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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Números redondos!

Iniciei-me em 2008 nestas andanças da blogosfera. Desde logo criei uma pequena base de dados com as respectivas ligações aos textos e ao mesmo tempo outras referências que considerei importantes como o número de comentários, favoritos, gostos e até indicações dos destaques.

Mas nada me preparou para estes números redondos e que hoje dei conta.

10mil_comentarios.jpg

Dez mil comentários (é verdade que muuuuuuuuuuuuuuuuuuuitos serão meus, mas sempre como respostas) e mil e quinhentas reacções, pode parecer pouco neste universo imenso em que se tornou a blogosfera.

No entanto é curioso que estes números apareçam ao mesmo tempo, sem que eu tenha feito por isso. É daquelas coincidências… felizes. Diria eu!

Porém nenhum destes valores teria sido possível sem os leitores. São estes que comentam, que concordam e discordam, que simpaticamente adicionam como favorito um texto meu sempre pobre ou adicionam um gosto “feicebuquiano”.

Portanto é tempo de, mais uma vez, agradecer a todos quantos por aqui passam pela paciência que têm comigo, pela simpatia demonstrada e acima de tudo pela amizade que vão espalhando neste espaço e que diariamente aquece o meu espirito.

Bem hajam a todos!

Recordar 2016!

O filme infra foi reproduzido pela primeira vez neste postal em 2016. A sua concepção, realização e montagem foi da responsabilidade do meu filho mais novo.

O mesmo que ontem a encontrou já sem vida. O mesmo que hoje a entregou numa clínica para ser cremada.

Mas estes breves 4 minutos serão para sempre uma gratíssima recordação.

Deliciem-se porque vale a pena!

Obrigado Lupi pela companhia, amizade, alegria e fidelidade.

A gente não se verá por aí. Mas morarás para sempre no meu coração!

 

 

Anima-te miúda!

Já a sigo há alguns anos.

Gosto da sua forma desempoeirada de escrever. Dos seus desafios e segui muitas vezes os seus conselhos. Especialmente de cinema.

Sei que andou distante, ausente mesmo. Por opção.

Mas como o bicho da escrita quando se instala jamais morre eis que regressou.

Fico contente.

Daqui deste espaço, humilde mas solidário, envio um beijo grande à "fera" mais simpática da blogosfera (rima e até é verdade!)

Que a vida seja sempre um desafio permanente e que consiga ultrapassá-los com estoicisto e muita alegria.

A gente lê-se por aí!

Falemos de Bola!

Hoje surprendi os meus colegas de trabalho com uma pequena oferta.

O Paulo é um amigo de longa data e que há pouco tempo lançou-se na aventura de fazer e distribuir as suas Bolas de Berlim.

Sem creme, com creme de ovos, de chocolate, e outros sabores.

Não tem loja física somente virtual.

Eis as duas caixas repletas de bolas de Berlim da Bolíssima!

20180905_102837.jpg

Seguem os comentários que escutei depois:

Divinal.

Muito boa.

Fantástica.

A melhor que comi em toda a minha vida.

Maravilhosa.

 

Portanto podem encomendar aqui: https://www.facebook.com/bollissima/

Para o P. um amigo de curta data!

Hoje um colega comunicou que vai partir para uma nova aventura.

Com mais benefícios envolvidos, a verdade que o amor à camisola tem sempre um preço. E faz todo o sentido que assim seja. Todos os dias temos que lutar pelos interesses dos nossos...

Conheci o P. em 2015 quando entrou para a empresa. Muito mais novo do que eu desde logo houve entre nós uma empatia fraterna. Mesmo que tenhamos gostos diferentes... clubisticamente falando. 

Sabíamos encontrar nas nossas diferenças muitos pontos em comum. E falávamos muito. 

Vai sair da empresa já em Setembro próximo e tenho muita pena que o faça.

Mas ficará entre nós, certamente, uma profunda e sincera amizade. Que não iremos esquecer com toda a certeza.

Desejo a ele, à sua esposa e aos três filhos as maiores felicidades. Que a vida lhes sorria sempre.

A gente lê-se e vê-se por aí!

Fim de tarde!

Hoje ao fim da tarde, estive no lançamento deste livro do meu amigo de longa data, Pedro Correia.

Apresentado por Helena Matos esta obra vai deixar muitos políticos (e não só!) em maus lençóis já que este longuíssimo apanhado abrange muitas frases e obviamente muitas contradições proferidas por aqueles.

Na celebérrima livraria Bertrand, no não menos célebre Chiado, apareceram, entre outros, diversos amigos especialmente do blogue Sporting - És a nossa fé.

Grandes sucessos é o que mais desejo neste novo desafio.

A gente lê-se por aí!

 

convite_bertrand_chiado.jpg

Aquele abraço!

O périplo que iniciei na passada quarta-feira pelos diversos departamentos, como elemento de uma lista candidata à Comissão de Trabalhadores, levou-me a diversos locais onde encontrei muita gente conhecida, como já havia referido aqui.

