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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Ano de 2017!

Aproxima-se a passos largos o fim do ano. Daí que seja agora o momento ideal para falar das figuras e acontecimentos que se destacaram em 2017, sejam pelas melhores razões ou, na maioria, pelas piores.

 

Figura Internacional: Donald Trump - obviamente pelas piores razões. Dificilmente um Presidente dos Estados Unidos conseguiu em pouco tempo agremiar tantos inimigos;

Figura Nacional: António Costa - mais um que é aqui colocado mas não pelas razões mais simpáticas. Lidou muito mal com os incêncios de Verão tendo todavia o mérito de colocar a esquerda encostada às cordas;

 

Figura desportiva Internacional: Cristiano Ronaldo - ganhou como atleta (quase) tudo o que havia para ganhar;

Figura desportiva nacional: Nélson Évora - Venceu a prova de triplo salto nos campeonatos Europeus e Pista Coberta realizados em Belgrado;

 

Acontecimento InternacionalAtentados - seja em Manchester, Londres, Barcelona, Estocolmo ou em qualquer outra região do Mundo esta forma de guerrilha continua a matar muitos inocentes;

Acontecimento NacionalOs incêndios de Verão - a forma incapaz e incompetente como o governo lidou com a situação provou à sociedade que a geringonça não estava justamente preparada para lidar com os tristes acontecimentos.

 

Revelação do AnoNádia Piazza - uma mulher que deu a cara por um projecto (leia-se Associação de Vítimas do Incêncio de Pedrogão Grande) que espero e desejo que nunca seja esquecido!

 

Ricas divagações

A morte de Belmiro de Azevedo trouxe ao de cima o pior de alguns partidos políticos. Gostassem ou não da postura do antigo dono da SONAE, certo é que este criou fortuna à custa de muito trabalho. Seu e de muitos empregados que para ele trabalharam.

E é aqui que “a porca torce o rabo” já que vi escrito que Belmiro foi o patrão que mais violou os direitos dos trabalhadores. Não sei se esta acusação faz sentido, mas tomando-a como verdadeira mesmo assim não se pode nem deve tirar o mérito a quem criou milhares de postos de trabalho, fomentando com isso riqueza para as pessoas e consequentemente para o país.

No entanto, há ainda quem, na política, viva permanentemente agarrado a velhos dogmas e a teorias sem sentido como se ainda vivêssemos no século XIX, considerando que um empregador é sempre um alvo a abater.

O mundo evoluiu muito e a uma velocidade estonteante criando mais gente rica e ao mesmo tempo um maior e evidente desnível entre ricos e pobres.

Com estes dados é fácil perceber que o Mundo só poderá ser um local bem melhor quando acabarem… os pobres. Mas para isso serão necessários os ricos e os seus investimentos. Aproveitar a riqueza para criar mais riqueza.

Daí existirem Belmiros, Amorins ou Soares dos Santos.

Mas isto sou eu a divagar. Ou, quem sabe, não!

A loucura dos milhões… dos outros

Li algures por aí que o jogador Messi vai ganhar no próximo contrato com o seu clube Barcelona mais 14 milhões de euros por época que Cristiano Ronaldo.

A verdade é que esta diferença de dinheiro é simplesmente muuuuuuito mais do que aquilo que eu ganharei nesta vida e em mais outras 10 vidas que jamais viverei.

Há quem não tenha noção real do que é esta quantidade de dinheiro em notas. Todavia eu, que entrei em muitas casas fortes, recheadas de papel-moeda até acima, tenho perfeita noção do volume de dinheiro que correspondem aqueles milhões.

 No entanto há uma pergunta que sempre fica a pairar quando leio estas notícias: que farão estes artistas da bola ao dinheiro que recebem?

Sei que alguns investem, outros gastam em carros e uns sustentam a família até à décima geração, mas sinto que estes valores, badalados como se de uma promoção se tratasse, são verdadeiros atentados à maioria das pessoas que ganham pouco mais que o salário mínimo ou por vezes nem isso.

Mas isto não interessa nada. O que realmente conta é saber qual o jogador mais bem pago do mundo.

Será que estamos todos loucos?

A idade não conta!

Fui ao supermercado comprar uma couve-flor para o meu almoço. Escolho-a, coloco-a num saco e dirigo-me à caixa onde já se encontra um homem que percebo que tem alguma idade.

A canadiana está encostada ao pequeno balcão que também tem uma série de compras. Aproximo-me, mira-me e percebe que só tenho a couve-flor para pagar. Entabulámos então este diálogo:

- Passe para a frente. Só tem isso.

- Deixe estar. O senhor está à minha frente.

- Não senhor, passe se faz favor. Eu tenho muito tempo.

- Também eu - respondi.

- Mas passe que eu tenho muito tempo - insistiu.

Tentando não desiludir o idoso, passei à frente dele e aguardei que a cliente, agora à minha frente, pagasse as compras. Entretanto:

- Já sou velho e tenho muito tempo - continuou o velhote.

- Não parece...

- Se chegar amanhã (estranha forma de contar o tempo!!!) faço 95 anos.

Admirei-me da lucidez e retorqui:

- Bonita idade...

- É não é? Mas sabe do que tenho pena ao ser assim velho?

- Não imagino...

- É disso aí...

E apontou com o queixo a jovem que estava na caixa.

Só pude rir. Com 95 anos e o que aquele idoso mais sentia falta era da companhia feminina.

Malandreco...

