Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Isabel II - A Rainha do Mundo

Há dois anos aquando do nonagésimo aniversário da Rainha de Inglaterra escrevi este texto.

Passados 24 meses não retiro uma linha, uma palavra, uma vírgula ao que escrevi na altura.

Apenas acrescentarei que Isabel II começa finalmente a falar em sucessão. E ao contrário do que li muitas vezes e que eu próprio também assumi, a coroa não será, para já, entregue a William, mas sim a seu pai.

Sempre pensei que a relação entre a Rainha, o seu varão Carlos e a nora Camila obstasse a que o filho mais velho de Isabel fosse coroado Rei. Ainda por cima a idade do Príncipe de Gales, que em Novembro próximo fará 70 anos, não ajudaria à sucessão.

Mas pelo que vou lendo parece que a intenção da Rainha será outra. William que aguarde...

Dia Mundial da Terra

Nunca fui muito apologista dos dias disto e daquilo. Há sempre nesses dias especiais algo que fica por contar, versões antagónicas, visões diferenciadas.

Mas amanhã comemora-se o Dia Mundial da Terra como se com esta comemoração alguma coisa se alterasse na forma como os humanos tratam este planeta.

Durante séculos o homem estragou tudo à sua volta. Com a era Moderna tudo piorou. Agora começa-se a ter alguma consciência do mal que fizemos durante uma série de séculos. E tenta-se de alguma forma reverter...

O buraco do Ozono. as espécies desapacedidas, a poluição de mares e rios, tudo tem ajudado a transformar este planeta outrora verde num eventual deserto inabitável.

Quantos de nós já abdicaram de fazer algo só porque percebemos que pode estragar o ambiente? Acredito que poucos, muito poucos!

As alterações climatéricas, por exemplo, são o inicio de transformações muito maiores que um destes dias, sem que o percebamos, assolarão a Terra de forma e de impacto ainda mais evidente.

Nessa altura será tarde demais...

As eleições de ontem

Realizaram-se ontem as eleições para a Comissão de Trabalhadores, com três listas a apresentarem as suas propostas a todos os colegas.

No fim do dia o resultado não foi o mais simpático para a minha lista, que perdeu para o primeiro lugar por uma diferença de 15 votos. Em termos de mandatos a Lista A ganhou um mandato à lista C, sendo que a lista B (a minha) manteve o mesmo número de representantes.

Mais uma vez se constatou que a grande vencedora deste sufrágio foi a abstenção, a exemplo do que se passa na sociedade civil. Esta situação vai de acordo com o que penso, e que se plasma na ideia de que se o voto fosse obrigatório a esquerda jamais ganharia qualquer eleição.

Dos mais de 1700 trabalhadores que fazerm parte da casa votarem perto de 800 o que equivale a menos de 50% do universo laboral o que é manifestamente pouco.

Não obstante os fracos resultados da minha lista, adorei voltar a estas lides político-laborais.

Foi um imperativo de consciência.

Quando só existe o "eu"!

O egoísmo e a prepotência têm alastrado à nossa sociedade tal qual um virus. Tirando alguns honrosas excepções que confirmam a regra, a maioria das pessoas não querem saber do seu semelhante.

Eu dou um exemplo: os parques de estacionamento subterrâneos têm, na sua generalidade, lugares muito estreitos para os actuais automóveis. Se excluirmos aqueles pequenos veículos somente para duas pessoas, acontece que estacionar em parques subterrâneos torna-se uma prova de grande habilidade de condução.

Ainda por cima se os outros estacionarem de forma tão despreocupada que ocupam parte do lugar ao lado as coisas pioram um bom bocado.

Hoje deixei o meu carro num desses parques e tanto de um lado como de outro os respectivos veículos encontravam-se a ultrapassar a linha amarela dilimitadora do espaço a ocupar estreitando obviamente o meu.

Foi necessário muito cuidado para conseguir estacionar o meu carro.

Simplesmente porque os outros não se preocupam com os que vêm a seguir.

Trinta e um!

Nunca percebi este número associado a algo menos simpático.

"Foi um 31 que ele arranjou!"

Mas hoje este número tem outro sentido. Para melhor!

Há trinta e um anos era Domingo de Páscoa.

Há trinta e um anos fui pai pela primeira vez.

Há trinta e um anos a minha vida alterou-se radicalmente..

Obrigado M. por seres quem és. Pelo apoio. pela ternura, pelo carinho, até pelos momentos menos bons.

Aprendi contigo a ser outra pessoa e a dar valor a coisas que antigamente não apreciava.

Que a vida te sorria sempre.

Em Évora, no Café Alentejo

Hoje fui a Évora. Uma cidade que vale sempre uma visita mesmo que já tenhamos estado lá mais que uma vez. Há sempre algo novo ou diferente para (re)ver.

Desta vez também não foi excepção.

Após uma manhá de campanha acabei por ir almoçar com os restantes colegas a um restaurante que desconhecia, mas do qual fiquei com a melhor das impressões.

Nunca tive muito jeito para crítico gastronómico até porque os meus gostos são geralmente simples e sou naturalmente de "boa boca". O que equivale dizer que só algo muito diferente me poderia fazer escrever sobre um restaurante.

Mas vamos lá... Ali numa transversal da célebre Praça do Giraldo mais propriamente no número 5 da rua do Raimundo encontra-se o Café Alentejo. Um lugar sereno. de bom gosto e melhor comida e bebida.

