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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Posso ir trabalhar dia 1?

Conhecem certamente aquela piada do cientista que arrancou as asas à mosca e a conclusão que tirou é que a mosca sem asas ficou surda.

Na nossa política passa-se mais ou menos o mesmo: o cientista da geringonça decidiu que em dia de eleições não deve haver divertimento…

Isto a mim só dá vontade de rir. E não é porque tem piada mas sim porque é muito estúpido.

Pegando na minha memória relembro que em 1987 as eleições foram a 19 de Julho. Muitos partidos acharam que não deveria ser naquele dia, tendo em conta as férias dos portugueses. Fosse por isso ou por outra coisa qualquer, ainda não profundamente explicada, a verdade é que o PSD ganhou nesse ano a sua primeira maioria absoluta.

A questão de eventos desportivos realizarem-se em dia de eleições é obviamente uma questão menor. Porque quem pretender votar fá-lo-á sem qualquer problema e não haverá evento que diminua essa intenção.

Na mesma ordem de ideias que este governo pretende implementar, em dia de eleições não devo ir à praia, ao campo, ao cinema nem sequer visitar aquele familiar que está no hospital ou simplesmente ir à missa? Será que depois de votar já posso ir?

Ora se a geringonça está mesmo preocupada com o absentismo eleitoral luso, porque não disponibiliza uma aplicação para se votar “on-line”? Seria fixe e quiçá haveria menos abstenção.

Há muito que o País deixou de ser uma verdadeira democracia, para passar a ser um estado quase ditatorial. É que é nestas ínfimas atitudes, que começamos a perceber os pequenos ditadores da nossa sociedade. Infelizmente!

No entanto há uma coisa que é certa. Este ano não irei votar porque, provavelmente, estarei a trabalhar. Posso ou tenho que fazer requerimento?

Tadinhos!

Portanto e segundo os últimos relatórios sobre a tragédia de Pedrógão Grande, temos o seguinte panorama:

 

O SIRESP é uma porcaria.

ANPC é incompetente.

Os bombeiros são uns malandros

A GNR é uma desgraça.

Os meios aéreos insuficientes.

 

Só a geringonça, que é DDT, qual Ricardo Salgado dos novos tempos, é que não teve culpa nenhuma!

Quase apetece dizer: tadinhos!

A culpa é da "geringonça"

Já vos disse que não acredito em coincidências? Pronto, repito que não acredito.

Ora pegando naquilo que tem vindo a acontecer a Portugal e contrariando a ideia das coincidências, tenho a dizer que a tal de "Geringonça", comandada por António Costa e "sus muchachos" tem todas as "culpas no cartório" naquilo que vindo a acontecer a Portugal. Basta olhar para os acontecimentos mais recentes... Assim:

Portugal foi Campeão Europeu de Futebol em 2016;

O deficit desceu;

Portugal ganhou o festival da Canção;

A economia está a crescer;

Os pastorinnhos Jacinta e Francisco foram canonizados;

O coiso ganhou a tal coisa este fim de semana.

Só coisas boas. Agora não digam que "eles" não sabem o que fazem.

Uma questão de fé… nas eleições!

Quem me lê sabe que sou assumidamente católico, que professo uma fé, cada vez com menos crentes, é certo. Não importa!

Como é do conhecimento geral, este ano comemoram-se os cem anos da aparição de Nossa Senhora aos Pastorinhos. Desta vez com a presença do Papa Francisco. Uma bênção para quem crê!

Ora bem, Portugal com a constituição saída do pós-25 de Abril deixou de ser um país definitivamente católico para se tornar um estado laico. Até aqui tudo normal.

Só que, não obstante existirem cada vez menos crentes, a religião católica ainda é, em Portugal, maioritária. Talvez por isso e não só (?) o governo decidiu dar tolerância de ponto ao funcionalismo público no próximo dia 12 de Maio.

Sinceramente ainda gostava de perceber o porquê desta decisão? Ou melhor… eu até percebo, mas as razões porque são feitas nada têm a ver com crença religiosa dos funcionários públicos mas unicamente com a crença… eleitoral.

É que num futuro próximo a FP não esquece que debaixo do “chapéu” da igreja esteve mais um dia em casa, sem trabalhar. Isto é, um fim de semana prolongado à custa de uma fé que já poucos sentem.

