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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Mudar de ano, não mudar de vida!

Aproxima-se o fim de ano. Para mim é só mais uma folha de calendário que irá ser substituíuda por uma mais recente.

Mas percebo que algumas pessoas queiram aproveitar este momento especial para mudar de vida ou de pelo menos filosofia daquela! Por vezes (ou na maioria) torna-se uma demanda impossível pois requer demasiados sacrifícios.

Entretanto por estes lados tudo irá ficar na mesma. Retirando somente a tal folha de calendário.

Pessoalmente o ano de 2021 foi um ano atípico já que iniciou com a minha infecçao com o Covid-19, com a morte de forma trágica de um tio paterno e meses mais tarde o seu genro, com a ausência de viagens longas, com a queda da minha mulher e respectiva fractura do calcante do pé direito, de uma safra olícola que nunca pensei, com a alegris de ver o meu sporting de novo Campeão e por fim da organização de uma série de contos de Natal e que viram a luz do dia ainda neste mês de Dezembro,

Um projecto que teve colaboração de muita gente (leia-se bloguers) e que requereu diferentes visões e perspectivas referindo o tema do Natal.

Posto isto é tempo de desejar a todos os meus visitantes, leitores e comentadores que o ano de 2022 seja inesquecível pelas melhores razões e vos traga saúde, alegria, força de viver e coragem para enfrentarem os desafios que a vida vos for propondo (escrita incluída)!!

Fiquem bem que a gente vai-se lendo por aí!

Continuo à espera...

... da minha prenda de Natal.

Quando semanas antes da festa natalícia deste ano me perguntaram o que eu qyeria para o Natl respondi de forma rápidae sem qualquer dúvida: um cão!

Pois... parece brincadeira, mas não é. Desde que a minha Lupi partiu já lá vão quase dois anos nunca mais a minbha vida ficou cheia. Toda a vida vivi com cães e deles sempre recebi muito mais do que lhes dei.

Escrevi aqui que quando me reformasse iria buscar uma cadelita, mas tal não foi possível. Entretanto surgiu a neta, a matriarca completamente senil e a necessitar de cuidados permanentes adiaram a vinda de um patudo cá para casa.

Portanto há uma prenda de Natal ainda por receber. Só não imagina quando será!

Hospitais: públicos versus privados

Já deu para perceber que a saúde é já o maior negócio em Portugal. Nem imagino qual o verdadeiro valor envolvido em todo o negócio da saúde em Portugal.

Ontem fui a um hospital privado com a minha mulher para fazer um RX previamente marcado ao que se seguiria a consulta do ortopedista, O primeirpo estava marcado para as 17 e às 17 e 30 a consulta devida.

O certo é que o médico esperou que eu chegasse da sala de exames de RX com a minha mulher porque estive cerca de 20 minutos para dar estrada e outro tanto para fazer o simples exame.

Entretanto enquanto aguardava para dar entrada para o exame no guiché, percebi que um homem tirara as senhas para todos sos serviços tentanto despachar-se. A verdade é que a minha mulher acabou por dar entrada e fazer o exame enquanto o cavalheiro saltitava esbaforido por entre as pesssoas aparentando um olhar deveras zangado. E com razáo... já que um hospital privado deveria ter serviços mais céleres, para além de já ter os melhores técnicos de saúde.

Entretanto hoje desloquei-me a um hospital público e assisti a algo bem parecido ao que relatei acima. Mas aqui há sempre a desculpa de ser público o que equivale quase sempre a intermináveis filas e consequentes demoras, peranyte as quais aceitamos como algo normal.

Então por qual optar se tivermos hipóteses e carteira para tal, público ou privado? A resposta não será fácil... Mas pelo meu lado ainda assim vou optando pelo privado,

Até ver!

O lixo do Natal

Esta manhã fui despejar o óleo que se usou para fazer os fritos cá em casa no local próprio de forma a ser reciclado. Passei por vários pontos de reciclagem que estavam repletos.

Tão cheios que as pesssoas deixaram os papéis de embrulho, as caixas de vinho, as garrafas vazias, as embalagens de plástico tudo ao redor dos ecopontos!

Ora a chuva e o vento de ontem acabaram por espalhar parte do lixo natalício.

