Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Arrumações Natalícias

Passadas que foram as festas, é tempo de arrumar tudo. Desmanchar as luzes, a árvore de Natal, os enfeites... tanta coisa que no dia 2 de Dezembro demorou (quase) uma eternidade a montar.

Mas todos os anos é assim. E é bom que seja, pois será sempre sinal que ainda por cá andamos, se não forem todos, pelo menos os necessários para manter esta bonita tradição.

Tudo foi devidamente etiquetado e encaixotado para que no próximo Natal seja mais fácil a montagem.

Deste modo encerraram hoje, cá em casa, as festividades Natalícias. No entanto gostaria de que o espírito de Deus Menino se mantivesse no coração de todos. Porque como escreveu um dia José Carlos Ary dos Santos: o Natal é quando o homem quiser.

 

Mensagem de Natal

Nesta época natalícia desejaria escrever aquela frase sublime e que deixasse toda a gente a pensar ou simplesmente adoraria que um texto meu espelhasse o que sinto nesta altura.

Mas para que tudo isto fosse possível seria necessário que eu tivesse a competência de escrita que vejo em muita gente que vou lendo e que eu não tenho. De todo!

Todavia não quero, ainda assim, de deixar de enviar votos de um Santo Natal a todos quantos aqui vêm ler e comentar. Que o Menino Jesus, o Pai Natal ou somente a vida, vos encha os dias de felicidade e alegria.

A minha idade já me mostrou que podemos ser muitos felizes com muito pouco. Como já referi por aí, somos seres e não “teres” humanos.

Deste modo, e digo isto de coração aberto, sempre que comentam os meus pobres textos ou somente me visitam já estou a comemorar o Natal. Porque este não é só a mesa farta. Será sempre a alegria do ser vivente.

Lamentavelmente há tanta gente que não percebe isso.

A gente lê-se por aí!

A véspera da... Véspera de Natal

Tornou-se tradição cá por casa, nestes dias que antecedem o Natal, a azáfama ao redor do doces. A lista é já longa não obstante, por razões várias, sermos cada vez menos à mesa.

Todavia contei hoje cerca de uma dúzia de iguarias já feitas e que tiveram o seu início na passada quinta feira logo pela manhã.

Eis então o rol:

Filhós,

Bolo de bolacha.

Musse de chocolate,

Bolo imperial,

Pão de ló,

Queijo de ovos,

Rabanadas,

Azevias,

Tarte de amêndoa,

Bolo de ananás.

Quente e frio,

Quadradinhos de chocolate

A maioria destas sobremesas foram concebidas entre ontem e hoje.

Para amanhã ficou por fazer o chambão estufado, entretanto já temperado, escolher as couves e cozer o bacalhau. Tudo regado com azeite deste ano.

No dia de Natal haverá também borrego e batatas assadas no forno.

Mas estes dias de véspera... da Véspera de Natal são tão trabalhosos!

 

Adenda ao texto de ontem

Farófias,

Bolo rei (que vieram cá oferecer)

Uma lampreia de ovos.

Resultado 15 doces diferentes.

Será que haverá barriga para tudo isto?

Semana do Natal

Começa amanhã a semana que antecede o Natal.

Com ela surgem os almoços e os jantares, lanches e merendas. Alegria a rodos.

Para tudo acabar na terça-feira.

E neste dia os almoços e jantares, lanches e merendas e até a alegria, ficaram no passado e com eles o seu significado.

Eu gosto do Natal... Daquele que cheira a lareira, a couves quentes e azeite novo. A filhós e rabanadas. A borrego e a coscorões.

Gosto do Natal que me traz a alegria dos que estão presentes, a fantasia dos mais pequenos, a serenidade dos mais velhos, a certeza do meu passado.

Gosto do Natal simbolo do Advento de Cristo que vai invariavelmente iluminando o meu caminho.

Gosto do Natal por tudo e por nada.

Porque o Natal somos todos nós.

Boa semana!

Almoço de Natal!

Não, não vou trazer aqui um menu de acepipes para a mesa de Natal.

O almoço de que fala o título deste texto refere-se simplesmente àquele em que estará presente o Presidente da República na vila de Pedrogão Grande, aceitando não só um convite como cumprindo ao mesmo tempo uma promesssa.

Só que António Costa não surge nesse repasto. O PR desvalorizou a situação quando questionado, mas se eu fosse Primeiro Ministro não me sentiria nada confortável com esta situação. Nada mesmo.

É sabido do gosto que Marcelo tem pela arribalta, ou de como consegue estar em tantos sítios diferentes quase ao mesmo tempo. Percebo que o PR sinta que deve estar mais próximo dos que sofrem, mais solidário com os que mais necessitam, mais congregador de vontades e desejos.

No entanto ainda não entendi se esta postura é realmente sentida, verdadeira ou se faz parte de uma estratégia eleitoralista.

Perguntar-me-ão: Já? Já claro! Se o Professsor Marcelo conseguiu estar 10 anos a dar a cara na televisão para ganhar umas eleições quase sem oposição, acho perfeitamente normal que se esteja, neste momento, a preparar para uma reeleição. E desta vez ganhará ainda com maior percentagem.

