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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

O futuro será (certamente)... feminino!

A família tem vindo a crescer. Pela minha parte já cá cantam duas crianças, como dei conta aqui e aqui. Mas na linha paralela familiar há mais três infantes sendo que o mais velho tem seis anos.

O curioso é que em cinco crianças nascidas só um é do sexo masculino. Tudo o resto... cachopas!

Hoje fui ao parque infantil com a minha neta mais velha, já que a mais nova ainda não tem iniciativa para tanto. Lá chegará, digo eu! 

Entretanto no recinto do parque algumas crianças. Contei quando cheguei cinco, para mais tarde somar mais duas ou três. Deste grupo infantil somente um varão!

Ao mesmo tempo que vou contactanto colegas e amigos estes vão-me devolvendo também a situação dos descendentes: só miúdas.

Uma antiga bloguer desta plataforma e que agora está aqui é neste momento mãe de quatro filhos sendo um rapaz (o mais novo) e três moçoilas.

Tudo somado fico já com a certeza que daqui a 20 anos a tal regra da paridade feminina deixará de fazer sentido. Ou provavelmente até fará!

Perseguindo sonhos!

Por vezes dou por mim a perguntar: o que persigo?

A resposta não vem no sopro do vento como escreveu Bob Dylan nem no silêncio que por vezes me invade. Diria mesmo que não há uma resposta perfeita à questão.

Desde muito cedo que iniciei a escrever. Textos pequenos e pobres, mas com o tempo fui evoluindo e abraçei vários projectos jornalísticos.

Já neste século acordei para a blogosfera. Todo o mundo ali à distãncia de um simples clique.

Hoje lembrei-me dos primórdios da minha escrita e dos sonhos que naquele tempo persegui. Que ingenuidade. Passaram muitos anos, talvez em demasia, desde esse escolástico tempo, porém o desejo de um fim de excelência mantém-se.

Porque no fundo foi sempre o meu maior sonho.

Até ver!

Futuro no prego!

Quando iniciei a trabalhar e a ganhar algum dinheiro não tive o cuidado nem conhecimento de gerir as minhas próprias finanças. De tal forma que antes do final do mês já metia vales... à minha mãe!

Ao fim de uns meses acabei por arrepiar caminho e iniciei um controlo apertado sob as minhas finanças. De tal forma que consegui que o dinheiro começasse a chegar até receber novamente. Filosofia ou postura, conforme lhe queiram chamar, que mantive até aos dias de hoje.

Diria mesmo mais... hoje uso um estratagema que me inibe de gastar dinheiro. Simples e eficaz. Tão simples como ter uma nota alta na carteira. Se na carteira usar notas de 10 ou 20 euros é certo que desaparecem num abrir ou fechar de olhos. Todavia se tiver uma nota de 50 ou 100 euros fico muuuuuuuuuuuito mais inibido em gastar esse dinheiro.

Também tenho perfeita consciência que os cartões de débito e essencialmenteb de crédito não deixam ninguém à mingua (só em casos extremos!). Ou como diria o meu sábio avô: "Dinheiro no bolso não consente misérias"!

Hoje muitas famílias vivem muito acima do que ganham. No entanto não se coibem de gastar sem parar! Com a inflação a subir, o aumento das taxas de juro das casas e dos créditos ao consumo, mais apertados vão ficando os orçamentos familiares.

As pessoas necessitam de ser esclarecidas, de ser alertadas para que não empenhem somente a casa mas o próprio futuro.

O dom da vida - parte 2

Nasceu hoje num hospital em Lisboa uma menina que virá a ter o nome de uma deusa romana.

Diana.jpg

Esta é a minha segunda neta em três anos!

Porque o dom da vida é daquelas coisas encantadoras, obra maravilhosa da natureza, sinto-me sinceramente abençoado pelo nascimento desta criança que veio ao Mundo no dia dedicado a S. Brás.

Por aquilo que vamos assistindo temo pelo Mundo e pelo seu futuro.

Mas para já a família rejubila!

Um imenso vazio!

Todas as semanas vou duas vezes ao lar visitar a minha sogra. De 91 anos e profundamente demente, não sabe quem lhe aparece na frente. Se filhas, netos, genros ou bisnetos.

Como não sabe o seu nome nem de nenhum familiar. Não se recorda de pai, mãe ou irmãos. É um ser vivo, mas não vivente.

As filhas perante um cenário profundamente decadente e com algumas limitações físicas não tiveram outra opção senão colocá-la num lugar sem luxos, mas onde receberia (e recebe) toda a atenção e carinho devidos à sua situaçáo. Quase oito meses passados, se bem que a demencia seja cada vez mais profunda e irreversível, certo é que parece minimamente feliz... se isso se poderá afirmar já que não tem qualquer consciência do que é a felicidade, muito menos de quem foi ou onde se encontra.

Observo este triste cenário e fico muitas vezes a pensar quantos anos me restarão para chegar a este estado? Sinceramente prefiro partir antes de tal fado. Que Deus se compadeça deste pobre...

Limito-me, e para terminar, evocar uma frase recorrente nestes casos: o que fomos e no que nos tornamos!

Uma verdade que é a assumpção de um imenso vazio.

