pai e mãe na aldeia para seguir o marido para a cidade desconhecida, que trabalhou muito para nos sustentar. Posso dizer tudo isto porque é verdade, mas muuuuuuuuuuuuito mais ficará por dizer.

É aos oitentas anos, e não obstante algumas mazelas inerentes aos anos já gozados, uma incrível força da natureza. A Ti'Leta (diminuitivo de Violeta e como é conhecida na família) é assim uma espécie de matriarca.

Este dia foi dela. Recebeu, ao que sei, muitas chamadas de parabéns, o que a enche certamente de alegria.

A minha mãe não é a melhor mãe do mundo, porque ela é só minha e não a trocaria por outra.

Portanto... parabéns mãezinha!

Oitenta e seis!

Neste dia em que estrelas da música e do cinema são outrossim aniversariantes há uma outra estrela que também soma mais um ano de vida.

Oitenta e seis mais precisamente.

Chama-se António e vive os dias de forma serena, ao ritmo que a vida o deixa.

Autónomo, ainda conduz! Não para muito longe mas sempre vai às compras à vila.

Quando miúdo nunca soube o que foram sapatos. A escola era um local pouco visitado mais por culpa do meu avô que via nos filhos somente mão de obra barata.

Veio para Lisboa para a Marinha para o SMO. Gostou da sensação de ter cama, roupa lavada e um par de sapatos para calçar. para além de refeições sempre apetitosas.

Ficou e viajou pelo Mundo.

Quarenta anos mais tarde deixou a sua "guerra" para regressar à aldeia que o viu nascer. Agora com outras condições...

Finalmente parabéns meu Pai!

.

Ano após ano!

Repete-se a ideia, história, vontade, desejo.

Fico triste, mas é a vontade do próprio, que hei-de eu fazer?

Há 29 anos nascia o meu infante mais novo.

Foram estes momentos que fizeram e ainda fazem de mim, um homem completo. Mesmo que ele não queira que o abrace de forma efusiva , como eu gostaria e ele merece.

É assim uma espécie de bravata entre nós sem que haja no fim um verdadeiro vencedor.

Nem vencido.

Até para o ano... se cá estivermos ambos!

 

De parabéns!

Será, a par de Carmen Dolores, uma das grandes divas do nosso teatro.

Faz hoje noventa anos.

Para a Eunice Munoz desejo somente muita saúde por anos já tem muitos.

Só uma pequena estória por causa desta actriz.

 Um dia fui ao Politiema ver "Uma casa no Lago" onde Eunice contracenava com outro gigante do Teatro, Ruy de Carvalho. Entretanto alguém me dissse que a peça era pobre. Respondi:

- Até a fazer o pino a Dona Eunice Munoz é melhor que as outras!

Parabéns!

 

Hoje é o dia D. Dela!

Há quem não goste de celebrar o seu aniversário. Está no seu direito.

Todavia há quem goste de acrescentar mais uma vela ao seu bolo da vida.

E é hoje esse dia.

Alguém que me diz muito. Que me acompanha há mais de trinta anos.

Que me chateia, aborrece, critica, mas ao mesmo tempo sei que posso contar com ela.

E por vezes esta certeza é o que me basta. Outras nem tanto!

Onsisto. Hoje é o teu dia.

Diverte-te.

Ahhhh! Falta uma coisa... Parabéns!

 

Trinta e um!

Nunca percebi este número associado a algo menos simpático.

"Foi um 31 que ele arranjou!"

Mas hoje este número tem outro sentido. Para melhor!

Há trinta e um anos era Domingo de Páscoa.

Há trinta e um anos fui pai pela primeira vez.

Há trinta e um anos a minha vida alterou-se radicalmente..

Obrigado M. por seres quem és. Pelo apoio. pela ternura, pelo carinho, até pelos momentos menos bons.

Aprendi contigo a ser outra pessoa e a dar valor a coisas que antigamente não apreciava.

Que a vida te sorria sempre.

Dez anos!

Hoje estamos de parabéns. Falo no plural porque este blogue, por vezes, tem vida própria para além da minha. Ainda gostaria de perceber como…

Abrir um blogue foi e é fácil. Muito fácil mesmo. A dificuldade está essencialmente em mantê-lo vivo, apelativo, atraente. Que não é coisa de somenos.

Em 2008 começámos dois nesta aventura, mas apenas eu resisti a ficar.

Ora nesta dezena de anos assisti à queda de um governo de José Sócrates, à ascensão e queda de Pedro Passos Coelho, fui brindado com uma troica, surgiu a Geringonça, Marcelo foi eleito Presidente à primeira volta quase sem fazer campanha e publiquei 2172 postais que corresponderam a 6611 comentários.

Nesta série de anos, o LadosAB foi ainda destacado nas principais páginas da Sapo 69 vezes o que me obrigou e obriga a ser mais competente na escrita. Parece-me que nem sempre tem sido totalmente conseguido.

Depois… bom depois há o intercâmbio ou a relação entre quem escreve, quem lê e quem comenta. Nem sempre conseguimos agradar a todos e ainda bem, acrescento.

De outra forma este mundo seria um marasmo.

Já o disse num outro postal que escrever é o meu desígnio, a minha verdadeira paixão que arranca de mim coisas que nem sabia que tinha para dizer.

Numa década o Mundo mudou muito. Como é normal numa sociedade que se quer moderna. Todavia este blogue continua fiel à sua frase inicial: “... não sabemos para onde vamos. Mas sabemos o que não queremos!”

E sinceramente não quero arrastar-me por aqui indefinidamente só porque sim. Tem de haver uma razão, um foco, um ensejo para que este espaço permaneça activo e pujante.

Os leitores são a razão primeira (e provavelmente única!) da minha escrita. Sem eles escrever seria semelhante a estar no Estádio de Alvalade a comemorar o golo… completamente sozinho. As outras razões não interessam nada...

Finalizo com um bem hajam a todos que aqui vêm. São o meu orgulho!

A gente lê-se por aí!

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