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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Eu, avô me confesso!

O melhor que me poderia ter acontecido nesta pandemia foi ter sido avô. A sério!

Escrevi neste postal o momento em que fiquei um par de horas com a minha neta pela primeira vez. Foi um sentimento de suprema alegria.

Entretanto desde Setembro que a menina passa o dia comigo. Ou melhor desde manhã até à tarde.

Devagar vamos dando conta da evolução da cachopa. A miúda é bonita (qual a criança que não o é???), esperta (qual a criança que não o é???), carinhosa e tem um ar muito reguila... Gosto disso.

Ao fim de uma mão cheia de meses com a minha neta tomei consciência de duas situações:

- A primeira, já o havia referido no outro postal, prende-se com a minha maior paciência;

- A segunda é que a miúda leva-me a fazer coisas impensáveis tais como brincar com bonecas, imaginem;

Depois os ritmos de vida cá em casa dependem exclusivamente dela. Mas sabe tãããããããããããaõ bem esta mudança.

Mesmo em dias de chuva e frio, a minha neta será sempre um Sol radioso!

Saudar o regresso!

Hoje de manhã tocou o meu telemóvel. Era a minha vizinha do lado a comunicar-me que o marido havia regressado a casa após 24 dias internado com Covid19.

Falei dele aqui neste postal.

A meio desta manhã acabámos por nos encontrar na rua. Percebi logo que perdera muito peso e sendo ele alguns anos mais novo que eu… quase que parecia meu pai. Todavia fiquei muito contente por o rever!

Dentro do seu carro e pela janela estendeu-me, ainda assim, o punho fechado num cumprimento e eu devolvi um cotovelo. Rimos os dois.

Só podia…

Este meu amigo, vizinho e companheiro de caminhadas por estradas de Fátima, percebeu da pior forma que a sua vida esteve por um fio… muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito fino!

Perguntei-lhe como era no hospital e ele respondeu-me simplesmente:

- É um caos para os médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar! Mas eles não conseguem fazer melhor. Não há hipótese!

Esbocei um trejeito preocupado.

Ele percebeu e seguiu no seu carro estranhamente bem devagar!

Uma alegria por dia...

No dia 1 de Agosto quando oficialmente fui reformado atirei-me à lista telefónica do meu telemóvel e apaguei todos os contactos que tinha de trabalho.

Bom para dizer a verdade não foram todos, excepturam-se alguns, mas de gente que sempre foi mais amiga que colega. Ainda assim limpei 99 números de telefone.

Esta tarde recebi uma mensagem no Whatsapp com a seguinte frase: "Amigo, não imaginas as saudades que tenho tuas, a falta que me fazes!!!". 

Acabei por trocar uma série de mensagens e nem nos despedimos formalmente, já que a pessoa em causa estava a trabalhar e eu... a comer castanhas. Também não necessitamos.

Mas chegada a noite bateu uma estranha saudade e por causa desta fui reler a nossa conversa desta tarde. Retive-me então logo na primeira frase que me deixou por fim emocionado e feliz.
"Valeu a pena!" , pensei para mim.
É sempre bom quando temos a consciência que não fomos esquecidos. E pelas melhores razões.

Escrever... fora de casa! #2

O companheiro destas coisas da blogosfera Robinson Kanes, do conhecido blogue "Não é que não houvesse..." convidou-me não só para escrever para o seu espaço pessoal que há dias referi, mas outrossim para um recente desafio a diversas mãos e que se chama "Sardinhas em lata".

Espero que já conheçam pois vale bem a pena ler o que por lá se vai escrevendo.

Portanto desta vez apresentei a minha "Caldeirada com todos" onde falo (leia-se escrevo!!!) sobre a situação de alguns dos partidos lusos (novos e velhos!).

Um texto que deveria ter sido mais elaborado, mas que saiu assim de rajada e que podem, então, ler aqui.

Muito obrigado ao Robinson e a todos os restantes elementos da equipa!

A gente lê-se por aí!

Escrever... fora de casa!

O convite caiu nas minhas mãos ou melhor no correio electrónico de forma totalmente inesperada. A vida é mesmo assim... de repente, sem que nada o fizesse prever, surge-nos uma alegria daquelas que sabe muuuuuuuuito bem partilhar.

