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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

O meu destaque!

Não é muito comum destacar aqui um texto. Só quando realmente algum me chama muito a atenção.

É o caso deste belíssimo naco de prosa. Assertivo e mordaz quanto baste, o Rei Bacalhau decompõe algumas teorias que por esta altura vão alastrando pelo mundo virtual, tendo em conta os trágicos acontecimentos lusos.

Não foi chamado aos recortes da Sapo, mas merecia, tal é a forma brilhante como o assunto é descrito. Numa linguagem escorreita e, quiçá, demasiado pragmática foi claramente um prazer lê-lo.

 

Eis-me de regresso!

Ah pois é... julgaram que se livravam de mim assim tão rapidamente? Pois... se tiveram esse julgamento erraram.

Bom a história deste meu afastamento conta-se mais ou menos assim:

Desde o passado Sábado e até hoje às 17 horas andei pela aldeia dos meus pais na apanha da azeitona. Sei por experiência própria que a rede naquele lugarejo é quase nula, ao mesmo tempo não me parece bem o meu pai estar a pagar por um serviço que só eu ou os meus filhos usamos quando lá vamos.

Ora vai daí escrevi este texto, antecipadameente, para ser publicado no Sábado, já andava eu no meio das azeitonas.

Por outro lado tentei perceber como seria a minha vida sem a escrita. E mui humildemente confesso: não foi vida.

Apenas sobrevivi!

Por isso, hoje de regresso à civilização de internet (mesmo que seja a mais de 200 quilómetros de Lisboa), estou aqui para vos comunicar que estou de volta.

Com as mesmas parvoíces de sempre.

Mas isso já vocês sabem!

Comemorações

Quando em 1977 publiquei o meu primeiro texto num jornal regional, criei a errada espectativa de um dia poder vir a ser jornalista ou até escritor.

Só que a vida não se compadece com quem não luta afincadamente pelas coisas e rapidamente retirei do jornalismo o sentido e acabei por enveredar por outros caminhos. Faltou-me coragem ou competência. Ou ambas!

No entanto continuei a escrever e hoje, quarenta anos volvidos, tenho uma quantidade de blogues e participo numa Revista, o que significa que me relaciono bem com o que escrevo. Os meus escritos não terão a qualidade que eu próprio gostaria, mas como não obrigo ninguém a ler-me, pouco me preocupo.

Andei com a ideia de escrever algo diferente neste ano das minhas comemorações, mas não sabia realmente o quê. Até que num destes dias fui ao Aeroporto buscar um familiar próximo e de repente fez-se luz.

Ora o primeiro naco de prosa que escrevi e publiquei intitulou-se Aeroporto numa série chamada “Crónicas de Lisboa”. Deste modo não vou obviamente reescrever aquela crónica, mas escrever uma como se fosse a primeira. Depois desta seguirão provavelmente as outras. Logo veremos!

Poderão lê-la aqui.

Quando escrever... dói!

Se fosse dado a depressões diria que estou num dia desses. Mas como não sou daquele género eis-me aqui a escrever.

Há uns anos decidi que deveria aqui colocar todos os dias um texto.

Não imaginam sequer o esforço que tenho feito para seguir aquela ideia. Que tenho conseguido com algum (leia-se muito!) empenho, é certo!

Por exemplo hoje... não tenho tema concreto e nem me apetece deambular por algumas ideias antigos ainda não colocadas no papel.

Hoje escrever dói... porque não sei o que dizer. Ainda por cima com tanto que há para contar.

Hoje de parabéns!

Nesta imensa mansão que é a blogoesfera há sempre locais onde podemos, por assim dizer, descansar a nossa alma dos dias atribulados que vamos tendo.

É o caso do blogue da Maria, Cantinho da Casa, que hoje comemora o seu nono aniversário. Um espaço muito pessoal, mas outrossim muito bom, onde reside uma invulgar paz e serenidade.

Portanto hoje em dia de aniversário cabe-me desejar ao Cantinho muitos dias de vida e de muita escrita.

