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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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A poucas horas do jogo…

 

Não é que eu não seja patriota, mas preferia que Portugal não fosse ao Brasil. Podia ser que alguém, neste país, finalmente com tino e dois dedos de testa colocasse os nossos dirigentes federativos e da liga numa modesta casa na bela cidade russa de Yakutsk. Refrescariam certamente as cabeças “louras” de tão más decisões.

 

Portugal vive estas coisas da selecção nacional duma forma demasiado emotiva para o meu gosto. Se se ganha somos os maiores do mundo e arredores. Mas se perdemos há que municiar a nossa mente de culpados. E cada um, derivando da sua cor clubística, vai arquitectando culpados, quase sempre nos jogadores das equipas adversárias ou nas (más) escolhas do seleccionador. Sempre foi assim e sempre o será!

 

Nunca, jamais, em tempo algum – passe a redundância – houve um dirigente que se demitisse pelos maus resultados da equipa de todos nós. Ser dirigente desportivo é pertencer a uma casta de gente pouco fiável e demasiado refém dos interesses das suas Associações e obviamente dos seus clubes e portanto inquestionáveis nos seus “poleiros” dourados.

 

O futebol é neste momento uma indústria que movimenta números com demasiados zeros. E se por sorte ou ironia do destino, alguém consegue colocar as mãos neste imenso bolo, é certo que elas não vêem imaculadas.

 

Mas regressando ao início deste post era bom que Portugal ficasse pelo caminho. Era só poupar. Não havia prémios, os jogadores regressavam aos seus países de trabalho e dedicavam-se de alma e coração aos torneios, em que os clubes que representam, estão integrados.

 

Não se perdia tempo a ver o futebol no Brasil a horas impróprias aumentando a produção nacional.

 

Bem vistas as coisas era só lucro!

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