Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Estatisticamente...

Nunca tendo eu estudado economia, finanças ou algo do género, tenho um gosto especial por estatísticas. Falta-me depois o conhecimento técnico para olhar para os dados e interpretá-los.

Desde que iniciei a escrever na blogosfera e essencialmente a partir do momento que os comentários começaram a cair na minha caixa de correio, que optei por criar um ficheiro em Excel onde plasmasse os dados que ia obtendo, separado por ano.

Ao fim de decorridos os 365 dias tenho um pequeno gráfico que demonstra o meu trabalho durante o último ano.

Pelo gráfico infra, que refere somente os últimos cinco anos, posso assumir que entre 2020 e o dia de ontem, o LadosAB foi inundado de comentários. Quase o dobro do ano anterior. Daqui retiro a conclusão simples de que a interactividade foi muito maior entre mim e os restantes comentadores, do que em anos anteriores. Mais... este número tem vindo a subir de forma quase exponencial. Note-se que em 2016/2017 não cheguei a receber 1500 comentários em oposição aos 4253  recentes.

Perante estes números venho mais uma vez agradecer a quem aqui vem botar opinião, ideia ou tão-somente colocar um sorriso. A blogosgfera também é isto: amizade!

A todos um enormíssimo bem-hajam!

A gente lê-se por aí!

 

Grafico_2020_21.jpg

 

Há vida para lá dos sessenta... e um!

Quando há um ano escrevi este texto jamais calculei que 366 dias depois (o ano passado foi bissexto) estaria em prisão domiciliária.

Que eu saiba não cometi qualquer crime, mas ainda assim sinto-me preso.

Tivesse eu (e todos nós) liberdade e estaria hoje em viagem a uma qualquer aldeia para ir almoçar (o mais provável seria ir à aldeia dos meus pais comer com eles a um restaurante). Assim reservo-me a ficar por casa. Até porque tenho cá uma “pingente encardida” (uma expressão da minha querida avó quando se referia carinhosamente aos netos pequeninos, e que eu agora aqui recupero) requer muita atenção, carinho e todos aqueles sentimentos bons que gostamos de oferecer, especialmente às crianças.

Hoje conto mais um ano de vida. Os números sobem e eu começo a assustar-me com a idade que vou somando. Isto um dia fica fora da validade… digo eu!

Estes últimos doze meses foram bizarros, atípicos, impensáveis. Fui infectado pelo bicharoco, doi qual escapei sem consequências (aparentemente!!!), reformei-me, tornei-me avô a tempo inteiro, viajei. Enfim… fui feliz.

Hoje é por assim dizer o meu dia… Aquele dia especial em que gosto de fazer balanços sobre o caminho que trilhei, já que o futuro… bom esse… estará muito pouco nas minhas mãos. Ou estará quanto baste!

É bom chegar aqui… muito bom mesmo. Quantos nunca o conseguiram!

Portanto caríssimo leitor, chegue-se aqui à minha beira e prove deste néctar que aqui tento diariamente transmitir: serenidade, paz de espírito e felicidade. Tudo polvilhado com uma pitada de boa disposição.

Só assim sei ser eu!

A gente lê-se por aí!

Adenda às 20 e 23

E depois há isto! Que dizer? Obrigado será muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito pouco.

 

Agradecimentos devidos!

Não é por andar por aqui há quase 13 anos a esgalhar umas imbecilidades que me dá direito a sentir que sou mais que outros que também por aqui andam. Diria mesmo que é o inverso. Se não existissem tão diferentes blogues provavelmente não me sentira tão feliz por aqui caminhar.

Com o aparecimento da blogosfera, aquela ideia de que escrever era um acto de profunda solidão, deixou de ter cabimento. Escrever é nesta altura da minha vida um gesto de partilha. Comigo e com os outros. Mas esta partilha seria decerto impossível se não fosse devidamente estimulado. Nomeadamente através dos muitos desafios de escrita para os quais fui/sou desafiado. Recordo aqui a Revista Inominável e mais tarde o Desafio dos Pássaros. Destes dois desafios adveio o contacto com outros blogueiros (esta última palavra não me “sabe” bem) que por sua vez criaram outros exercícios de escrita e nos quais tenho vindo a participar. Com muita alegria e sentindo-me um enormíssimo privilegiado.

Já nem falo nos diferentes convites que tenho recebido, e naturalmente aceite, para colaborar com um texto.

Posto isto, quero mui encarecidamente agradecer, a quem teve/tem a gentileza de me convidar a participar nos diversos desafios de escrita assim como nos seus próprios espaços.

Este agradecimento é-vos devido.

Obrigado por me obrigarem a escrever e essencialmente a puxar pelas ideias.

A gente lê-se por aí!

O perigo espreita-nos em qualquer lado.

Cada vez estou mais convencido que o alastrar desta pandemia se deve aquelas pessoas que desde o início assumiram uma dúvida quanto à verdadeira gripe. Muitos nunca acreditaram e continuaram a trabalhar e a conviver sem máscaa.

Conheço vários... Um deles mora duas casas acima de mim. Somos amigos há muitos anos e sempre que, recentemente, psssava por mim eu afastava-me.

Ele dzia:

- Acreditas mesmo nesta doença?

- Sim acredito... E tu tambem deverias acreditar!

Naquela semana riu-se de mim.

Soube recentemente que foi infectado, alastrando à mulher, filho, filha e genro. Entretanto ficou em casa para hoje já se encontrar na fila na urgência para ser internado num hospital.

É desta gente que eu tenho muuuuuuuuuuuuuuuuito receio!

Uma alegria por dia...