Portanto hoje estou aqui... a fazer uma análise, mais parva que séria, sobre os últimos seis meses das nossas vidas.

Espreitem lá se fizerem favor.

Muito obrigado Robinson!

Mesa acrescentada!

Diz a conhecida sabedoria popular que "parir é dor, criar é amor", numa perfeita alusão de quem cuida, cria, educa reinvidicará mais amor aos seus protegidos.

Sou filho único e por isso não tenho familiares colaterais directos. Ao invés, a minha mulher tem uma irmã com dois filhos. Resumindo... assim que cheguei à família da minha mulher percebi que a relação entre tia e sobrinhos era muito mais forte do que seria de supor. Ainda hoje é assim...

Vem este entróito ao caso para tentar explicar a alegria que tenho ao perceber que serei novamente tio-avô. Em título, porque de coração serei tão avô como os genuínos.

Durante muitos anos ajudei a criar, educar e cuidar os meus sobrinhos. Que sempre se relacionaram com os primos (os meus filhos) como de verdadeiros irmãos se tratassem.

Hoje o JP comunicou à família que irá ser pai, ainda este ano. Uma fantástica notícia, numa altura em que o número de mortes por este virus que nos confina, continua a crescer e que nos entristece.

Estou, portanto, radiante. Após uma neta no início do ano, outra criança virá para a família no Outono. Uma alegria!

Começo entretanto a fazer contas aos lugares na mesa aquando dos próximos almoços e jantares. Tenho de arranjar uns acrescentos.

Já em modo peregrino!

De hoje a um mês estarei a chegar de mais uma peregrinação. Entretanto realizou-se esta tarde a reunião habitual de apresentação de toda a equipa da organização.

Seremos ao todo 110 peregrinos, contando obvimente com os elementos de apoio.

Por aquilo que me foi dado costactar irão muitos jovens (ainda bem, é necessário dinamizar a juventude para estas experiências), muita gente pela primeira vez e também muitos peregrinos já conhecidos de anteriores peregrinaçães e porque não dizê-lo se tornaram bons amigos.

É uma dádiva enorme estar inserido num grupo destes, dispostos a "orar com os pés", como descreveu um dia um amigo do cardeal Tolentino de Mendonça, ao referir-se a uma peregrinação em que participara.

Começa hoje, assim, uma espécie de contagem decrescente até chegar à madrugada do dia 4 de Abril.

É que há muita coisa para preparar.

Acima de tudo o espírito. É que isto de nos pormos a caminho tem muito que se lhe diga!!!

A gente lê-se por aí!

Hoje foi um dia bom!

Geralmente os meus dias são sempre bons.

Basta eu acordar e já começa bem. Depois tudo o resto que vem por acréscimo é só para somar alegrias. Mas isto sou eu que desde há uns anos percebi que a vida é algo para ser vivida sem medos, tabus ou outras areias na nossa engrenagem interior.

Só que, e parafraseando uma célebre frase, há uns dias melhores que outros.

Ou seja... à hora do almoço fui ao meu antigo local de trabalho e enquanto aguardava cá fora por um colega para lhe entregar uns documentos fui interpelado por antigos colegas que saíam, naquela altura, para almoçar.

A recepção com que me brindaram foi tão amigável que fiquei deveras emocionado. É que bem vistas as coisas já saira dali há mais de dois anos... E como diz o povo: longe da vista longe do coração.

Todavia fiquei muito feliz por perceber que não fui esquecido e que ainda, ao que parece, fiz muita falta.

Mas de insubstituíveis está o cemitério cheio.

Uma surpresa boa!

A vida é uma enormíssima caixa de surpresas.

Boas e más como tudo.

Neste caso creio que é uma surpresa muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito boa.

Daqui a uns meses a Alice e o Vasco vão ter de partilhar as atenções e os carinhos com mais alguém.

E ainda bem... Faz parte!

Fiquei deveras contente com a notícia!

Agora há mais tema de conversa (leia-se escrita!) na blogosfera!

Por causa disto e disto!

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