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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

De regresso… a Londres!

 

O capítulo de José Mourinho em Espanha está definitivamente encerrado. E ao contrário do que aqui escrevi, José regressa a Londres a um clube onde foi feliz, tentando recolocar o Chelsea na luta pela Liga inglesa.

 

Mas estas coisas dos regressos têm (quase) sempre um reverso, por vezes amargo. Mourinho quando encabeçou o projecto inglês fê-lo na certeza de encontrar uma equipa fragilizada e muito pouco habituada a ganhar, não obstante umas taças de Inglaterra.

 

Neste contexto foi razoavelmente fácil encontrar o caminho das vitórias. E assim temos o setubalense a ganhar um primeiro título fora de Portugal num clube que o não ganhava havia cinquenta anos. Repetindo o triunfo no ano seguinte.

 

A aventura em Milão correu tão bem que, perto de cinquenta anos após a última vitória, o Inter torna-se outra vez vencedor da Liga dos Campeões. E foi esta vitória que levou José para Madrid para uma aventura muito, mas muito complicada.

 

Algumas taças e um campeonato espanhol foi tudo quanto Mourinho conseguiu “amealhar” nos três anos que esteve na capital espanhola. Porém a vitória na Liga dos Campeões, jamais conseguida, acabou por sentenciar a sua saída do comando da equipa merengue.

 

Retorna a Londres mais velho, provavelmente mais conhecedor mas também mais “vigiado” por uma imprensa que, tal como a espanhola não perdoa eventuais maus resultados.

 

Só espero e desejo que o José tenha muita sorte e obviamente muitos sucessos em Stamford Bridge.

Reflexão em fim de época!

Acabou!

 

Finalmente acabou o Campeonato Nacional.

 

O meu Sporting ficou num mui pouco honroso 7º lugar, coisa nunca vista na sua história. Rio Ave, Estoril, Braga e Paços de Ferreira, exceptuando o clube de Bracara Augusta, são equipas que lutam habitualmente para não descer de divisão e terminaram acima do clube de Alvalade.

 

O FCPorto sagra-se campeão à custa de um Benfica muito pouco humilde. Nas últimas semanas, o clube da Luz, assumiu que bastava entrar em campo para ganhar os jogos. E foi este erro, que outros clubes mais propriamente o Sporting, já cometeram em tempos, que originou uma euforia excessiva e sem haver (ainda) razões para tal.

 

Curiosamente, este longo torneio, resume-se à imagem que foi visionada milhares de vezes: Jesus de joelhos, no Estádio do Dragão, após o segundo golo da equipa treinada por Vitor Pereira. Nesse preciso instante, Jorge percebeu que tinha o campeonato perdido para os homens de azul listado. E vergou-se à frente de toda a gente a essa evidência.

 

Agora é tempo das análises. Umas profundas, tentando desculpar o que não tem desculpa, outras demonstrando o impossível. Porque o futebol é feito disso mesmo: impossíveis.

 

No início era impossível o Sporting acabar em sétimo!

 

No princípio era impossível o Paços de Ferreira ficar em terceiro com acesso à pré- eliminatória da LC;

 

No dealbar era impossível serem as arbitragens a decidir os campeonatos, em vez dos jogadores em campo;

 

Ao contrário (eu sou sempre do contra?) do que muitos especialistas dizem e escrevem tenho a sensação que o Benfica perdeu o campeonato ao vencer o Sporting. Disto isto assim parece uma contradição. Mas passo a explicar:

 

Na verdade o problema não foi a vitória em si, mas a forma como foi conseguida: sem mérito desportivo e com demasiados casos de arbitragem. E, curiosamente, foram estes casos ou a forma como Jesus lidou com eles que destruiu a áurea de “quase campeão” que envolvia o Benfica. Muitos foram, que publicamente admitiram uma péssima arbitragem de João Capela, que ficará para sempre indelevelmente associado a este jogo. E o conjunto de críticas à arbitragem colocou os árbitros em “aviso amarelo”, passando nos jogos seguintes, a ter muito mais cuidado e competência nas análises dos lances entre o Benfica e os adversários.

 

É por isso que o clube da Luz acaba por empatar em casa com Estoril, fazendo com o FCPorto dependesse apenas dele mesmo, para voltar a ganhar o ceptro de campeão.

 

Quanto ao Sporting pouco mais há a acrescentar ao que disse atrás: fez a sua pior época, acabando com um saldo a zero entre golos marcados e sofridos. Passaram pelo banco, demasiados treinadores: Sá Pinto, Oceano, Vercauteren e finalmente o Professor Jesualdo. Mas o futebol só melhorou (quase) no fim… quando já havia pouco ou quase nada para ganhar.

