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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Ainda o golo de CR7!

Certamente que se esgotaram todos os bons epítetos em todas as línguas e dialectos espalhados pelo Mundo e arredores, para classificar o golo de Ronaldo na passada noite, contra a Juventus de Turim.

Portanto não vale a pena acrescentar mais adjectivos ao que se viu no antigo ‎Estádio delle Alpi. Fiquemos assim por aqui.

Mas então que será que me leva e escrever sobre um menino que há alguns anos partiu da Madeira em busca de um sonho?

É costume dizer-se que os futebolistas são na generalidade pouco profissionais e que após a fama dormem demasiadas vezes sob esta. Todavia no caso de Ronaldo essa ideia não cola e já será muito difícil fabricar-se mais records para serem batidos por aquele atleta.

CR7 não é só um fenómeno futebolístico a nível mundial, mas um exemplo como atleta. Ele é bom no que faz porque se empenha hoje, como se empenhou ontem e há dez anos. E como se empenhará, certamente, amanhã.

É assente neste espírito de permanente entrega, que Cristiano constrói o seu sucesso que é de também, por arrastamento, de Portugal. Dificilmente num futuro mais recente ou mais longínquo teremos, neste país, alguém como este futebolista.

Indomável, constantemente insatisfeito o jogador do Real Madrid é a antítese do português, sempre mais atento com o que passa na casa do vizinho do que na sua própria casa e sempre muito mais preocupado em arranjar desculpas esfarrapadas para os desaires, do que fazer algo para ultrapassar os desafios.

Admiro por isso CR, não só pelo atleta que ainda é, mas acima de tudo pelo homem e profissional muito competente que ainda consegue ser.

Ele é um exemplo fantástico de como o sucesso dá muuuuuuuuuuuito trabalho.

 

Auto-estrada do disparate

Já há muito que tenho a ideia de que Portugal tem demasiadas auto-estradas. A construção destas vias circulatórias originaram muito investimento público e muita dívida, que agora estamos todos a pagar. Mas pronto está feito e não podemos devolver...

Também é sabido que aquelas são extremamente caras. E quando maior é a classe do veículo mais valor de portagem é acrescentado. Por exemplo na Ponte 25 de Abril um dos meus carros, que é da classe 2, paga mais do dobro do outro que é da classe 1.

No entanto parece-me que há alturas em que os responsáveis das auto estradas só se preocupam com as receitas oriundas das portagens ou das parcerias e dão pouca importância àquilo que devia ser o mais importante: informação assertiva, atempada e correcta. 

Já há uns tempos que andava desconfiado que na A23 a informação estaria incorrecta. Ou se não estava algo de estranho se passaria.

No Domingo de Páscoa confirmei a minha desconfiança.

Entre Abrantes e a A1 há uns painéis de informação da distância para algumas povoações que irão surgir. A verdade é que descobri que as diferenças para as mesmas povoações vai variando conforme nos vamos aproximando.

Reparem neste belíssimo exemplo... numa estrada com mais casos.

A23_Quilometros.jpgA23_Quilometros_1.jpg

Será que há mais erros destes, nessas lusas autoestradas?

 

A tecnologia na ponta dos dedos

O título oferece a ideia de ir falar desses telefones inteligentes ou algum "ai" qualquer coisa. Pois, desenganem-se meus amigos... desenganem-se.

A estória é outra e reza assim:

Hoje fui a uma agência de uma Instituição Bancária fazer um depósito em numerário. A maior parte deste ia em notas de 20 euros.

Esperei uns breves minutos que me atendessem e quando me cheguei à caixa, comuniquei à jovem o meu intuito e dei-lhe o número da conta de destino do dinheiro. Enquanto a senhora acedia aos dados, recontei à mão o dinheiro a depositar, não fosse faltar algum. Estava todo.

Entreguei o numerário à senhora que acto contínuo, colocou as notas numa máquina. Que as deveria ter contado... Mas não contou. A determinada altura o equipamento parou.

A bancária retirou o tampo, abriu o equipamento e finalmente encontrou algumas notas. Mas faltavam mais... Outros cacifos abertos e mais notas... Algumas já em mau estado.

Parecia que estavam todas agora. Montou toda a parafernália e reiniciou o sistema.

No entanto, ou fosse da operadora ou fossem das notas ou, quem sabe, de alguma bruxaria meio estranha, a verdade é que a máquina voltou a não aceitar o dinheiro.

Resultado: a jovem teve de contar o dinheiro à mão.

A verdade é que desde que me aproximei do balcão haviam passado perto de dez minutos. Para contar um conjunto de notas que eu antes havia contado em 15 segundos.

A tal tecnologia na ponta dos dedos.

 

O meu Domingo de Páscoa

Acordei cedo (já não sei o que é dormir até tarde na cama, faz muuuuuito tempo!). Preparar a tralha para o regresso dá muito trabalho.

Viagem até Lisboa e uma corrida para almoçar.

Almoço despachado volto para casa arrumar a tralha trazida.

Carregamos sempre tanta coisa.

Quando dei por mim era quase de noite.

E pela primeira vez em muitos anos não fui à missa no Domingo de Páscoa.

Neste dia gostaria de ter escutado o Evangelho.

Ouvir uma homília repleta de esperança e vida.

Ter comungado o Corpo de Cristo

Sentir a Palavra de Deus entrar em mim.

No entanto estive tão longe de tudo isto... tão longe.

 

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