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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Até que a mão me doa...

Esta tarde fiquei num braseiro.

Passou em rodapé num canal de notícias na televisão a palavra exceção.

Não interessa aqui falar da notícia em si, mas claramente deste nosso português que alguns (mal) iluminados conseguiram estragar. A eliminação das consoantes mudas que toda a vida me habituei a escrever, foi um dos maiores erros neste “NAO”.

E não me peçam para aceitar esta transformação sem mais nem menos. Enquanto puder escreverei como aprendi há quase 50 anos. Se os “agás” não se lêem porque é que todas as formas do verbo haver têm essa consoante no início? Também a deviam ter eliminado…

Já o escrevi algures e continuo a repetir a pergunta até à exaustão, porque será que os ingleses e americanos jamais assinaram um acordo ortográfico entre eles?

Portugal tem essa velha mania de ser diferente, só porque sim…

Há quem defenda que este acordo beneficiaria o nosso comércio literário com o Brasil, tendo em conta a imensidão do seu mercado e a forma diferente de escrita do português. Todavia não é líquido que estes acordos tragam aos nossos escritores e às nossas editores mais leitores/clientes. Esta é obviamente uma falsa questão, que não foi pensada em termos da nossa sociedade. Fez-se um (mais do que um) referendo sobre o aborto, sobre a regionalização e não se fez um sobre a única coisa que os portugueses têm em comum: a sua própria língua.

Sou inteiramente contra o NAO! E hei-de escrever como sempre soube. Até que a mão me doa… e o tino me deixar.

Os discos da minha vida VI

IEntre todos os discos de vinil, cd's e dvd's que tenho, o trabalho que a seguir apresento é um dos melhores que ainda possuo e do qual jamais abdicarei.

 

Decorria a década de 70 quando ouvi pela primeira vez Peter Frampton. E fiquei ali siderado a escutar como se tocava viola duma forma tão peculiar e ao memso tempo tão séria e profunda. Aliás numa altura fértil de bons instrumentistas (Jeff Beck, David Gilmour, Brian May, entre muitos outros).

 

O album "Frampton Comes Alive" é por assim dizer, talvez o melhor disco tocado ao vivo, de todos os que conheço. Um disco indispensável!

 

 

Agradecimento

O LadosAB teve ontem direitos a uma "Ligação Directa" num dos melhores blogs da blogosfera lusitana.

 

Foi no "Delito de Opinião".

 

Aos seus autores e especialmente ao Pedro, de quem não esqueço a amizade e simpatia, o meu muito obrigado.

 

Porém passei a estar num patamar diferente. Para já tenho de ter cuidado com o que escrevo e como escrevo, não vá um outro leitor do "Delito de Opinião" ler algum destes textos e ficar aterrado com a miséria que por aqui vou escrevendo.

 

Enfim vou ter de me apurar na escrita!

Eu pecador me confesso...

Eu pecador me confesso: não tenho vícios!

 

Todavia nem sempre fui assim. Tempos houve em que comia e bebia alarvemente, fumava desalmadamente e jogava freneticamente. Modos de vida...

Depois vieram os anos, as responsabilidades e com os filhos à mistura, e foi aí que comecei a ganhar algum (pouco) juízo. Mas enfim, o suficiente para parar de fumar, comer e beber menos e jamais jogar.

Foram tempos duros. Não se muda assim uma pessoa do dia para noite com um estalar de dedos. Foi necessário sacrifício e capacidade de sofrimento.

Mas valeu a pena. Hoje posso dizer o que disse no início deste texto: não tenho vícios.

 

Este preambulo é apenas um desabafo perante algo que vejo com frequência e que me faz pensar.

As transformações profundas que Portugal ora atravessa, as vidas desfeitas que invadiram os lares dos portugueses, com o desemprego a ser a causa  principal, os cortes evidentes na massa salarial da maioria dos trabalhadores, ainda assim todas estas razões e outras não referidas não serviram para ensinar os lusitanos a poupar.

 

Custa-me perceber como é que as pessoas fazem opções sem precaverem o futuro. E pior... quanto menos ganham mais coisas pretendem e desejam.

