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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Dias de praia!

Sábado nove e pouco da manhá e afila de carros para as praias já tem mais de um quilómetro. Há quem diga que foi das rotundas que este início de Verão criaram a cada entrada e saída das praias.

Eu diria que o problema é que este ano as praias da Costa estão superlotadas. Talvez pelo preço do combustível, pelas portagens das autoestradas ou porque o tempo está demasiado quente para se passarem muitas horas num carro.

Deste modo às dez da manhã quando iniciei a minha caminhada à beira-mar apercebi-me do mar de gente que a minha vista podia abarcar. Um verdadeiro tapete humano.

Qual covid, qual carapuça... para o português veraneante não há bicharoco que ataque um luso banhista. orreria asfixiado pelo calor tórrido ou pela água gelada.

A meio da tarde tive de ir a Lisboa e regressar à outra margem. Às 17 horas a fila para passar a Ponte no sentido Norte-Sul principiava em Sete-Rios.

Nem consigo imaginar como terá sido, ao fim do dia, para sair das praias... e regressar a casa.

E amanhã Domingo vai ser outro dia de calor!

Praia será sempre ... praia

Quem como eu gosta de praia visita-a sempre que pode. Não interessa se está um sol abrasador, se chove ou somente um capelo plúmbeo.

A manhã acordou estranha, cinzenta e pouco convidativa para a praia. Por isso andei por casa a fazer umas limpezas que já necesssitava.

Já passava da uma da tarde quando decidi ir até ao areal ver o mar. Soprava uma brisa ligeira que, curiosamente, à beira-mar não se fazia sentir.

Um passeio pequeno - cerca de três quilómetros - numa praia quase sem ninguém. Escrevi quase porque, para além de mim, só vi os nadadores-salvadores e os alunos das diversas escolas de Surf que naquela zona ora proliferam.

Entretanto aproveitei para gravar este mar do qual nunca me canso de ver nem de escutar!

Desafio: vamos acabar uma estória?

Em 2020 enquanto fazia uma das minhas usuais caminhadas matinais na praia, encontrei uma menina que escreveu isto,

foto_praia.jpg 

Sempre calculei que estas palavras escritas na areia por uma menina de 12 a 13 anos, cujos pézitos ainda se conseguem vislumbrar na fotografia, um dia me fariam lançar um desafio.

Ei-lo agora, quase dois anos passados!

Para quem não entende o que a menina escreveu eu ajudo. Diz o seguinte: "Era uma vez uma mulher chamada Edna que tinha problemas de visão. Um dia..." (as reticências são minhas!).

Face ao que precede proponho um exercício de escrita que consiste em continuar a estória a partir desta frase.

O convite fica assim lançado a todos quantos aqui vierem e pretenderem afoitar-se neste desafio. Sem limites de palavras, ideias e de tempo. Se porventura alguém não tiver um blogue, pode também escrever e enviar-me o texto por mail (está no meu perfil!!!) que eu publicarei aqui.

Agradeço finalmente, a quem participar, que façam uma ligação para este postal de forma a que saiba quem escreveu!

Vamos lá... que o calor vai apertar e nada melhor que uma boa estória.... para escrever e ler neste dias quentes!

Boa escrita!

De volta à praia!

Este Sábado acordou cinzento. O céu anilado do dia anterior foi substituído por um manto de stratus a ameaçar chuva que nunca caíu.

Não estava frio mesmo com uma brisa moderada.

Resolvi retornar hoje à praia.

É frequente dizer-se que os amantes de praia, como eu, visitam esta em qualquer altura do ano e seja com que tempo for.

praia_9_04_2022.jpg

Pelo acesso pedonal vazio percebi que o areal estaria numa relação solitária com o mar. Achei que seria tempo de interromper o encontro.

Todavia o mar não estava nos seus melhores dias, mas até nesta zanga há beleza.

Um passeio a pé de uma hora que me soube divinalmente, mesmo com a água fria.

Estreia balnear

Ainda a época balnear não iniciou e eu já matei saudades da praia. Estreia absoluta este ano!

A manhã por aqui estava meio farrusca! Nem sol primaveril nem nuvens plúmbeas. Um tempo estranho propício, sei lá, para ficar em casa. Digo eu!

Ainda assim afigurava-se tentadora para não ficar em casa. Eis-me em meia hora numa praia vazia com as ondas do mar a espalharem-se docemente pelo areal. Nem parecia um dia de Primavera.

Não fosse um vento oriundo do mar frio e repelente até se poderia dizer que era mais uma manhã de Verão.

Todavia deu para matar saudades. Da praia e das caminhadas estivais

A menina e o mar!

Hoje fui a primeira vez com a minha neta à praia. Previ que seria um momento especial, mas jamais calculei que o acontecimento tivesse tamanho impacto. Nela e em nós.

É sobejamente conhecido na família o gosto que a miúda tem por água. Seja no banho, seja a regar o jardim e mais recentemente numa pequena e infantil piscina de plástico, a verdade é que a cachopa não despercida tempo no contacto com o precioso líquido.

Posto isto o mar seria a próxima aventura e provação.

Chegámos relativamente cedo à praia até porque o tempo não estava muito convidativo. Pelas nove horas começou a querer abrir e lá fomos os três de trouxa a tiracolo invadir o areal vazio.

