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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Chove? mas isso que importa...

Hoje tive de ir à aldeia numa viagem relâmpago. O caminho feito quase todo de auto-estrada foi atapetado de uma chuva pujante e contínua a requerer muitos cuidados na condução.

Ainda há pouco tempo fizera a mesma viagem e a paisagem nessa altura era quase desoladora tal era a seca. Mas estes últimos dias de chuva mais constante alterou, e de que maneira, a paisagem. O que fora o castanho cor de areia passou, nestes últimos dias, para um verde viçoso.

O melhor encontrei no rio Alviela, que alagou as suas margens.

A chuva, finalmente, no seu melhor!

 

Será verdade?

Vou lendo aqui e ali que na próxima semana vai haver chuva. Muita chuva.

Li também que esta água que virá, faz parte de um fenómeno que se está a desenvolver no Oceano Atlântico e se caracteriza por ventos e chuva muito forte.

Após um ano de 2017 de seca severa, aproxima-se uma frente que nos irá trazer alguma água. Para que não haja problemas de maior, será que as sarjetas estão todas limpas e a escoar na sua plenitude? Respondeu eu: Pelo que tenho visto, creio que não.

As Câmaras Municipais, as juntas de freguesia e demais entidades especializadas deveriam, em consonância com o lugar onde habitam, tomar devidas cautelas para evitar inundações e outros factores tenebrosos.

É que no passado dia 20 fez precisamente oito anos desde as mortíferas chuvas torrenciais na capital da "Pérola de Atlântico".

Será bom nunca olvidarem tais acontecimentos.

Chove? Mas isso que importa...

Já há algumas semanas que oiço na rádio dizer que a chuva já faz falta. Que faz falta já eu sei, agora que os radialistas o digam é outra coisa bem diferente. Até porque é costume eu escutá-los amiúde dizendo: "Hoje vai estar bom tempo com Sol a brilhar".

Em Novembro bom tempo era se estivesse sempre a chover! Como choveu esta tarde.

Ora a nossa capital gosta pouco de chuva. Basta caírem umas gotículas e é certo que o trânsito se torna ainda mais caótico que os dias sem chuva. Mas tudo bem... É necessário pagar por esta água bemfazeja.

Não imagino como terá sido noutras cidades. Nem a Norte nem a Sul. O que eu sei e senti na pele, foi a água que esta tarde o céu decidiu derramar pela capital.

De tal forma foi a descarga que no espaço de 300 metros fiquei completamente encharcado. Mas, sinceramente, creiam-me que não me importei rigorosamente nada.

Finalmente a chuva!

Com muuuuuuito atraso.

Oiço as beiras a escorreram a água da chuva. Paira na atmosfera um cheiro fantástico a terra molhada.

Como se vão rir as minhas couves amanhã... Aquelas que plantei em Setembro e que têm sobrevivido porque são regadas diariamente.

Mas o atraso da chuva não se deve às minhas plantações, mas unicamente aos fogos que podiam ter sido evitados se esta aguainha que agora cai, tivesse vindo 48 horas mais cedo.

Na prática começou agora a época do Outono. Só não sei quanto tempo vai durar.

À atenção dos radialistas

Todas as manhãs oiço a rádio. Faz parte do meu caminho para o trabalho. Ajuda-me acima de tudo a enfrentar o trânsito matinal e no fim do dia.

Entre algumas coisas que os radialistas dizem, com graça e até com algum interesse, há algo que me custa escutar e que se prende com a previsão metereológica.

Oiço-os declarar com incontida alegria que o dia vai estar fantástico com temperaturas óptimas. Esquecem ou simplesmente desconhecem que por esta altura já deveria ter chovido alguma coisa. Especialmente neste ano de tanto calor e tamanha seca. É que já estamos no Outono. Há terras para lavrar e sementeiras para fazer.

Eu sei que os lisboetas não se dão nada bem com a chuva, Olvidam provavelmente que nada na natureza se cria sem água.

Mas se assim continuarmos, sem chuva, o próximo ano agrícola não vai trazer muita fartura.

Pois... mas os citadinos (e os radialistas) não estão claramente preocupados pois compram tudo nos supermercados... onde nada falta...

