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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Escrever... fora de casa! #2

O companheiro destas coisas da blogosfera Robinson Kanes, do conhecido blogue "Não é que não houvesse..." convidou-me não só para escrever para o seu espaço pessoal que há dias referi, mas outrossim para um recente desafio a diversas mãos e que se chama "Sardinhas em lata".

Espero que já conheçam pois vale bem a pena ler o que por lá se vai escrevendo.

Portanto desta vez apresentei a minha "Caldeirada com todos" onde falo (leia-se escrevo!!!) sobre a situação de alguns dos partidos lusos (novos e velhos!).

Um texto que deveria ter sido mais elaborado, mas que saiu assim de rajada e que podem, então, ler aqui.

Muito obrigado ao Robinson e a todos os restantes elementos da equipa!

A gente lê-se por aí!

Escrever... fora de casa!

O convite caiu nas minhas mãos ou melhor no correio electrónico de forma totalmente inesperada. A vida é mesmo assim... de repente, sem que nada o fizesse prever, surge-nos uma alegria daquelas que sabe muuuuuuuuito bem partilhar.

Portanto hoje estou aqui... a fazer uma análise, mais parva que séria, sobre os últimos seis meses das nossas vidas.

Espreitem lá se fizerem favor.

Muito obrigado Robinson!

Sair devagarinho...

Toda a minha vida escrevi.

O início foi em papel, depois numa velhinha máquina de escrever Hermes 2000 (reparem no cabeçalho... está lá!) e por fim nas novas tecnologias. Todavia continuo a gostar de manuscrever, se bem que com isso tenha dois trabalhos…

Durante anos juntei textos e mais textos. De vez em quando revisito-os, tentando entender o que era a minha cabeça desde há meio século e acima de tudo descobrir como ela evoluiu até ao que sou hoje.

Justamente por isso reconheço que no princípio aquilo era mui pobre, triste e confuso. Mas só podia… a juventude é um mar revolto de certezas incertas.

Avancemos célere no tempo até… 2012, quando criei em Janeiro daquele ano o blogue José da Xã.

Um pequeno passo para a humanidade, mas para mim foi um salto de gigante, já que os meus escritos passariam a ser visíveis por quem visitasse o blogue. Um risco incalculado porque jamais soube no que me estava a meter.

Passados estes oito anos de muitos textos inéditos e muitos desafios sinto que é tempo de correr as cortinas e colocar a tabuleta de fim de exercício.

Mas faço-o conscientemente agora porque considero que este parece-me ser o momento certo, a altura ideal.

Foram anos maravilhosos. Escrevi lá algumas coisas giras e outras menos engraçadas, mas o mundo não são só rosas… há que considerar alguns espinhos.

Entretanto continuar com este blogue onde me apraz outrossim escrever e, portanto, não vou fugir nem desaparecer.

Obrigado a todos quantos me estimularam a escrever. Sou definitivamente um privilegiado. E digo-o de coração cheio de bonitas palavras que ali fui recebendo.

Bem-hajam.

A gente lê-se por aí!

O Bacalhau e o Guarda-Rios (versão pessoal)

O Robinson através de um postal do iníco do mês de Maio fez-me um convite. Neste texto.

Como sempre fui educado, senti que seria meu dever responder a tão amável convite feito por tão ilustre bloguer.

Deste modo ontem decidi pôr mãos à obra e, vai disto, toca a demolhar uma belas postas de bacalhau da Islândia. Ainda sem batatas novas do meu pai, municiei-me de umas outras também novas, mas claramente menos saborosas.

A cebola que ajuda a apaladar este acepipe veio de Castelo Branco. O azeite também, mas desta vez das oliveiras que eu trato e donde, todos os Outonos apanho algumas toneladas de azeitona que entrego ao lagar.

Posto isto tratei de juntar todos os produtos e forno com eles. Durante um bom pedaço de tempo...

Tabuleiro_1.jpg

Figura 1 (antes)

Fui cuidando do assado para que ele não queimasse. 

Finalmente,

Tabuleiro_2.jpg

Figura 2 (depois)

saiu assim do forno.

Com algums batatas com pele que eu esmurrei com alguma doçura e outras sem casca.

Tudo isto tem bom aspecto, certo? Então no prato...

prato.jpg

Figura 3 (sem legenda!)

Mas este almoço não teria qualquer valor se não fosse bem regado. Bem tentei comprar um "Guarda-Rios" branco, todavia não consegui. Adquiri em sua substituição um tinto (que para mim calha mesmo bem com um bacalhau assado!!!).

GR_tinto_1.jpg

Figura 4 (a segundos de ser aberta)

Eis a minha opinião de fraco enógolo sobre esta "pomada" muuuuuuuuuuito bem aconselhada pelo Robinson a quem agradeço.

Vinho de grande qualidade (quem diria pelo preço que me custou!!!), muito perfumado, recheado de aromas inebriantes e com muito bom paladar.

Para uma colheita de 2018 pareceu-me excelente.

Fica prometido o branco para outro bacalhau ou, quiçá, um arroz de polvo. Que dizes Robinson?

As saudades que eu tenho...

Todos conhecemos e sentimos o que são saudades. Então nesta altura das nossas vidas este sentimento arranca de nós diferentes reacções.

