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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Livro da vida!

Devagar ou mais depressa todos vamos lendo um livro, mesmo que não tenhamos gosto pela leitura. Todavia a leitura surge diariamente e por vezes a todas as horas.

A nossa vida será como um livro. Grande ou pequeno depende de nós, mas não só! Felizmente, acrescento. Quando alguém no s pôs do Mundo o nosso livro tinha poucas ou nenhumas páginas e as que tinha estavam em branco.

Com o crescimento fomos colocando pequenos apontamentos nessas páginas alvas a necessitarem de vida! Depois, mais velhos, fizemos uma de duas coisas: lemos o que escrevemos e com isso acabámos por perceber onde riscámos indevidamente o livro ou não ligamos patavina ao que fomos ali depositando e avançamos na leitura sem medos!

Ambas as situações são viáveis e importantes e podemos com elas escrever nas próximas páginas algo diferente do que supunhamos!

Daqui a umas horas será um outro ano, mas será também um novo dia! Tudo a estrear e pronto para receber mais eventos no tal livro da vida!

Aproveitemos então para escrever coisas fantásticas. Eu tento fazer por isso! E tu já fizeste?

Brilhante 2024!

Os Reveillons da minha vida!

Nunca gostei do Entrudo, mas sempre gostei das passagens de Ano! Ouso mesmo afirmar que guardo dos velhos "reveillons" as melhores memórias.

Fiz passagens de anos em muitos e diferentes lugares. A maioria foi em casa porque na verdade só comecei a sair mesmo a sério já era independente financeiramente.

Andei por Lisboa, Almada, Corroios e mais não sei quantos sítios, a fazer da passagem do Ano... aquele momento sempre especial!

Muitas noites em branco, bem bebidas, mas também bem... acompanhadas! Tive sempre muitas amigas e foi com algumas delas que transitei de ano!

Depois com a idade e os filhos tudo esmoreceu e a minha passagem de Ano é, desde essa altura, invariavelmente semelhante: ver do terraço de minha casa o fogo de artifício que se espalha pela paisagem urbana. Desde o Terreiro do Paço a Sintra consigo apanhar todos os festejos de luz e cor!

Posto isto estamos a pouco mais de 24 horas de virar a página total de um ano, mas no fundo, no fundo, será somente mais um dia!

E já agora... acrescento que não tenho previstas quaisquer resoluções para 2024. Ou quem sabe viver apenas um dia de cada vez!

Olha a bela tangerina!

Resposta a este desafio!

Na última ida à aldeia na Beira Baixa, no início deste mês encontrei num terreno que agora é meu esta minha tangerineira. Na altura creio ter partilhado com alguns amigos daqui...

20231208_123927_resized.jpg 

Pena que os frutos ainda não estivessem maduros, pois de outra forma a carrinha viria ainda mais carregada do que veio.
Decididamente nesta aldeia só morre à fome quem quiser. 

De 2023!

Este ano de 2023 que está prestes a terminar teve, como sempre temos nas nossas vidas, altos e baixos.

Começarei pelo menos bom:

- a saúde do meu velho pai que está cada vez mais debilitada e a consciência de que um dia...;

- a certeza de que na vida nada é certo e tudo uma incógnita;

- trabalhei muito este ano não obstante jé me encontrar reformado (há vida para lá da reforma!).

Quanto ao bom que passou este ano diria:

- o nascimento de uma neta com nome de princesa (e é uma princesa):

- o saber que irei ser novamente avô (desta vez um rapaz!);

- o lançamento do meu primeiro livro em Maio que terá sido o melhor que me aconteceu em 2023.

A ver o que nos trará o próximo ano...

Até lá a gente lê-se por aí!

Uma mulher às direitas

O país politico está a partir de hoje mais pobre com o desaparecimento da antiga deputada do PCP Odete Santos.

Não estando eu, politicamente falando (andei há muito tempo por outras esquerdas), no mesmo patamar da ora malograda militante comunista, ainda assim nutria por esta beirã radicada em Setúbal uma genuína simpatia. E porque não dizê-lo enorme admiração.

Recordo muitas das suas polémicas, mas assertivas intervenções parlamentares, que deixava muitos dos seus adversários políticos quase sem resposta. Dona de uma refinada ironia era fiel aos seus princípios ideológicos dos quais jamais abdicava.

Partiu hoje aos 82 anos de idade uma mulher às direitas!

É tempo agora de finalmente poder descansar... em paz!

Cortar... o sucesso!

No princípio do mês de Abril deste ano civil iniciei a divulgação de algumas fotos das rosas do meu jardim. E até hoje estas belas flores originaram seis postais sendo que dois deles foram até destaque nos recortes dos Blogues da SAPO.

