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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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"In Memoriam"... um filme imperdível

Li o "trailer" antes de ir para o cinema e que falava essencialmente de uma jornalista e duma idosa.

Ingredientes perfeitos para mim.

Fomos os três para mais uma soirée cinematográfica.

A história parecia ter pouca coisa para acrescentar ao muito que já vi. Porém esta película surpreendeu-me pela positiva.

Primeiro por a actriz principal ser Shirley Maclaine, uma diva do cinema que sempre participou em filmes diferentes. Depois a realização, cuidada sem ser pretenciosa. Por fim a história...

Que não vou contar obviamente mas que mereceu de todos os três uma profunda reflexão.

Adoro quando vou ao cinema com baixas espectativas e saio de lá em extase.

Ah falta a música... Cinco estrelas!

Recomendo "The last Word" ou em português "In Memoriam".

last_word.jpg

 

 

Noite de cinema!

Havia alguns tempos que não ía ao cinema. Os dias têm sido longos, chatos, preocupantes e deste modo decidi ver algo que fosse engraçado sem ser demasiado infantil.

Ora em cartaz e dentro destes pressupostos só havia o "Pirata das Caraíbas" já na sua quinta sequela. Relembro que o primeiro filme desta série, com o título "A Maldição do Pérola Negra", remonta ao ano 2003. Parece que foi ontem!

Entretanto o filme de hoje não roda tanto à volta do pirata Jack Sparrow (Jonnhy Depp) como seria de esperar, mas do que a sua personagem representa. Este espécie de episódio cheirou, deste modo, ao desmanchar de uma feira.

O "Pérola Negra", navio do pirata mais conhecido do cinema e que estava amaldiçoado dentro de uma garrafa, libertou-se desta, assim como Will Turner fora outrossim amaldiçoado e foi o filho que neste episódio libertou o pai da maldição. E claro outras maldições.

Mais um filme repleto de acção que, acima de tudo, entretem.

Era somente disso que necessitava esta noite.

As mortes em 2016

Ainda o ano não acabou e poder-se-á já dizer que 2016 foi um ano deveras nefasto para a música. E não só!

No início de Janeiro partia David Bowie. Em Abril desaparecia Prince e meses mais tarde, Leonard Cohen. Ontem foi a vez de George Michael que também achou por bem seguir os passos de outros cantores.

Se juntarmos a estes, Keit Emerson e Greg Lake dos “progressivos” ELP, constatamos que a música em 2016 perdeu muitos e bons músicos.

Mas o cinema foi também outra grande vítima da “negra”.

Para além de Ettore Scola, um dos grandes realizadores italianos, deixou-nos Alan Rickman, Bud Spencer, Zsa Zsa Gabor, George Gaines e Gene Wilder, só para falar dos actores mais famosos.

Portugal também não fugiu à inevitabilidade da morte e partiram este ano grandes actores como Nicolau Breyner, Camilo de Oliveira, Francisco Nicholson ou Carlos Rodrigues.

Finalmente e outrossim em Portugal faleceu quiçá um dos homens e desportistas mais importantes do século XX. Chamava-se Mário Moniz Pereira!

Venha 2017 e depressa!

Cinema - Refrigerantes e Canções de Amor

A primeira referência ao filme foi-me feita pelo meu filho mais novo. Depois e já esta semana vi um "trailler" e a minha mulher ficou entusiasmada em ver a película.

Hoje juntamo-nos os três e fomos até ao cinema assistir ao novo filme de Luís Galvão Teles.

Deste filme já foi quase tudo dito e o mais curioso é que tinha tudo para não dar certo... Mas deu!

Como já escrevi fazer comédia não é fácil. E pior se for em português.

Nuno Markl pensou e escreveu o argumento. Coisa simples sem muitos "fait-divers", todavia... delicioso! Actores fantásticos, música muito boa, belos planos cinematográficos (gostei daquele reflexo no capot do carro!), o filme conta de uma forma pouco usual uma história de amor.

Como são belas as histórias de amor lusas. Não interessam se acabam bem ou não... mas são sempre fantásticas.

A pelicula termina com uma frase: "tudo é possível, até o impossível". Mas eu resumiria o filme num velhíssimo adágio popular: quem feio ama, bonito lhe parece.

Vejam e divirtam-se!

Este... só a soco!

