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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Cultura breve!

No mundo actual com tantas variantes e escolhas como poderemos assumir que alguém é mais ou menos culto? Qual a verdadeira matriz (se a houver)?

Dou o meu exemplo: a minha cultura de videojogos equivale a zero. Tal como da música pimba. Mas sei quem foi Prokofiev ou Shostakovich. Tal como sei quem foi Somerset Maugham ou quem é Lawrence Ferlinghetti.

Todavia este meu simples conhecimento daqueles compositores e escritores e o desconhecimento total de jogos e música popular não faz de mim alguém mais culto que outras pessoas que apreciam outros tipos de música ou de leitura.

O que equivale dizer que a cultura não é um bem físico, mas tão somente quase um estado de alma.

Teoricamnte ser culto é saber pouco de muita coisa ou muito de pouca coisa? Pois a resposta não parece fácil...

Já vi concertos, espectáculos, exposições, galerias de arte e muitos museus. Viajei e absorvi culturas. Serei por tudo isto mais culto de outrém que nunca saiu da sua aldeia?

O tema é deveras complicado e sem uma verdade absoluta, até porque há muita gente que acha que a cultura é um pedaço de conhecimento que se compra numa qualquer loja de conveniência.

De longe vem a (má) fama!

Quando chegamos a uma certa idade e se iniciam algumas maleitas é que compreendemos que muitas das nossas doenças são consequências de uma vida pouco regrada, nada saudável tida muitos anos antes.

Oque comemos, bebemos ou fumámos em exagero vai-nos ser cobrado em dias posteriores com juros extremamente altos.

As organizações da especialidade, os médicos, os enfermeiros, todos de uma maneira simples ou mais complicada vão avisando para as consequências dos nossos actos.

Vou dar um mero exemplo. Deixei de fumar há mais de trinta anos. De tal maneira que já sou considerado não fumador. E desde essa época raramente me constipo ou tenho tosse. Atravesso Invernos sem um ai… Acrescento que sou de andar com poucos agasalhos. Camisa em cima do pelo e um casado é a minha indumentária diária, especialmente quando vou para o trabalho.

Seja mera coincidência ou não, a verdade é que conheço diversos médicos que mesmo tendo já alguma idade, e sabendo dos malefícios do tabaco e da má alimentação, continuam nesse registo arriscando-se a problemas graves. Claro constipam-se muitas vezes ao ano.

Fidelidade mortal!

A morte de Nuno Ribeiro da Cunha , gestor da conta de Isabel dos Santos, tem tudo menos de inocente.

Parece que estou a ver um daqueles filmes de gangsters americanos onde coisas destas acontecem naturalmente.

Pelo que li aquele gestor teria sido constituído arguido no processo que agora envolve a empresária Isabel dos Santos. E das duas uma: ou o cavalheiro sabia demais e preferiu morrer a divulgar o que sabia ou então alguém o fez.

Uma coisa é certa... daquela boca já náo sairá nada.

No entanto fica aideia de que um gestor de conta ... não é o dono do dinheiro. Apenas vai gerindo tal como a palavra diz. E se recebia  ordens de alguém superior como poderia ele dizer que não?

No meu trabalho já me aconteceu algo semelhante: alguém me mandou fazer algo com a qual não concordava, mas como alguém acima ordenava...

Nas estruturas de comando a fidelidade paga-se muitas vezes com a própria vida.

Terá sido este o caso?

Ei-lo!

Conheço-o desde que começou a partilhar os jantares do blogue "És a nossa Fé". Pelas conversas que fomos tendo depressa o considerei um homem sereno, lúcido e acima de tudo muito competente.

Gostaria de o ver como Presidente do meu Sporting. Porque tenho a certeza que faria um óptimo trabalho.

Porque é um daqueles sportinguistas que prefere o bem superior que é o nosso clube.

Se se candidatar farei por ele tudo o que preciso. Lutarei a lado dele para que conquiste um lugar na história do clube de Alvalade.

Chama-se Pedro Azevedo.

Escreve aqui e aqui.

Pelo Sporting! É um bom slogan não é?

