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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Ei-lo... o calor!

E com ele a ameaça de incêndios florestais.

Todos os anos quando o Estio surge com estas temperaturas tropicais começo a temer pelas nossas florestas.

Os fogos continuam a ser em Portugal uma enormíssima calamidade que ninguém quer ou sabe controlar. Por muito que se tente, se lute, se sensibilize, certo é que o calor nunca nos traz boas notícias, quanto a incêndios.

Ontem foi às portas de Lisboa. Hoje poderá ser em qualquer lado deste país que vive literalmente sobre brasas. Amanhã à nossa porta.

Sejamos conscientes quanto aos perigos dos incêndios. Deste modo ajudemos a Natureza a manter a sua beleza e força, tendo diversos cuidados.

Não será necessário enumerá-los, pois todos nós temos mais ou menos ideia do que se pode ou não fazer por esta altura.

A luta contra os fogos começa também connosco! Façamos a nossa parte.

Bom fim de semana!

Viver em paz!

Hoje em conversa com alguém próximo dizia que a palavra ódio não existe no meu léxico. Todavia faltou acrescentar que também não existe na minha vida.

No entanto sei que nem todas as pessoas vivem deste forma assumindo, algumas delas, bravatas ou demandas sem qualquer nexo.

Os brasileiros têm uma filosofia em que "dão um boi para não entrar numa guerra e uma boiada para não sair dela". Não sei se corresponde à verdade, mas verdadeira ou não, entendo perfeitamente a ideia.

Já eu dou tudo e mais alguma coisa para me manter em paz... comigo mesmo. Poderão chamar-me de cobarde ou simplesmente que serei um medricas, mas tal não me afecta já que vivo em primeiro comigo e depois com os outros.

A minha paz interior não advém de leituras em grossos compêndios, mas tão-somente de uma real experiência de vida que os meus mais de sessenta anos de idade me proporcionaram.

Por tudo isto a tal palavra ódio não tem para mim qualquer significado e nem a uso amiúde. Porque gosto de dormir sossegado.

E acordar feliz!

Chegado hoje!

Depois do que aqui escrevi procurei rapidamente comprar o último livro daquele meu antigo colega de escola e de quem desconhecia completamente o seu paradeiro.

Por isso fiquei muito contente quando hoje recebi este livro encomendado há dois dias.

20210714_194228.jpg

Um livro de poesia que parece contemplar e abarcar várias fases da vida poética de António Cabrita.

Gosto de poesia. Muito. Diria que prefiro lê-la a escrevê-la. E se como diz a sabedoria chinesa "para escrever um livro é necessário ter lido mil", arrisco acrescentar que para a poesia será obviamente necessário ler muitos mais para que um dia se escreva um bom livro.

Estou deveras entusiasmado com o que li, assim de corrida. Sinto que vai ser um autor a repetir com outras obras.

Ler os sinais!

O título deste postal poderá sugerir algo diferente daquilo que pretendo. Cabe-me assim desfiar a minha ideia para que não existam dúvidas.

Quando tomamos consciência real do nosso corpo fisico. a primeira coisa que começamos a conhecer é a forma como aquele reage, por exemplo, a alguns alimentos ingeridos. Depois há o calor estival, o frio invernoso, a Primavera a semear alergias e cada um reage de forma assaz diferente.

Conforme envelhecemos, melhor vamos conhecendo a nossa estrutura óssea que carrega os orgãos e a carne com a qual conseguimos andar. É no instante seguinte em que o nosso corpo envia o primeiro sinal para o exterior que devemos acordar para outra realidade e perceber o que aquele nos pretende dizer. Ou melhor... avisar.

Por isso nunca devemos menosprezar uma dor, um vómito, uma tontura ou uma simples má-disposição. Todos estes sintomas podem ser meras reacções momentâneas ou os primeiros avisos de que algo em nós não está bem.

Saber ler estes sinais pode ser a diferença entre a descoberta de algo a tempo de ser tratado ou o adiamento para algo irreversível.

Há quem não ligue a estes avisos e depois quando tudo se transforma para o pior, acabam por assumir:

- Faz tempo que não me sentia bem!

O pior é que na maioria dos casos poderá ser tarde demais! 

Que tal pensarmos nisto!

Gente ilustre na minha vida!

Não ligo muito às redes sociais. Algumas nem tenho... Todavia ontem no feicebuque (que é a única dauelas que tenho) li um postal de um colega de um outro blogue que referia que um amigo vivia momentos complicados, essencialmente devido ao Covid19.

O postal mostrava também uma foto do dito amigo e o seu nome.

De súbito percebi que conhecia aquela pessoa. Fui tentar pesquisar mais para descobrir que o António Cabrita fora meu colega de escola no extinto Liceu D. João de Castro (secção de Almada).

Recordei-me bem dele e foi com nostalgia que revivi as vezes que a mãe de António me deu boleia até à Cova da Piedade, num velho Austin Morris.

Se Moçambique fosse aqui ao lado talvez o visitasse para lhe dar um abraço ou melhor nestes tempos pandémicos, uma cotovelada. Assim espero que a vida o vá carregando entre livros, crónicas e demais escritos que eu vou começar a ler!

Resumindo: conheço gente ilustre e nem sabia.

Um susto daqueles!

Hoje quando regerssava a casa apanhei trânsito de tal maneira que andei minutos naquele pára/arranca tão chato.

Esta fila fez-me viajar muitos anos ao passado, talvez perto de 30. 

