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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A Fé do Engenheiro!

Deste campeonato europeu de futebol, de boa memória para Portugal, guardo algo que me marcou profundamente e que se refere à forma como o seleccionador Fernando Santos assumiu publicamente a sua profunda fé católica e de como esta o tem acompanhado desde (quase) sempre. Aquele final de declaração é disto o melhor exemplo!

Coincidentemente ou talvez não, tenho agora reparado nas diversas entrevistas que FS foi dando antes do torneio principal. Em todas elas ele fala da sua relação com Deus e de como Ele tem sido importante na sua vida.

Estas declarações têm claramente feito algum furor, especialmente nas redes sociais. Naturalmente o que mais admiro nesta assumpção é que o engenheiro não tenha qualquer receio nem vergonha de assumir essa sua profunda fé.

Numa época e num momento em que seria muito mais fácil usar de outras formas, quiçá pueris, para validar as suas recentes conquistas, o seleccionador indica o trilho tortuoso da fé como aquele que segue e o acompanha.

Se nos lembrarmos do que FS disse antes de partir para França (de quando chegaria e como chegaria!!!) e depois observarmos o que foi acontecendo nos estádios gauleses só podemos considerar que este treinador teve e tem uma protecção divina.

Como diria uma amiga: não foram coincidências mas simplesmente Deuscidências!

Obrigado... Payet!

Tenho de tirar o chapéu à selecção Nacional. Não pelos jogos da primeira fase mas pelos que se seguiram.

Mordo a língua, belisco-me e não acredito... Que desta vez fomos mesmo campeões.

Vi o jogo. Sofrido, muito sofrido.

Ou o campeonato do "sofrimento" como apelidaram os relatadores da Antena 1 nos seus relatos emocionantes e emocionados.

Finalmente só tenho de agradecer a Payet.

Ah pois... não tivesse ele feito aquela falta quase assassina sobre Cristiano Ronaldo, que o obrigou a sair ao 25 minutos, e não tinha unido ainda mais o grupo luso. Como diz o povo: "há males que vêm por bem!"

Parabéns Portugal!

 

Nota final: Abel Xavier estás vingado!

 

É hoje, é hoje, é hoje…

É hoje, é hoje, é hoje…

Que Portugal vai mostrar à restante Europa que o acesso à Final de Paris não foi obra do acaso!

É hoje, é hoje, é hoje…

Que o nosso país vai apresentar ao Mundo futebolístico e não só, um futebol de primeiríssima água!

É hoje, é hoje, é hoje…

Que Cristiano Ronaldo baterá mais um recorde pertença de um tal Francês que até já foi (mau) dirigente do futebol!

É hoje, é hoje, é hoje…

Que um grupo de jogadores portugueses se tornarão os primeiros lusos campeões da Europa em futebol sénior!

É hoje, é hoje, é hoje…

Que os sonhos alimentados desde 2004 se tornarão realidade!

É hoje, é hoje, é hoje…

Que acredito tanto no que acabei de escrever como creio que amanhã sou premiado com o euromilhões!

Acreditar sempre!

Diz o povo na sua costumada sabedoria que “quem feio ama, bonito lhe parece”.

Ora aqui está uma frase que ilustra o pensamento de (quase) todos os portugueses no que diz respeito aos tugas jogadores "da bola". Podemos não jogar bem, não demonstrar grande qualidade futebolística mas… estamos lá. Na tal final que muitos outros, outrora campeões, não vão estar.

À selecção não tem faltado apoio. Tanto cá como lá… em França. Basta ver as festividades espontâneas que decorreram após cada jogo.

Contudo este campeonato primou pelo futebol assertivo em desprimor do futebol espectáculo. Será obvio que se tomarmos como bitola a meia final entre Brasil e Alemanha mui dificilmente haverá outro jogo assim no próximo século.

