Debates... Ufff... O fim!
O último debate das presidênciais foi um logro e mais pareceu uma daquelas acesas assembleias de condónimos onde se discute muito mas não se aproveita nada, do que um debate entre dois candidatos a Presidentes da República..
No fundo desde 17 de Novembro até hoje fizeram-se 28 debates entre os oito principais candidatos, mas não creio que os eleitores tenham mudado assim tanto de opinião porque se desbarataram horas a fazer acusações pessoais de forma e carácter e sem qualquer interesse.
Assisti a quase todos os debates via online e quase sempre à posteriori. Ainda assim houve alguns interessantes no seu conteúdo, mas a maioria foi uma autêntica farsa.
Depois as sondagens foram muito aproveitadas para marcar negativamente este teatro político não trazendo aos eleitores qualquer valor acrescentado.
Remato finalmente com um cognome para cada candidato, como se davam aos nossos reis:
André Ventura - o faz barulho; (uma laranja seca de idieias)
António Filipe - o coerente; (mantém o registo do PCP)
António José Seguro - o receoso; (o medo de ofender os socialistas)
Catarina Martins - a pescadinha (de rabo na boca)
Cotrim de Figueiredo - o estadista; (o único de falava bem)
Gouveia e Melo - o vacinas; (o seu trabalho na vacinação ficou-lhe colado)
Jorge Pinto - o novato; (jovem mas aguerrido)
Luis Marques Mendes - a velha raposa. (palavras para quê?).
Lembrei-me agora dos comentadores televisivos e das suas notas. Que coisa, que gente a tentar interpretar o que acabara de ver. Mais... detestei os achismos (eu acho que...).
Tudo muuuuuuuuuuuuuuuuuuuito pobre.