Hoje e aproveitando o dia frio e nebulado fez-se a poda necessária nas roseiras, para que na próxima primavera as rosas surjam com mais pujança e logicamente mais bonitas. Portanto andei a cortar no sucesso deste espaço!

Entretanto este ano com uma novidade: uma rosa a que deram o nome de "Abracadabra" chegou há semanas vinda directamente de França. Estou espectante para ver como será.

Portanto se quiserem revisitar os postais das rosas deste ano sigam as seguintes ligações:

Primeira rosa!

Ei-las... as rosas!

E se os cravos fossem... rosas?

Rosas de Outono

Rosas de Outono - parte 2

O país que não conheço!

Ontem escutei a mensagem de Natal de António Costa (ainda gostaria de perceber porque um Primeiro-Ministro de um governo de um país constitucionalmente laico tem de falar neste dia específico, ainda por cima assumidamente ateu!), a última que fará como chefe de um governo.

Falou aquele de um país em que tudo são... maravilhas! Nesse local idílico todas as pessoas têm médico de família (eu incluído), a habitação foi um problema num passado longínquo, os professores vivem felizes e contentes, a educação está no auge sem alunos a desistirem de estudar antes de um curso superior completado, o desemprego é uma utopia, crescemos mais que os nossos vizinhos europeus e arredores, a corrupção é algo inexistente e mais bla, bla, bla...

Estive eu com a atenção que o momento obriga a ouvir alguém a descrever um país que reralmente não conheço! Nem sei onde está! Porque Portugal não é certamente!

Olhó Natal!

Este tempo de Natal e festas pode tornar-se estranho e por vezes enviezado. A partir do dealbar do mês de Dezembro é frequente desejarmos as Boas Festas incluindo nestas, obviamente, o Natal!

Porém as pessoas podem até nem gostar do Natal por diversas razões pessoais, podem professar religiões que não comemoram esta festa ou simplesmente estarem-se olimpicamente borrifando para estas festas.

Deste modo custa-me desejar aos outros as, tão normalizadas, boas festas ou um bom Natal. Porque posso estar a obrigar os outros a responder-me sem que seja esse o seu verdadeiro desejo. Mas se nada disser poderei estar a ofender alguém que pensará simplesmente que sou mal educado, por nem desejar as Boas Festas!

Mas sendo eu católico não deveria ter este tipo de discurso e considerar que o tempo de Advento deveria ser igual para todos. Todavia reconheço que a fé envolve muitas formas e diferentes credos. Deste modo não posso pensar que a verdade estará só do meu lado.

Enfim o Natal deveria ser um momento de partilha, mas acima de tudo uma época de tolerância especialmente perante aqueles que são diferentes de nós!

Consoada!

Este ano o Natal será mais cheio... de gente! É quer as netas já contam. Se uma tem quase quatro anos e a outra ainda não comemorou o seu primeiro aniversário, é certo que a alegria é a rodos.

Entretanto veio cá uma sobrinha-neta também para brincar!

Resultado: uns partem, outros chegam e assim se completa o ciclo da vida!

Quando por vezes fecho os olhos e pergunto e se... nunca tivesse sido pai como estaria hoje?

Não consigo imaginar, mas de uma coisa tenho a certeza... não seria mais feliz do que sou hoje, porque estas minhas crianças são uma espécie de carregadores de felicidade do meu coração!

Tempo de Natal!

Aos 5 anos apanhei o meu maior choque natalício. De tal maneira que nunca mais olhei para o Natal com os olhos de criança e manteve-se até muito tarde na minha vida. Confesso que se não fossem as minhas crianças provavelmente o Natal seria hoje um dia "normalérrimo"!

Só que a vida ensina-nos a diluir as frustações e as tristezas no mar dos acontecimentos e aquilo que em tempos pode ter sido menos positivo quase desaparece ficando apenas um breve resíduo!

Sempre vivi com pouco, isto é, não valia a pena pedir este Mundo e o outro pelo Natal, que já sabia que tocava-me sempre pouca coisa. O dinheiro não esticava...

Hoje as crianças escrevem cartas ao Pai Natal a fazerem pedidos que quase parece um rol da mercearia! Para certamente no dia seguinte não ligarem patavina às coisas. Todavia há no olhar de uma criança perante a figura gorda e simpática do Pai Natal, um não sei explicar de magia e fantasia. Depois as luzes da árvore de Natal, dos enfeites, dos chocolates... 

No fundo o Natal é mesmo das crianças enquanto os adultos, por estes dias, se empaturram de comidas e doces, incrementando o peso para valores catrastóficos.

Escreveu o poeta que "... o Natal é quando o homem quiser!" Uma verdade que infelizmente não se aplica porque o homem só o quer por esta altura.

Finalmente fica aqui o meu registo sincero de Votos de um Santo Natal para todos os meus leitores, comentadores e até os que me detestam já que tdos merecem um Natal à maneira!

Boas Festas!

 

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