Há seis anos!
A pandemia ameaçava já o Mundo, para neste mesmo dia no ano de 2020 e sem medos das eventuais ameaças nascer a minha primeira neta.
Desde este dia, há precisamente seis anos, até hoje já nasceram, entretanto, mais três crianças que me enchem o coração e algumas deles os dias. Mas não me importo, mesmo sabendo que recai sobre os meus ombros outras responsabilidades.
Uma coisa é sermos pais e termos o poder de orientar os nossos decendentes outra é sermos avós e tentarmos conciliar a nossa visão para as novas crianças, com a perspectiva por vezes muito diferente das dos nossos filhos para os seus descendentes. O que nem sempre é fácil, admito!
Curiosamernte há umas semanas e em conversa com uma amiga com filhos já crescidos ela assumia que gostaria de ter muitos netos, mas jamais estaria disponível para tomar conta deles. Não é caso virgam e muito menos anormal. Opcões!
Só que deste lado olho para estes infantes não apenas como meus legais sucessores, mas como reais focos de ternura, amor, carinho, solidariedade e compromisso. De muita entrega e recebimento na mesma medida!
Não pretendo com esta prosa atacar alguém que não pensa como eu... Longe disso. Mas fica, quiçá, um aviso: no futuro só colheremos se semearmos. A realidade da vida diz-nos que nem sempre será assim, mas quero crer que deixo às minhas crianças bons exemplos, para que eles um dia mais tarde sejam outrossim bons exemplos para quem os seguir.
A gente lê-se por aí!