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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Cinto que é a solução...

O caso do trágico acidente na Madeira levanta uma série de questões sendo a principal o uso do cinto de segurança nos autocarros.

Se nos automóveis a lei tem de ser cumprida à risca a menos que queiramos ser brindados com umas multas bem pesadas, já naquele tipo de transportes parece-me haver alguma flexibilidade para náo chamar outra coisa (leia-se permissividade).

Dá mesmo a sensação que os transportes de passageiros estão completamente imunes a acidentes rodoviários de extrema gravidade, que como infelizmente se constatou é uma falácia.

É verdade que os acidentes acontecem quando menos se esperam. Também nada garante que se os passageiros alemães tivessem os cintos colocados não morressem.

Deste modo faça-se, de forma rigorosa, cumprir a lei usada para os carros nos veículos pesados, sejam eles de passageiros ou de mercadorias.

Um caso seguro

Raramente vejo televisão. Um filme aqui e outro ali são para mim suficientes. Mas naquele início de noite estava acompanhado e fiquei a escutar as notícias que outros queriam ouvir. E de repente falou-se de um acidente de viação em S. Jacinto junto a Aveiro. A notícia parecia não ter grande interessse quando percebi que o veículo se despistara e caíra na ria de Aveiro.

O condutor conseguiu salvar-se com a ajuda de um pescador mas o pendura acabou por morrer afogado preso ao carro pelo cinto de segurança, desesperadamente solicitando por ajuda que chegou demasiado tarde. Morreu tragicamente consciente do seu destino.

Sou há muito radicalmente contra o uso de cinto de segurança, especialmente no trânsito citadino, já que aceito que nas grandes distâncias convém usar esse acesssório. 

Aquele evento deu direito a debate familiar. De um lado estava eu a lutar contra uma lei que considero absurda, do outro a defesa intransigente do diploma que me obriga a usar o cinto.

Vencido mas não convencido, considero que estes tipos de leis servem outros interesses que não os dos condutores. Por acaso não terão sido as seguradoras a apertar o cerco aos constantes governos para publicarem tal lei? Uma questão para a qual nunca teremos uma resposta válida.

Falam-se dos custos sociais que acarretam as mortes em acidentes de viação. Até posso aceitar... No entanto está provado cientificamente que fumar faz mal e mata prematuramente. Mas não há governo que proiba as pessoas de fumar. Porque será? E agora já não há custos sociais com estas mortes?

Bom, detesto que o governo mande na minha casa e na minha carteira mais do que já manda. Mau feito, eu sei!

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