Paralelamente a esta posição António Costa, que tem um país a rodar sobre rodas, com a economia a crescer (e a dívida também!!!) e os ratings a subir, mesmo assim não consegue convencer o mesmo eleitorado de Marcelo. A verdade poderá estar na forma como tem gerido os diversos problemas no Governo. Desde o caso dos incêndios de Verão, até ao caso Raríssimas o senhor Primeiro Ministro vai paulatinamente dando tiros nos pés (à boa moda de Passos Coelho enquanto governante).

Talvez por isso (e não só) António Costa almoce no dia de Natal, quiçá, com a sua família de sangue e o PR vá almoçar com a sua família de coração, que são os portugueses.

O Natal deste ano!

Eis mais um Natal.

O Natal das mesas fartas, mas há ainda tanta gente sem nada para comer...

O Natal da família, mas há ainda tanta gente sozinha...

O Natal da paz, mas há ainda tanta gente em guerra consigo mesmo,..

O Natal da alegria, mas há tanta gente tão triste por esse Mundo fora...

O Natal do nascimento de Jesus, mas que ainda não nasceu para tanta gente...

O Natal é assim uma espécie de carta de intenções...

Umas realizam-se, outras desejam-se e outras ainda supõem-se...

Seja como for desejo sinceramente um Feliz Natal para todos os que me leêm, comentam ou somente me visitam.

A gente lê-se por aí!

Campanhas de Natal - quem realmente ganha?

Por esta altura muita gente se desdobra em dar a cara por campanhas a favor dos mais necessitados. É uma questão de postura, cultura ou somente interesse comercial. Todas elas razões muito válidas.

O problema é que, passado esta época, os necessitados mantêm-se e as caras conhecidas desaparecem da mesma forma que apareceram. Naturalmente surgiram outros interesses.

Sou por isso pouco adepto em comparticipar em campanhas. Raramente dou para peditórios, mesmo os mais antigos e conhecidos. E tudo isto porque não confio nas pessoas. Peço deculpa mas é assim que penso...

Contaram-me que numa determinada Associação, muito conhecida e para qual pediram reserva do nome, as ofertas que aparecem são previamente escolhidas sendo as melhores levadas pelos próprios elementos da tal Associação.

Obviamente que não consigo provar estas acusações, mas estando eu num país onde fugir aos impostos é um acto normal e corriqueiro, acredito quase piamente que o que me contaram possa ter sido verdade.

Desta forma continuo a não contribuir para as campanhas. Nunca vi contas de nenhuma delas e mesmo que apareçam muito dificilmente conseguiremos percebê-las.

Uma ideia de Natal!

Aproxima-se o Natal a passos muito largos. Não obstante esta festa ter uma origem religiosa, a verdade é que por motivos comerciais aquela foi perdendo esse cariz religioso para passar a exibir-se como uma festa comercialmente famíliar.

Há nas ruas citadinas muita gente sem eira nem beira, desterrados por opção ou não do seio das suas famílias e longe do calor humano que supostamente o Natal emana. Olhamos quase sempre para esta gente com pena, dó e alguma solidariedade.

Parece assim que esta quadra tem algumas palavras-chave: luz, cor, compaixão. Dei por mim hoje a pensar nisto. E descobri, ou melhor, lembrei-me então de um grande amigo já viúvo, que mesmo sendo ateu, todos os anos me enviava uma mensagem de Natal.

Todavia este ano morreu-lhe uma filha, de forma trágica e quase incompreensível.

A tal luz, cor e compaixão que o Natal parece respirar ficam para ele, deste modo convertidas em penumbras e cores pálidas, cinzentas, tristes. Nem mesmo os netos amenizarão a sua dor e mágoa!

Um homem que não vive na rua, que não necessita de aconchego de um lume crepitante mas que no entanto vive completamente sozinho. 

Porque o Natal também tem gente assim...

A mês e meio do Natal

Um poeta escreveu e o Paulo de Carvalho cantou que “o Natal é quando um homem quiser”.  Geralmente as coisas não são bem assim e ainda afastado da época natalícia já se começam a ver enfeites por tudo quanto é lado.

Compreendo perfeitamente que esta altura exista, especialmente como alavancagem da pequena economia do nosso país… mas por amor de Deus, não comecem com as coisas dois meses antes.

Normalmente é pelo dia 1 de Dezembro que cá em casa damos início às actividades, nunca antes!

Entretanto uma destas tardes entrei numa grande superfície e encontrei-a repleta de coisas de Natal. Achei aquilo tão estranho e tão bizarro que quase me deu vontade de perguntar se ficara ali do ano anterior…

Como católico obviamente gosto do Natal, acima de tudo do seu espírito, não esta febre consumista que tanto ataca nestas alturas as carteiras dos portugueses.

O fim da época do Natal

Retirámos as iluminações que desde o dia 6 se encontravam desligadas. Desmanchámos a àrvore de Natal.

Arrumámos todos os artefactos que se espalharam pela casa dando luz, cor e alegria. Fechámos os caixotes e arrumá-mo-los no local devido.

Encerraram-se assim oficialmente as festividades natalícias.

No próximo Dezembro, se ainda cá estivermos, voltamos a montar tudo de novo.

Porque a vida é mesmo assim: um tira e põe. É sempre bom sinal... 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D