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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Eu fui...

... e adorei!

Pois... o convite foi-me lançado por duas bloggers quase em simultâneo, faz algum tempo.

Primeiro pensei que fosse somente simpatia. Bom, depois senti que era sentido e acabei por aceitar o convite para o 6º Encontro de bloggers, que se realizou na belíssima Casa do Alentejo, no coração da Baixa lisboeta.

6_bloggers.jpg

Ir para um encontro sem conhecer rigorosamente ninguém, a não ser de forma virtual, poderia ser um risco. Para mim e essencialmente para a organização.

Porém desde logo percebi que estava num grupo assaz divertido, amigo e solidário. Boas conversas e muitas gargalhadas o que é sinónimo de muito boa disposição animaram, e de que maneira, o repasto.

Gostei do local, do ambiente, da comida e essencialmente destas pessoas. Muito bem organizado, senti-me bem. Em paz.

Ai como andava a precisar de um encontro assim! Tagarela como sou... imaginem!

Obrigado MariaLina (mesmo que não tenha estado presente) pelo convite.

Obrigado a todos os outros presentes pela forma carinhosa e tão simpática como me receberam no vosso seio e de braços abertos.

Finalmente... a gente lê-se por aí!

 

Eis-me de regresso!

Ah pois é... julgaram que se livravam de mim assim tão rapidamente? Pois... se tiveram esse julgamento erraram.

Bom a história deste meu afastamento conta-se mais ou menos assim:

Desde o passado Sábado e até hoje às 17 horas andei pela aldeia dos meus pais na apanha da azeitona. Sei por experiência própria que a rede naquele lugarejo é quase nula, ao mesmo tempo não me parece bem o meu pai estar a pagar por um serviço que só eu ou os meus filhos usamos quando lá vamos.

Ora vai daí escrevi este texto, antecipadameente, para ser publicado no Sábado, já andava eu no meio das azeitonas.

Por outro lado tentei perceber como seria a minha vida sem a escrita. E mui humildemente confesso: não foi vida.

Apenas sobrevivi!

Por isso, hoje de regresso à civilização de internet (mesmo que seja a mais de 200 quilómetros de Lisboa), estou aqui para vos comunicar que estou de volta.

Com as mesmas parvoíces de sempre.

Mas isso já vocês sabem!

Comemorações

Quando em 1977 publiquei o meu primeiro texto num jornal regional, criei a errada espectativa de um dia poder vir a ser jornalista ou até escritor.

Só que a vida não se compadece com quem não luta afincadamente pelas coisas e rapidamente retirei do jornalismo o sentido e acabei por enveredar por outros caminhos. Faltou-me coragem ou competência. Ou ambas!

No entanto continuei a escrever e hoje, quarenta anos volvidos, tenho uma quantidade de blogues e participo numa Revista, o que significa que me relaciono bem com o que escrevo. Os meus escritos não terão a qualidade que eu próprio gostaria, mas como não obrigo ninguém a ler-me, pouco me preocupo.

Andei com a ideia de escrever algo diferente neste ano das minhas comemorações, mas não sabia realmente o quê. Até que num destes dias fui ao Aeroporto buscar um familiar próximo e de repente fez-se luz.

Ora o primeiro naco de prosa que escrevi e publiquei intitulou-se Aeroporto numa série chamada “Crónicas de Lisboa”. Deste modo não vou obviamente reescrever aquela crónica, mas escrever uma como se fosse a primeira. Depois desta seguirão provavelmente as outras. Logo veremos!

Poderão lê-la aqui.

E vão nove!

Pois é... Nove números da Revista mais "in" do Mundo e arredores (não se esqueçam que o número 0 também conta!!!).

Ah pois é... Parece que foi ontem e já lá vão quase dois anos da "Inominável".

Fica aqui então a foto de capa, acabadinha de ser publicada.

rev_8 (1).jpg

 

E meninas e meninos... façam lá a vossa parte de divulgar esta publicação, está bem?

Não custa nada!

Quando escrever... dói!

Se fosse dado a depressões diria que estou num dia desses. Mas como não sou daquele género eis-me aqui a escrever.

Há uns anos decidi que deveria aqui colocar todos os dias um texto.

Não imaginam sequer o esforço que tenho feito para seguir aquela ideia. Que tenho conseguido com algum (leia-se muito!) empenho, é certo!