Como católico até poderia achar bem a dispensa… mas reconheço que esta dádiva (quase) divina é muito pouco religiosa e, sinceramente, concordo muito pouco com ela. Pior… irei certamente a Fátima mas para isso vou gastar um dos meus dias de férias. Com muito gosto!

Mas mais uma vez a geringonça a trabalhar para as próximas eleições.

Luso política

Regressei ontem aos manuscritos e hoje continuei. As palavras desenhadas, os traços tortos, as emendas (muitas)!

Mas passemos ao que realmente é importante...

Gosto pouco de ser gozado. Mas o que esta geringonça que nos governa está a fazer é isso mesmo: gozar com o Zé Povinho.

Imaginem que o lider do PSD era ainda o Primeiro Ministro e deixaria que a CGD despedisse trabalhadores e fechasses balcões? Estão a imaginar?

Qual seria a reacção dos partidos ditos de esquerda? Que acções tomariam? E a CGTP, que faria? E o Sindicato da classe?

Bom demasiadas perguntas para uma sociedade muito egocêntrica e um governo que pretende somente gerir as suas relações internas.

Custa-me perceber que tanto PCP e o BE olhem para este caso sem um queixume, uma advertência, uma ameaça de greve ou acções de rua. A triste subjugação do poder!

Critiquei neste espaço muitas vezes PPC, mas sou agora confrontado com ideias e posturas em tudo semelhantes ao anterior governo, para não dizer iguais.

Enfim, Portugal necessita, de uma vez por todas, de gente séria na política. A sério!

 

A renegociação da dívida

Oiço demasiadas vozes a falar da renegociação da nossa dívida. Especialmente alguns partidos associados à geringonça. Dito de uma maneira mais simples pretendem claramente um perdão.

Certamente que cada um dos partidos tem o direito de dizer e pedir o que bem lhe der na gana, mas isso não os iliba da irresponsabilidade que será não cumprir com os compromissos assumidos.

O problema não é só uma questão de renegociar a dívida mas tão somente perceber que, ao assumir estas negociações, estaremos a condenar que futuramente alguém se disponha novamente a emprestar-nos mais dinheiro. E percebe-se porquê...

Imaginemos:Chego a um amigo e peço-lhe x dinheiro emprestado. Ele apresenta as condições e eu aceito. Passados alguns tempos chego novamente à sua beira e proponho reformular a dívida contendo aquela uma perdão de dívida e juros.

Se ele aceitar, porque prefere perder 50% a perdê-lo todo, acabamos por afastar alguém que nunca mais nos emprestará um "tusto".

O mesmo se passa com Portugal!

Em vez de se pensar em fazer crescer o país de forma a pagarmos o que devemos anda a geringonça, mais preocupada com as futuras eleições autárquicas, a gastar à "tripa-forra".

Daqui a uns anos quando não houver dinheiro nem para pagar as reformas mais pequenas, provavelmente nessa altura alguém falará da tal renegociação de dívida que nunca deveria ter acontecido.

Mas enquanto esse dia não chega há que gastar.

Desmesuradamente!

O descontentamento do PR!

Era mais ou menos óbvio que o actual Preidente da República vetaria a lei do fim do sígilo bancário.

Como cidadão cumpridor só posso concordar com o veto presidencial. De outra forma passaria a ser considerado criminoso como muitos que andam por aí ...

Porém este veto traz consigo muito mais que uma reanálise da lei. É claramente a primeira afronta ao governo apresentada por Marcelo.. Sendo certo que a geringonça já sabia de antemão da decisão do actual Presidente, tendo como base declarações proferidas em Agosto (se não me falha a memória), ainda assim não se coibiu de apresentar o diploma para aprovação presidencial.

Ora isto cheira-me ao início de uma guerrilha institucional para a qual Marcelo parece estar mais bem preparado que os adversários. Há neste este veto uma mudança de atitude do PR. Esta manobra pode nada significar ou pode ser sinónimo de algum cansaço no que respeita a algumas medidas ou ameaças de medidas por parte do governo de António Costa e "sus muchachos".

Dito de outra maneira o PR está um pouco farto de ouvir falar os partidos que apoiam o PS no governo. , enquanto este segue um pouco a reboque dessas declarações mesmo que tenha que as desmentir.