 

Agora é tempo de saber quem ganha a Taça! Mesmo que seja o Benfica saberá sempre a (muito) pouco.

Real, Mourinho e Ronaldo - expulsos da taça sem honra nem glória

Previa-se um dérbi renhido. É por demais sabido a rivalidade entre os dois clubes madrilenos. O Real a minimizar uma autêntica hecatombe de desaires, esta época. O Atlético a tentar recuperar um troféu que não lhe pertencia ia para 17 anos.

 

Começou bem o Real com um golo ainda antes de passar o primeiro quarto de hora de jogo. Ronaldo foi o seu autor. Mas o Atlético não se atemorizou e aos 34 minutos empatou.

 

A segunda parte trouxe um jogo de (muita) pouca qualidade mas rasgadinho. Muitas picardias que o árbitro foi controlando com uns amarelos. Oportunidades flagrantes de golo para o Real mas o guarda-redes colchonero mostrou-se à altura do e,mbate e por diversas vezes salvou a baliza do Atlético.

 

Ao fim dos noventa minutos o empate ajustava-se ao que se passara em campo. No inicio do prolongamento Mourinho, entretanto expulso por contestar a arbitragem, faz de uma assentada três substituições, que nada valeram ao Real. Bem pelo contrário pois aos oito minutos Miranda colocou a Atlético na frente do marcador.

 

Redobraram então as picardias que culminaram na expulsão de Ronaldo num lance muito pouco desportivo. O “caldo” estava entornado e até ao fim do jogo foi um fartote de faltas para ambos os lados, diminuindo em muito a qualidade do jogo já de si muito depauperado.

 

Deste modo Mourinho e quiçá Ronaldo despedem-se de Espanha sem um único título esta época.

 

Claramente uma alegria para os detractores do “Special One”.

O futuro do Sporting.

O actual presidente Bruno de Carvalho, pode ficar ligado indelevelmente ao futuro do Sporting pelos melhores ou piores motivos. Obviamente que essa ligação dependerá apenas dele e da sua forma de estar perante a “sociedade” leonina.

 

O Sporting necessita neste momento de dinheiro, muito dinheiro. Mas também de paz. O pior que pode acontecer a este clube é deixar-se minar internamente por tricas originadas em quem nada fez pelo Sporting a não ser aproveitar-se dele. E a primeira coisa que devia ser blindada é a informação para o exterior. Nada do que se passa intramuros deve ser transpirada para fora do Estádio.

 

É certo que os jornais, especialmente os desportivos, adoram “sangue”. Só assim conseguem, muitas vezes, sobreviver. Mas é tempo de essa sobrevivência não ser feita (só?) à custa do Sporting. Esta questão não é de todo despiciente para uma boa gestão. A informação apresentada pelos jornais deve emanar de alguém responsável e não vir a lume através de fontes consideradas anónimas e que só prejudicam o clube.

 

As contas (antigas e novas) é um outro assunto que deve ser “manuseado” com delicadeza. Primeiro mostrar o verdadeiro panorama dos passivos e das dívidas. Depois tentar gerir com parcimónia o que ainda há de forma a não esbanjar. E finalmente comunicar aos adeptos, sejam eles sócios ou não, todas as acções que pretendem realizar.

 

Futebolisticamente falando há que avaliar o que têm e perceber com aquela “massa” que “pão” podem fazer. E dizê-lo sem rodeios… Como diz o povo: “Mais vale um bom desengano, que andar toda a vida enganado”.

 

De uma outra forma estes dois últimos parágrafos já foram aflorados neste post. Mas nunca é demais frisar estas situações.

 

Tenho perfeita consciência que tudo o que atrás referi não é fácil! Mas também ninguém disse que o era…

 

Cabe por isso a Bruno de Carvalho mostrar do que é capaz. Rodear-se de gente que se preocupe mais com o clube do que as suas posições e finalmente dar aos sportinguistas um rasgo de esperança em dias melhores.

 

 

 

Também publicado aqui

O minuto 92 no futebol…

Há por ai uns “gurus” que afirmam que a numerologia é uma ciência.

 

Eu, na minha maneira muito própria de ver as coisas não acredito. Nem sei se chamará aquilo uma ciência. Porém, ontem e hoje, dei por mim a reparar, com a ajuda de algumas fontes, valha a verdade, na quantidade de coincidências que a final de ontem, perdida pelo Benfica, originou.

