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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Saber andar em “duas rodas”

Desde há uns anos nasceu na capital a moda de se usar um motociclo para se descolar. A questão não é uso deste meio de transporte, mas tão-somente a forma quase abusadora como os motociclistas usam a estrada.

Não sei qual o artigo do Código da estrada que permite que os utilizadores de veículos de duas rodas tenham mais direitos que os automobilistas. Desconheço totalmente… Mas a verdade é que já tirei a carta de Condução há mais de 35 anos e desde aquele ano até agora, pode ter havido alguma alteração. Ou não?

Falo disto porque esta manhã assisti a um acidente de motorizada que poderia ter sido muito bem evitado pelo condutor do motociclo.

Passo então a explicar…

Uma das artérias com mais movimento da cidade tem três vias em cada sentido sendo que uma delas, a da direita, está destinada somente aos transportes públicos (táxis incluídos)! Hoje logo pela manhã quando entrei na minha via percebi que bem atrás de mim vinha uma ambulância com sinal sonoro de urgência. Como àquela hora o transito (ainda) fluía com alguma normalidade a ambulância escolheu a faixa da esquerda para poder avançar.

Entretanto pela direita avançava um motociclista pela via do “bus” como se fizesse uma corrida com o transporte urgente. Só que mais à frente estava um autocarro parado a tomar passageiros.

Face ao momento o condutor da motorizada decidiu encostar à esquerda e tentar passar entre duas viaturas. Mas havia a ambulância e os outros carros desviavam-se para que aquela passasse. Resultado: de um momento para o outro o motociclista viu-se entalado entre dois carros e só por muuuuuuuuuuuuuuuuito pouco não foi atropelado pelas viaturas envolvidas.

Ora bem, este foi um infeliz exemplo, mas tenho assistido a demasiados acidentes com veículos de duas rodas (eu próprio já fui abalroado por um), o que me leva a pensar que seria importante duas coisas:

- ensinar os mais novos a comportarem-se futuramente na estrada, como condutores e como peões;

- relembrar os mais velhos que para se ser respeitado é necessário primeiramente respeitar ou outros.

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