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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Míscaros - Melhor que carne

Sempre que vou à Beira Baixa nunca venho de mãos vazias. Ou seja eu que apanhe alguma fruta ou seja algum familiar ou amigo que tem a fineza de me brindar com qualquer coisa.

A viagem desta semana, não obstante ter sido uma deslocação relâmpago, ainda assim deu para trazer algumas couves, uns diospiros, vinho, borregos, enchidos e... míscaros acabados de apanhar.

Destes últimos já em 2018, neste meu postal, havia falado deles e de como se tornaram num petisco bem apreciado. Porém desta vez coube-me apanhá-los da terra, obviamente com ajuda, já que é necessário ter olho clínico para a apanha.

É que os danados nascem debaixo da terra e por lá ficam. E não fosse um ínfimo montículo de terra a denunciá-los, que só os olhos treinados conseguem perceber, jamais os apanharia.

miscaro_.jpg

Já em casa lavei-os bem lavados e retirei a pele que os cobre.,

míscaro_1.jpg

ficando então assim.

Miscaro_2.jpg

Um refogado feito de cebola, alho, uma colher de sopa de tomate, uma folha de louro e claro azeite, ajudou a cozinhar este pitéu.

miscaro3.jpg

Após uns bons vintes minutos a ferver juntei-lhe a água e por fim o arroz.

miscaro4.jpg

Há quem os coma assim sem mais nada (eu, por exemplo), pois é melhor que carne. Todavia pode também acompanhar carne ou peixe.

Enretanto para este meu almoço de hoje optei por nada melhor que um bom tinto do Douro. Este!

esteva.jpg

Dúvida (quase) existencial!

Decidi por iniciativa própria deixar de comer pão. Tenho a sensação, para não dizer a certeza, de que o pão é um ingredientes que me brinda com peso.

Ultimamente o meu pequeno almoço era quase sempre pão em torradas. Com muuuuuuuuuuuuuita manteiga, por vezes completado com geleia ou doce de pêssego. Ainda por cima não me bastava uma... mas sim uma série delas (por vezes perdia-lhe o conto!).

Claro está que a balança denunciou esta minha postura gulosa, acrescentando mais uns quilos aos muitos  (em demasia) que já tenho.

Perante esta evidência de peso achei por bem cortar, para já, com o pão substituindo-o por flocos de fibras com frutos.

Ora é então aqui que reside a minha imensa dúvida que espelho no título. Que devo fazer: aquecer o café com leite na taça e depois colocar lá dentro os flocos ou deito os cereais no fundo e depois é que deito o leite e o café quentes?

Respostas pretendem-se.

Alegria, alegria, alegria

Há umas semanas largas decidi dar um novo rumo à minha alimentação.

A balança parecia tonta assim que eu subiu para o seu colo e dava pesos estranhos... Noventa e oito foi o número maior que aquela devolveu.

Senti que estava na hora de acordar para uma realidade que eu conhecia, mas não queria assumir. Estava a entrar na faixa dos obesos. As camisas andavam esticadas por uma proteberância na frente a que se chama normalmente barriga, as calças ao invés tornavam-se cada vez mais encolhidas e a minha face parecia uma bolacha...

Por tudo isto decidi alterar alguns dos (maus) hábitos alimentares e passei a ter mais cuidado com o que comia e quando comia. A verdade é que passaram-se algumas semanas e a balança parece ter ganho juízo já que passou a apresentar números bem mais simpáticos.

Até que esta manhã ao subir para a dita consegui ler um número fantástico: 89 quilos.
Portanto sem ir a uma nutricionista e sem passar muita fome eis-me a perder peso. De forma lenta é certo, mas prefiro assim.

Foi a segunda alegria desta manhã. A primeira foi... acordar!

Ai dieta, dieta... quanto sofro!

Decidi há umas semanas iniciar uma dieta. Sei o que me engorda (pão, manteiga, batatas, arroz...) e daí cortar com todos estes produtos. Obviamente que para isto não necessito de nenhum nutricionista.

Bem... de manhã como meio pão com queijo ou fiambre sem manteiga para duas horas depois comer a outra metade. Antes do almoço ainda marcha uma peça de fruta.

O almoço com carne ou peixe cozido ou grelhado acompanhado de mais legumes. De tarde mais fruta e à noite comida ligeira: uma sopa, frutos secos e iogurtes magros. Ah esqueci-me dizer que ando todos os dias 50 minutos seguidos a pé e bebo litro e meio de água, no mínimo.

Na verdade já perdi alguns quilos mas necessito perder muitos mais. Pelo menos mais onze... O que me parece uma empreitada atroz. Mas não pretendo desistir.

Todavia falta-me qualquer coisa... O meu corpo durante sessenta anos habituou-se a comidas diferentes e agora ressente-se com esta minha dieta. Mas como tudo na vida ele vai ter de se habituar.

Mas que sofro, sofro! E muito...

 

Mais roupa? Não, obrigado!

Há uns dias percebi que estava mais gordo porque já não cabia na roupa. Pesei-me e... ups... aquele número... não podia ser verdade!

Mas parece que era! Os três digitos surgiam logo ali à mão (leia-se boca) de semear. Não podia ser eu.  Jamais poderia chegar àquele peso, jamais.