 

Lanço assim para esta "mesa" o caso do tabaco.

 

Não sei quanto custa actualmente um maço de cigarros mas sei que é caro. Mas para além do mal que faz, o pior é que a maioria das pessoas que fumam nunca colocam o deixar de fumar como algo que se deva fazer, antes das outras coisas, no sentido de poupar alguns euros. Bem pelo contrário: o cigarro é algo que vai sempre ficando custe o que custar. Corta-se na carne. no leite, no peixe ou no pão mas nos cigarritos é que não pose ser nada...

 

Que valores são estes em que cada um se preocupa mais com o seu umbigo, do que com a barriga do filho esfomeado? Que egoísmo é este? Que sociedade temos vindo a criar?

 

O desenvolvimento de um país também se vê nestes detalhes. Ou será que não?

 

Destrava-Línguas

Numa época em que o nosso "Luso-Português" (porque há o Brasil-Português!!!) está a ser mal usado, lembrei-me de trazer para este "cesto" de compras os destrava-línguas.

 

Alguns deles já os conhecia, outros fui-os apanhando por aí. Os ingleses têm diversos e creio que as outras línguas também terão os seus.

 

Eis o primeiro, que conheço vai para mais de trinta anos:

 

 

 

Em cima daquele monte


Está uma pedra desatravinquadrilhada


Qual foi o desatravinquadrilhador


que a desatravinquadrilhou


Se a voltar a desatravinquadrilhar


Será um bom desatravinquadrilhador

Desafio... aceite!

Um velho amigo de escola e de outras aventuras lançou no seu blog um desafio em que se comprometia em ler um clássico por mês, numa forma de luta contra o novo e polémico acordo ortográfico tanto do seu (e meu) desagrado.

 

Gostei de desafio e lancei mãos a um dos livros da minha biblioteca. Calhou-me "servidão Humana" de Somerset Maugham.

 

Este era um daqueles livros em fila de espera. Mas passou à frente dos outros.

 

Comecei hoje, aliás ontem a lê-lo.

 

Vamos ver quando o acabo.

Os discos da minha Vida V

No Natal passado brindei o meu filho mais novo, com um disco de vinil dos Pink Floyd. Um disco e fazer-me lembrar muitos outros que tive e que imbecilmente dei ou vendi.

Aliás o disco é talvez um dos melhores do século XX.

Refiro-me ao "Dark Side of The Moon" dos Pink Floyd. Já sem Syd Barrett - entretanto internado num hospício - este vinil faz parte da minha juventude. Um disco imperdível e que me traz imensas e boas recordações.

Daí o título deste post.

Quem puder deve ouvi-lo até à exaustão.

 

 

Os livros da minha vida II

Há livros que são importantes para nós, não pela sua qualidade de escrita (também!) mas por razões várias, muitas delas do foro pessoal.

 

É o caso que apresento hoje aqui. O livro é de banda desenhada, tem um herói que dispensa apresentações (Lucky Luke) e tem para mim um valor inestimável. Talvez seja o livro que guardo com maior valor sentimental.

 

Já nem me lembro como ele cá chegou, mas foi-me oferecido pelo meu pai quando andava por terras de África, na sua função de militar.

 

A editora foi a Ibis (já extinta) mas a sua lombada em tecido azul destaca-se dos outros livros da mesmo colecção. Eu nem sei as vezes que li esse livro. Outra e outra vez, sempre como se fosse a primeira. E ainda hoje é assim, acreditam?

 

Foi já nos anos 80, quando comecei a trabalhar que comprei os outros livros da mesma série e que me interessei mais a fundo pela 9ª arte.

 

Segue uma imagem não do livro verdadeiro mas de um semelhante publicado mais recentemente por outra editora.

 

 

Pedro Osório

Faleceu ontem com 72 anos Pedro Osório.

 

Este maestro era amigo de um amigo meu e sei que este perdeu alguém muito importante.

 

Ainda está por avaliar a influência que Pedro Osório teve na música portuguesa.

 

Fica aqui a minha homenagem a este maestro, que tanta falta nos vai fazer...

 

A nós e à música!

 

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