O repasto inicou-se com as entradas, como é ususal. Mas os espargos com ovos mexidos estavam uma autêntica delícia. Depois veio um bacalhau assado com batatas e grelos salteados muito bem servido. Também ele excelente. Finalmente rabo-de-boi estufado com puré de batata. Um prato simples mas claramente muito genuíno e que se apresentou de forma divinal.

Os doces maioritariamente conventuais são também eles de enorme qualidade.

Quanto aos vinhos, foi-nos comunicado que haveria um stock de 350 vinhos diferentes.. Perante tanta variedade acabou-se por escolher vinhos da Quinta da Calada - branco e tinto - que me pareceram devidamente apropriados para o almoço.

O preço não é barato, mas a relação qualidade/preço justifica-se muito bem.

Como disse no início deste texto Évora merece sempre uma (re)visita.

O Café Alentejo também.

 

Cafe_alentejo.jpg

 

Uma mão cheia!

Quando há mais de 40 anos nos juntávamos para uns lautos repastos, naturalmente sonhávamos em ser, num futuro mais ou menos próximo, bons escritores ou melhores jornalistas.

Mas a vida nem sempre é como gostaríamos que ela fosse (creio que nunca é!) e por isso poucos ou nenhuns enveredaram pela escrita como profissão... A não ser o Pedro.

Tenaz e convicto de que o seu futuro passaria justamente pela escrita, foi nesta que apostou todas as suas fichas. E ganhou!

Saiu vencedor contra tudo e contra todos, tornando-se um dos melhores jornalistas portugueses. Daqueles à moda antiga e que são uma "espécie" em vias de extinção.

Neste mês de Abril chuvoso e frio, o Pedro Correia voltou aos escaparates das livrarias, publicando o seu quinto livro. Desta vez a sua aposta vai para um apanhado das frases mais célebres proferidas em 2017, tanto por gente lusa como por individualidades estrangeiras.

Uma edição com mais de duzentas páginas a não perder por quem gosta destas preciosidades verbais. Provavelmente daqui a algum tempo, muitos dos que neste livro são referenciados, vão negar as suas palavras.

Finalmente deste naco mui infimo da blogosfera desejo ao meu amigo Pedro os melhores sucessos e as maiores venturas.

A gente lê-se por aí!

 

frases_2017.jpg

 

 

Viver a vida!

A história correu mundo. Especialmente no mundo blogosférico.

Não há quem não goste da Joana. E do Vasco, E da Alice. E da Julieta. E das crónicas de um quotidiano de alguém que desejava ser um avião...

A vida escreve-se muitas vezes por caminhos invíos. Mas faz parte!

Todavia sob o telheiro do Quiosque vivem-se agora momentos de alegria e felicidade.

Daqui deste pedaço humilde e singelo, desejo que a luz ilumine sempre o caminho desta (boa) família.

 

 

 

Um Sábado raro!

Após uma semana com muita chuva veio um Sábado de sol Primaveril. Já sentia saudades.

Não fiz grande coisa, apenas um almocito e a tarde dediquei-a a ver alguns filmes, a escrever e a ler alguns blogues.

É raro passar um dia assim.

Soube tãããããããããããão bem!

 

CT's - estruturas caídas em desuso

Robinson sub-repticiamente lançou-me o desafio no seu último comentário a um texto meu. E tudo por causa desta minha corrida eleitoral à Comissão de Trabalhadores (CT) na empresa onde trabalho.

Historicamente as CT’s surgem em Portugal obviamente após o 25 de Abril. Baseados numa ideologia soviética já em decadência, cresceram quais cogumelos, obrigando as empresas a disponibilizar trabalhadores, espaços físicos e tempo… muito tempo, graciosamente. E tudo suportado por uma legislação laboral também adaptada áqueles novos tempos.

Ora bem... hoje, numa longa conversa com o meu filho mais novo, a pergunta apareceu por diversas vezes:

- Para que serve uma CT?

Feita assim de supetão, a questão ficou, por breves momentos, sem resposta da minha parte. Depois lá consegui alinhavar umas ideias, que se baseiam na minha visão e que infelizmente não correspondem à actual realidade.

Nesta altura no campeonato político português as CT’s servem para duas coisas: ou para criar destabilização laboral sem certezas de evidentes benefícios para os seus representados (repare-se no caso da Auto-Europa) e usada como arma de arremesso ou lutas fraticidas ou então para alojar alguns trabalhadores mais conflituosos, quase sempre zangados com o Mundo e com eles próprios.

Uma CT deveria, na sua génese, defender os direitos dos trabalhadores que representa e ao mesmo tempo os seus deveres. Porém é quase sempre usada para muro de lamentações sem qualquer razão e muito menos proveito. Porque nem todas as queixas fazem sentido e muitas vezes o que deveria ser denunciado nunca o é.

Depois temos as facções políticas internas. O que complica, e de que maneira, o trabalho duma CT.

Pelo que senti nos últimos dias muita gente (nomeadamente os mais jovens) não estão talhados para olharem para uma CT como algo que os defenda. Daí a minha presença, invulgar nestas andanças, mas que este ano me levou a percorrer muito gabinete e muita secretária.

Porque, como já referi anteriormente, a cidadania não serve somente para as eleições do País. No nosso local de trabalho aquela deve também estar presente. E há que acordar as pessoas deste sono profundo para onde fomos enviados.

No entanto pressinto que futuramente tudo isto morrerá por... desuso!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D