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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Resposta nº 12...

... a este desafio da Ana

Tema: alguém de quem tens saudades

Assim de repente diria que tenho saudades... da minha cadelita falecida em 2019.

Uma amiga, companheira e profundamente fiel!

Provavelmente estariam à espera que falasse de alguém próximo. Porém a saudade é a porta de entrada para o esquecimento.

Deste modo, como não quero esquecer quem conheci ou fez parte da minha vida, prefiro não ter saudades de ninguém. Assim vivem para sempre no meu coração!

Ainda a tempestade de areia...

A tempestade de areia vinda do deserto do Sahara e que a semana passada invadiu o nosso país deixou um rasto laranja por todo o lado.

De tal forma que os terraços da minha casa foram lavados duas vezes este fim de semana mas a poeira ainda consegue ver-se no chão.

Se juntarmos os polens que caem dos pinheiros bravos temos uma mistura assaz explosiva para quem sofre de alergias. Que não é o meu caso...

No entanto esta invasão vinda de África deixou outros bons testemunhos... Tenho a sensação que está a nascer uma tamareira no meu quintal!

Dia do pai!

Gosto de comemorar este dia do Pai. Porque sou pai e desde há dois anos... avô o que duplica a responsabilidade... e o carinho!

Ter sido pai foi um dos acontecimentos mais importantes da minha vida. Reconheço que foi uma responsabilidade acrescida, mas nunca me arrependi.

Do outro lado do campo sou filho e como tal carrego o pesado fardo de talvez nunca ter conseguido ser o que o meu pai projectou para o meu futuro. Todavia ele talvez nunca percebeu que para eu ser feliz precisava de pouca coisa!

O meu pai é um bom homem no cimo dos seus 89 anos e trabalhou muito para sustentar a família. Os anos pesam agora... Nota-se especialmente nalguma falta de memória mas acima de tudo na teimosia.

Hoje almoçámos no restaurante preferido dele.

Um mais um é igual a 14... anos!

Quando neste dia 18 de Março do ano da Graça de 2022, olho para o manto de escrita que foi o meu passado na blogosfera, pergunto-me com alguma admiração: como conseguiste chegar aqui?

Uma questão simples cuja resposta se pode talvez encontrar em algum dos mais de 1700 textos que escrevi. Ou provavelmente em todos eles.

Quatorze anos já passaram desde aquela terça-feira de inverno quando me lancei nesta aventura de abrir um blogue para que a comunidade (e não só!!) lesse o que esta cabecinha, quantas vezes tonta, pensa e, pior que tudo, escreve.

Já por aqui o disse por diversas vezes que tenho com a minha vida uma espécie de pacto: eu não lhe peço nada a não deixar-me por cá ficar mais um dia. Todos os dias!

Escrever é assim o meu desígnio e uma permanente paixão. Uma paixão vivida com a serenidade que a minha velhice já (me) impõe. 

Todos os dias há um ou mais textos que tento escrever com qualidade. Mas nem sempre é possível. Porque a competência não dá para mais ou por preguiça pura.

Seja como for entro no novo ano de escrita com a mente repleta de projectos e ideias. Se algum se realizará caberá unicamente a mim tentá-lo.

Finalmente e sendo já recorrente... agradeço vivamente a todos quantos me visitam e comentam. Vocês são a razão principal de eu ainda por aqui andar.
Bem-hajam!

A gente lê-se por aí! 

A Guerra é aqui ao lado!

Tenho enormes dificuldades em entender uma guerra. Especialmente neste tempo em que a tecnologia será quiçá a maior arma de todas e por isso há uma enorme dificuldade em guardar certos segredos. Quase tudo o que se faz no Mundo é facilmente escrutinado, o que retira muitos trunfos às guerras.

Leio e oiço diversos comentadores a falarem desta coisa estúpida e imbecil que tem sido a invasão da Ucrânia pela Rússia. Cada um interpreta esta guerra de forma diferente porque nela vêem razões distintas para o conflito.

Estamos longe fisicamente do teatro de operações, mas o que vamos testemunhando através das televisões e das redes sociais coloca-nos demasiado perto.

Provavelmente estamos longe de entrarmos em conflito com alguém, até porque não temos qualquer valor. Talvez os Açores sejam importantes, mas estão lá os americanos. Porém é bom que tenhamos consciência que este conflito virá até nós mais depressa do que gostaríamos ou desejaríamos.

Teleprisão!

A tecnologia é uma arte fantástica. O que antigamente parecia só ser possível em filmes de ficção ciêntifica, está agora disponível à distândia da nossa mão.

Telefones, tablets, portáteis, televisões, monitores e toda uma série de apetrechos surgem nas nossas vidas como algo indispensável.

Vou ao futebol e vejo adeptos a preferirem o telemóvel ao espectáculo que está a decorrer. No teatro enquanto se espera que o pano se erga vamos dedilhando mensagens em vez de falar com a companhia ao nosso lado. Numa qualquer sala de espera de um consultório já não revistas puídas e desactualizadas. Para quê? O telemóvel diz-nos tudo o que queremos ou gostamos de saber.