Naquele sábado tive de atravessar a Ponte sobre o Tejo no sentido Lisboa/Almada. Era Verão e a ponte só tinha duas faixas para cada lado o que equivale dizer que apanhei fila muito antes da avenida da ponte. 

Pela experiência calculei que teria perto de duas ou mais horas de trânsito. A passo de caracol lá fui andando... devagar... muito devagar. Deu até mesmo para cumprimentar um agente que estava ali de serviço a ajudar no trânsito e que eu conhecia do meu trabalho, quando ele fazia guarda ao edifício.

Estava eu nesta lentidão, quando ouvi atrás de mim uma sirene que parecia ser da polícia. Espreitei pelo retrovisor e vi que uma moto tentava passar apressadamente por entre os carros, trazendo as luzes acesas. Disse para comigo:

- Pronto já percebi... há acidente em cima da ponte.

Entretanto o polícia da BT aproximou-se, chegou a meu lado e, tendo eu o vidro aberto, disse-me num tom que não admitia dúvidas:

- Siga-me!

Fiquei sem pinga de sangue... O meu corpo tremia e as mãos suavam não do calor matinal, mas do espectro do que me estaria para acontecer! Portando vai daí toca a seguir a moto...

Ainda me lembro da forma como aquele desviava os carros da frente para que eu o seguisse... Cheguei a andar a 80 quilómetros no meio dos outros veículos que se afastavam repentinamente. Nem imagino o que terão pensado de mim...

Chegado ao fim da Ponte o polícia trava, espera que eu o apanhe e ordena:

- Pode seguir, faça boa viagem!

Ups! Como?

Segui caminho, fiz o que tinha a fazer, regressei a casa, mas nem contei a ninguém o que me havia acontecido.

Na segunda-feira seguinte já no trabalho reencontro o polícia que cumprimentara na fila ao que ele me devolveu:

- Gostou da boleia...

Foi aí que se fez luz... Porém o susto que apanhei naquela manhã jamais o esqueci.

"Dura lex sed lex"

Goste-se ou não da disciplina "Cidadania e Desenvolvimento", certo é que esta faz parte do ensino e a exemplo das outras disciplinas devem os alunos ter aproveitamento positivo se quiserem transitar de ano.

A polémica está instalada porque há pais que não concordam com a disciplina e muito menos com a possibilidade dos seus educandos ficarem retidos por não terem aproveitamento.

Pegando no meu exemplo diria que sofri do mesmo problema quando fui aluno. A minha queda para o desenho e trabalhos manuais naquela altura era muito grande. Só que não tinha onde cair (podem rir, se quiserem!!!)!

Na realidade chumbei um ano escolar (era assim que se dizia na altura) por não ter notas positivas a desenho. Sinceramente nunca percebi porque tinha que fazer aquela disciplina para a qual nunca demonstrei qualquer capacidade. Mais... nunca senti necessidade dela na minha vida futura de estudante e mais tarde como trabalhador. Porém tive de a fazer... senão não passaria de ano.

Neste sentido estranho que os pais se metam na vida escolar concordando ou discordando das disciplinas obrigatórias. No meu tempo o Encarregado de Educação que tivesse uma atitude destas, provavelmente, sairía radicularizado pelos outros pais.

Mas hoje todos têm direito a contestação! Nem que seja pelas coisas mais absurdas!

Mas a lei é para ser cumprida! Ponto!

Brincar à moda antiga!

Isto de ser avô tem que se lhe diga. Aquilo que não brinquei em criança faço-o agora. Recupero para tal brincadeioras antigas, daqueles que tentei brincar, mas não consegui!

O curioso é que a minha neta diverte-se imenso com as ditas brincadeiras e nem preciso de muitas coisas. Uma vassoura entre as pernas a fazer de cavalo com a respectica correria nos terraços, as escondidas atrás de portas, os balões, as bolhas de sabão e tantas, tantas outras brincadeiras que num determinado instante vou criando.

O que interessa mesmo é que a cachopa se desvie o mais possível das televisões e outros periférios modernos que reconheço serem assaz apelativos, mas deficientemente educativos.

Resumindo e baralhando ninguém consegue imaginar as parvoíces que faço para animar e entreter a criança cá de casa!

O som da Natureza

Fui num saltinho à Beira Baizxa resolver assuntos inadiáveis. Mas levantei-me cedo para ainda dar uma volta pelas terras.

Para além de um conjunto de javalis - seriam mais de uma dezena - e que não tive oportunidade de filmar ou fotografar, consegui ainda assim capatar este som junto da charca ainda cheia.

Quiçá o verdadeiro som da Natureza!

 

Num ápice tudo muda!

A vida é uma enorme professora que constantemente nos dá inúmeras lições. Na verdade não temos nada como garantido a não ser o nosso passado e um dia a negra!

Tudo o resto não passará de vontades e desejos.

Há que reconhecer que de um momento para o outro tudo tudo pode mudar. O que agora parecia firme passa a frágil e este a firme. A pandemia tem sido, para todos, um enorme exemplo disto.

Hoje um familiar muito próximo sentiu-se mal e teve de ser internado de urgência. Não se sabe o que teve, talvez durante a noite se saiba alguma coisa.

Ainda antes de tudo acontecer almoçámos, conversámos e rimos juntos. Aliás como diariamente o fazemos!

Porém de um momento para o outro tudo mudou. Para pior...

Como escrevi no início... a vida é uma enorme professora! Mas há quem julgue que está acima dela.

Tontos!

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