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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Visita inesperada!

Há uns tempos a minha mulher queixou-se de que um qualquer felino fazia do nosso jardim a sua casa de banho.

Na semana passada percebemos que havia por ali um gato que não se aproximou de nós, mas não sabíamos se era ele o dito... que no empestava a relva!

A semana passada o gato afoitou-se e aproximou-se da minha casa. Pareceu-me manso e vai daí brindei-o com uma fatia de fiambre que ele comeu com gosto.

Esta semana voltei à minha casa para acabar os trabalhos de arrumações. Ontem logo pela manhã e assim que abri a porta da cozinha que dá para o jardim, eis que me aparece o gato que por acaso até é uma gata.

Abri devagar a porta e entrou pela cozinha e deitou-se no chão frio de forma muito dada.

Sempre gostei muito mais de cães do que de gatos. Mas esta definitivamente adoptou-nos.

Baptizei-a com o nome de Aparecida.

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O antes e o depois!

Na aldeia onde ainda vivem os meus pais já velhotes fui há uns anos descobrir algumas das fazendas da família no estado que a foto abaixo documenta (acresce dizer que esta fotografia foi tirada na fazenda ao lado da do meu pai!!!).

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Mato e mais mato. Aroeiras, carrascos, silvas, alaga-cão, urzes... havia de tudo um pouco.

Com os parcos euros que tinha acabei por contratar gente para me limpar as fazendas. Durante meses os meus fins de semana eram passados a queimar o mato cortado. Depois fiz um pedido de subsídio ao PDR2020. Do valor inicial de investimento orçamentado, que rondou os 15 mil euros, irei talvez, repito talvez, receber... 2500 euros. Mas gastei muuuuuuuuito mais que o orçamentado.

Entretanto a propriedade ficou assim após muuuuuuuuuuuitas horas de trabalho. O chão é pobre pois as pedras quase que crescem em profusão, mas sobram as oliveiras, os medronheiros e alguns sobreiros e azinheiras.

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No sábado passado, dia em que tirei estas fotografias e antes de chegar à fazenda encontrei um primo que costuma pastorear umas ovelhas e perguntei-lhe como estava o chão. Respondeu-me com um sorriso onde denunciava uma boca quase sem dentes:

- Está bom, até já cresce erva!

Constatei que para além da erva também já cresciam umas flores silvestres.

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Apontamentos fotográficos e não só...

... de uma visita rápida à aldeia.

Ando há dias para escrever sobre a minha ida à aldeia beirã. Mas ou falta-me o tempo (outros desafios de "alevantam", eheheheh) ou os afazeres cá de casa com a neta a ser o centro do meu mundo obrigaram-me a adiar etse texto.

A ideia seria escrever as diversas sensações que tive ao percorrer uma série de lugares.  Entretanto desisti da ideia, todavia ficaram os registos fotográficos e em video.

Para mais tarde recordar...

Cheguei ás 10 da manhã e fui descarregar um depósito de 1000 litros vazio para ser cheio com água. A fazenda está quase toda delimitada por este pequeno ribeiro.

Encontrei-me com diversas pessoas com quem tive de ultimar alguns trabalhos. Ainda antes de almoçar fui a outra fazenda perceber como tinham decorridos os trabalhos.

Aqui tive um bonita surpresa porque andava lá a pastar um rebanho de ovelhas, a maioria muito simpática como se pode verificar nas fotos seguintes.

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Porém algumas mais curiosas aproximaram-se sem receio de mim. E eu fiz com que elas ficassem eternas...

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Após o almoço mais contactos e visitas aos terrenos onde captei isto,

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Acabei as visitas numa fazenda que gosto especialmente. Lá obtive estas fotos.

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onde esta charca quase vazia durante os últimos tempos está agora transbordar.

São quase seis da tarde e estou de regresso á capital.

Passo por uma das pontas da Barragem de Santa àgueda e filmei este fim de tarde beirão.

As escadas e a vida!

Hoje, pouco antes de arrumar as coisas e regressar a casa, voltei ao terreno onde nos últimos dias travei uma simpática batalha contra o tempo e a intempérie que hoje voltou!

Despedi-me daquele pequeno naco de terra fértil onde as oliveiras crescem e se sentem bem. Com calma subi e desci três leirões através de escadas de pedra e fiquei a pensar de como a vida se parece com aqueles acessos.

Vejamos então:

- Quando somos novos tudo nos surge alvo, amplo direito e com o horizonte à nossa frente;20201105_094235.jpg

- Vamos naturalmente envelhecendo e a vida corre por vezes mais torta do que gostaríamos e sempre com armadilhas pelo meio;

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- Numa certa idade quase passamos despercebidos, mas quem nos conhece bem sabe onde estamos e que ainda somos úteis:

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- Já maduros conseguimos ser o que sempre fomos, mesmo que haja quem nos ajude a subir;

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- Por fim a idade retira-nos quase tudo sendo nós na nossa pobreza e humildade, ainda assim, dignos do  nosso passado.

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Uma colónia em crescimento!

A primeira ideia que surgiu sobre a origem do Coronavirus é que este virus existia num morcego chinês que foi depois comido por um pagolim e este por sua vez caçado por um humano. O resultado está à vista de todos.

Neste longo fim de semana fui à aldeia onde fui trabalhar e visitar algumas fazendas. Numa delas encontrei esta colónia de pequenos morcegos.

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O lar onde habitam chama-se, curiosamente, Casa das Cobras, mas reconheço que nunca lá vi nenhuma não obstante já ter encontrado algumas peles.

Esta casa que foi o lar de algumas pessoas da aldeia, especialmente famílias de pastores, está inserida numa propriedade da família a três quilómetros do centro da povoação e onde já vi de tudo um pouco para além destes mamíferos: raposas, lebres, lacraus, esquilos e ainda hoje vi uma ave de rapina.

Um local onde a paz da natureza é interrompida pelo balir dos rebanhos ou por um ou outro carro que passe na estrada.

Já li que os morcegos podem estar em extinção. Entretanto por aqui a colónia continua a crescer!

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