Nuvens densas pairam sobre o país!

Não são só as areias oriundas do deserto do Sahara que nos invadem! Muito pior que este fenómeno da Natureza é ainda a guerra que decorre no velho continente.

Já o escrevi que temo o que pode vir a acontecer num futuro mais ou menos próximo. Seja no Mundo, na Europa e essencialmente no nosso Portugal.

Nós estamos longe dos alvos dos mísseis, das metralhadoras ou dos morteiros russos. Mas estamos perto de todas as vítimas através do coração, das lágrimas, da dor! Sei que há quem se aproveite destes terríveis flagelos para abichar mais algum. Porque se na guerra há quem perca (vidas humanas, casas, empregos), há também quem ganhe muito...

São estes últimos que quanto mais a guerra se prolongar mais ganham! Estando Portugal dependente do estrangeiro de quase tudo, especialmente energia e alguns bens alimentares tornar-se-á óbvio que os preços irão crescer desmesuradamente, originando ainda mais pobreza e miséria em Portugal.
É tempo de cada um de nós acordar... e precavermo-nos com o futuro. As nuvens negras estão aí!

 

Os meus receios!

Ando genuinamente preocupado com esta guerra, que não obstante decorrer a muitos milhares de quilómetros deste rectângulo, virá a influenciar o futuro do Mundo.

Quando no dealbar dos anos 90 a antiga Jugoslávia se desmembrou originando uma guerra civil culminando na independência de uma série de países, nem nessa altura tive qualquer receio.

Mas chegado aos dias de hoje temo francamente o pior… Porque é uma guerra sem sentido e criada na cabeça de um lunático que tenta reerguer a extinta URSS.

Depois há zonas na Ucrânia afectas à Rússia como são Donbass e Luhansk e que se autoproclamaram independentes. Situação que a Ucrânia não aceita.

No entanto é sabido que o âmago desta guerra nada tem a ver com os grupos separatistas, a maioria pró-russos, mas tão somente a aproximação da Ucrânia à União Europeia e consequentemente à NATO. Se tal acontecesse a posição da Rússia na Europa sairia demasiado enfraquecida, situação com a qual Putin politicamente falando não conseguiria resistir.

Entretanto também a Suécia e a Finlândia mostraram interesse em aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), enfurecendo Putin.

Quando pensávamos que já tínhamos vivido tudo de mau com a pandemia, eis que surge uma guerra estúpida (como cantou Boy George e os Culture Club em 1984), de sequências e consequências imprevisíveis!

Recuar meio século!

Actualmente a vida passa a uma velocidade vertiginosa. Pelas minhas mãos e de todos nós... de tal forma que temos imensa dificuldade em antever o futuro com alguma segurança. Ou planificar alguma coisa...

Antigamente tudo era mais calmo, sereno, previsível... e com isso havia uma maior capacidade para controlar os acontecimentos.

Já me consciencializei que o futuro mais ou menos próximo vai depender da forma como olharmos para os acontecimentos que se nos apresentam e das ferramentas que utilizaremos para intrepretar os casos. Mas isso sempre foi assim´dir-me-ão alguns de vós. Verdade... Porém as plataformas que nos rodeiam e que entram pelas nossas casas poderão ter uma enorme influência nas nossas futuras decisões. E nem sempre com os melhopres resultados. 

Por tudo isto talvez seja útil começarmos a pensar em alterar alguns hábitos recentes e regressarmos ao que faríamos há meio século.

Para nosso bem-estar e dos outros!

Hoje fui "à bola"!

Há meio século "ir à bola" era coisa de homem macho... hoje denominado "alpha".

Só que a sociedade mudou muito (e as mentalidades!), e ainda bem acrescento, originando que actualmente "ir à bola" deixou de ser coisa só de homem, mas de ambos os sexos.

Deste modo vêem-se cada vez mais mulheres nos estádios não só como acompanhantes de maridos, pais ou irmãos, mas como ferrenhas adeptas do futebol e do clube do seu coração com as vestimentas a rigor (tshirt, cachecol e demais apetrechos). 

Após muitos meses sem gente no futebol gostei de ver o estádio do Sporting bem composto não obstante as limitações e fiquei plenamente convencido que as mulheres leoninas são um capital humano a ter em conta para o futuro da instituição.

O futebol, esse, é somente um desporto, mas os clubes serão eternos.

Carpe diem... se me lembrar!

Quando olho para o triste exemplo que tenho em casa, temo pelo meu futuro.

Miro aquele ser feminino e frágil de 90 anos que nem vive nem deixa viver. Não sabe quem somos, o que lhe somos nem o que lhe fazemos. A senilidade abraçou-a com força e não a larga. E cada dia é mais apertada por aquela.

É disto sinceramente que tenho medo... de me esquecer de quem sou, de quem são os meus ou o que faço netse Mundo.

Sempre tive boa memória, mas reconheço que cada dia que passa arrisco-me a que as lembranças deixem de existir na minha cabeça.

Dizem que há tratamentos, mas preferiria não ter de os tomar. Mas por outro lado também não desejo vegetar por este Mundo!

Portanto... o melhor mesmo será viver o instante seguinte intensamente!

Para mim basta!

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