Já referi aqui que quando abandonei a empresa onde trabalhei mais de 37 anos, apaguei a maioria dos contactos que tinha de lá.

Acima de tudo porque não desejava estar a passar nomes de gente que já não veria e não teria necessidade de contactar, mas acima de tudo para não ter saudades de outros com quem estabeleci uma fortíssima amizade. E a saudade é uma coisa tramada.

Na opinião de muitos dos superiores que tive nunca fui um empregado de excelência. Mas percebo o porquê desta opinião menos favorável acerca de mim... é que nunca fui um "yesman".

Obviamente que esta minha postura não me trouxe grandes dividendos. Quando realmente percebi que não valia a pena as demandas já era tarde demais para almejar algo diferente. Ainda assim reformei-me feliz e de consciência tranquila por ter sempre defendido a empresa.

Mas não é do meu passado que venho aqui hoje falar, mas tão-somente de uma alegria (mais uma!) que tive hoje ao ler este final de mail que a minha mulher recebeu de um colega nosso, já que eu e a minha mulher trabalhámos na mesma empresa.

... cumprimentos ao distinto esposo, de quem tenho o prazer de me considerar amigo...

Um sinal simples de que, não obstante o tempo já decorrido, ainda não fomos totalmente esquecidos. Talvez os chefes não gostassem mesmo de mim, mas deixei por lá bons amigos.

Fico muito contente e sensibilizado por isso.

Bem hajas P:A.

43 anos!

Se há dia que adoro festejar é o dia 22 de Novembro. Hoje, portanto!

Desde 1977 que esta data tornou-se para mim um dia muito especial. Todos os anos escrevo qualquer coisa sobre este dia porque há precisamente 43 anos era publicado o meu primeiro texto num jornal regional.

Mesmo que quisesse seria impossível explicar o que senti naquela altura, quando vi o meu nome escarrapachado no final de uma reles crónica, que escrevera meses antes num caderno, que ainda hoje guardo.

Passaram-se 43 anos desde essa terça-feira (acreditem parece que foi ontem!!!). Portugal ainda mal se habituara à liberdade, eu era um jovem em busca do melhor caminho para a minha vida, enquanto a minha escrita era pobre e de qualidade, no mínimo, duvidosa.

Os desafios sucederam-se, tendo-os eu ultrapassado com maior ou menor estoicismo e coragem. Quando hoje olho para aquele meu passado e tento relembrar o que pensava do que seria o meu futuro, descubro que não há nada melhor que deixar que a vida se manifeste nos pormenores.

Hoje sou um homem diferente do que fui outrora, mas a escrita continua a ter um lugar muito especial na minha vida. Sem aquela a prencher os meus dias e pensamentos, seria alguém demasiado incompleto.

Por fim reconheço que a blogosfera foi, ultimamente, o melhor terreno que eu tive para mostrar a minha escrita mais recente. As contrapartidas desta fantástica colaboração resumem-se, numa só palavra: amizade!

Amizade:

- Pelos que me lêem;

- Pelos que me comentam;

- Pelos que me desafiam;

- Pelos que me testam.

Pronto... creio que por agora é tudo!

A gente lê-se por aí!

Uma alegria por dia...

No dia 1 de Agosto quando oficialmente fui reformado atirei-me à lista telefónica do meu telemóvel e apaguei todos os contactos que tinha de trabalho.

Bom para dizer a verdade não foram todos, excepturam-se alguns, mas de gente que sempre foi mais amiga que colega. Ainda assim limpei 99 números de telefone.

Esta tarde recebi uma mensagem no Whatsapp com a seguinte frase: "Amigo, não imaginas as saudades que tenho tuas, a falta que me fazes!!!". 

Acabei por trocar uma série de mensagens e nem nos despedimos formalmente, já que a pessoa em causa estava a trabalhar e eu... a comer castanhas. Também não necessitamos.

Mas chegada a noite bateu uma estranha saudade e por causa desta fui reler a nossa conversa desta tarde. Retive-me então logo na primeira frase que me deixou por fim emocionado e feliz.
"Valeu a pena!" , pensei para mim.
É sempre bom quando temos a consciência que não fomos esquecidos. E pelas melhores razões.

A vida dá cada volta!

Começo com um paradoxo: temos a certeza de não haver certezas na vida!

Esta tarde ligou-me um jovem com quem trabalhei há uns anos, para matar saudades. Falámos um bom bocado e comuniquei-lhe a minha recente reforma e outras situações.

Também ele me anunciou a vontade de sair de Portugal para trabalhar na sua área. Para tal tem recebido alguns convites tendo respondido a alguns. Portanto prepara-se para dar um salto na vida.

Não imagino (provavelmente nem ele!) se será melhor ou pior do que está hoje, mas ainda assim prefere arriscar. E eu concordo!

O mais curioso é que este jovem que eu conheci quando ele tinha18 anos não queria estudar. Achava que o estudo não iria trazer grandes proveitos, bastava a prática. Mas eu dava-lhe sempre na cabeça para ir estudar.

Um dia decidiu finalmente pegar nos livros. Inscreveu-se numa Universidade privada e durante uns anitos conciliou estudos e trabalho. Com esforço, mas também com proveito. Agora quer ir fazer o MBA em Gestão de projectos mesmo que vá para fora de Portugal.

Sinceramente fiquei muito contente com a notícia. Quem diria que este jovem que há uns anos prefereria uma boa noitada com amigos a uma uma maratoma de estudo, estivesse agora deveras empenhado em diferentes vôos.

A vida dá cada volta!

Só espero mesmo é que consiga ser feliz! Ele merece!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2011
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2010
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2009
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2008
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D