Uma vez mais o Ministro das Finanças alemão, Wolfgang Shäuble, não se dignou levantar para cumprimentar o actual Ministro das Finanaças grego, Yanis Varoufakis.
Em tempos esta mesma atitude mereceu reparos em Portugal, nessa época com o ex-Ministro das Finanças Vitor Gaspar.
Agora fica a ideia que das duas uma: ou é mania da superioridade do alemão ou então deve ter alguma unha encravada.
Ontem foi dia de compras. Estes momentos revestem-se quase sempre de muito tempo gasto entre comprar, pagar e arrumar. Onde resido não há uma loja, um mero supermercado… nem mesmo um café.
Tendo em conta que em casa vivem sete pessoas, mais a malta que já saiu para outras (a)venturas, necessitamos de ter a dispensa composta. Assim sendo a visita a uma grande superfície torna-se necessária em média de dois em dois meses. Munidos de uma longa lista de produtos eis-nos a tarde/noite passada em pleno supermercado.
Como já estamos habituados a este tipo de compras nunca adquirimos coisas que não necessitamos, só o que realmente faz falta. Éramos três a percorrer quilómetros de corredores em busca dos produtos. A mim coube-me, como sempre, as bebidas, o leite, os queijos e a charcutaria. Uma hora e quatro carros depois dirigimo-nos à caixa para pagar.
E foi aqui que o insólito aconteceu… A determinada altura fui inibido de levar o leite que pretendia. O jovem caixa, sem qualquer culpa no caso, justificou-se dizendo que o produto estava em promoção e por isso havia limite de embalagens por cada pessoa. Fiquei varado com esta estúpida ideia. Voltei então para trás e troquei os pacotes de leite por outros para os quais não havia qualquer limitação. Confrontei uma colaboradora, daquelas que andam sempre com chaves na mão, e que me mostrou em letras muito pequenas o aviso da limitação de pacotes.
Isto é, a campanha de supostos descontos – ainda estou para perceber se eles existem mesmo – é colocada à vista de toda a gente em letras garrafais, mas o limite de embalagens aparecem num corpo de letra muito pequeno.
Por minha vontade as compras tinham ficado nos carros e jamais regressaria àquela superfície comercial. Todavia o bom-senso das mulheres que me acompanhavam prevaleceu e acabei por trazer os produtos.
Assumo desde já que dificilmente voltarei àquela rede de supermercados.
Assim que comecei a saber ler atirei-me aos livros. Primeiro uns muito infantis mas depressa subi o escalão e passei rapidamente a ler uns livros de aventuras de uns miúdos ingleses, que fizeram durante anos as minhas delícias.
As Aventuras dos Cinco da escritora Enid Blyton, foram um sucesso em Portugal e fazem parte, ainda, do meu imaginário.
Naquele tempo todos queríamos ser como o Júlio, o Dadid, a Ana e a Zé. Assim como desejámos ter um cão que se chamasse Tim. Ler aqueles pequenos livros foi uma aventura que me incentivou a buscar novas leituras...
... a (má) história com os medicamentos para a Hepatite C.
Há algo neste triste episódio que cheira muuuuuuuito mal. Num dia é tudo caríssimo, no outro há um acordo entre as partes envolvidas e os preços baixaram quase 50%.
Fica a questão: se ninguém tivesse vociferado publicamente contra o senhor Ministro, quantas pessoas teriam ainda de morrer para se chegar ao tal acordo?
Pois, pois todo o mundo sabe que ele faz trinta anos hoje. Toda a gente queria ser CR7, não só pela juventude mas acima de tudo pela fama e dinheiro.
Hoje o jogador do Real Madrid, nascido na bela ilha da Madeira, comemora o seu trigésimo aniversário. Um número que não é mais que isso mesmo: número!
Ronaldo é actualmente um ícone da juventude e um símbolo de um País que não o conseguiu segurar dentro das suas fronteiras. Provavelmente se por cá tivesse ficado CR7 seria apenas Cristiano ou o Ronaldo, sem 7. Todavia a sua permanente vontade de ser mais do que já foi, torna-o realmente uma pessoa especial.
Hoje quase por todo o lado, mas especialmente em Portugal, na cidade de Manchester e em Madrid comemora-se o aniversário do menino que veio para Lisboa e para o Sporting, muito novo.
Para o trintão Ronaldo o meu abraço sincero de parabéns. Eu sei que ele jamais me lerá mas isso para mim também não me parece importante. Prefiro que ele continue a jogar e a marcar golos. Com a competência que eu e todos lhe reconhecem.
Tal como havia prometido aqui, chegou ontem a casa mais um relógio de parede. Antigo relógio de ponto este "Simplex" (terá sido a esta marca que o outro veio buscar a ideia?) veio de Serpa onde no Museu do Relógio se sujeitou às mãos habéis dos mestres relojoeiros que fizeram um trabalho fantástico.
Recebi-o como prenda de aniversário quando fiz 10 anos. Não imagino quanto terá custado, mas para a época não terá sido naturalmente muito barato. Naquele tempo senti-me quase importante por ter um relógio de pulso. Como a vida hoje é tão diferente...
Até há bem pouco tempo estava a trabalhar. Fui achá-lo ontem parado mas com a corda toda. Pronto lá tem de ir ele ao médico especialista.
Foi meu companheiro nas boas e más horas... E só em 1980 o substituí por um outro mais moderno mas que rapidamente feneceu.
A bracelete de origem já se estragou faz muuuuuuuuito tempo. Todavia assim que regresse ao meu convívio brindo-o como uma nova.
Enfim este pequeno aparelho é outra das fantásticas referências do meu já longo passado. E que jamais olvidei!