Mas hoje foi ainda mais especial tendo em conta que visitei o meu anterior local de trabalho e donde saí faz uns breves meses.

Conforme fui entrando nas diversas salas, um coro de cumprimentos e sorrisos surgiram ao reverem-me. E sinceramente foi óptimo encontrar gente boa. Malta a quem ajudei tanta e tanta vez. Que se mostraram hoje gratos...

Uns jovens, outros menos, uns valorosos técnicos, outros responsáveis líderes de equipas... Todos me receberam com imensa simpatia e carinho.

Mas houve uma delas que foi realmente especial... muito especial. Tem idade para ser minha filha, mas talvez por isso admirei ainda mais a sua postura. Levantou-se do seu lugar e com dois beijos e um profundo abraço deu asas à sua alegria ao ver-me. Um momento muito terno pela espotaneidade e acima de tudo pela sinceridade.

De que até hoje vivi, este foi sido o instante que irei recordar e guardar no meu coração como um momento sublime. Há pessoas que não enganam. Esta é uma delas... e aquele abraço traduziu tudo.

Bem-hajas C.

Dúvidas que me assistem!

Ontem participei num jantar em homenagem a um colega que abraçou a reforma recentemente. O M. foi um colega, mas é sobretudo um bom amigo.

Muita gente no jantar, muita gargalhada sinónimo de boa disposição e o recordar de tempos passados. Achei curioso o desejo do homenageado em tirar fotos com todos os presentes à mesa.

Também eu aproveitei para rever outros colegas e amigos que, abraçando diferentes projectos dentro da empresa, afastaram-se do centro.

As saudades, por exemplo, que eu tinha da C. agora permanentemente em Évora. Foi uma festa revermo-nos.

Já de regresso a casa, num transporte suburbano que eu não usava há mais de vinte anos, quiçá mais, dei por mim a pensar no meu futuro. Se tudo correr bem em breve serei eu a partir da casa onde servi 35 anos. E o pensamento e a dúvida ficaram presos naquele jantar donde acabara de sair.

Será que algum dia terei também um jantar destes? Serei merecedor disso? E se não houver essa iniciativa devo ficar desiludido?

Muitas questões para as quais não obtive qualquer resposta.

Sempre fui um homem de afectos, de proximidades. E gosto das pessoas e ainda acredito nalgumas delas. O problema reside em saber se os outros acreditam também em mim.

Seja como for prefiro a verdade de um não acto à hipocrisia de uma acção.

A bondade tem nome!

Ser pai foi talvez a melhor coisa que me aconteceu na vida. Uma, duas vezes. De homens.

Se assim penso e sinto nem imagino como se sentirá uma mãe que carrega no seu ventre uma criança.

Todavia o povo na sua imensa sabedoria costumava dizer: “parir é dor, criar é amor!”

É assim com base nesta ideia que eu vejo os meus dois sobrinhos. Criei-os de igual forma que os meus filhos. Tive as mesmas preocupações e ralações. Também tive muitas alegrias.

Eu e a minha mulher costumamos dizer que não temos dois filhos mas sim quatro. Os meus sobrinhos consideram os meus filhos, seus primos, como irmãos.

Este longo preâmbulo serve como ideia primeira do que vou escrever a seguir.

Adoptar uma criança é, em primeiro lugar, um acto de enorme altruísmo e coragem. Pegar num ser frágil e tomá-lo como seu e responsabilizar-se pela sua educação é uma atitude só ao alcance de muito poucos.

Porque as crianças são uma alegria. Mas são também preocupações, tristezas, anseios desfeitos. São um permanente aperto no coração. E depois quando crescem e querem voar por si mesmos, a angústia da separação torna-se ainda maior e os receios alastram a todos os pontos do nosso corpo e vida. Acabamos até por ter calor no Inverno e frio no Verão.

Entretanto li algures que os corajosos decidem e depois choram sobre a decisão mas os fracos choram antes e nunca decidem.

Mas de nada disto a Joana teve medo. Atirou-se para a frente e assumiu um compromisso que será para a vida. Está de parabéns esta menina.

O mundo não é só feito de “trump’s”, há outrossim gente capaz de se dar aos outros, de sacrificar o seu bem-estar para aquecer o coração dos mais indefesos. Gestos nobres que me fazem ainda acreditar na dignidade humana, mesmo com tanta miséria à minha volta.

Não conheço a Joana pessoalmente. Nunca a vi e ela nunca me viu. Podemos cruzar na rua que não nos cumprimentamos. Mas também não é necessário. Esta mulher de armas concentrou em si tudo o que há de bom no ser humano.

E a privilegiada chama-se Alice!

Para a Joana com amizade!

A vida é assim uma coisa matreira, sempre pronta a pregar uma partida aos mais incautos. E quando digo partida falo literalmente.

É que isto de se tentar ser saudável é um grande risco...

Por isso fico sossegadito em casa e não me ponho para aí a correr pela cidade.

A Joana não o fez, não seguiu os meus conselhos e deu nisto!

Espero por isso que melhore rapidamente e se recomponha.

A gente lê-se por aí!

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