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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Paz social, uma guerra aberta!

O que previ neste texto, que publiquei no iníco do mês, começa agora a confirmar-se.

Segundo as últimas sondagens o PS parece ter vindo a perder força. As razões para tal poderão estar associadas ao caso Sócrates, mas outrossim à instabilidade social que começa a crescer.

Foi a greve dos enfermeiros seguida pelos médicos. Agora há uma dura batalha com os professores com mais greves anunciadas. Ainda por cima numa altura crucial...

Resumindo... saúde e educação, dois pilares essenciais na sociedade portuguesa e claramente influenciadores nas decisões eleitorais, no centro deste furacão de instabilidade social.

Para isto o PCP usou dos seus "soldados" mais fiéis para a nova frente de batalha. É o caso de Mário Nogueira, tendo a seu lado o líder da CGTP Arménio Carlos. Ambos dão a cara à instabilidade social que no início desta legislatura foi reduzida a mera insignificância.

O partido da Soeiro Pereira Gomes teme que o PS ganhe as próximas eleições com maioria absoluta, perdendo, se assim acontecesse, a força e influência que tem tido. António Costa que nunca pretendeu fazer coligações com o Passos Coelho poderá, em face dos resultados eleitorais, ficar mais disponível para outros acordos de regime ou mesmo coligações.

É sabido de alguma antiga convergência entre os antigos presidentes das mais importantes edilidades portuguesas. Não sei se será suficiente para formar um futuro governo. Tudo dependerá das exigências europeias.

Maior flexibilidade laborar e menos intervenção estatal em alguns sectores estratégicos, poderão obrigar AC a virar o foco de apoio para outros partidos (leia-se PPD/PSD).

A paz social é hoje uma utopia... até que a gerinçonça queira!

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