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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Desiludido!

Quem me conhece pessoalmente sabe que por onde eu passe encontro sempre alguém conhecido. Seja em Lisboa, no Porto ou em Braga... ou no Burkina Fasso, há-de sempre aparecer alguém.

Quando era rapazola era costume eu e outros amigos sempre que, por exemplo, visitávamos a Feira do Livro de Lisboa, fazermos um breve campeonato para perceber qual de nós conhecia mais gente.

Não ganhávamos dinheiro com a brincadeira mas usufruíamos do espírito.

Actualmente e sendo fiel ao que disse acima, sempre que vou a uma grande superfície acabo por encontrar lá gente que conheço e que entre corredores nos vamos saudando.

Hoje foi então dia de compras. Curiosamente e após três longuíssimas horas, acabei por não encontrar rigorosamente ninguém conhecido, para além dos que iam comigo.

Das duas uma: ou era muito cedo ou então ando a perder qualidades!

Fiquei naturalmente muito desiludido!

À atenção de S. Pedro

Não é que este primeiro Bispo da Cidade Eterna, sempre tão ligado ao tempo metereológico, se esqueceu do outro Santo... o Martinho?

É que hoje é o seu dia e do verão de S.Martinho nem uma amostra. Paira sobre a cidade um capelo negro, plúmbeo, a ameaçar chuva...

Vá lá S.Pedro... deixe lá aparecer o Sol.

O genuíno português, grande apreciador de castanhas (e de jeropiga), agradece!

Leonard no céu!

O que vou escrever a seguir poder-se-á apelidar de blasfémia mas nunca gostei muito de Leonard Cohen, especialmente da sua voz rouca e monocórdica. Nunca percebi bem porquê… Tal como não gosto de Bob Dylan, por exemplo…

No entanto sei que o desaparecimento do compositor canadiano é uma enorme perda para a música. Reconheço isso, com a humildade de alguém que gosta de música e que viu sempre em Leonard um mestre na sua arte de compor

Hoje o céu tem mais um artista a escrever, letras e músicas, para os outros anjos cantores. Só espero é que ele não arrisque cantar!

A mês e meio do Natal

Um poeta escreveu e o Paulo de Carvalho cantou que “o Natal é quando um homem quiser”.  Geralmente as coisas não são bem assim e ainda afastado da época natalícia já se começam a ver enfeites por tudo quanto é lado.

Compreendo perfeitamente que esta altura exista, especialmente como alavancagem da pequena economia do nosso país… mas por amor de Deus, não comecem com as coisas dois meses antes.

Normalmente é pelo dia 1 de Dezembro que cá em casa damos início às actividades, nunca antes!

Entretanto uma destas tardes entrei numa grande superfície e encontrei-a repleta de coisas de Natal. Achei aquilo tão estranho e tão bizarro que quase me deu vontade de perguntar se ficara ali do ano anterior…

Como católico obviamente gosto do Natal, acima de tudo do seu espírito, não esta febre consumista que tanto ataca nestas alturas as carteiras dos portugueses.

Marcelo e Donald – unidos pela televisão

Esta noite, após o choque diurno que foi perceber como Trump chegou à Casa Branca, dei por mim a pensar serenamente.

Donald Trump foi uma vedeta televisiva que sempre se mostrou muito à vontade perante as camaras de televisão. Também o actual Presidente da República Portuguesa foi estrela de TV. Ainda por cima em canais diferentes com uma saída polémica pelo meio, que lhe acabaria ainda por dar mais valor.

Bem vistas as coisas, a campanha de ambos (Marcelo Rebelo de Sousa e Donald Trump) estava feita. Donde se conclui que foi o grande écran, muito antes da corrida começar o grande vencedor das eleições. Ou dito de uma forma mais simples foram as televisões que programaram e prepararam ambas as vitórias eleitorais.

É óbvio que Hillary seria fácil de bater nas urnas. Com um discurso pouco apelativo, ao invés de Trump, a ex-primeira dama nunca soube puxar dos galões e dar um murro na mesa. Com todo o respeito, até o Tino de Rans ganharia à senhora Clinton.

Também Marcelo não necessitou de grandes confrontos políticos. Quando começou a campanha a vitória estava assegurada, já.

Creio assim que é a primeira vez que duas estrelas de televisão, ganham as eleições para Presidentes no mesmo ano. Pode não significar nada e ser somente uma estúpida e ridícula coincidência.

Mas eu, sinceramente, não acredito em coincidências!

O Mundo visto à distância!