Também estou preso a estes equipamentos, mas reconheço que devo libertar-me deste jugo tecnológico que quase comanda a minha vida, quanto antes. Porque não devemos ficar reféns de ninguém e muito menos de máquinas.

É certo que a informação corre hoje muito mais depressa. As mentiras antigamente espalhadas podem ser agora denunciadas, os factos reais são mostrados sem filtros, numa efemeridade atroz, pois num segundo tudo muda.

As redes sociais são assim um campo minado recheado de desinformação, que só serve para algumas figuras surgirem na ribalta e verem o seu nome proferido por quem nunca os conheceu!

A verdade não é mais interessante! O que conta mesmo é a consciência de saber se cada um de nós existe! Para outrém ver! 

Nuvens densas pairam sobre o país!

Não são só as areias oriundas do deserto do Sahara que nos invadem! Muito pior que este fenómeno da Natureza é ainda a guerra que decorre no velho continente.

Já o escrevi que temo o que pode vir a acontecer num futuro mais ou menos próximo. Seja no Mundo, na Europa e essencialmente no nosso Portugal.

Nós estamos longe dos alvos dos mísseis, das metralhadoras ou dos morteiros russos. Mas estamos perto de todas as vítimas através do coração, das lágrimas, da dor! Sei que há quem se aproveite destes terríveis flagelos para abichar mais algum. Porque se na guerra há quem perca (vidas humanas, casas, empregos), há também quem ganhe muito...

São estes últimos que quanto mais a guerra se prolongar mais ganham! Estando Portugal dependente do estrangeiro de quase tudo, especialmente energia e alguns bens alimentares tornar-se-á óbvio que os preços irão crescer desmesuradamente, originando ainda mais pobreza e miséria em Portugal.
É tempo de cada um de nós acordar... e precavermo-nos com o futuro. As nuvens negras estão aí!

 

Derrubando records!

Em 1956 surge no cinema pela mão de Roger Vandim o filme “E Deus criou… a mulher” protagonizado por Brigite Bardot.

Pegando neste título cinéfilo hoje poderemos afirmar que “E Deus criou… CR7” protagonizado agora por Cristiano Ronaldo, um madeirense que muito novo veio para Lisboa e por aqui foi construindo os alicerces para aquilo que é hoje: o melhor jogador de futebol do Mundo de sempre!

Inventem records que CR7 tudo fará para os pulverizar. Mirem nestes números que fazem daquele jogador:

- o melhor marcador do Real Madrid com 451 golos (a uns “meros” 128 golos de distância do 2º classificado);

- o melhor marcador das selecções com 115 remates certeiros;

- o melhor marcador da Champions League com 141 golos.

Este fim de semana Cristiano Ronaldo bateu o record de melhor marcador de todos os tempos com 807 golos.

Uma marca, diria, quase extraterrestre.

Quando já muitos tentavam fechar o livro de records para CR7, eis que este os obriga a reabrir o livro e a criar provavelmente novas metas para o português alcançar!

Só um pequeno pormenor que vale o que vale: este atleta tem 37 anos!

Resposta nº 11...

... a este desafio da Ana

Tema: se pudesses partir, para onde irias?

Questão para um milhão de euros...

Sinceramente neste momento preferiria não partir para lado nenhum! Cheira a guerra por todos os poros e temo que não haverá no Mundo um lugar verdadeiramente seguro.

Mas tentando mesmo responder diria que a ilha das Flores seria um sítio para onde gostaria de ir ou então para Hallstatt na coração da Áustria.

Conheço ambos os lugares e encontro neles muitas afinidades! Acima de tudo paz e serenidade.

Um policial em BD

Gosto muito de livros policiais. Da mesma maneira que gosto muito de Banda Desenhada.

Agora imaginemos o que será juntar estas duas formas de escrita e desenho num só livro? Dito assim de forma simplista ficamos sempre com a ideia de que a coisa tem poucas probabilidades de vingar.

Porém, e como se diz nos policiais quando não há mais nenhuma hipótese a mais absurda é que prevalece, em Itália conseguiu-se o feito de juntar um escritor de estórias policiais e diversos desenhadores.

Foi a editora de BD "A Seita" que apresentou perto do final do ano passado o primeiro volume que chegou às minhas mãos no Natal de 2021, mas que só agora consegui ler, com as investigações do Comissário Riocciardi.

Desenhos a preto e branco, um investigador com ar de actor de cinema (no início pareceu-me Al Pacido no filme "O Padrinho", para mais tarde descobrir que parece-se mais com Andy Garcia), um ambiente napolitano nos anos 30 do século passado e temas fortes fazem deste livro um bom exemplo de como a nona arte consegue dar forma às palavras. Mesmo que sejam policiais.

O "Comissário Ricciardi - Primeiros inquéritos" é uma aposta ganha.

A merecer bem a atenção dos amantes de BD.

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