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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A primeira rosa deste ano!

A minha mulher adora jardinagem. Eu... nem por isso, mas calha-me sempre ter que dar apoio, essencialmente a cavar a terra ou a fazer buracos para plantar mais flores.

A Primavera veio chuvosa o que fez com que as flores, quase todas adeptas da água, iniciassem o seu crescimento.

Neste momento jardim está assim (a perspectiva não é grande coisa!!!),

Jardim_2022.jpg

mas já com direito a uma primeira rosa.

Esta!

Rosa_2022.jpg

Iniciou-se...

Já parece tarde, mas tomando em consideração a falta de água achei por bem atrasar a agricultura de Verão no meu quintal e que só recentemente dei início.

Comecei há umas semanas pelas acelgas e que já se encontram neste belo estado,

20220330_154326.jpg 

Mais tarde semearam-se umas nabiças que com as novas chuvas deram um salto no seu desenvolvimento,

20220330_154314.jpg

Finalmente acabei hoje de montar a estrutura para os feijoeiros que já se encontram plantados.

20220330_154302.jpg

Faltam os tomateiros que prevejo que sejam plantados no próximo fim de semana. Por enquanto crescem em vasos.

Assim é dado o tiro de partida às culturas de Verão. Faltarão as curgetes, mas vamos a ver o que sobra de terreno.

Quando os astros se alinham!

Sei que há quem acredite que um certo alinhamento dos astros pode influenciar a vida das pessoas, como também sei de quem não passa sem ler os horóscopos diários.

Deste lado, e peço desculpa a quem crê, não acredito em nada disso.

Mas poderão e com razão perguntar: mas acreditas em Deus? É verdade... Um quase paradoxo na minha vida, mas com o qual vivo e convivo bem!

Tudo isto para dizer o quê? Andei dias, quiçá semanas. sem lavar o meu carro. As areias recentes que invadiram o nosso país vindo do Norte de África deram à minha viatura aquele tom de patina próprio das coisas velhas.

Só que no passado Domingo e após esta visita à praia decidi dar uma banhoca ao carro retirando-lhe, acima de tudo, aquele manto laranja muito fino. O tempo estava brando com umas nuvens altas, mas sem ameaça de chuva. Portanto muni-me de todos os apetrechos e vai de dar banco ao dito.

Tudo correu como previsto para hora e meia depois olhar com gosto para o meu trabalho e constatar: a viatura reluzia. Parecia mesmo que tinha acabado de sair do stand.

Ontem regressei à cidade de madrugada. Mal cheguei dei logo com uns pingos a cair, mas nada de exagerado. Meti o carro na garagem e fui à minha vida.

Pois... mas como disse acima os astros alinharam-se todos e quando à noite tirei o meu carro para que outro entrasse e antes de voltar a guardá-lo, caiu uma trovoada de água daquelas quase tropicais.

Resultado: o meu trabalho do fim de semana foi infrutífero já que a viatura está agora tão suja como estava antes.

Pois é, quando os astros se alinham…

Resposta nº 13...

... a este desafio da Ana

Tema: formas de ganhar o meu coração

É sempre fácil ganhar o coração de um guloso... dêem-me coisas doces para comer!

Mais a sério assumo que o meu coração é muito simples de contentar, basta que me aceitem tal como eu sou.

Com todos os meus defeitos (que são muitos) e com as minhas (poucas) qualidades.

É quanto basta!

Estreia balnear

Ainda a época balnear não iniciou e eu já matei saudades da praia. Estreia absoluta este ano!

A manhã por aqui estava meio farrusca! Nem sol primaveril nem nuvens plúmbeas. Um tempo estranho propício, sei lá, para ficar em casa. Digo eu!

Ainda assim afigurava-se tentadora para não ficar em casa. Eis-me em meia hora numa praia vazia com as ondas do mar a espalharem-se docemente pelo areal. Nem parecia um dia de Primavera.

Não fosse um vento oriundo do mar frio e repelente até se poderia dizer que era mais uma manhã de Verão.

Todavia deu para matar saudades. Da praia e das caminhadas estivais

S. Jorge: a ilha que resiste!

Decorria o ano de 2019 quando visitei a bela ilha de S.Jorge nos Açores. Saltitei de Fajã em Fajã, percorri quilómetros de carro e a pé, consolei-me com paisagens e momentos únicos.

Numa altura em que a ilha se encontra sob a ameaça de uma erupção vulcânica trago aqui uns pequenos filmes dessa viagem.

Que Deus não permita que se estrague tanta beleza.

O caminho até à ilha

No Topo da ilha

A isolada Fajá da Caldeira de Santo Cristo

O belíssimo arco da Fajã da Ribeira da Areia

Uma ilha que merece existir!

Anos diabólicos!

Desde 2020 que vivo uma vida de perfeitom desassossego. Começou logo no dealbar daquele ano com o nascimento da neta.

A experiência de ser avô foi naturalmente uma novidade. Se ser pai é cuidar, ser avô é amar profundamente e sem limites.