Todavia o pior estaria para vir (e ver) quando a meio da manhã deparei com um carro grande da Câmara a retirar o lixo de uns buracos feitos no chão para o efeito. Só que das duas uma: ou os sacos são fracos e pouco resistentes ao peso ou o manobrador é pouco qualificado. Certo, certo é que o chão ficou, também ele, repleto de todo o tipo de lixo quiçá colocando em causa a saúde pública.

Fosse de uma coisa ou de outra as ruas da cidade estavam esta manhã deveras sujas.

Resumindo: as pessoas não conseguem guardar por mais um dia o lixo reciclável de Natal preferindo deixá-lo na rua ao "Deus dará". Já o outro... parece definitivamente mais complicado.

Talvez por isso tenho um compostor no quintal onde deposito a maioria do lixo doméstico e orgânico.  Para mais tarde se rirem as couves ou os tomateiros...

Um Domingo (estupidamente) molhado!

Este Domingo fez-me lembrar aqueles dias antigos quando os aldeões se queixavam que não podiam sair para os campos por estar sempre a chover.

Levantei-me cedo, muito cedo mesmo para um dia seguinte ao Natal. Eram sete horas e já chovia uma água mole, chata, teimosa. E durante todo o dia tem sido assim.

Estivesse eu noutro lugar com uma lareira para me acompanhar e sentir-me-ia bem mais contente. Assim sujeito-me ao calor do ar condicionado para me aquecer já que me molhei diversas vezes hoje!

Cai a noite sobre a cidade agora quase adormecida e cansada após a festa do Natal. Se juntarmos o problema do virus temos um Domingo (estupidamente) molhado a obrigar ao forte recolhimento.

Entretanto aproveitei para ler umas coisas...

Desilusão de Natal!

Custa-me deveras assumi-lo, mas o Natal transporta-me sempre para uma época em que não fui nada feliz. Naquela consoada todos aguardavam a chegada do Menino Jesus com as prendas que desceriam num cesto pela chaminé.

Mas naquela noite o cesto que vi trouxe algo que não esperava. De tal forma que saí daquele lugar a correr e não pretendi voltar. Nunca soube de quem fora a ideia de colocar aquele objecto no cesto, porém a tentativa feita pela família de limpar o erro que haviam cometido, após a minha reação, não resultou e acabaram por me criar ainda mais tristeza pelo Natal.

Era miúdo, muito miúdo todavia jamais olvidei essa noite. E todos os anos a evoco...

Ainda hoje quando me lembro percebo que a ferida continua a purgar uma raiva que vou tentando conter e encaminhar para a minha escrita de forma a diluir-se nas palavras escritas.

Depois muito mais tarde e já com gaiatos tentei sempre alegrá-los. E ao ver a felicidade deles eu próprio ficava feliz. Agora já há uma neta e espero sinceramente que ela nunca se desiluda com o Natal! Nunca!

Não há pior sensação!

Feliz Natal!

Iníciei a escrever este postal às 23 e 59 para competir com a maneira antiga de oferecer as prendas!

Não é que eu tenha algo para vos oferecer, mas pronto vou deixando aqui diariamente umas parcas palavras traduzindo algumas ideias que me atentam.

Posto isto é tempo de desejar a todos os meus queridos leitores um Natal Fantástico repleto de muita saúde, alegria, força de viver e esperança em dias melhores.

Como católico alegro-me por comemorar o dom da vida que nos é apresentado com o nascimento de Jesus, a humildade na imagem do estábulo pobre e finalmente na Luz que é e será Cristo para todos quantos acreditam nele representado por aquela luz que guiou os três Reis Magos até ao Menino nas palhas deitado.

Boas Festas!

A gente lê-se por aí!

Ruas vazias!

Já não sei em que vaga pandémica vamos se na quinta, sétima, décima segunda ou quadragésima terceira. O que sei é que de vez em quando lá vêm mais umas restrições para português... não cumprir.

Era já noite quando hoje fui reciclar uns papelões. Olhei a rua sempre repleta de veículos estacionados, para conferir que esta noite a via pública não tinha nem um décimo dos carros que é usual ter.

Concluo então que os moradores daqui seguiram com toda a certeza todas as indicações governamentais e partiram para longe fugindo assim às reuniões familiares em casa...

Esquecendo a ironia supra quero crer que as pessoas que sairam das cidades estarão conscientes dos perigos que correm com as sucessivas vagas que entram pelas portas sem que saibam.

Todos gostamos de estar em família... isso é inegável. Mas a família é para estar cá também nos próximos anos e não só este ano!

Digo eu...

 

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