A moda dos assédios

Todos os dias é mais um. Artista, modelo, jornalista, gestor... seja quem for, as supostas vítimas denunciam publicamente os assédios a que foram sujeitas, assim numa espécie de concurso em saber quem foi mais... assediado.

Desconfio sinceramente que estas polémicas, oriundas quase sempre em Hollywood, tenham como fim terminar com a carreira de algumas vedetas. O que têm conseguido.

Começo assim ter algum receio da forma como me comporto na rua. Será que ao dar passagem de forma cavalheiresca a uma senhora poderei ser acusado de assédio? Será que o meu comportamento em sociedade se caracteriza por uma postura correcta ou serei também acusado de assédio?.

Passando agora da brincadeira, justifica-se obviamente a denúncia de casos recentes. Todavia os casos mais antigos, a maioria quase sem provas a não ser os próprios envolvidos, não é que devam ser esquecidos, mas dá a sensação de ser mais uma moda que outra coisa.

Uma triste moda sem qualquer passadeira vermelha.

Uma bola de Berlim

Não sou grande apreciador de bolos de pastelaria. Talvez os pastéis de nata entrem na excepção, por que de resto...

Mas cá em casa nem todos são como eu. Especialmente o meu infante mais jovem que gosta da sua bola ao pequeno almoço. Especialmente aos fins-de-semana.

Levantei-me cedo, tomei o pequeno almoço e depois fui ao café. Aproveitei para comprar pão para o almoço e uma bola de Berlim com creme para levar para casa. Só que o bolo tinha uma cor estranha... Castanha!

Ainda pensei que a massa tivesse levado chocolate ou algo do género. Erro!

A bola era feita com farinha de alfarroba. 

Não arrisquei trazê-la. E fiz bem porque o jovem disse logo que não a comeria...

Face a isto gostaria de saber quem foi o iluminado que criou aquela bola com a dita farinha algarvia?

As tradições são para se manter...

E uma bola de Berlim... deve ser como sempre foi.

Curar os vícios... dos outros!

Neste momento da minha vida não tenho qualquer vício. Mas assumo que já os tive. Fumei, joguei de forma compulsiva "flippers" e cheguei a beber demasiado.

Um dia decidi acabar com os vícios. Comecei pelo jogo, depois veio o álcool e finalmente o tabaco.

No entanto para que tudo isto resultasse não necessitei de qualquer tratamento médico nem qualquer consulta da especialidade. Impus a mim mesmo essas regras e naturalmente consegui cumpri-las com maior ou menor esforço. Bastou unicamento força de vontade.

Ao que parece há actualmente nos hospitais públicos consultas destinadas para aqueles que pretendem deixar de fumar. Percebo que seja uma tentativa para evitar futuramente males maiores, com os eventuais aparecimentos de doenças derivadas do uso do tabaco. No entanto parece-me exagerado a ideia de que estas consultas tenham de ser em maior número.

Olhando à distância e de forma desapaixonada e ainda por cima por alguém que já foi fumador, seria bom que as pessoas envolvidas percebessem de uma vez por todas que não foi o Estado o fomentador dos seus vícios e portanto será já uma benesse ter uma consulta para saber como lidar com o problema.

Assumo que este tema não é pacífico nem congregador de ideias, mas também será bom que se entenda que anda muita genta a financiar a cura dos vícios dos outros, para os quais jamais contribuiu.

Não sei se ria... se chore!

Uma carta registada oriunda da PSP nunca é bom sinal. Foi o que me aconteceu esta semana. Após alguns desencontros com a dita eis que finalmente tenho a missiva: uma multa. Tal como calculava...

Pronto... faz parte da vida normal de um condutor ser por vezes brindado com uma oferta desta estirpe.

Estava tudo correcto: o meu carro na respectiva fotografia, a indicação da velocidade a que dirigia, as horas do evento e a data. De nada duvidei porque não há uma falha na coisa.

Assim o valor a pagar é de 60 euros. Coisa razoável digo eu. E sem mais penas (os tais dos pontos...).

Porém o melhor conto-vos agora... Fui multado por excesso de velocidade porque conduzia a mais de... 2 quilómetros do que me era permitido. Digo bem 2 quilómetros por hora.

Deste modo não sei se hei-de rir do ridículo da situação, se chore com a forma como um condutor é tratado. Com tanta mão de obra livre e tanta mata por amanhar nada melhor que gastá-la a emitir multas por excesso de velocidade de 2 quilómetros. Faz todo o sentido!

Ah e tal a lei manda... Pois é bem verdade e é por isso que nada mais tenho a dizer sobre este assunto!

multa.jpg

 

Compras num hipermercado!

Sou pouco apreciador das grandes superfícies. Dizem que será mais barato, mas também não admira com as quantidades que vendem...

Hoje foi dia de compras, daquelas grandes... de três carros a abarrotar.

Mas o pior foram mesmo a recolha dos produtos. É que o estabelecimento mais perto de minha casa mudou o lugar de todas as coisas. Resultado: perdi o dobro do tempo em busca do que necessitava.

Ora se já lá vou contrariado, essencialmente porque as pessoas adoram ir para estas lojas acompanhadas com a família até à décima geração, imaginem eu a fazer piscinas em busca dos produtos e apassar ene vizes pelos mesmos corredores repletos de gentinha ociosa. Um horror!

Depois vão todos naquela ideia dos descontos fantásticos, nos quais eu não acredito. E toca (quase) todos a comprar o que não necessitam. Os descontos já foram à vida...

Finalmente aquela mania da linha branca da loja, em muitos produtos. De qualidade claramente duvidosa.

Pois é... o povo adora ser (bem) enganado!

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