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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Há seis anos!

A pandemia ameaçava já o Mundo, para neste mesmo dia no ano de 2020 e sem medos das eventuais ameaças nascer a minha primeira neta.

Desde este dia, há precisamente seis anos, até hoje já nasceram, entretanto, mais três crianças que me enchem o coração e algumas deles os dias. Mas não me importo, mesmo sabendo que recai sobre os meus ombros outras responsabilidades.

Uma coisa é sermos pais e termos o poder de orientar os nossos decendentes outra é sermos avós e tentarmos conciliar a nossa visão para as novas crianças, com a perspectiva por vezes muito diferente das dos nossos filhos para os seus descendentes. O que nem sempre é fácil, admito!

Curiosamernte há umas semanas e em conversa com uma amiga com filhos já crescidos ela assumia que gostaria de ter muitos netos, mas jamais estaria disponível para tomar conta deles. Não é caso virgam e muito menos anormal. Opcões!

Só que deste lado olho para estes infantes não apenas como meus legais sucessores, mas como reais focos de ternura, amor, carinho, solidariedade e compromisso. De muita entrega e recebimento na mesma medida!

Não pretendo com esta prosa atacar alguém que não pensa como eu... Longe disso. Mas fica, quiçá, um aviso: no futuro só colheremos se semearmos. A realidade da vida diz-nos que nem sempre será assim, mas quero crer que deixo às minhas crianças bons exemplos, para que eles um dia mais tarde sejam outrossim bons exemplos para quem os seguir.

A  gente lê-se por aí!

Os contos de Natal de 2025! #5

Passado que é já o Natal e até o Ano Novo é tempo de fechar este capítulo da recolha dos Contos de Natal de 2025.

Fecho este pedaço de escrita convicto que fiz o melhor que sabia e podia. No entanto nada fica totalmente encerrado pois dando seguimento ao que escreveu o poeta José Carlos Ary dos Santos "o Natal é quando um homem quiser", deixo uma nesga entreaberta para que mesmo tardiamente ainda inclua neste derradeiro postal mais alguns textos.

Posto isto não posso deixar de agradecer:

- à minha amiga Isabel ao ter-me deixado pegar no seu testemunho criado em 2019 e continuá-lo:

- a todos os escribas;

- a todos os fiéis leitores;

- a todos os comentadores:

- a toda a gente anónima que por aqui passou e sorriu para este desafio.

 

Ficam infra os textos com uma novidade em relação ao postal anterior.

No final deste ano espero e desejo que estes ou mais escritores polvilhem a blogosfera com óptimas histórias para alguém depois as recolher.

Bem hajam a todos (sem excepção).

 

A fotografia - José da Xã

A mãe - José da Xã

Mataram o Natal - Zé Onofre

O castanheiro que sonhava ser árvore de Natal - Francisco Carita Mata

Noite de Natal - Redonda

Constelação Olívia no País das Palavras

A desilusão de ser Árvore de Natal! - Francisco Carita Mata

Carta ao menino Jesus - Rui Correia

Um Conto de Natal - Rui Correia

O letreiro - Maria Araújo

Conto de Natal - Maribel Maia

Natal no contentor - Francisco Carita Mata

25 - Zé Onofre

O Pai Natal está em todas - João-Afonso Machado

Natal . afinal o que é? Mia Ressu **

O Presépio . José da Xã

Poemas de Natal #3 - A candeia acesa - Folhas de Luar

Conto de Natal 2025 - ATPG

Recado ao Pai Natal - Romi

Poemas de Natal #4 - Feliz Natal para todos - Folhas de Luar

É Natal - Vagueando

Resposta do Pai Natal - Romi

Um Natal imprudente - Maria João Brito de Sousa

NATAL - Custódio Montes e Maria João Brito de Sousa

Um conto de Natal português - Inês R.

Ainda falta muito?

Para as eleições presidênciais?

É que a campanha ainda nem principiou e eu já estou deveras cansado de tanta, mas tanta demagogia.

Olhemos o que fez o Professor Marcelo refém das suas promessas... Diria que nada. E se Portugal melhorou ou piorou durante os seus mandatos não foi a mãozinha marcelista que o fez. Nem bem nem mal. à moda do antigo remédio Melhoral.

Todos os candidatos falaram nos diversos debates numa ideia chamada "magistério de influência" como se este dado fosse algo com alguma pujança. Portanto um qualquer PR não concorda com uma específica situação, chama o PM para lhe comunicar que tem de resolver o problema e o chefe do governo vai certamente escudar-se na AR e na minoria que tem.

O resultado final será aquele que todos sabemos e tem acontecido desde que somos democracia: nada se muda nem mudará!

Recordam-se dos incêndios de Pedrogão em 2017? Pois... Tanta vontade, tantas iniciativas, até na altura caiu uma Ministra para, no fundo, no fundo tudo se manter no mesmíssimo estado.