Nós aqui estaremos para testemunhar esses dias com a alegria que o dom da vida nos oferece. 

Hoje... um dia bem preenchido!

Não obstante este espaço comemorar hoje o seu nono aniversário, isso não foi razão para me dedicar somente à escrita.

Levantei-me cedo e bem cedo fui cavar um leirão de terra para plantar cebolo e feijão (parece que esta noite é quarto crescente). Mas não foi só isso que fiz... Na verdade para além dos mais de duzentos pés de cebolo, plantei doze "courgettes" e abri os regos para se plantar o dito feijão.

Resumindo... até às quatro da tarde não parei ainda com o almoço pelo meio para fazer. O fim do dia trazer-me-ia finalmente algumas horas, não de repouso, mas de algum desanuviamento.

Para os cá de casa a minha escrita é algo sempre secundário. Para mim, ao invés, é prioritário. Só gostaria de saber como faço os outros entender isso?

Nove anos!

O LadosAB faz hoje nove anos.

Uma idade, que não sendo sinónimo de velhice no que diz respeito à vida humana é, nestas coisas de blogues, um número bem simpático.

Estatísticamente consegui neste último ano superar a marca anterior, no que a publicação de textos diz respeito. Precisamente 405 entradas que corresponderam a perto de milhar e meio de comentários, mais de oitocentos "Gosto" e 270 favoritos.

Nesta já longa caminhada tenho tentado ser o mais genuíno possível, de forma a não defraudar ninguém. Acima de tudo... a mim próprio...

Escrevo por uma necessidade interna, não de me expor, mas unicamente com o intuito de desabafar o que sinto ou o que me atormenta. Serei muitas vezes contraditório, todavia assumo esse risco.

Ainda assim, e durante o derradeiro ano, a plataforma Sapo destacou simpaticamente este reduto por mais de vinte vezes. Prova de que alguém se maça a ler o que escrevo. O que para mim é fundamental.

Nove anos, mais de um milhar de textos aqui colocados que dá a média de 190 publicações por ano.

Bem hajam a todos, sem excepção, que por aqui aparecem. Essencialmente pela forma sempre simpática como comentam os meus textos. Creio que não sou merecedor de tanta amizade.

Termino como sempre nestas ocasiões: a gente lê-se por aí!

 

 

Blogando... serenamente!

Um destes dias um colega de trabalho perguntava-me onde conseguia eu arranjar assunto para escrever todos os dias, aqui neste espaço.

Respondi-lhe com a mais comum e normal das respostas: basta estar atento ao que nos rodeia, pois há sempre algo para falarmos (leia-se escrever).

Reconheço, todavia, que esta minha disciplina é por vezes mui difícil de manter, mas a persistência tem de ter um enorme peso na nossa vontade.

Escrever tornou-se para mim quase um vício. Visitar blogues mesmo que não comente é outra das minhas paixões diárias. E se algumas vezes não escrevo é porque estou em local em que o serviço de Internet não chega ou é muito fraco. O exemplo é a aldeia dos meus pais onde raramente consigo aceder à rede.

Aproxima-se outro fim de semana de trabalho árduo e deveras cansativo e sem escrita para publicar. Valho-me por isso de textos pré publicados que só virão a lume no dia que estiver previamente estabelecido.

Só assim conseguirei manter a minha meta: escrever em média um texto por dia.

O meu destaque!

Um dos meus filhos é, tal como eu, um escritor de blogue. Tem a disciplina de escrever todas as semanas enquanto eu escrevo (quase) todos os dias.

No entanto o "Rei Bacalhau" é muito melhor escritor que eu. Os temas que aborda são tão diferentes que até me espanta.

Tem uma linguagem corrosiva e irónica sabendo usar muito bem as palavras. O bom humor é uma outras das suas características.

Sempre que leio o que escreve fico deveras espantado com a sua escrita.

Não obstante também eu fazer parte daquele espaço, raramente lá escrevo. Porque o blogue é essencialmente dele.

Enfim escrita, músicas e não só com grande qualidade e sabedoria.

Muuuuuito melhor que eu!

Aqui!

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