Neste momento cabe ao BE e ao PCP marcar o compasso da música que este governo vai tocando (mal).

 

Quem governa este pedaço?

Realmente gostava de perceber o que vai nas cabeças dos nossos governantes e restantes políticos deste país, sejam eles adeptos da geringonça ou não!

Leio, oiço, analiso e em face de tudo o que vem parar às mãos percebo que este país está preso por uns meros fios…

No entanto se o Brexit foi a pedrada no charco desta Europa velha, caduca e muito teimosa, por outro foi a sorte grande que caiu nas mãos de Portugal. Bruxelas obviamente não vê com bons olhos a saída de Inglaterra da UE e deste modo prefere sustentar um Portugal sem rumo, a ter que empurrar este rectângulo para fora da União Europeia por não cumprimento de alguns acordos, dando assim razão a alguma esquerda muito eurocéptica.

Todos as analistas mais ou menos isentos afirmam e reafirmam que o deficit não deverá ser cumprido, muito à custa do não crescimento da economia e de um crescendo da despesa do Estado. Talvez por isso esta Mariana e desesperada tentativa de se tentar buscar dinheiro através de mais impostos.

No entanto oiço elementos do PS a afirmarem publicamente que não é bem assim e mais… blá… blá… blá! Do outro lado da barricada a oposição teima a pés juntos… blá… blá… blá…!

O povo, coincidindo com a sua tendência política, ora acredita num, ora noutro. Como sempre aliás!

Os portugueses, entre muitos defeitos que têm, não gostam de saber as verdades por inteiro, preferindo as meia-verdades. Dormem melhor!

Ou como diz o meu filho: se um candidato a primeiro ministro dissesse ao povo toda a verdade sobre o que pensa fazer… jamais ganharia qualquer eleição.

Por isso a mentira é a grande governante deste pedaço de terra!

Um governo sem ideias.

Não bastava o imposto sobre o património quando surge novamente a ideia da geringonça em acabar com o sigilo bancário.

Mais uma vez o PS a reboque do BE. O partido de António Costa vive das ideias de um partido que até nem está num governo. Enfim… isto é política à portuguesa! O BE manda e o PS obedece…

Ouvi a deputada Mariana Mortágua dizer que é preciso ter coragem para tirar aos mais ricos. Se colocarem em prática este pensamento pode vir a acontecer uma de duas coisas: ou os tais ricos saem todos de Portugal e o governo não buscar um “tusto” ou então vendem ao desbarato todo o património e com o dinheiro vão para as Caraíbas passar férias prolongadas.

Nesta confusão há algo que a esquerda ainda não percebeu: o património de cada um é na maioria das vezes herdado. Com esta medida a desertificação vai crescer pois ninguém quer ser dono de pedaços de terra com um valor predial exagerado e sobre o qual vai pagar um imposto estúpido e idiota, sem ter daquele qualquer rendimento.

O abandono das propriedades vai obviamente crescer exponencialmente. Veremos então!

Entretanto a quebra do sigilo bancário tem a imbecilidade de colocar todos os portugueses no mesmo saco. Ou melhor… o Estado não presume a inocência conforme está consagrado na Constituição e considera que todos os contribuintes são criminosos.

Se a AT considerar que alguém com um IRS baixo apresentar um património elevado pode, com a devida autorização judicial, perceber o que aconteceu ao contribuinte. Mas só nestes casos… Não de forma generalizada. Até porque a AT não é de fiar quanto a fugas de informação!

O PR teceu publicamente críticas a esta última ideia. Veremos o que nos reserva o futuro próximo até porque não acredito que Marcelo Rebelo de Sousa, numa eventual teimosia governamental quanto à quebra do sigilo bancário, não envie o diploma para o Tribunal Constitucional.

Receio que estejam a querer fazer deste país um exemplo de como não se deve governar. O apoio parlamentar pode ser fantástico, mas deixa num só partido (neste caso o PS) o ónus de tudo o que correr mal num futuro próximo.

Temo novo resgate. Temo mais austeridade, temo mais incompetência socialista.

O futuro de Portugal parece-me muito negro. Tão negro quanto o foi com os governos anteriores de Passos Coelho, Sócrates, Guterres ou Cavaco..

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