Mesmo com atraso de um dia não quero deixar de aqui recordar o que foi para mim uma das mais míticas figuras do cinema. Especialmente do género "Spaguetti Western". Falo obviamente de Bud Spencer que faleceu ontem aos 86 anos na cidade Eterna.

Tenho perfeita consciência que Spencer nem chegava ser um actor na verdadeira acepção da palavra. Mas uma figura que nos fazia rir e que lutava sempre contra as injustiças. E que nós adorávamos...

Pelo que já pude ler, morreu em paz o que é claramente significado de alguém que viveu a vida com a serenidade daqueles que são felizes.

Apareceu num ror de filmes mas com ele vi essencialmente a saga Trinitá onde contracenou com Terence Hill numa dupla famosa.

Como o cinema é outrossim entretenimento para além de arte... ver Bud Spencer servia essencialmente para sentirmos uma alegria imensa através dos seus murros e das suas palmadas, quase sempre sonoramente elevadas.

Bud Spencer deixa assim um vazio... essencialmente porque media quase dois metros de altura e pesava 140 quilos.

Descanse em paz.

 

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A verdade veio (finalmente) ao de cima?

Em Outubro de 2010 escrevi isto sobre a épica aventura dos 33 mineiros enterrados vivos no ventre da terra, nas minas de S.José.

Surge agora essa aventura transposta para filme. Estou desejoso de o ver.

Todos sabemos como foi o (bom) fim desta história, mas poucos conhecem o que realmente aconteceu a setecentos metros de profundidade: os dilemas e as tristezas, o desespero e a esperança. E a verdadeira liderança de um homem.

Sendo uma produção de Hollywood iremos provavelmente ver alguns exageros e dramas fantásticos que calhando nunca aconteceram. Mas o cinema americano gosta disso.

Já há excertos do filme que espero seja, não uma aventura à americana como já referi, mas a transposição dos acontecimentos verdadeiros.

Só assim o filme merece ser visionado.

Interstaller - Um filme à moda antiga

A mistura de filosofia e ficção científica, ainda por cima no cinema, não parece ser a combinação ideal. Só que, de quando em vez, há uns iluminados ingleses que arriscam naquelas misturas e conseguem uma obra sublime. Como é esta!

Não vou contar a história pois isso tiraria a piada, mas recomendo vivamente a quem gosta de (bom) cinema! É lugar comum dizer-se que já nada mais há para inventar e que a sétima arte vive, ultimamente, de revivalismos de qualidade assaz duvidosa.

Só que Interstellar vai ficar no cinema como um dos grande filmes do Hollywwod, não pelo seu tempo de duração (perto de 3 horas) mas acima de tudo pela sua enormíssima qualidade.

Sei que estamos ainda muito longe dos Óscares... Mas esta película poderia ser sem qualquer problema um dos candidatos a melhor filme do ano.

A não perder!

 

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Lauren Bacall, a actriz perfeita.

Não sei se a troica também manda empobrecer a sétima arte ou se é Deus que necessita de gente como eles, mas seja lá o que for, a verdade é que os últimos dias têm sido pródigos em desaparecimentos de gente ligada ao cinema.

Na passada sexta foi JJ Murphy actor irlandês do filme “Guerra dos Tronos”. Ontem foi a triste notícia do suicídio de Robin Williams e hoje a morte da última grande diva do cinema americano: Lauren Bacall.

Bacall foi com Katherine Hepburn e Ingrid Bergman e porque não assumi-lo Marlyn Monroe, um quarteto de actrizes que preencheram e ainda preenchem o meu imaginário.

Já não há actrizes como antes. Não era só a beleza que as distinguia. Era acima de tudo a postura, o profissionalismo, o empenho que colocavam em cada gesto, em cada cena, em cada olhar nos filmes onde representaram.

Com o desaparecimento de Lauren Bacall aos 89 anos de idade não é só Hollywood que perde uma referência, mas o mundo todo.

Ninguém merecia a morte de Robin Williams!

Foi com enorme surpresa que recebi, esta manhã, a notícia da morte do actor americano.
Achava-lhe muita piada e diverti-me imenso com muitos dos seus filmes.
É certamente uma profunda perda para o cinema americano e não só.
Talvez agora possa finalmente descansar, já que os seus os últimos tempos resumem-se a uma guerra inglória contra a depressão e o alcoolismo.

Robin Williams não merecia morrer desta forma. Nem nós!

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