Este é um exemplo breve do muito pouco fará um PR hoje e num futuro próximo. Ainda assim gostaria de acreditar nas boas intenções dos candidatos, mas sinceramente esta platitude eleitoral... aborrece-me!

A gente lê-se por aí!

Ano Novo, vícios velhos!

Uma grande e boa amiga enviou-me esta manhã uma mensagem que dizia: "O melhor do Ano Novo são os Velhos Amigos"!

Gostei muuuuuuito da frase e agradeci-lhe convenientemente.

Mal sabia eu que hoje, ou melhor, neste fim de tarde iria aproveitar a tal frase fantástica e dar-lhe uma nova roupagem tendo em conta o que assisti.

Realmente não é nada de mui grave e que venha com isso mal ao Mundo, todavia passam os anos, os governos, mudam-se as mentalidades, mas o português em certas coisas mantêm-se fiel aos seus princípios.

Entre muitos que a população lusa gosta, um deles ensarilha-me a cabeça e prende-se com a pontualidade ou a falta dela.

Quando trabalhava e tinha um horário rígido sempre cheguei a horas ao local de trabalho. Depois quando passei a ter um horário mais aberto ainda assim gostava de estar cedo no meu gabinete.

Mas devo ser uma excentricidade lusa já que neste país raras são as pessoas que chegam a horas. Ou dito de outra maneira: a malta julga que chegar 15 minutos ou meia hora mais tarde que a hora aprazada é ser pontual.

Bom o pior é que este vício velho mantem-se no Ano Novo. Daí o título deste postal.

Hoje fui assistir ao Concerto de Ano Novo no CCB. Uma tradição familiar já com alguns anos e que os velhotes agradecem a quem ofereceu. O espectáculo estava marcado no bilhete para as 17 horas.

A tempo e horas saí de casa em busca de um lugar para o carro e ainda com folga temporal para chegar. Quando me sentei na cadeira que me calhara em sorte, faltavam cerca de 8 minutos para as cinco da tarde.

ccb.jpg  

A imagem supra foi feita depois das 17 horas e enviada a diferentes amigos e à qual anexei esta mensagem: "Concerto de Ano Novo com vícios velhos. Era para começar às 17 horas. Pois ainda está assim. E já são 17 e 02. Ai, aí!"

E pronto... o concerto começou muito depois deste envio de mensagens, já tinha o telemóvel desligado.

Definitivamente este povo não muda mesmo!

Alô 2026!

Bom... nada de resoluções para o ano que está a chegar! Já sei que tudo o que pretendo fazer sai-me sempre furado, portanto...

No entanto também é tempo de agradecer. É qu'isto de saber dar e não saber receber também não é nada bom.

Assim sendo seguem os meus agradecimentos e votos de que o próximo ano de 2026 seja o culminar de muuuuuitos projectos pensados e sonhados.

Eis a lista:

- Ao meu desgoverno! (eles sabem bem quem são!!!);

- Aos meus leitores anónimos (não sei quantos serão);

- Aos meus comentadores frequentes: (poucos, mas muito bons);

- Aos meus amigos distantes (com quem não falo há demasiado tempo);

- Aos meus amigos recentes (alguns nunca os vi pessoalmente, mas não deixam de ser bons amigos);

- Aos bloguers deste imenso charco (que nunca desistam de escrever);

- Aos meus companheiros de escrita noutro espaço (eles também sabem quem são;

e finalmente

- A toda a equipa da SAPO (que nos aloja nesta plataforma de forma tão graciosa!).

Alô 2026... Cá te esperamos para novas demandas!

Questões para 2026

Ofereceram-me este Natal um belísssimo livro sobre os "Romeiros de São Miguel". HOje estive apenas a folheá-lo e foi nesse bocadinho que a minha neta se aproximou de mim e perguntou que livro era aquele.

A publicação tem o sugestivo nome de "Rostos de fé" com um conjunto de óptimas fotografias. Mas foi nestre entretanto que surgiu a questão: como se ensina o que é a "fé" a uma criança de cinco, quase seis anos?

A verdade é que há cá em casa uma série de objectos de cariz católico e aos quais a cachopa nunca sentiu interesse em perceber o seu significado.

No entanto mantenho algumas outras perguntas em aberto, para além da que já formulei:

- Como se explica a crença num Deus Todo Poderoso?

- Como se traduz para uma linguagem actual todo o Mistério da Paixão de Cristo?

- Como trestemunhamos Maria a uma criança?

Questões para as quais não tenho uma resposta assertiva e coerente. Numa época em que só se acredita no factual, todo este manancial de ideias e perguntas coloca-nos num patamar de dúvidas permanentes.

Provavelmente 2026 será o ano para eu encontrar respostas a estas questões. Ou se calhar até não!

Coisas de 2025!

Não tenho por hábito fazer uma análise ao que passou durante o ano cível, até porque não é por numericamente se mudara de ano que as coisas irão ou não melhorara ou piorar.

Digo eu...

