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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A política segue dentro de... semanas!

1 – PPC versus TC

O litigio institucional entre o Governo de Pedro Passos Coelho e os Juízes do Palácio Ratton parece ter chegado a algum exagero. E das duas, uma: ou o Tribunal não explicou convenientemente as razões nos diversos chumbos aos diplomas governamentais ou o governo não sabe ler e interpretar o que os doutos juízes escreveram nos acordãos.

Há porém uma terceira hipótese, quiçá um tanto rebuscada, mas como disse alguém “…em política o que parece, é! “ e que se prende com a ideia de que o governo desculpa-se com os constantes chumbos para… aumentar impostos. Dito de outra forma Pedro Passos Coelho ao apresentar os diplomas sabe que eles irão ao TC e que serão recusados. Deste modo é o próprio Tribunal que de uma forma quase encapotada valida os sucessivos aumentos de impostos.

2 – PS um partido triste

Quando temos tudo para ganhar eis que surge algo que estraga os nossos planos. Esta será a ideia que ficou das eleições europeias, no que diz respeito ao maior partido da oposição. Seguro não conseguiu uma votação pujante o que se plasmou no aparecimento de António Costa disposto a tomar conta do Partido. Esta guerra pela liderança ainda não é certa que não traga consequências para o partido do Largo do Rato. Bem pelo contrário… Algumas sondagens insistem na queda de intenções de voto no PS.

Se bem que para o governo Seguro seja uma força menor, a realidade não confere a Costa, a garantia de uma vitória folgada no próximo acto eleitoral. O tempo de contar espingardas já começou.

3 – 10 de Junho e PR

O discurso do PR no passado dia 10 de Junho não trouxe grandes novidades àquilo que pretende para o nosso país e que é do conhecimento de todos nós. Diferente, diferente foi a sua indisposição. Há muito que o nosso Presidente não parece estar muito bem. Vamos naturalmente aguardar por novos desenvolvimentos.


4 - A partir de hoje temos o Mundial, para nos distraírmos destes nossos políticos.

Boa sorte Portugal!

A uma mão cheia de dias do início da participação portuguesa no Mundial, é tempo de pararmos e serenamente olharmos para o nosso futebol. Desta eventual reflexão pode-se retirar diversas ideias. A saber:

• A organização do futebol em Portugal é uma amálgama de (demasiados) interesses financeiros, onde a verdade desportiva é colocada no fim de todas as prioridades;

• Mesmo assim a nossa selecção consegue estar representada no maior certame do Mundo;


• O melhor jogador do planeta veste a camisola lusa;

• Os nossos jogadores têm grande procura na Europa, pela sua enorme qualidade;


• Um dos melhores treinadores de futebol do Mundo, se não mesmo o melhor, é um português de Setúbal;

Agora imagine-se o que seria da nossa selecção se em Portugal o futebol fosse uma actividade bem organizada e rigorosa?

Os dirigentes desportivos, os árbitros, os empresários, a imprensa da especialidade e tanta outra gente que vive do futebol, em vez de viverem para o futebol, são obviamente culpados destas desorganizadas organizações como são a Liga (vidé as últimas eleições para este orgão!), a Federação ou a APAF.

Não obstante o actual 4º lugar no ranking da UEFA, este lugar não corresponde às espectativas de vitória neste Mundial, que hoje se inicia. Bem longe disso!

Mas como não quero ser denominado de derrotista espero que Portugal jogue bom futebol, ganhe e vá mais longe possível.

Eu e o Facebook

 

Há quem considere o Facebook uma forma encapotada de controlar a vida das pessoas. Talvez por isso o constante decréscimo de utilizadores daquela aplicação.

 

Por mim discordo totalmente das visões catastrofistas de alguns “gurus”. No Facebook só coloco o que quero, quando quero e aceito as amizades que quero. Nada, até agora me foi imposto. Se assim fosse há muito que teria encerrado a minha conta.

 

E ao invés do que se propaga, o Facebook tem-me trazido novas de muito lado e de muita gente. Família que se encontra emigrada, amigos a viver em locais distantes, colegas que não sabia há décadas.

 

E foi num destes últimos casos que descobri o JC, um antigo colega do antigo Liceu Nacional de Almada. Está do outro lado do mundo mas a partir de agora está aqui comigo.

 

Foi uma emoção revê-lo e saber como evoluiu na vida. E ver as fotos das filhas… Como crescesmos!

 

Se leres isto JC, espero que sim, acredita que ganhei hoje o dia. Melhor, ganhei o ano. Porque há coisas que o dinheiro jamais paga.

 

A vida pode levar-nos a todos para muito longe uns dos outros, mas o Facebook acaba por nos juntar.

 

Uma das vantagens da era virtual!

Bom dilema!

Gosto muito de ténis.

 

 

Aprecio Nadal pela sua garra. Djokovic pela grande qualidade dio seu ténis.

 

 

Hoje enfrentam-se na final do terneio de Rolland Garros!

 

E eu não sei qual prefiro que ganhe.

 

 

Xeque-mate ao novo Rei?

 

Com a abdicação do Rei Juan Carlos a favor de seu filho varão Felipe de Bourbon, abriu-se uma caixa de Pandora. De um momento para o outro a nossa vizinha Espanha viu-se a braços com um problema político que não imaginava: a dúvida sobre a “real” razão de existência da monarquia.

 

Milhares de pessoas têm vindo para a rua exigir a convocação de um referendo, a questionar se os espanhóis preferem manter uma monarquia mesmo numa versão do século XXI ou bem pelo contrário desejam a implantação de uma 3ª República, a exemplo de Portugal.

 

Se me perguntarem se sou republicano ou monárquico, responderei com a primeira opção, tomando em consideração que jamais vivi numa monarquia. No entanto a figura de um Presidente da República num sistema parlamentar como o nosso, cinge-se a dar posse a ministros e secretários de estado, ou a condecorar individualidades no dia 10 de Junho.

 

Tirando isso o PR é apenas e apenas uma figura de retórica, quiçá com algum peso institucional, mas muito pouco poder. E é esta noção da realidade republicana que os nossos vizinhos espanhóis ainda não têm.

 

Enquanto qualquer candidato a presidente sai do arco dos políticos da governação, provavelmente refém de muitos apoios recebidos para a sua eleição, o futuro rei de Espanha, Felipe VI, conseguiu para já o feito invulgar de casar por amor com uma jornalista já anteriormente casada e mais tarde divorciada e tem vindo toda a sua vida a preparar-se para ser Rei de Espanha.

 

A minha reflexão final vai para a ideia de que, no actual contexto europeu, não sei se a manutenção de uma monarquia não seria o mais sensato.

 

Entretanto os xeques-mates ao novo Rei continuam!

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