 

Desta forma repare-se no seguinte:

 

1 – Nove (9) participações em finais, apenas duas (2) vitórias;

 

2 – Decorria o minuto 92 quando o Chelsea marcou o segundo golo;

 

3 – Os números das camisolas dos marcadores dos golos ingleses eram o 9 (Fernando Torres, 1-0) e o 2 (Ivanovic 2-1);

 

4 – Já para não falar do minuto 92 no Estádio das Antas no passado fim de semana.

 

 

Podem ser simples coincidências, pois podem. Mas também não deixa de ser curioso!

 

Ah e já agora, não se esqueçam que em 1999 o Manchester United ganhou a Liga dos Campeões contra o Bayern, com dois golos nos descontos sendo o da vitória por 2-1 ao minuto 92.

 

Esta noite... e amanhã

Custa-me escrever isto, mas os jogadores do Benfica não mereciam perder esta final. Todavia repito: apenas os jogadores do Benfica!

 

Quando ao resto do universo “capelista” não me rala rigorosamente nada terem perdido.

 

A fanfarronice foi silenciada.

 

A prepotência terminada.

 

A arrogância desaparecida.

 

Ficou uma vez mais provado de JJ não tem estaleca para ser treinador do Benfica. Com uma primeira parte onde foi sempre superior ao Chelsea, Jesus deveria ter apertado o torniquete à equipa adversária.

 

Porque quem tem de arriscar para ganhar e não o faz, acaba sempre por perder.

 

Entretanto amanhã, o silêncio dos adeptos do clube de Carnide, vai ser deveras estimulante. 

Maldita dúvida!

A instituição Sport Lisboa e Benfica merece-me todo o respeito e consideração. Pelo muito que fez e tem feito pelo desporto no nosso país não só na conquista de alguns títulos como na formação de muitos atletas. E não é por eu ser adepto do Sporting Clube de Portugal que não consigo ver os feitos daquela entidade.

 

Porém aquela agremiação desportiva tem um gravíssimo problema, que é o seu adepto. Todos os “capelistas”, sejam eles doutores jubilados, taxistas ou meros trolhas, consideram que tudo é valido para chegarem a uma vitória. Para piorar as coisas estes adeptos acham que nenhuns dos outros adversários estão à altura deles e que ganham com mérito, só eles.

 

Ora desde que José Mourinho assumiu a liderança do Chelsea, passei a olhar para este clube com mais atenção, de tal forma que dei por mim a sofrer com as suas derrotas e a alegrar-me com as suas vitórias. Mesmo após a saída de JM de Stamford Bridge, mantive uma observação atenta sobre o que se passava em Londres.

 

É assim nesta balança que vai saltando o meu espírito rebelde… Se por um lado apreciaria que a Liga Europa fosse para Londres, por outro quero que os “capelistas” provem do seu próprio veneno que foram e vão debitando contra os outros adversários.

 

Portanto… a minha dúvida mantém-se! Ou a vitória dos “Blues” ou a derrota dos “capelistas”.

 

 

 

Publicado também aqui

Uma pergunta idiota?

 

Toda a gente fala…

 

Proliferam na rede textos e comentários sobre…

 

Saltitamos de blogue em blogue para apurar mais pormenores…

 

Procuramos saber mais detalhes nas televisões ou rádios...

 

No entanto salta à vista uma pergunta: quem neste mundo pode fazer o que ela fez?

 

É que, bem vistas as coisas, sem dinheiro não há mastectomia com reconstrução que se consiga fazer.

Andamos todos cansados

 

Tão cansados que já nem ligamos áquilo que se passa no governo. Só desejamos que eles não se lembrem de mais um imposto, de mais uma taxa ou uma outra forma qualquer de nos subtrair mais dinheiro.

 

Já ninguém percebe se é o PPC quem manda, se o PP ou simplesmente a Troika. Duma coisa temos a certeza o PR não tem voto nesta (e noutras!) matérias.

 

Faz muito tempo que o actual governo perdeu a sua credibilidade. Porque cada elemento diz sua coisa, não havendo uma sintonia de acção nem de discurso. E o que hoje é verdade amanhã é mentira, deixando o povo português à beira, não de um ataque de nervos, mas de autênticas imolações pelo fogo.

 

Vivem-se tempos incertos. Pelas ruas da cidade vão-se espalhando cada vez mais homens e mulheres ociosos. O desemprego atinge máximos jamais imaginados na nossa sociedade. A fome, a miséria, o desespero entram pelas casas dos portugueses de mãos dadas com a desolação e a tristeza.

 

E o governo, que já nem a si se governa, como consegue governar um país? Nem é necessário resposta, pois ela encontra-se na própria questão.

 

Andamos todos cansados.

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