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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A "Béla" e o Monstro

 

Não gosto de falar da casa alheia, mas desta vez, não posso fugir.

 

O treinador Jorge Jesus ficará para sempre ligado ao Benfica… pelas piores razões. Não obstante ter conquistado alguns troféus internos, obviamente sempre importantes, o líder do futebol benfiquista não conseguiu, nas duas finais da Liga Europa que disputou, ganhar qualquer uma delas. E se a do ano passado ainda se desculpa por ter sido contra o milionário Chelsea de Londres, já este ano a equipa do Sevilha nunca mostrou ser mais competente que a equipa encarnada.

 

É sabido que JJ não teve todos os jogadores disponíveis (a maioria por castigo), mas mesmo assim a equipa andaluz não apresentou, durante os 120 minutos da final de Turim, argumentos para bater o Benfica. O clube da capital lusitana teve sempre o domínio do jogo e não só marcou por… pura aselhice!

 

Não sei se os jogadores que subiram ao relvado eram os melhores, mas seja como for o Benfica tinha a obrigação de fazer (muuuuuuuito!) melhor.

 

Finalmente fico com a estranha sensação que o tempo de JJ na Luz terminou e que não basta a vontade férrea dos adeptos benfiquistas para a equipa marcar golos e ganhar os jogos.

 

A vida nem sempre é justa… mas é a vida!

 

 

   
          

Na minha cidade III - Pergunta pertinente?

A senhora parecia aguardar alguém. A tarde estava cálida, não obstante soprar um vento ligeiro. Trajava um vestido creme, muito justo e muito curto. O decote era outrossim generoso. Os cabelos castanhos, longos caíam sobre umas costas despidas.

Na mão a mala e mais um saco. E aguardava...

Um traseunte masculino que por ali passava observou-a e sem mais rodeios perguntou:

- Estás à minha espera?

A senhora do alto dos seus sapatos em agulha respondeu, com uma invulvar serenidade:

- Não, estou à espera da cabrona da tua mulher para lhe dizer que lhe queres pôr os cornos...

O homem ainda tentou responder mas deve ter percebido que qualquer guerra com aquela dama estaria irremediavelmente perdida.

Seguiu o caminho, envergonhado, eu ri a bom rir com o caricato da situação, enquanto a senhora aguardava...

Haverá pior destino?

 

 

Creio já ter escrito neste espaço que a Terceira Guerra Mundial já teve o seu início há muito tempo. Se não, vejamos:

 

De um lado os Estados Unidos com uma dívida colossal, quase toda ela nas mãos dos chineses, continuam, ainda assim a imprimir notas de dólar. Até que um dia Obama ou um outro qualquer presidente declare que deixa de pagar… Aí a China, India e outros países chamados emergentes, vão acordar de um pesadelo.

 

Do outro lado observamos uma Europa, renascida das cinzas após a II Guerra Mundial, que teve até à queda do Muro de Berlim uma postura de alguma forma cuidada, muito devido à Guerra Fria e, acima de tudo, à bipolarização bélica, plasmada à época na NATO e no Pacto de Varsóvia.

Com o subsequente desmembramento da “Cortina de Ferro”, a unificação Alemã e a destruição da União Soviética – com as actuais (más) consequências –, a Europa passou a ser uma zona comercial demasiado apetitosa para uma China e outros países orientais, economicamente em crescendo.

 

A criação do Euro veio dar ao Mundo uma nova alma e uma opção na escolha de uma outra moeda como referência. Só que tudo não passou de um “flop”. E assim que o Lehman Brothers faliu, a economia derreteu-se deixando à mostra as fragilidades do Velho Continente. É aqui que entra então a Alemanha, que do alto do seu pedestal financeiro, vai alimentando os países mais frágeis (especialmente do sul da Europa) com as evidentes e obrigatórias contrapartidas.

 

Austeridade e mais austeridade, dívida impagável, economia destruída foram as formas dos Alemães, de forma subtil, dominarem a seu bel-prazer os países mais débeis.

 

Temos assim de um lado a China, senhora de muita dívida americana e alguma europeia, e do outro a Alemanha proprietária dos orçamentos dos países da zona euro com enormes dificuldades económicas. Entre esta balança ficou, todavia, a Grã-Bretanha que não estando na zona Euro, também não ficou imune ao descalabro económico europeu e mundial.

 

Assim sendo a Terceira Guerra Mundial não se joga nos velhos campos bélicos, mas nos corredores de um Banco Central Europeu, num Federal Reserve ou num Bank of China. E este jogo, em vez de eliminar milhões de pessoas, elimina milhões e milhões de empresas, expurgando a economia mundial de mui pequenos negócios que vão sendo placidamente absorvidos por empresas (muito) maiores.

 

Estamos (todos???) presos a acordos assumidos por governos democraticamente eleitos, sem hipóteses de renunciarmos a eles.

Deixámos assim de ser donos do nosso próprio caminho.

 

Haverá pior destino?

Dos anos 70... para agora!

Nos meados do anos 70, a música em Portugal saltitava entre o Punk de Sex Pistols ou The Ramones, o revivalismo com Saturday Night Fever ou Grease ou o glam rock dos Slade. Obviamente que os Pink Floyd, Rolling Stones, Deep Perple e outras grandes bandas residiam num patamar muito acima e eram quase intocáveis.

 

Porém outras músicas ou outras formas de fazer música surgiram no nosso mercado. Para além do celebérrimo Mike Oldfield e o seu lendário Tubular Bells, também os Krafwerk de origem, naquele tempo, na Alemanha Ocidental, surgiram com diversos discos e rapidamente se tornaram um sucesso, especialmente naquela franja de jovens que não se identificavam com outros tipos de música.

 

Gosto de alguma música electrónica, mas concordo com alguns melómanos quando afirmam ser um tanto repetitiva. Todavia o tema que segue abaixo era, no meu tempo de estudante, muito ouvido e foi um enorme sucesso.

 

 

 

 

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