Fui ver o meu diário de escrita deste ano. Nele encontrei um espaço vazio com apenas uma referência "dia de apagão"! Xiiiii, pensei, tivemos esta situação estranha...

Bom, o ano de 2025 que ainda não terminou foi fértil em casos incomuns (o apagão generalizado, foi um deles), mas houve novas eleições legislativas, surgiram as primeiras caras de candidatos à eleição do Presidente da República e o (meu) Sporting foi bi-campeão, algo que não acontecia há 70 anos.

Comigo as coisas até que nem foram muuuuuuuito más. Em Maio lancei o meu terceiro livro, em Junho estive de férias na Ilha Dourada sem fazer rigorosamente nada, em Agosto estive na "minha" praia, para Outubro ser um mês quase todo dedicado à campanha da azeitona que correu muuuuito melhor que eu esperava.

Os eventos menos simpáticos prendem-se com uma tosse que tive e que demorou meses a passar, uma safra de batatas horrível que não chegou para as encomendas, um IRS a pagar de um valor quase absurdo para agora reaparecer uma vez mais a surdês.

Pelo Mundo todos sabemos das guerras que por aí andam e que um destes dias podem tornar-se mais perigosas para todos nós, assim como os estranhos fenómenos da Natureza (aquele furacão no Algarve... ).

Finalmente como não tomo resoluções para o ano seguinte, apenas acordar vivo, diria, em nota de rodapé que o ano até nem foi mau.

Estou vivo!

Hoje. Amanhã não imagino!

E Deus levou a Mulher!

Este é o título do derradeiro filme de Brigitte Bardot, em contraponto ao realizado por Vadim nos anos 50 do século passado.

BB não foi o meu ícone já que vivi noutra época, mas sempre a reconheci como uma enorme mulher do cinema e de causas. Algumas boas outras nem por isso.

França perdeu hoje uma enorme personalidade. Daquelas eternas.

images.jpeg

Para este último filme da sua vida o meu eterno aplauso. Mereceria todos os prémios do cinema.

Descanse finalmente em paz 

Revisitando!

Após os últimos dias de azáfama natalícia eis-me uma vez mais a descansar neste sábado.

Todavia ontem aproveitei estar na aldeia com os meus idosos pais para rever lugares fantásticos na zona que já conheço, mas que dá sempre gosto revisitar.

A maioria das imagens destes locais tem mais graça no Inverno e depois de uns tempos de chuva intensa como foi nas últimas semanas. O video infra mostra o polje de Minde como é tecnicamente conhecido, mas que por aqui tratam de chamar a Mata de Minde.

Minde é a povoação à direita, que foi há muitos anos um enorme centro de indústria de lanifícios e onde foi inventada, criada não sei dizer uma forma de comunicação muito própria que se chama "Piação dos Charales do Ninhou". Minde é uma das freguesias do concelho de Alcanena no distrito de Santarém, mas a sua relação é preferencialmente atraída para o lado contrário, quer dizer Leiria.

No entanto a amizade com a freguesia de Mira de Aire (a povoação da esquerda), já noutro concelho e distrito, nunca foi assim fantástica. Outras estórias, provavelmente agora sem razão de ser.

 

No lado oposto do concelho de Alcanena podemos encontrar, quiçá, o ex-libris desta zona e que se liga à história de Portugal e à cidade de Lisboa.

Em 1871 o rei da altura D. Luís I, o Popular, mandou captar água no nascente do Rio Alviela e trazê-la para Lisboa onde depois seria distribuída por diversos fontanários.

Um trabalho de engenharia fantástico já que a água chegava a Lisboa através da própria gravidade. E 120 quilómetros era, para a época, uma distância bem razoável.

 

Dizem alguns especialistas que a água do video do topo escoa lentamente por debaixo do chão desde a Mata de Minde até a este nascente, por entre pedras calcárias, grutas e algares.

Mais este é o maior lago submerso da água doce da Península Ibérica. Acresce dizer que há um video de alguém que desceu à profundidade de 215 metros.

Um rio que já foi nome de jornal e onde eu colaborei durante alguns anos.

Os contos de Natal de 2025! #4

Esta quadra que ora vivemos trouxe mais alguns exemplos de visões escritas do Natal.

Em prosa, em poesia o que realmente conta é... participar neste desafio que a nossa amiga Isabel tão bem lançou há seis anos.

A lista ainda não é muito longa e continio à esp+era de mais colaborações. Vá lá espalhemos esta ideia.

A fotografia - José da Xã

A mãe - José da Xã

Mataram o Natal - Zé Onofre

O castanheiro que sonhava ser árvore de Natal - Francisco Carita Mata

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A desilusão de ser Árvore de Natal! - Francisco Carita Mata

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Um Conto de Natal - Rui Correia

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Conto de Natal - Maribel Maia

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Poemas de Natal #4 - Feliz Natal para todos - Folhas de Luar

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Um Natal imprudente - Maria João Brito de Sousa

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