Então decidi (vejamos por quanto tempo) dar uma volta na minha alimentação diária. Assim cortei muitos das coisas que comia e passei a alimentar-me mais vezes ao dia.

É óbvio que o meu grande problema prende-se com o sedentarismo a que estou diariamente sujeito, especialmente por causa do trabalho. Basta referir que na campanha da azeitona em Novembro passado comi de tudo sem restrições, mas como andava e fazia grandes esforços facilmente consegui perder peso. Mas na cidade as coisas tendem a ser naturalmente muito diferentes.

Portanto agora estamos numa de comer pouco de cada vez, cortar com hidratos de carbono e comer mais vegetais. Veremos até onde consigo chegar.

É que a minha boca gosta muito pouco, para não dizer nada, de comida... triste. Depois há aquele célebre expressão: gordo mas feliz!

Reconheço que é uma fantástica máxima... mas sinceramente, nesta altura da minha vida, não me apetece comprar mais roupa.

Dieta - a quanto obrigas?

Como é que se convence alguém que adora comer, e come bem, a fazer dieta? Não se convence... Não vale a pena andarmos atrás dele a dizer que está mais gordo... porque não se consegue convencer. A modos assim como os fumadores, que sabem que faz mal fumar, mas é sempre aos outros... Até um dia!

Quando cheguei da aldeia, após a campanha da azeitona, percebi que tinha perdido uns 2 quilos. Não fora muito, mas já era alguma coisa.

Foi nesse momento que decidi impor a mim mesmo determinadas regras alimentícias de forma a perder ainda mais peso. Tenho perfeita consciência que é pela boca que engordamos. Ora se não não tenho paciência para ir a ginásios, nem tempo para fazer longas caminhadas então o melhor mesmo será cortar naquilo que vem através da alimentação.

Sei que o pão engorda muito - cortei no pão. De seguida as batatas e arroz também engordam - cortei neles. E finalmente o álcool também ele fomentador de mais peso - cortei nos etílicos.

Bebo agora mais água, como mais legumes e mais fruta.

Não consultei nenhum nutricionista porque tenho a sensação que cada um tem uma ideia diferente para se chegar ao mesmo resultado. Portanto vou-me desenrascado sozinho resistindo aos acepipes que por vezes me poêm à frente.

Parece que não mas já aperto mais o cinto...

Todavia deixem-me confessar uma coisa: fazer dieta é um sacríficio atroz.

A água dos nossos males!

Na continuação deste meu texto comecei a perceber a quantidade de pessoas que optaram por diferentes tipos de alimentação.

Há alguns anos havia somente os vegetarianos e os macrobióticos. Agora para além destes, há também os vegans, os paleo que descobri ontem e quiçá muitos mais!

Entretanto a Joana explicou-me a razão da sua opção, num comentário naquele meu post, e pelo que me disse ficou melhor com a opção tomada. Ainda bem...

Mas ainda ontem numa troca de comentários com aquela bloguer que vive em Oslo, prometi-lhe falar de algo que muitas vezes não se divulga e que pode ser a razão, a causa ou a origem de alguns problemas com os alimentos.

Falo de algo tão simples como a... água. Pois é, a água com a qual cozinhamos os nossos alimentos, pode ser um factor adicional para a origem de alguns distúrbios alimentares que depois se plasmam noutras maleitas.

Tenho provas palpáveis do que afirmei acima, que passo a contar:

Há uns anos largos, estava na cidade e fui cozer umas batatas para acompanhar umas sardinhas. Aquelas haviam sido oferecidas pelo meu pai que as havia semeado, sachado e arrancado de forma natural e sem uso de quaisquer produtos nocivos.

Pois bem... estas batatas ao fim de uns minutos de estarem a ferver desfizeram-se completamente. Quase parecia puré.

Curiosamente na semana seguinte fui à aldeia na Beira Baixa e levámos algumas daquelas mesmas batatas para cozinhar lá. O certo é que na aldeia as batatas estiveram ao lume a cozer e nunca se desfizeram. Ora a diferença só podia estar na água.

Face a esta experiência nunca mais bebi água da torneira, se bem que a de garrafa, por vezes me pareça também pouco saudável.

Termino com este video da Fonte Velha, lá na aldeia beirã, que corre água durante todo o ano. Fresca, cristalina sai das entranhas da terra e apetece beber sempre.

 

 

 

 

Dilema médico

A semana passada fui acometido de um invulgar e doloroso ataque de gota. Ou ácido úrico… elevado.

Acabei por ter de consultar um médico que me mandou fazer diversas análises. No sábado fui a um laboratório e no Domingo já tinha no meu mail os respectivos resultados.

Hoje regressei ao mesmo médico que, pasme-se, me comunica que as minhas análises estão muito bem. Portanto não havia razão aparente para a tal crise.

Todavia apresentou-me uma lista de alimentos. Este rol estava dividido em três níveis: Os alimentos a evitar, os alimentos moderadamente permitidos e os altamente permitidos.

Passo os olhos pela lista e que concluo? Que das duas uma: ou morro da doença ou morro de fome.

Humm! Cabe a mim então escolher… Vou pensar na coisa!

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