Herói improvável!

Quem se aventura a escrever estórias de desencantar luta permanentemente com a dificuldade de dar nome às suas personagens. Pelo menos comigo é assim. Ainda por cima tenho uma agravante que é a cada nome gosto de associar uma personagem com estrutura moral ou imoral…

Quando a corrida do Desafio da Escrita dos Pássaros se iniciou dei por mim a criar um herói mais ou menos rebelde e desse modo o nome teria de ser outrossim bizarro.

Dezassete desafios depois o Malquíades esteve em todos e parece ter-se saído melhor do que aquilo que eu ao início julgava.

Esta é a verdadeira beleza da escrita… começarmos com uma ideia muito simples, quiçá ingénua e paulatinamente aquela vai crescendo, tomando forma, ganhando personalidade.

Foi o que aconteceu com o jornalista que falava pouco. Espero sinceramente que tenha deliciado os leitores como me deliciou a escrevê-lo.

Uma nota à margem

O genuíno Malquíades é um homem mais velho que eu, magro, desdentado, de cabelos desalinhados, com profundas rugas no rosto e claramente o tolo da minha aldeia.

A minha personagem foi em sua honra. Ele nunca lerá o que escrevi, mas eu sei que ele merece!

O cliente também tem razão!

Se há entidades em quem não confio essas são certamente as companhias de seguros. Quando somos potenciais alvos tudo surge como facilidades, cuidados e com preços fantásticos.

Mas basta assinarmos o primeiro contrato e pagar a primeiro recibo e rapidamente tudo se desmorona, qual castelo de cartas.

Também sei que as seguradores têm sempre muitos clientes desejosos de se aproveitarem das companhias, mas nem todos serão assim, obviamente.

Hoje andei a ver a quantidade de seguros que tenho. Desde os carros às casas são quase uma dezena deles. Depois é assim... se acontecer alguma coisa aos meus bens, as companhias vão tentar sempre arranjar maneira, naturalmente de forma legal, de não restituir o bem ou o seu valor.

Remetem-me para as tão conhecidas letras pequenas, onde estão as excepções, que nunca li porque achei aquilo uma maçada e tenho mais que fazer.

Mas entretanto paguei - e principescamente - por algo a que jamais irei ter direito e que se traduz numa só palavra: respeito!

Desafio dos pássaros, passado e futuro

O Malquíades após aquele desafio da praia deserta, em que surgiu todo nu nunca mais me ligou. Também não tive culpa… foi a passarada que inventou aquele tema (aquele e os outros!). Entretanto soube que a Eva já nasceu, que a Beatriz exibe de um sucesso enorme no mundo das artes plásticas, enquanto o jornalista radicou-se na cidade condal onde está a escrever o seu primeiro romance enquanto toma conta da filha pequenina.

Mais a sério e independentemente de tudo o que se passou, gostei de ter participado na primeira série do Desafio de Escrita dos Pássaros, que no meu caso particular cada semana eram dois desafios, já que para além de tentar cumprir com o tema da semana tinha de o adaptar ao Malquíades, um menino rebelde, que se tornaria num jovem jornalista na maioria das vezes tímido, outras demasiado afoito.

Porém de todos os temas houve um que gostei especialmente. Acima de tudo porque aproveitei para contar parte de uma estória auto-biográfica com muitos anos.

Agora o resto do bando foi surpreendente. Cada semana ficava numa ânsia para ler o que os outros escreviam. E acreditem que li textos simplesmente maravilhosos. E nem vou aqui enumera-los porque tive o cuidado de os comentar.

Agora vem aí a segunda temporada. Espero que mais escritores e novos desafios.

Neste momento nem imagino o que irá acontecer com os próximos motes, mas espero e desejo estar à altura, não dos outros escritores pois tenho consciência que escrevem muito melhor que eu, mas tão-somente à altura dos que já escrevi.

Termino com um estranho desejo que seria juntar o maior número possível destes pássaros num almoço.

A gente lê-se por aí.

Joacine e Isabel: um Continente a uni-las?