No entanto, diga-se o que disser, a verdade é que Portugal vai disputar mais uma Final. Desta vez ciente que a equipa adversária jogará em casa e com um poderio de fogo…

Todavia o futebol, como disse uma vez Carlos Queiróz, é um jogo e deste modo as hipóteses de ganhar são iguais para ambos os lados.

Depois há toda uma equipa com o mesmo sentimento: oferecer a Portugal um campeonato que o País e o seu povo tanto merece.

Fernando Santos acredita. Os jogadores acreditam. O povo… quer acreditar!

Amigo dos animais?

Costumo ser amigo dos animais sejam eles quais forem e detesto quando alguém mata um bicharoco (quase) só porque sim. Posso até contar um episódio que me aconteceu na aldeia. Andávamos três homens a montar uma cerca de arame quando ao desviar uma pedra saiu de baixo desta um alacrau. Consegui tirar uma foto dele antes de um dos homens o ter espezinhado violentamente. Na altura fiquei furibundo mas depois acabei por perceber a situação.

Esta minha reflexão tem como base uma pessoa que um destes dias vi a passear na rua um... furão! Realmente gostava de perceber o que leva alguém a adoptar como animal de estimação um bicho destes?

No mesmo sentido também não compreendo como se pode ter um animal todo o dia fechado entre quatro paredes de um apartamento. A minha cadela se bem que esteja limitada por um muro não está presa e anda pela casa a seu belprazer. Entra e sai, vai ao quintal, ladra aos traseuntes, corre atrás do gato Pólo, o mais recente elemento da família. Ora este felino é outrossim livre de passear e geralmente basta apanhar um sofá livre para bater uma soneca.

Nas aldeias encontro diversas vezes cobras, lagartos e outros animais mas jamais os atormentei ou prendi. Porque todos fazem parte da Mãe Natureza. No entanto há quem não entenda isso... mantendo em cativeiro toda a espécie de répteis.

(A)final há equipa!

Tenho sido muito crítico da nossa Seleção Nacional. Especialmente porque no início não jogaram os melhores.

Mas como há males que vêem por bem eis que Portugal acabou por carimbar o passaporte para o Stade de Farnce em Paris com uma exibição convincente. E fosse o árbitro de outra qualidade quiçá com um resultado mais elevado... Mas enfim a incompetência na arbitragem não é só em Portugal.

Independentemente do resultado que venha a acontecer no próximo Domingo a verdade é que nem a Croácia nem a Polónia podem agora sentir-se aborrecidas, porque simplesmente foram eliminadas por um dos finalistas da prova.

Afinal Portugal sempre tem uma equipa que sabe jogar à bola. Falta-lhe claramente um verdadeiro ponta de lança, mas seja como for os jogadores tugas superaram mais uma prova.

Pode-se finalmente pegar nas palavras de um dos seleccionadores portugueses de nome José Torres e replicá-las para o próximo Domingo:

"Deixem-me sonhar!"

Lembram-se contra quem foi que jogámos nessa altura?

Por quem irão eles torcer?

Com alguma boa vontade podemos imaginar Portugal na Final na Cidade Luz. Não é que eu acredite, mas também nunca imaginei que aqui chegássemos... Enfim...

Seja como for se Portugal estiver na Final vamos imaginar dois cenários:

1º - Portugal contra a Alemanha.

Neste cenário quer dizer que a França já foi para casa e assim sendo os adeptos Franceses irão puxar por Portugal nem que seja só por vingança!

2º - Portugal contra a França.

Será certo que Paris estará contra Portugal, mas ao mesmo tempo todos os restantes espectadores presentes que forem não-gauleses puxarão por Portugal.

Duma forma ou de outra Portugal, repito se for à Final de Paris, vai ter muitos adeptos a puxar por si!

Mesmo que joguemos mal.

Mesmo que ganhemos nas grandes penalidades. (Sinceramente até gostava, podia ser que a UEFA e a FIFA decidissem por outra forma de desempate).