Há quem chore, grite, barafuste dando de certa forma vazão, mesmo de forma mais truculenta, àquele sentimento. Outros pelo contrário emudecem, interiorizam e aguardam nervosamente que as coisas regressem à rotina. E finalmente há os que aceitam tudo com algum desportivismo, esperançados que rapidamente tudo voltará à normalidade.

No que a mim diz respeito estou naquela fase em que sou um bocadinho de cada. Mas tudo depende do momento, da hora, do tema e até da metereologia... Sou uma espécie de três em um!

Mas curiosamente do que nestes dias de confinamento tenho mais saudades é de quem não conheço. Estranho não é?

Passo a explicar... Desde que ando no imenso mundo da blogosfera passei a relacionar-me com tanta, mas tanta gente e de forma tão afectiva que de súbito essas pessoas passaram a fazer parte de mim. E não necessito de as conhecer pessoalmente, de saber e ver se são altas, baixas, carecas ou com trunfa africana. Ou se são homens, mulheres, brancos, negros ou às pintinhas... Não importa, nem interessa!

A verdade é que passaram a viver comigo, dentro deste pobre coração sempre tão desejoso de afectos. Percorro diariamente óptimos blogues, espaços fantásticos, carregados de imensas energias, onde blancidiamente vou recolhendo as flores que por ali vão deixando e que ora povoam as jarras da minha alma.

É desta gente que tenho muitas saudades... de quem nunca vi e que nunca me viram.

A gente lê-se por aí.

Sexty one....

Já passam das oito e meia da noite e desde as sete da manhã que não páro. Consegui agora fugir um pouco às azáfamas domésticas para vir aqui escrever este postal.

Diria que foi peciso chegar a esta idade para perceber o meu próprio e real valor. Receio, como já referi anteriormente, que um dia possa defraudar todos os meus amigos com alguma atitude menos feliz. Entretanto até lá... confiemos! Certo?

Hoje faço 61 anos e durante todo o dia o meu correio electrónico, o feicebuque, os sms, o telemóvel e essencialmente os meus blogues e afins não pararam de me bombardear (no melhor sentido da palavra!!!) com felicitações de aniversário.

Não tive prendas físicas. Mas recebi tanto carinho, tanta amizade, tanta ternura, tantas palavras bonitas que acabo o dia de coração repleto de uma alegria imensa. Só sentido... vocês nem imaginam!

Vejam lá que até a minha novel neta me brindou com uma chamada em directo via telemóvel onde a vi a mamar no seu biberon... Uma doçura.

Quero então, de uma forma sincera e frontal, como só assim sei viver, agradecer a todos, sem qualquer excepção, a forma tão carinhosa como me trataram neste meu dia.

Este foi uma jornada que, certamente, jamais esquecerei.

A gente lê-se por aí!

Responsabilidade ... a dobrar!

Andava eu por aqui na blogosfera, já que sou pássaro vou debicando aqui e ali, quando dou de caras com este postal,

delito_.jpg

Como se deve imaginar é uma enormíssima responsabilidade ser o "blogue da semana" no Delito de Opinião. Nem será necessário explicar, pois não?

Assim sendo esta semana, mais do que nunca, terei de ser ainda mais competente, pois não gostaria de defraudar quem em mim apostou.

Amizades sem rosto

Quando era jovem (foi há tanto tempo que quase me esqueci!!!) havia uma frase que dizia o seguinte: viver não custa, o que custa é saber viver!

Não sei se actualmente esta frase fará sentido até porque as pessoas tentam viver tão depressa e estão tão ávidas de eventos que quase nem têm tempo para meditarem naquilo que realmente interessa. Felizmente nem toda a gente vive assim!

A semana que passou trouxe-me dúvidas, medos, tristezas, revoltas e até injustiças. Mas tudo faz parte da vida. Não tendo charneca para gritar aos quatro ventos a minha revolta, acabei por utilizar este blogue para desabafar, totalmente consciente das consequências das palavras que escrevi.

Em boa hora o fiz!

Primeiro porque as circunstâncias alteraram-se de tal forma porque o que deu origem à minha insatisfação acabou por se reverter e neste momento tudo parece encaminhar-se para um caminho mais sereno.

Segundo porque a amizade, carinho, esperança e solidariedade que aqui recebi através dos diversos comentários mostrou que a blogosfera é um campo extremamente fértil para se constituírem grandes e duradouras amizades.

Curioso, curioso é que não conheço pessoalmente nenhum dos comentadores que por aqui foram dando uma mão, uma força.

Isto é uma verdadeira amizade sem rosto!

Bem hajam a todos! Jamais vos esquecerei.

Escrever... fora de casa!

Quando o Pedro Azevedo me lançou o convite fiquei seriamente preocupado com o desafio. Estaria eu à altura?

Porém este amor ao Sporting (mesmo em tempo de derrotas!!!) gera milagres e é inexplicável. Ou melhor explica-se através de um texto que me soube muuuuuuuuuito bem escrever e melhor ainda vê-lo publicado naquele que é já um espaço de referência.

Agradeço humildemente ao Pedro a oportunidade que me deu em me desvendar um pouco mais e, acima de tudo, as palavras que escreveu sobre este que se assima e que mui provavelmente não correspondem à verdade.

E pronto, agora espreitem aqui.

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