Cremes pretectores com fartura, toalha estendida, brinquedos ao redor, mas a miúda não pareceu ainda assim muito interessada na areia que a rodeava. Arriscámos um momento náutico e levámo-la até à beira do mar.

A alegria do contacto com a água foi indescritível. Se não fosse o nosso controlo a infanta cá de casa entraria no mar, provavelmente só parando nas Caraíbas...

Foi de tal maneira insistente a vontade de ficar de molho que admirou alguns veraneantes que por ali estavam. Qual água fria qual carapuça, quais ondas da Nazaré, qual malagueiro profundo... A miúda nada temeu.

E não fosse sentirmos que já estava demasiado fria, sinto que por vontade dela ainda agora lá estaria!

A menina e o mar vão ter uma belíssima relação no futuro.

Última semana de férias!

Entrei oficialmente na última semana de férias que, por aquilo que prevejo, de férias será muito pouco já que amanhã receberei o meu filho mais velho acompanhado obviamente da esposa e da minha neta.

Portanto esta semana será uma verdadeira mistura explosiva já que a mais pequena do clã adora água. O que equivalerá, se for à praia com ela, a muito mais cuidados no areal e à beira-mar. E a levar mais tralha...

Vai ser com toda a certeza um reviver de outros tempos, quando ia para a praia com os meus dois filhos e quantas vezes com os meus dois sobrinhos.

A vida é uma enorme roda... Hoje estamos num determinado lugar para passados uns anos voltamos quase ao mesmo sitio. Mas ainda bem... é sinal que estamos vivos e que aquela continua inexoravelmente.

Mesmo que haja quem considere que nada na vida se repete! Como estão enganados!

Domingo de praia... ou talvez não!

Na época balnear a zona de praias que frequento enche-se de gente até mais não. Especialmente ao fim de semana.

Desde muito cedo o movimento cresce exponencialmente e por vezes a meio da manhã há praias já repletas.

A semana passada iniciou com um tempo enfarruscado que afastou muitos veraneantes dos areais. Todavia eu continuei a ir à praia acabando por se tornarem dias simplesmente fantásticos.

Curiosamente hoje pensei que as enchentes regressariam este Domingo e, deste modo, tentei chegar cedo ao areal. Assim que saí de casa apercebi-me do pouco trânsito que atribuí à hora. No entanto nem era assim tão cedo... pois já passava das nove e meia da manhã.

Cheguei ao parque de estacionamento sem filas, sem esperas e com imensos lugares para estacionar. Percebi que por cima do mar surgia uma neblina cinza e que deve ter assustado os veraneantes, deixando-os em casa.

O que deu para avaliar que a praia, hoje, não tinha nem metade da sua lotação não obstante o mar estar fantástico, o sol quente sem ser exagerado e o vento quase nem se sentia. Entretanto as nuvens haviam-se dissipado.

Será que é prenúncio do fim de férias? Ou as pessoas já se cansaram da praia?

Seja lá o que for, a verdade é que foi um Domingo de praia perfeito!

Que belo dia de praia!

Hoje de manhã apercebi-me que o dia estava triste, cinzento, impróprio de um dia de Verão!

Não soprava uma aragem, todavia o termómetro do carro marcava às 9 da manhã...  somente 18 graus.

Fui às compras para o almoço e não só: pão, sardinhas, carapaus, fiambre e azeitonas. Regresso a casa quando inicia a cair um pó de chuva suave, porém aborrecido.

Andou-se a empatar tempo em casa na esperança que este tempo plúmbeo amainasse. Sem resultado...

Mesmo assim decidimos ir à praia, mais que não fosse valeria pela caminhada que faríamos. Era meio dia e meia hora quando aterrámos no areal. Depois o tal palmilhar de quilómetros entre praias à beira mar. O mar parecia brando não obstante as bandeiras vermelhas.

Uma hora e dezoito minutos depois o que equivaleu a 6,42 quilómetros regressámos às toalhas que depois de estendidas ainda originaram uns bons minutos de sossego, leituras e uma soneca breve.

Ainda por cima ao meu redor... quase ninguém.

Resultado: um belíssimo dia de praia... mesmo que cinzento!

Aprender coisas simples... com as crianças!

São 13 e 30 de um dia de férias e de calor.

É a hora de regressar a casa para o almoço que já está feito, basta aquecer!

Pego no saco, chapéu, sandálias e bolsa onde dorme o telemóvel, chave do carro e carteira e ponho-me a caminho para a saída. Máscara colocada entro no passadiço de madeira em busca de um lugar onde possa sacudir a areia antes de me calçar.

Um gesto simples, comum e sem nada de mais. Encontro um banco de madeira, sento-me e vou aliviando-me da areia.

Estou nestes preparos quando passa por mim uma menina de 4/5 anos:

- Olá - cumprimenta ela sem me conhecer.

Espantado de início respondo logo:

- Olá!

A mãe passa por mim, ri mesmo por detrás das máscara, quiça também espantada com o cumprimento. Já estou no fim da minha actividade, recupero as coisas e sigo a jovem mãe a quem digo:

- Mais educada que a maioria dos adultos.

Ultrapasso-as e devolvo à menina:

- Bom almoço!

A mãe responde:

- Obrigada!

A menina acompanha a mãe:

- Obrigada.

Encaminho-me para o carro com o pensamento neste breve diálogo e concluo como as crianças têm tanto para nos ensinar!

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