Ainda não percebi bem a quem interessa esta recente catadupa de más notícias sobre a empresária Isabel dos Santos. Tal como não entendo a bravata que o Livre tentou com a Joacine Moreira.

Duas mulheres que ultimamente têm andado na boca do mundo, dizem, pelas piores razões nomeadamente envolvendo petrodólares, por parte da filha do ex-presidente de Angola, e ideias próprias da deputada portuguesa.

Coincidência ou não, as duas assumem que há mentiras nos seus estranhos processos.

Partindo do pressuposto jurídico da presunção de inocência, ainda assim acredito que as duas, cada uma à sua maneira, tenham algumas contas para ajustar com os seus inimigos.

No entanto e ao invés da maioria das pessoas, gosto de quem pensa pela sua própria cabeça, postura que criou, no caso da deputada Joacine, muitos anticorpos dentro do Livre.

Seja como for a luso-guineense foi, a meu ver, ganhando algum respeito fora do seu próprio partido. Teve coragem suficiente para enfrentar os seus adversários políticos o que, diga-se em abono da verdade, no actual contexto não é coisa de somenos.

Quanto a Isabel dos Santos, os chamados "rabos de palha" devem agora estar a arder, mas cheira-me que há muita gente a querer ficar na fila da frente para deitar mão à fortuna da empresária Angolana.

Quem comenta um postal...

Quando entrei na blogosfera, nomeadamente na plataforma SAPO, percebi num instante que a interactividade entre quem escreve e quem lê e comenta seria uma mais-valia.

Deste modo tento sempre responder aos comentários inscritos na caixa devida (já me escapou um ou outro, mas peço sempre desculpa pelo atraso!!). Porque se as pessoas cuidam em exibir a sua opinião, caberá também ao autor dar resposta, nem que seja pelo simples facto de alguém se ter maçado a ler e a comentar.

Quando tenho tempo viajo um pouco à deriva pela blogosfera (nesta e noutras plataformas!!!) e acho deveras estranho que alguns autores não se dignem responder a um comentário, nem que seja com um simples, mero, mas sempre educado “obrigado”.

Em alguns casos até se poderia justificar com alguma avalanche de opiniões, só que não vejo isso.

Ora as plataformas de blogues têm a montante a hipótese de não autorizar comentários e nesse sentido tudo bem… o autor escreve, mas não recebe qualquer contrapartida de quem lê. Agora autorizar que se publiquem os ditos cujos e depois… silêncio profundo por parte do autor, parece-me pouco simpático e muito menos educado.

Acrescento, entretanto, que já recebi comentários que não mereceram qualquer resposta, essencialmente por baixarem de nível, quase sempre por usarem uma linguagem menos própria. Mas esses são, até agora, a excepção e quando isso acontece têm destino marcado... Lixo!

Amizades sem rosto

Quando era jovem (foi há tanto tempo que quase me esqueci!!!) havia uma frase que dizia o seguinte: viver não custa, o que custa é saber viver!

Não sei se actualmente esta frase fará sentido até porque as pessoas tentam viver tão depressa e estão tão ávidas de eventos que quase nem têm tempo para meditarem naquilo que realmente interessa. Felizmente nem toda a gente vive assim!

A semana que passou trouxe-me dúvidas, medos, tristezas, revoltas e até injustiças. Mas tudo faz parte da vida. Não tendo charneca para gritar aos quatro ventos a minha revolta, acabei por utilizar este blogue para desabafar, totalmente consciente das consequências das palavras que escrevi.

Em boa hora o fiz!

Primeiro porque as circunstâncias alteraram-se de tal forma porque o que deu origem à minha insatisfação acabou por se reverter e neste momento tudo parece encaminhar-se para um caminho mais sereno.

Segundo porque a amizade, carinho, esperança e solidariedade que aqui recebi através dos diversos comentários mostrou que a blogosfera é um campo extremamente fértil para se constituírem grandes e duradouras amizades.

Curioso, curioso é que não conheço pessoalmente nenhum dos comentadores que por aqui foram dando uma mão, uma força.

Isto é uma verdadeira amizade sem rosto!

Bem hajam a todos! Jamais vos esquecerei.

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