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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Mau purtuguez

Á dias atrás percebi como se escreve mal na nossa língua. Camões se foce vivo morreria certamente com o que de mal se vai redigindo por aí.

Um dos maiores erros prendesse com a conjugação verbal e a utilização dos pronomes nos verbos. A confusão é tanta que se confunde apresenta-mos com apresentamos. Ambas as duas formas verbais estão certas só por si mas têm sentidos diferentes. E é aqui que as coisas se confundem… Ao invés de ouviste e ouvis-te em que só uma das formas está claramente correcta.

Também já tenho dados os meus erros… Mas tento evitar a todo o custo! De tal forma o fasso, que dou por mim a procurar nos dicionários disponíveis ou no prontuário de Língua portuguesa as respostas às minhas próprias questões.

Não imagino se os erros surgem por culpa do novo acordo ortográfico ou só mente porque as pessoas escrevem como falam. E não me refiro a quaisqueres pessoas analfabetas mas a muitos licenciados. Infelizmente!

A nossa língua corre o risco de se deteriorar. Mas como é normal neste país ninguém se preocupa.

 

Nota:

Os sublinhados correspondem a palavras ou expressões que eu vi escritas, tanto em textos de trabalhos como em comentários em blogues. Uma lástima… 

Á dias atrás – erro muito comum mesmo em televisão e em jornalistas. O verbo haver é aqui obrigatório e não necessita do advérbio. Assim Há dias é suficiente;

Foce – o uso da segunda consoante do alfabeto em vez dos dois “esses” é frequente. Se fosse eu não escreveria assim;

Prendesse – confusão com prende-se;

Apresenta-mos – na mesma linha da forma verbal anterior. A confusão na correcta aplicação destas formas verbais é deveras grande:

Ambas as duas – mais um erro tão normal que quase já nem estranho… Ambas será sempre suficiente;

Ouvis-te – forma verbal que não existe. O hífen está a mais;

Fasso – a contínua e já referida confusão;

Só mente – este suposto advérbio de modo está claramente errado. Somente soa melhor;

Quaisqueres – esta palavra, muito comum na linguagem falada, nunca a vi assim escrita, mas sei de quem já a viu. Ainda por cima numa tese universitária. Quaisquer creio ser a forma certa.

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