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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Muito bem acompanhado!

A plataforma SAPO tem sido muito simpática para este humilde espaço. Essencialmente porque traz diversas vezes, à primeira página, textos meus aqui publicados.

Reconheço que nunca agradeci convenientemente a quem o faz, mas nem sei se devo fazê-lo. Faço-o agora com este breve postal!

Todavia ontem e parte desta manhã o LadosAB esteve em relevo na primeira página e muitíssimo bem acompanhado. Primeiro pela Sarin, uma bloguer que eu leio amiúde e com quem troco muitas e boas ideias.

Depois a companhia de entre outros ilustres colaboradores, a de Ricardo Araújo Pereira, quiçá o melhor humorista português desta novel geração.

Um autêntico privilégio para este ínfimo naco de escrita blogosférica!

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Com um brilhozinho nos olhos…

Quando me lancei na blogosfera, fará no próximo mês de Março nove anos, tinha pouca noção do que era esta realidade.

Paulatinamente fui aprendendo a viver com este novo mundo. Fui assim entabulando contactos, trocando comentários, ideias, criando amizades, tudo numa postura de quem gosta das pessoas.

Todos os dias vou à plataforma perceber as estatísticas diárias e outrossim publicar alguma coisa. Por isso foi com alguma emoção que hoje reparei que havia um número de três dígitos a encabeçar a plataforma.

Cem subscritores. Uma centena de pessoas que se dignam ler-me de vez em quando. Um gesto que me apraz muito registar.

Sou um humilde cidadão que tem umas ideias estapafúrdias e que as coloca em textos pobres, quiçá incoerentes. Só que ter tanta gente simpática desse lado, a ler o que escrevo, é deveras estimulante e gratificante. Um verdadeiro privilégio.

Deste modo só posso deixar aqui a todos vós, subscritores ou não, da Sapo ou doutra plataforma qualquer, o meu singelo e profundo agradecimento.

Tentarei sempre fazer (leia-se escrever!) melhor.

A gente lê-se por aí!

 

100_subsc.jpg

 

Agradecimento!

Não basta gozarmos as férias. Não basta comermos e bebermos, dormir como se nada tivesse fim. Há no final que agradecer:

1 - à empresa para a qual dou o meu contributo por me dar a oportunidade de gozar férias;

2 - aos meus filhos porque mesmo não estando permanentemente presentes deram sempre sinal;

3 - à Sapo por ter achado que os meus textos valiam a pena serem destacados;

4 - à minha mulher por estar sempre presente e fazer destas férias dias inesquecíveis;

5 - A Deus por achar que sou merecedor da sua complacência.

 

Se tudo correr bem... férias a sério só para o ano!

Até lá a gente lê-se por aí!

Obrigado a todos que aqui vêm perder tempo.

Agradecimento mui simples!

Ando há dias a pensar no mesmo... Assalta-me permanentemente uma dúvida: escrevo a agradecer ou não? Digo-lhe algo privado ou público? E desde sexta feira que ando neste dilema.

A amizade é um sentimento que dá sem pedir, que oferece sem desejar, que aceita sem condições. Ficámos amigos aqui neste mundo tão especial da blogosfera. E sem nunca nos termos visto.

Sei que é uma mulher trabalhadora, com talento para diversas actividades artísticas e uma estudante (por enquanto) exemplar. Tudo somado até parece ser uma mulher perfeita. Terá obviamente os seus defeitos, como todos nós, mas esses eu não os conheço e portanto sinto-me bem assim.

Sinto-a como de uma sobrinha minha se tratasse. E trato-a com o respeito e a deferência devidos.

Um destes dias perguntei a alguém por ela. E não é que a própria me responde através deste post encantador? Por isso afirmo sem grande margem para erro que a BB merece que a vida lhe sorria sempre.

Porque poucos como ela sabem fazer sorrir.

Felicidades e um obrigado singelo.

A gente lê-se por aí!

Desafio ganho!

Hoje andei numa correria. De tal maneira que nem dei pelo lançamento Mundial da revista Inominável.

Ouvi algures uns foguetes e umas palmas mas nem percebi que era cá para a malta.

Seja como for o caminho está aberto e agora só falta desbravá-lo.

Esta espécie de comunidade de bloggers, tão diferentes em idades e géneros, teve a ousadia de apostar numa, e agora sim direi, boa aventura.