Depois veio o Covid e a estória de uma pandemia que nos limitou e ainda limita as nossas vidas com enfâse para o distanciamento de quem mais gostamos. A meio de 2020 reformei-me!

Entretanto em 2021 fui também infectado e todos cá em casa, algo que não deixou saudades. Quase no final do ano passado a minha mulher fracturou o calcanhar o que limitou ainda mais a nossa vida. Já para não falar de 4 meses de obras em casa... Um horror!

Entra 2022. Quando pensava que poderia ter um ano mais pacato, eis que surge esta guerra entre a Rússia e a Ucrânia, que me entristece e arrepia. Com a devastação que conseguimos infelizmente perceber. E já nem falo das eleições legislativas com uma maioria absoluta que irá (quase) perpetuar António Costa em S. Bento.

Finalmente cai sobre nós uma poeira africana agora numa segunda onda laranja que tudo cobre e suja.

Pois é... anos doidos estes últimos!

Parece que foi ontem!

A invasão da Ucrânia.

Já decorreu um mês!

Parece que foi ontem que o Covid passou para terceiro plano porque a invasão da Ucrânia ganhou a titularidade dos boletins noticiosos.

Trinta dias de guerra que nasceu na cabeça de um ser vivente, mas que não é um ser humano. Cidades destruídas, famílias afastadas, lares abandonados, civis mortos sem dó nem piedade, onde as crianças acabam por ser as maiores vítimas, milhões de pessoas a fugirem para outros países.

Um mês já decorrido! Um mês de lágrimas, de penúria, de ataques sobre ataques sem fim à vista.

Quanto tempo mais será necessário para que este flagelo termine? Quantas pessoas terão de pagar com a vida as imbecilidades de governantes sem escrúpulos nem alma?

O mundo não precisa desta guerra. Nem desta nem de nenhuma outra.

Organizem-se!

Nos mais de 40 anos de actividade profissional há 15 que lembro como a maior experiência de vida. Refiro-me ao tempo em que estive a um balcão a pagar e receber dinheiro. Muito dinheiro.

Ora lidar com o público não é para todos. Especialmente quando há dinheiro envolvido. É necessário ter confiança em si próprio, segurança no manuseio das notas e moedas e não ter qualquer receio em enfrentar os clientes.

Vem agora ao caso um hospital privado que frequento amiúde. Seja para consultas ou para intervenções é naquela unidade que deposito a minha confiança, especialmente por causa da boa equipa médica que lá trabalha.

Porém a parte administrativa parece-me muito lenta ou, no mínimo, pouco desembaraçada. A tecnologia de entrada está bem feita já que está associada ao nosso cartão de cidadão, validando logo a admissão, para ter o reverso da medalha à saída onde demoro muito mais tempo do que deveria ser, somente para pagar ou agendar nova consulta.

Anda por ali demasiada gente que não sabe o que anda a fazer. Depois os processos de comparticipações por diversas entidades com acordos (p.e. seguros de saúde) são demasiados morosos o que leva a enormíssimas perdas de tempo.

Já cheguei a estar mais de 1 hora a aguardar na sala para pagar, quando a consulta durou apenas 10 minutos. É notória a falta de organização administrativa.

Não fossem, como já referi, os bons médicos que lá trabalham tenho quase a certeza que não usaria mais aquela unidade hospitalar.

Os "Putins" desta vida!

Não é só na Russia que mora alguém completamente doido e pronto para incrementar um conflito Mundial que poderá ser fatal a este planeta. Também na minha vida encontrei muitas pessoas, que não sendo lideres de um país, julgavam que podiam mandar nos outros como se fossem meras peças de xadrez. Uns "Putins" mal educados e mal formados.

Sempre que me deparava com este tipo de gente, defendia-me, tentando acima de tudo não os enfrentar. Não é que tivesse qualquer receio, mas conheço-me e como perco a calma com facilidade, ainda por cima quando sinto que tenho razão, sabia que qualquer confronto correria sempre mal para o meu lado. Assim tentava lidar com estas pessoas com pinças, engolindo alguns "sapos". 

A prepotência e a incapacidade destes tiranetes plasmava-se na dificuldade que demonstravam em lidar com as adversidades. E a culpa era sempre dos outros...

A um deles estive mesmo para chegar a "vias-de-facto" e não fossem dois colegas... Mais tarde deixei-o perante um director a falar sozinho, abandonando o gabinete, não fosse passar aos actos que o meu íntimo pedia.

Todavia o tempo tem, entre muitas coisas, o condão de nos ensinar a travar os nossos próprios impetos. O que me serviu para mais tarde, perante outros "putins" que se atravessaram no meu caminho, conseguir diluir as bravatas.

Tal como eu muitos de vós já terão encontrado tiranos nas vossas vidas. O meu humilde conselho é tratá-los com o desprezo que merecem sem que o percebem. Não é nada fácil, mas quando se consegue a vitória é sempre nossa.

A gente lê-se por aí!

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