Por exemplo hoje... não tenho tema concreto e nem me apetece deambular por algumas ideias antigos ainda não colocadas no papel.

Hoje escrever dói... porque não sei o que dizer. Ainda por cima com tanto que há para contar.

Pequeno Delito!

Delito de Opinião foi o primeiro blogue que visitei. Desde esse dia até hoje, já passaram alguns anos, nunca deixei de o seguir, ler e até comentar o que por lá se vai escrevendo.

Tenho com um dos autores uma relação de grande amizade que (quase) se perde no tempo e na memória. Com outros, que conheço há menos tempo, uma afinidade clubística.

Posto isto, foi com uma alegria imensa e, porque não dizê-lo orgulho, que recebi um convite para escrever um texto para o Delito. Andei dias a matutar na coisa sem saber muito bem o que escrever. Finalmente acabou por sair isto.

Não é grande prosa é certo, mas foi o melhor que a minha competência soube escrever.

Deixo aqui no entanto o meu profundo agradecimento pelo convite e espero que os autores daquele blogue me perdoem este pequeno delito.

A gente lê-se por aí!

Ela aí está!

Pois foi desta vez atrasei-me. Uma quantidade de afazeres obrigaram-me a noticiar tarde e más horas o evento.

Já aqui havia falado, pela rama, do que estaria para acontecer. Mas quando chegou a hora estava longe de a publicitar.

Faz parte da vida...

Então comunico formalmente que a Inominável nº 7 já está nos escaparates virtuais. Para quem ainda não a viu segue abaixo a capa (bem bonita por sinal!).

Portanto caríssimos leitores façam a vossa parte de ler divulgar e, quem sabe, comentar este número de Abril.

Podem lê-la aqui.

 

Inominável n.º 7

Entre o passado e o futuro

Durante os cinco dias que estive ausente no campo deu para pensar. E muito.

Revi a minha vida passada, tentei perceber o meu presente e acima de tudo receei pelo meu futuro.

A idade encarregar-se-á naturalmente de me colocar na reforma num futuro mais ou menos próximo. E esse será um momento quiçá estranho: num dia tenho de cumprir horários para no dia seguinte deixar de o fazer. Assim com um simples estalar de dedos.

No entanto não é esse tempo que receio, mas unicamente não ter o tempo suficiente para dar luz a alguns projectos, que vão enchendo a minha mente, antes de ir desta para melhor.

Jamais passarei de um escritor mediano para não dizer sofrível. Mas mesmo assim gostaria de deixar aos meus herdeiros um pequeno património, mais ou menos intelectual, e do qual todos se orgulhassem. Todavia para que isso aconteça  necessito trabalhar muito mais na escrita. Não imagino sequer se terei oportunidade de o fazer.

Entre o passado já longínquo, onde assentam as minhas boas e más memórias e o futuro claramente incerto, reside o presente, o momento actual que vou desbravando com aquele sentimento de que a vida deve ser vivida cada hora, minuto e segundo sem quaisquer temores.

Escrever à moda antiga!

Hoje voltei a escrever no papel!

Tanto tempo passado desde a última vez que o fiz...

A verdade é que as novas tecnologias têm essa coisa boa de não me deixarem errar e poder instantaneamente corrigir o erro.

Mas escrever assim de forma antiga, isto é, manuscrever é um sentimento tão diferente, tão genuíno que apetece não mais acabar.

Digitar num qualquer computador ou outro equipamento corta de certa maneira a evolução da escrita. Ou pelo menos a sua consciência!

Por exemplo: provavelmente o texto que publicarei será naturalmente diferente a este original que ora vou “esgalhando” (acreditem que ficou mesmo!). Não terá emendas e a letra será perceptível a todos. No entanto poder-se-á observar futuramente a diferença entre este original e aquele que será publicado.

Alguns puristas da escrita e da língua vêem nesta evolução, do papel para o teclado, quantas vezes virtual, um retrocesso. Porque não se tem a verdadeira percepção da passagem do papel para o monitor. Ou melhor não se percebe como o autor escreveu o original e quais as emendas subsequentes que operou.

Escrevi muitos anos numa máquina de escrever (a mesma que surge no cabeçalho deste blogue), mas reconheço que são muito mais confortáveis as tecnologias informáticas.

Deste modo, com os actuais processadores de texto, deixei de ter passado.

 

manuscrito_1 (1).gif

 

Foto original deste texto manuscrito.

 

 

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