Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Receios em vão!

Temi o pior.

Após o granizo que ontem à noite invadiu Lisboa e arredores pensei que a minha agricultura de sábado tivesse ficado reduzida a meros destroços.

Pela manhã acabei por não ir ao quintal prometendo a mim mesmo que à tarde o faria.

Todavia e tendo em conta que a escola já começou, o trânsito na cidade cresceu exponencialmente, o que fez com que chegasse a casa mais tarde do que pretendia.

Ainda assim a tempo de fotografar a minha horta que após as couves do Outono e Inverno se prepara para as culturas da Primavera e Verão.

Começo pelo feijão que já dá mostrar de querer crescer.

feijao.jpg

Segue-se o cebolo roxo, os tomateiros e os pimenteiros, aqui numa visão demasiado ampla.

qtal_tom_ceb.jpg

E por fim algumas das curgetes, já com as respectivas caleiras para a época de rega.

curgetes.jpg

No entanto o que mais realço do que vi foi que o granizo, aparentemente, não fez grande mossa às plantas.

Mas veremos!

Domingo chuvoso!

O dia parecia querer ser diferente dos últimos, tal era o Sol matinal. Mas depressa tudo se toldou num céu plúmbeo e muito carregado.

De quando em vez uma trovoada descarregava a sua ira, transformando as ruas em autênticos ribeiros. Mas enquanto fosse chuva não haveria grande problema para a agricultura de ontem.

Ao fim da tarde fui ao futebol e já estava no estádio quando o céu me presenteou (e a todos os adeptos presentes!) com uma bátega que obrigou muita gente a mudar de lugar refugiando-se de uma molha. Eu estoicamente fiquei no meu lugar.

A água era fria, muito fria, quase gelo.

Depois recebi a informação que na Amadora, onde habitualmente resido, chovera copiosamente, na maioria granizo.

Fiquei logo com o coração triste por adivinhar que a minha agricultura de ontem deverá ter sido arrasada. É o risco desta vida...

Amanhã constataremos.

Sábado já está!

Este Sábado já o previra trabalhoso, mas muito longe do que realmente aconteceu.

E o problema esteve obviamente na chuva que caiu, enquanto amanhava a terra, com anormal abundância.

De tal forma que a determinada altura quase não consegui andar com uns velhos chinelos tal era o peso da lama que carregava sob os pés.

E não fosse a ajuda preciosa do meu filho mais novo, provavelmente o trabalho duraria o dia todo. Mesmo assim...

Esta plantação já deveria ter sido feita há um mês, mas nessa altura a chuva era muito mais, os dias mais pequenos e as plantas estariam pouco desenvolvidas antes de ir para a terra.

Ora bem... hoje plantaram-se quase uma grosa de pés de cebolo, duas dúzias de tomateiros, meia de pimenteiros e uma dúzia de curgetes.

Não sem antes termos enterrado o lixo guardado no compostor durante meses. Uma política que temos vindo a seguir, desde há alguns anos, aproveitando o lixo orgânico para estrumar a terra.

Faltou montar a estrutura para que os tomateiros se elevem e algumas caleiras ao redor das curgetes. Finalmente chamo a estes trabalhos... agricultura urbana pois é feita na cidade, com métodos antigos e resultados semelhantes aos das aldeias.

Assim deixe Deus...

 

Já sou um homem!

Há uma antiga ideia que diz que um homem só o é por completo se fizer um filho, escrever um livro e plantar uma árvore.

Ora eu tenho dois filhos, já escrevi um livro e hoje, finalmente, plantei uma árvore. Sei que não foi um pinheiro, nem um sobreiro ou muito menos uma azinheira, somente uma simples laranjeira.

As outras árvores fazem mais sentido no campo onde têm mais espaço para crescerem e alargarem. Todavia num pequeno quintal uma laranjeira parece-me (quase) essencial.
Agora é esperar que cresça e distribua os seus frutos.

Um dia em cheio

Decididamente não tenho fins de semana monótonos nem ociosos. Seja aqui, ali ou acolá os sãbados e domingos foram feitos para... trabalhar.