Se olharmos para o mundo de muito longe o que iremos observar futuramente?

De um lado a Rússia de um Putin imperial a ajudar à socapa pequenos conflitos para depois surgir como defensor de uma paz que ele não alimenta.

No lado oposto os Estados Unidos, com um novo presidente que pretende ser pouco flexível com quem o afronta… Tendo em conta a sua pouca ou nenhuma experiência internacional Donald Trump vai ter de se socorrer de muitos e bons assessores se não pretender fazer figura de idiota.

No meio disto uma Inglaterra ainda às voltas com um Brexit de consequências ainda por avaliar. Na Europa a França vai brevemente a votos… onde a extrema direita parece ganhar cada vez mais força. Já para não falar na derrocada política de Merkel.

Depois há a Síria, o Estado Islâmico, a crise dos refugiados, o crescimento nuclear da Coreia do Norte ou os conflitos nos mares da China.

Tudo somado o ano de 2017 prevê-se claramente explosivo e de uma grande incerteza. Nem mesmo António Guterres terá capacidade para gerir tantos dossiers, qual deles o mais sensível.

Quando se pensava que com a senhora Clinton o mundo passaria por alguma acalmia eis que surge uma nova ordem.

Estou perfeitamente consciente que esta ordem não correrá a favor dos países mais desfavorecidos onde se inclui obviamente Portugal.

Curiosamente ontem dia 8, dia de “s. senhorio”, a Casa Branca ganhou um novo inquilino. Só que este não vai deixar a “White House” da mesma forma que a encontrou. Isso é (quase) certo!

Mais uma “Trumpalhada” à americana

Pronto… o impensável aconteceu: Donald Trump irá ser o novo Presidente dos Estados Unidos.

Mas de uma coisa estou certo após estes resultados é que o Mundo, daqui para a frente, jamais será o mesmo!

Donald personifica na essência o povo americano: idiota, burro, egocêntrico e acima de tudo insensível. Muito agora se falará e escreverá sobre este novo ciclo que se iniciará em Janeiro próximo, após a tomada de posse do Nova Iorquino. Muito se irá dizer e tentar prever. Mas tal como aconteceu esta noite a verdade é que ninguém consegue sequer imaginar os futuros acontecimentos ao redor desta (nova) personagem da política internacional.

A campanha eleitoral americana foi demasiado acesa com acusações de parte a parte. Neste sentido Trump levou sempre a melhor a Clinton, que nunca soube desmontar o enredo bem preparado do adversário.

Escrevi aqui que considerava ambos os candidatos incapazes para o cargo de Presidente, Continuo a pensar o mesmo. Os americanos meteram-se assim por caminhos demasiados ínvios. Veremos como vão sair desta “Trumpalhada”.

Decididamente não quero ser eu (mais uma vez) a pagar pelos erros das decisões dos outros.

Já basta em Portugal!

Se eu fosse americano?

A poucas horas das eleições americanas coloquei a mim mesmo a questão supra!

A conclusão a que cheguei será eventualmente a mesma de muitos portugueses e que se traduz numa outra pergunta: como foi possível aquelas alminhas chegarem até aqui?

Percebo que o nome Clinton tenha algum peso nos americanos mas mesmo assim... Quanto a Trump... Bom pouco mais há a dizer de um homem que se assume como racista. Muito menos de um povo que (ainda) acredita nas palavras de Donald.

Se o Novaiorquino acabar por ganhar creio que regressaremos, em breve, a uma nova crise económica não obstante as vãs promessas de Trump. A campanha deste candidato, assente quase sempre em acusações à adversária em vez de apresentar um programa de reformas evidentes, induz-nos para uma personagem que não tem nem nunca terá estofo de estadista.

Em democracia saber perder é tão ou mais importante que saber ganhar.

Portanto se eu fosse americano votaria em branco (se tal fosse posssível).

Finalmente chegou o frio!

Já era mais que tempo de surgir o frio.

Após uns dias de calor em excesso que me obrigou a trabalhar em tronco nu, tal era a canícula, eis que chega assim de repente um frio (quase) glaciar e que vai obrigatoriamente encolhendo os traseuntes.

Até eu,que não me considero friorento, reconheço que esta brisa geladinha não deve ser menospresada. Amanhã, se a previsão do tempo frio assim se mantiver, terei de me municiar de vestes mais quentes.

O tal de verão de S.Martinho parece que, este ano, não quer nada connosco.

No entanto, está óptimo para temperar o vinho novo que, melhor que ninguém, adora o frio.

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