Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Breve crónica à beira Tejo e não só!

Domingo natalício ao fim da tarde. Entro no Largo do Corpo Santo saindo da rua do Arsenal após ter deixado a viatura estacionada no parque da Praça do Município.

A tarde está triste já que um tecto cinzento cobre a capital. As gaivotas fogem do rio manso e procuram poiso em terra.

Gaivota.jpg

O rio tem a cor plúmbea do céu. Olho a outra margem, aquela que alguém disse ser um deserto.

tejo2.jpg

E eu deserto para passar a ponte. De repente ocorre-me que naquele lugar houve um terminal de “ferry-boat” ou “barcos grandes”, como dizíamos nós os que morávamos do lado de lá, e que tantas vezes apanhei... e perdi!

Nos anos 80 houve aqui um Tolan durante tempo a mais. Um porta-contentores que se afundou.

tolan.jpg

Há um barco a atravessar o rio. As gaivotas procuram as margens. O passeio enche-se de alguma gente que aproveita o resto do fim de semana Natalício.

No Terreiro do Paço espero a noite. Às cinco a meia em ponto acendem-se as luzes de Natal que iluminam uma das mais belas praças do Mundo.

Num canto da Praça que já foi de Comércio, ergue-se uma árvore de Natal gigante de um verde brilhante.

arvore_natal_pc.jpg

Entro a seguir nas ruas pombalinas iluminadas, com algum movimento de pessoas mas com muito menos gente do que eu calculava.

Subo à Praça da Figueira que se encontra pobremente iluminada para depois atravessar para o Rossio. Este sim com muitas luzes e donde se realça outra árvore de Natal.

arvore_natal_rossio.jpg

Subo a Rua do Carmo anormalmente vazia. No cimo viro à direita, na célebre rua Garrett e no fim encontro o Largo de Camões também ele bem iluminado.

Estranhamente é defronte da “A Brasileira” que encontrei um túnel de luz invulgar, mas muito bonito.

20201227_181228.jpg

Terminei este périplo vespertino na Praça do Município toda ela muito bem composta de luz.

Enfim encontrei uma cidade amorfa, triste e pouco brilhante não de luzes, mas de vida.

E para contrastar o que vi este Domingo leiam o que escrevi o ano passado!

Talvez se perceba melhor a diferença!

2 comentários

Comentar post

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2011
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2010
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2009
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2008
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D