Após a época das couves que duraram até hoje, iniciou-se a campanha do feijão e mui brevemente será o do tomate.

Assim sendo passou-sei um dia lindo de sol a arrancar pés de couves, ervas daninhas e amanho para a cultura seguinte: o tal feijão.

Ainda por cima para se aproveitar para feijão-verde, o pior legume ao cimo da terra.

Enfim semeado, regado e com uma estrutura para se poder amaranhar, eis a cultura desta manhã e tarde.

Ah esqueci-me, mas ainda ficou uma laranjeira por plantar.

Boa semana!

 

 

Já para o Natal!

Lembram-se deste texto e da respectiva foto? A verdade é que quase três meses passados e num ano sem chuva o quintal está como a foto abaixo se apresenta.

A chuva desta semana trouxe alguma força às couves. Agora vão-se cortando as velhas e as queimadas das maresias madrugadoras de forma a não ocuparem muito espaço.

É que estes legumes não gostam de estar muito apertados.

quintal_couves.jpg

 

Lavrador de cidade! - parte 2

Após o fim de semana passado com a plantação de couves, a pensar na ceia do Natal, eis que me surgiram novas couves e mais das mesmas para plantar.

Resultado: mais de cem pés de couves plantadas, sendo a maioria "penca de Chaves.

Todavia também plantei bróculos, lombardo e couve-flor.

Seria muuuuuuito bom que começasse a chover. Mas enquanto a chuva benfaseja não aparecer, teremos que nos socorrer da água da torneira.

Isto de ser lavrador, mesmo na cidade, não é pêra doce.

Imagine-se então pelo campo...

 

horta_2.jpg

A plantação mais ao fundo é de couve que dará bróculos. As mais próximas são das repolhudas, semelhantes às da semana passada.

 

Lavrador de cidade!

Após uma Primavera e quase todo o Verão de volta dos tomateiros, que produziram abundantemente, chegou a hora de preparar a terra para as culturas de Inverno.

Para tal socorri-me de mão de obra barata - os meus filhos - que cavaram a terra e fizeram os respectivos regos.

Finalmente a mim coube plantar mais de sessenta pés de couves, posteriormente bem regadas.

Uma cultura a pensar já na ceia do Natal.

Os pés são pequenos, mimosos, mas não tem mais nenhum trabalho senão crescer!

A água não lhes faltará, certamente.

Daqui a mês veremos como estarão.

 

DSC_1670 (1).JPG

 

 

 

 

Reflexão ao almoço!

Às três da tarde éramos nove sentados à mesa e uma debaixo de mesa.

Ao Domingo é (quase) sempre assim.

O almoço coube a mim fazê-lo: Uma sopinha cheia de entulho, seguido de chambão de vaca estufado com batatas assadas no forno. Gelado e melão para encerrar o repasto. E claro cafés e digestivos.

Durante a refeição olhei para a mesa e percebi que sou um felizardo. Não é só por ter esta família barulhenta (mais a cadela Bolota, a que fica debaixo da mesa), mas essencialmente por poder comer coisas por mim cultivadas ou apanhadas.

Vejamos então: o azeite que tanto trabalho me dá em Novembro, o tomate da salada, as cebolas, a hortaliça da sopa e por fim as batatas que foram arrancadas à terra na semana passada.

Quantos se poderão vangloriar disso?

A agricultura dá muita chatice, muito trabalho para se ter um momento destes. Mas acreditem vale bem a pena!

Eu não disse?

Pois... hoje acordámos todos muito cedo, especialmente quando é Sábado e gostamos de ficar mais um par de horas a descansar.

Tudo por causa disto.

Segue a prova de que somente com trabalho se consegue obter alguma coisa.

Foi pobre este ano, para as batatas. Pudera com a pouca chuva seria difícil dar mais.

Mas pronto... sessenta sacos, uns mais cheios que outros, foi o resultado de duas horas de árduo trabalho.

Fica a foto para a posteridade.

Não apareço porque estava por detrás da máquina... como é obvio!

DSC_1624.JPG

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D