Acredito que não deve ter sido fácil ajustar interesses, vontades, desejos e sonhos à volta de um mesmo intuito.

Mas sinceramente faz muito tempo que não me sentia assim... desperto, atento e ferozmente proactivo.

Agora, no recato da noite e da casa, é tempo de agradecer à Magda e à conterrânea, uma vez mais, o simpático convite que me foi endereçado.

Provavelmente serei de todos os "Inomáveis" o mais velho.Mas isso não quer dizer mais competência ou mais qualidade na escrita.

Isso agora também já não interessa. Adoro este desafio e só espero que nunca pare.

Irei fazer por isso... E vocês?

 

Mui singelo agradecimento!

Verdade, verdade é que gostamos sempre da Festa da nossa aldeia. E é normal que assim seja.

Há neste tipo de eventos momentos muito solenes, mas há outrossim alegria, amizade e confraternização (e no Covão do Feto, baile!!!). E quanto mais pequena é a comunidade mais se sente estes (bons) sentimentos.

Cada povo tem os seus próprios interesses perante as Festas. E o Covão do Feto não foge à regra. Nesta altura é premente haver dinheiro para reformular a capela mortuária. Alguns apoios da edilidade são sempre bem-vindos mas obviamente insuficientes. Assim sendo é necessário meter mão à obra e originar receitas.

No entanto organizar uma Festa, mesmo de apenas um dia, não é coisa de somenos. Há muita em que pensar, diversa gente a contactar, um ror de mãos a trabalhar…

Uma missão a roçar o hercúleo!

Serve assim este texto, para de uma forma pública, agradecer a todos quantos trabalharam para o bem comum. E foram tantos… tantos…

Em primeiro lugar e com toda a justiça ao Arlindo pela enorme dinâmica, empenhamento e amizade demonstrados.

A toda a família de Adelino Vaz, sem excepção, por terem partilhado a belíssima Banda Filarmónica do Xartinho. Um profundo gesto de amizade com a aldeia. Bem hajam! Não os nomeio a todos porque de alguns nem sei o nome.

À Deonilde, uma moira de trabalho. E sem dormir…

À Isilda sempre, sempre disponível e atenta aos pormenores.

Ao casal Violeta e António, pelo grande exemplo que são para os mais novos. A idade não é sinónima de imobilidade, bem pelo contrário.

Ao António Joaquim, ilustre Presidente da Colectividade do Covão do Feto e à sua mulher Teresa pela forma como organizaram a equipa para servir o jantar. Um mimo. Os meus sinceros parabéns!

E agora, sem quaisquer preferências: à Manuela, Cremilde, Alierte, Daniel, Carlos, Humberto, João Manuel, Ana Isabel, Marisa, Adriana, Lena, João Rodrigues, Ivone, Lurdes um profundo agradecimento pela permanente disponibilidade demonstrada.

Uma referência muito especial para a Junta de Freguesia de Monsanto, na pessoa do seu Presidente, Orlando, pela forma como ajudou a que este evento se realizasse.

Esqueci-me de alguém? Talvez… Mas acreditem que não é por mal.

Obrigado a TODOS.

De mim para ti...

Há gestos para os quais não conseguimos conceber palavras de agradecimento:

 

Porque nos tocam profundamente,

Porque implodem dentro de nós,

Porque minam as nossas estruturas interiores,

Porque… porque… porque…

 

A amizade não é só um sentimento, mas outrossim uma forma de vida (creio já o ter escrito algures!!!!). Cresce com as divergências, solidifica com as discussões, intensifica-se com as cedências de cada uma das partes.

 

Disse-me uma vez um amigo de há muuuuuuuuito tempo, o seguinte: “Entre amigos não há desculpas nem obrigados”. Durante anos a fio achei que ele tinha razão. Hoje tenho a certeza que ele estava errado, se não em tudo pelo menos em parte.

 

Como posso desta vez não agradecer? Como posso não dizer “Obrigado”? Como?

 

É perante estes desafios que a vida nos coloca, que temos de estar preparados para responder. Eu respondo sinceramente: não estava!

O poema que se pode ler aqui, foi escrito por uma muito boa amiga. Daquelas que adoram dar (muito!) e receber (quanto baste!)...

 

E não sei que escrever mais! Talvez dizer sim: "Muito obrigado Fátima"

 

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