Voltámos a 2011

Paira sobre Portugal, uma vez mais, as nuvens negras da austeridade.

Tudo porque uns partidoszecos de meia tigela ludibriaram a Constituição.Portuguesa. Foi óbvio a aceitação de António Costa a estas condições porque de outra forma seria rapidamente corrido como líder do PS.

Todavia o problema verdadeiro é que, com estas atitudes e teimosias perante uma Europa já com pouca paciência para birras de meninos, Portugal está a escorregar de forma (quase) alucinante para nova bancarrota.

Ora se os Bancos portugueses receiam cada decisão vinda de Bruxelas, já o mesmo não se passa com os partidos chamados de esquerda, que esfregam as mãos de contentes com a possibilidade de haver uma nova ordem Europeia (que sinceramente ainda não percebi bem o que poderá vir a ser!).

Em Portugal continua-se a acreditar que com novas políticas pode-se inverter o rumo destes (maus) acontecimentos! Olvidam que este rectângulo é pobre, sem recursos de qualquer espécie (a não ser o Sol) e que gasta como não houvesse amanhã!

Não aguro grande futuro a esta pobre nação. Pode ser até que me engane mas detesto ter razão!

Comes e bebes!

Falemos hoje de coisas importantes... Nada de política ou geringonça, Euro 2016 ou Selecção Nacional.

Chegou a hora de falar de algo que gosto especialmente de fazer e, dizem para a qual tenho alguma queda... (não tenho é onde cair!!!).

Falo-vos de cozinhar. Pois é... gosto mesmo de fazer uns petiscos. Mas nada daquilo sofisticado em que num prato enorme lá conseguimos encontrar algo parecido com comida.

Porém não esperem que venha aqui apresentar receitas... Longe disso! Há já por aí tanto blogue sobre este assunto que acabava por ser somente... mais um!

Venho aqui falar de métodos e artimanhas para confecionar uma óptima refeição. E digo-vos mais: sei qual a receita para um prato, seja ele qual for, ficar cinco estrelas.

Não acreditam? Pois bem... passem três dias sem comer e verão que o próximo prato que vos apresentarem para degustar estará simplesmente divinal. O que se infere que a fome é um fantástico tempero. Quiçá o melhor!

No que respeita à confecção dos meus pratos, valho-me sempre de duas medidas, que ainda não estão certificadas pelas entidades competentes mas são para mim de enorme valor. Chamam-se gostómetro e olhómetro.

Estas duas preciosidades têm-me valido rasgados elogios aos repastos por mim preparados. Ainda hoje usei ambos para fazer o almoço: sopa de nabiças e estrogonofe de perú com arroz branco. Quem comeu disse que estava muito bom... Pelo que sobrou também me pareceu!

Ora o olhómetro é aquela medida em que o nosso olhar nos diz se algo está correcto ou falta qualquer coisa. Ou é a água, ou o arroz ou outra coisa que estejamos a preparar. E quase sempre conseguimos ter sucesso com esta medida. É certo que a experiência na cozinha também conta para estes casos, mas é ainda assim a minha medida preferida.

Temos de seguida o gostómetro que se pode, de vez em quando, tornar um tanto traiçoeiro. Por exemplo, eu gosto da comida (muito) picante o que difere da generalidade dos comensais cá de casa. Deste modo o meu nível de gostómetro estará (quase) sempre num nível baixo. Tal como o sal, cujo ingrediente sou pouco apreciador.

Quanto aos meus doces estes geralmente levam açúcar... Muito! De outra forma não seriam doces! Todavia raramente os como! Não tenho diabetes mas gosto mais de apreciar os doces feitos pelos outros...Manias!

Acrescento os licores por mim feitos e que já me valeram diversos prémios... Sim, sim recebi umas garrafas todas engraçadas para encher... de licor!

Pronto... Por hoje creio que é tudo.

Vou só agora ali comer um gelado comprado no supermercado e já volto.

 

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