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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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O custo da competência!

Em Portugal há genericamente dois tipos de pessoas: os competentes, que são cada um de nós quando nos visualizamos ao espelho e os incompetentes, que são todos os que nos rodeiam e que todos os dias criticamos.

Não escrevo isto de forma crítica, pois se o fizesse entraria outrossim no grupo dos competentes. É unicamente a constatação de um facto…

O que se passa é que politicamente o país é pequeno, muito pequeno. Acrescento… demasiado pequeno. Toda a gente se conhece e todos os políticos, mais ou menos, devem favores uns aos outros. Não obstante publicamente se atacarem, a verdade é que por detrás do palco político são bons amigos. E defendem-se uns aos outros… Faz parte!

Entretanto o povo vai aceitando esta conjuntura desde que o deixem invectivar os políticos (a tal da liberdade de expressão tão arduamente conseguida!!!).

Acresce dizer que não obstante termos as facas sempre afiadas para dizer mal de alguma ou alguém, também nunca estamos disponíveis para apresentar soluções. Pois… dá muuuuuuito trabalho!

Ser governante neste país por vezes não é fácil, mesmo que o seja por devoção à causa maior, que serão sempre os portugueses. Dito de outra forma, um político não é, aos olhos de muita gente, alguém que quer ter também uma vida normal fugindo aos holofontes luminosos a que está sempre sujeito.

Mas adiante…

Tenho lido por aí alguns textos e essencialmente comentários, na maioria pouco simpáticos, sobre o convite endereçado e aceite pelo ex-vice presidente do CDS, Adolfo Mesquita Nunes, para a Administração da Galp sem funções executivas.

Quem critica terá eventualmente esquecido que a Galp é uma empresa privada e portanto tem o direito de convidar para a sua administração quem muito bem lhe aprouver.

Certo é que são diversos os casos de pessoas que saem de funções governativas para abraçarem carreiras empresariais: Pina Moura, Jorge Coelho, Ferreira do Amaral são dos exemplos mais conhecidos e que agora me vêm à ideia.

O caso do ex-Secretário de Estado do Turismo do governo de Passos Coelho surge, a meu ver, como um não caso. No tempo do seu magistério pré-geringonça li e ouvi algumas opiniões sobre o bom trabalho do advogado e autarca. De tal forma que as bases que originaram uma economia turística crescente, tem beneficiado, e de que maneira, o actual governo.

A inveja e a maledicência que grassa na nossa sociedade sempre tão mesquinha não pode nem deve ser tomada como referência. As pessoas têm de entender que em todos os governos há gente muito competente. E que provavelmente não farão melhor trabalho porque estarão presas, não a ideologias, mas a questões certamente de cariz financeiro.

Remato com a feliz sensação de que o Dr. Adolfo Mesquita Nunes fará com toda a certeza um bom trabalho numa das grandes empresas de referência do nosso rectângulo.

Assim o bom senso e a competência que tem demonstrado, o ajude.

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