Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Escrever... fora de casa! #2

O companheiro destas coisas da blogosfera Robinson Kanes, do conhecido blogue "Não é que não houvesse..." convidou-me não só para escrever para o seu espaço pessoal que há dias referi, mas outrossim para um recente desafio a diversas mãos e que se chama "Sardinhas em lata".

Espero que já conheçam pois vale bem a pena ler o que por lá se vai escrevendo.

Portanto desta vez apresentei a minha "Caldeirada com todos" onde falo (leia-se escrevo!!!) sobre a situação de alguns dos partidos lusos (novos e velhos!).

Um texto que deveria ter sido mais elaborado, mas que saiu assim de rajada e que podem, então, ler aqui.

Muito obrigado ao Robinson e a todos os restantes elementos da equipa!

A gente lê-se por aí!

Escrever... fora de casa!

O convite caiu nas minhas mãos ou melhor no correio electrónico de forma totalmente inesperada. A vida é mesmo assim... de repente, sem que nada o fizesse prever, surge-nos uma alegria daquelas que sabe muuuuuuuuito bem partilhar.

Portanto hoje estou aqui... a fazer uma análise, mais parva que séria, sobre os últimos seis meses das nossas vidas.

Espreitem lá se fizerem favor.

Muito obrigado Robinson!

Mesa acrescentada!

Diz a conhecida sabedoria popular que "parir é dor, criar é amor", numa perfeita alusão de quem cuida, cria, educa reinvidicará mais amor aos seus protegidos.

Sou filho único e por isso não tenho familiares colaterais directos. Ao invés, a minha mulher tem uma irmã com dois filhos. Resumindo... assim que cheguei à família da minha mulher percebi que a relação entre tia e sobrinhos era muito mais forte do que seria de supor. Ainda hoje é assim...

Vem este entróito ao caso para tentar explicar a alegria que tenho ao perceber que serei novamente tio-avô. Em título, porque de coração serei tão avô como os genuínos.

Durante muitos anos ajudei a criar, educar e cuidar os meus sobrinhos. Que sempre se relacionaram com os primos (os meus filhos) como de verdadeiros irmãos se tratassem.

Hoje o JP comunicou à família que irá ser pai, ainda este ano. Uma fantástica notícia, numa altura em que o número de mortes por este virus que nos confina, continua a crescer e que nos entristece.

Estou, portanto, radiante. Após uma neta no início do ano, outra criança virá para a família no Outono. Uma alegria!

Começo entretanto a fazer contas aos lugares na mesa aquando dos próximos almoços e jantares. Tenho de arranjar uns acrescentos.

Já em modo peregrino!

De hoje a um mês estarei a chegar de mais uma peregrinação. Entretanto realizou-se esta tarde a reunião habitual de apresentação de toda a equipa da organização.

Seremos ao todo 110 peregrinos, contando obvimente com os elementos de apoio.

Por aquilo que me foi dado costactar irão muitos jovens (ainda bem, é necessário dinamizar a juventude para estas experiências), muita gente pela primeira vez e também muitos peregrinos já conhecidos de anteriores peregrinaçães e porque não dizê-lo se tornaram bons amigos.

É uma dádiva enorme estar inserido num grupo destes, dispostos a "orar com os pés", como descreveu um dia um amigo do cardeal Tolentino de Mendonça, ao referir-se a uma peregrinação em que participara.

Começa hoje, assim, uma espécie de contagem decrescente até chegar à madrugada do dia 4 de Abril.

É que há muita coisa para preparar.

Acima de tudo o espírito. É que isto de nos pormos a caminho tem muito que se lhe diga!!!

A gente lê-se por aí!

Hoje foi um dia bom!

Geralmente os meus dias são sempre bons.

Basta eu acordar e já começa bem. Depois tudo o resto que vem por acréscimo é só para somar alegrias. Mas isto sou eu que desde há uns anos percebi que a vida é algo para ser vivida sem medos, tabus ou outras areias na nossa engrenagem interior.

Só que, e parafraseando uma célebre frase, há uns dias melhores que outros.

Ou seja... à hora do almoço fui ao meu antigo local de trabalho e enquanto aguardava cá fora por um colega para lhe entregar uns documentos fui interpelado por antigos colegas que saíam, naquela altura, para almoçar.

A recepção com que me brindaram foi tão amigável que fiquei deveras emocionado. É que bem vistas as coisas já saira dali há mais de dois anos... E como diz o povo: longe da vista longe do coração.

Todavia fiquei muito feliz por perceber que não fui esquecido e que ainda, ao que parece, fiz muita falta.

Mas de insubstituíveis está o cemitério cheio.

Uma surpresa boa!

A vida é uma enormíssima caixa de surpresas.

Boas e más como tudo.

Neste caso creio que é uma surpresa muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito boa.

Daqui a uns meses a Alice e o Vasco vão ter de partilhar as atenções e os carinhos com mais alguém.

E ainda bem... Faz parte!

Fiquei deveras contente com a notícia!

Agora há mais tema de conversa (leia-se escrita!) na blogosfera!

Por causa disto e disto!

A alegria da tristeza

Nota de abertura

Ela escreveu este texto. Eu naturalmente comentei e lancei-lhe um desafio. Que a simpática Mula aceitou. 

 

Então é assim:

O título supra parece um paradoxo, mas não é! E explico já porquê...

Quem me conhece sabe que dificilmente me vêem triste. Até já falei disso num texto anterior. Dizem que é de uma substância chamada serotonina. Que seja!

O que conta é que em quase tudo que faço, digo ou escrevo, tento sempre colocar uma pitada de humor qual Vatel da vida. Todavia nem sempre a minha alegria e fulgor exterior reflecte o que sinto por dentro. Por vezes um mar revolto de sentimentos controversos, a degladiarem-se por tomarem conta das minhas decisões, obrigam-me a serenar e a tudo relativisar.

É nestas alturas que saltitam as seguintes conclusões: se estou aborrecido com esta situação é porque estou vivo, porque ainda tenho discernimento suficiente para tentar decidir, seja bem ou mal. Quantos haverá que desejariam ter dúvidas, aborrecimentos mais que não fosse para se mostrarem que estão realmente bem vivos?

Assente nestes pressupostos acabo por olhar o horizonte com outros olhos e reconheço: tenho a alegria exterior de poder estar triste interiormente.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D