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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Eu e o Facebook

 

Há quem considere o Facebook uma forma encapotada de controlar a vida das pessoas. Talvez por isso o constante decréscimo de utilizadores daquela aplicação.

 

Por mim discordo totalmente das visões catastrofistas de alguns “gurus”. No Facebook só coloco o que quero, quando quero e aceito as amizades que quero. Nada, até agora me foi imposto. Se assim fosse há muito que teria encerrado a minha conta.

 

E ao invés do que se propaga, o Facebook tem-me trazido novas de muito lado e de muita gente. Família que se encontra emigrada, amigos a viver em locais distantes, colegas que não sabia há décadas.

 

E foi num destes últimos casos que descobri o JC, um antigo colega do antigo Liceu Nacional de Almada. Está do outro lado do mundo mas a partir de agora está aqui comigo.

 

Foi uma emoção revê-lo e saber como evoluiu na vida. E ver as fotos das filhas… Como crescesmos!

 

Se leres isto JC, espero que sim, acredita que ganhei hoje o dia. Melhor, ganhei o ano. Porque há coisas que o dinheiro jamais paga.

 

A vida pode levar-nos a todos para muito longe uns dos outros, mas o Facebook acaba por nos juntar.

 

Uma das vantagens da era virtual!

Uma noite para recordar

Rever amigos e familiares é sempre bom. Muito bom mesmo!

 

Ontem o fim de tarde e noite trouxe-me momentos únicos. Após a eucaristia celebrada pelo Padre João Fanha, parti para o Centro Cultural do Covão do Feto onde se desenrolou um repasto para mais de 200 pessoas.

 

E foi aqui neste espaço, que reencontrei amigos que não via vai para trinta anos. E conheci outros familiares já descendentes de descendentes. Oa anos passam, a família cresce e nós nem damos por isso.

 

Ficam aqui algumas fotos deste (re)encontro!

 

 

 

 

 

Para o meu amigo Manuel João!

Costumo dizer em tom de brincadeira, que um cavalheiro quando chega aos sessenta anos deixa de ser um homem para se tornar num sexagenário.

 

Posto isto, hoje um amigo meu e colega faz aquele número bem redondo. Trabalhamos juntos vai para uns anos. Homem de esquerda (assim se entitula!!!) o Manuel é um Amigo daqueles em que o “A” capitular do adjectivo deve ser enorme.

 

Com ele passei muitos bons momentos, desde trabalho até férias.

 

Lembro-me dum jantar (entre tantos que partilhámos!!!) em que na Trindade nos empanturrámos de cerveja e marisco. E da final do mundial de juniores e do repasto com caranguejos por nós apanhados…

 

Para o Manuel “puto”, como lhe chamaria o meu filho mais velho um enorme abraço de parabéns. E que a saúde te sorria permanentemente.

 

Deste amigo, sempre!

Homenagem póstuma ao Luís Daniel

 

Um dia alguém disse: morrer é uma chatice.

Especialmente para quem cá fica, acrescento eu.

Acabo de chegar de um velório de um antigo colega de trabalho. Sabia que ele estava doente mas não calculava que estivesse tanto, para terminar de uma forma tão repentina. É naturalmente triste quando vemos um amigo partir. Há um vazio que perdura no nosso coração durante muito e muito tempo.

A morte não me assusta! É, a par do meu passado, uma das grandes certezas que tenho. Porém quando partir gostaria apenas de deixar um legado neste mundo. Algo que faça alguém lembrar-se de mim.

Curiosamente hoje, naquele espaço pequeno de uma capela mortuária vi muita gente. Talvez demasiada! Todavia ninguém o recordou como ele realmente merecia. E isso enche-me de pena.

Eu gostava dele. Era um bom homem e um bom amigo.

Paz à sua alma!

Até sempre companheiro!

De mim para ti...

Há gestos para os quais não conseguimos conceber palavras de agradecimento:

 

Porque nos tocam profundamente,

Porque implodem dentro de nós,

Porque minam as nossas estruturas interiores,

Porque… porque… porque…

 

A amizade não é só um sentimento, mas outrossim uma forma de vida (creio já o ter escrito algures!!!!). Cresce com as divergências, solidifica com as discussões, intensifica-se com as cedências de cada uma das partes.

 

Disse-me uma vez um amigo de há muuuuuuuuito tempo, o seguinte: “Entre amigos não há desculpas nem obrigados”. Durante anos a fio achei que ele tinha razão. Hoje tenho a certeza que ele estava errado, se não em tudo pelo menos em parte.

 

Como posso desta vez não agradecer? Como posso não dizer “Obrigado”? Como?

 

É perante estes desafios que a vida nos coloca, que temos de estar preparados para responder. Eu respondo sinceramente: não estava!

O poema que se pode ler aqui, foi escrito por uma muito boa amiga. Daquelas que adoram dar (muito!) e receber (quanto baste!)...

 

E não sei que escrever mais! Talvez dizer sim: "Muito obrigado Fátima"

 

Trinta anos… quanto mais se seguirão?

 

Fez no passado dia 6 de Outubro, 30 longos anos desde o dia em que entrei para a empresa para a qual ainda hoje dou o meu contributo. Mas se parar, assim de repente e olhar para todo este tempo já decorrido, parece que passaram apenas meia dúzia de dias.

Era uma quarta-feira. Acordei cedo, tal era o receio de não chegar a horas. Estreei um fato, fiz o nó da gravata , comi qualquer coisa  e saí. Apanhei o autocarro logo seguido do barco o que me fez chegar muito a tempo. Entrei receoso no hall e um segurança indicou-me simpaticamente a recepção. Outras pessoas já ali se encontravam. Entre elas reconheci, com um misto de surpresa e alegria a Rosa Maria, amiga havia muitos anos. Os interesses profissionais haviam-nos naturalmente desviado a determinado passo, mas esta empresa juntara-nos…

Subimos finalmente ao 3º andar para a imponente sala da assembleia onde fomos recebidos por elementos do Departamento de Pessoal.

E durante dois dias foi-nos mostrada uma empresa assente em história e (muitas) estórias.

- Uma entidade muito tradicionalista – diria a certa altura um dos oradores.

O pior é que, naquele tempo, a tradição já não era o que deveria ser!

Trinta anos a levantar-me cedo, a comparecer cedo, a aceitar cedo o peso da mudança…

Mas fiz amigos… E provavelmente inimigos (e ainda bem, também necessito deles para assim saber avaliar os verdadeiros amigos!)

No dia 6 de Outubro estive longe da cidade que me acolheu nestes últimos anos. E após um dia de muito trabalho no campo nem forças tinha para acabar de soletrar uma frase. Adormeci à primeira oportunidade…

Todavia não me esqueci do dia e não obstante ser com algum atraso quero apenas aqui cumprimentar com um imenso abraço e dar outrossim os parabéns a esta óptima “fornada”, claramente a melhor que entrou em 1982. A saber:

A Sílvia

A Maria João

A Júlia

O Raul

A Isabel

A Helena

A Fernanda

O António Fernando

O José

A Teresa

O Nuno

A Telma

O António Gonçalves

E obviamente a Rosa Maria já referida anteriormente. E por fim eu!

Pretendo, com este texto, agradecer o todos estes “jovens” colegas, a amizade que me têm dispensado nestas últimas três décadas e prometer que organizarei um repasto digno do nosso grupo.

Este texto tem no seu título uma questão. Esta mantém-se.

Quem de vós me saberá responder!

 PS- Se me esqueci de algum nome façam o favor de me avisar. Não terá sido de propósito!

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