Até um dia!

Saudades!

Já tinha saudades de um dia assim repleto de chuva, vento e algum frio. Tudo junto é uma invernia daquelas...

A chuva faz falta, muito falta, mesmo que muito citadinos a considerem já exagerada (imagine-se!).

A agricutura vive das águas caidas durante o Inverno e Primavera.

Ainda por cima estiveram diversos meses sem chover.

De tal forma que uma charca que tenho na aldeia ainda não havia enchido até ao cimo.

Contam os mais antigos que outrora eram meses constantemente a chover. Começava em Outubro e terminava em Maio.

Portanto hoje estou a matar saudades!

 

Será sina?

Todos os anos se repete a história.

Sempre que venho para a campanha da azeitona há chuva pela certa. Pode toda a semana estar límpida e com um sol esplendoroso, mas basta eu pensar em azeitona para logo o céu mudar para a cor plúmbea e com chuva a ajudar.

Mesmo com o pedido de ontem aqui apresentado, simpaticamente aceite por muitos amigos, a verdade é que a chuva caiu com intensidade. Portanto passei o dia… completamente encharcado.

Só ao fim do dia surgiu um sol tímido, quiçá envergonhado por me deixar andar o dia todo… molhado.

No entanto nem chuva nem qualquer outra intempérie parou a equipa. Ao fim do dia contabilizámos 14 sacos de azeitona. O que equivale a cerca de 350 quilos.

Amanhã haverá mais? Hummm! Não sei dizer…

A sina mantém-se...

Desejem-me bom fim de semana!

Aproxima-se o fim de semana e com ele regressa o tempo da apanha da azeitona.

Prevê-se, no entanto, que estes dois dias próximos não vão ser nada simpáticos, já que a chuva vai ser uma constante.

Parece ser sina!

Já o ano passado passei quase toda a campanha, quer na minha aldeia quer na aldeia da minha mulher, ao sabor e à má sensação de andar todo o dia molhado.

Quando refiro molhado não corresponde àquela molha que por vezes apanhamos quando de súbito cai uma bátega, mas sim à estranha sensação da água a penetrar devagar na roupa até chegar à pele.

Só de pensar nisso até já sinto arrepios... gelados.

Mas pode ser que não... Se vocês forem muitos a pedir a S. Pedro que acalme a chuva talvez o Santo vos oiça e me deixe colher a azeitona sem água associada!

Façam lá a tal forcinha!

Cá a malta de casa agradece!

Chuva de buracos!

Aproxima-se a passos largos o Outono (é já para a semana!) e o Inverno. Nós portugueses normalmente não gostamos de chuva… Basta surgirem dois dias um pouco mais chuvosos e ficamos logo cansados de “tanta” chuva.

Uma das incompatibilidades da chuva é, obviamente, com o trânsito. Com as intempéries tudo passa a andar na cidade muito mais devagar e os que não reduzem acabam muitas vezes imobilizados contra outros veículos, originando ainda maior confusão.

Costumo circular diariamente em Lisboa. Entro geralmente cedo tentando evitar os congestionamentos, mas saio quase sempre à hora de ponta. Pela tarde atravesso regularmente a cidade, tendo deste modo a consciência (quase) perfeita do (mau) estado das ruas lisboetas.

Não obstante diversas obras de alcatroamento em algumas vias, a maioria das estradas alfacinhas encontram-se em estado deplorável. Buracos – alguns parecem autênticas crateras -, deficiente sinalização vertical e pior que tudo a quase inexistente sinalização horizontal.

Na maioria das vias não se percebem as guias laterais nem os traços descontínuos do meio da via, originando que os condutores não percebam qual a faixa em que circulam, originando muitos acidentes que poderiam ser evitados.

A invernia que se aproxima, seja ela branda ou áspera, não vai certamente ajudar os milhares de condutores que entram e saem da cidade.

À edilidade pede-se cuidado e trabalho. Criarem-se obras quase megalómanas, deixando as essenciais para as calendas gregas não me parece, contudo, a atitude mais razoável.

Sinceramente a razoabilidade não é o forte dos autarcas lusos!

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