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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Com dor aqui, com dor ali!

As Ciências Médicas evoluíram muito desde que na Idade Média eram os barbeiros que faziam os primeiros curativos às pessoas. Alguns destes apostavam depois na medicina e após muitos anos de estudo tornavam-se físicos, que foi o nome dado àqueles que se especializavam na arte de tratar as enfermidades.

Nas últimas décadas a tecnologia angariada e colocada ao serviço dos médicos foi quiçá um dos maiores melhoramentos dada às Ciências Médicas. Sem aquela não haveria Ressonâncias Magnéticas nem TAC’s nem um mero RX. Nem microscópios nem uma panóplia de ferramentas e apetrechos através dos quais a actual medicina tentar curar alguns males da humanidade.

No entanto, e não obstante esta imensa evolução, falta ainda um equipamento… Algo que meça com alguma precisão o que se sente. Falo obviamente de uma máquina que consiga medir as dores. Com esta possibilidade acabar-se-iam alguns dos tabús da humanidade.

Senão, vejamos:

1 – Um homem está claramente engripado. Sente que o corpo se desfaz em dores. Estas alastram-se por todo o lado até por locais que não imaginava que tinha. Queixa-se! A mulher olha para o marido e abanando a cabeça afirma:

- Tss, tss vocês homens são uns piegas. Qualquer dorzita e parece que estão a morrer. Imaginem se tivessem um filho?

Realço que actualmente a maioria das mulheres recebem uma anestesia epidural para não sentirem dores aquando do parto. Porque será?

2 – Um homem não se sente bem. Dói-lhe qualquer coisa mas nem consegue identificar o que é. Cala-se, sofre em silêncio pois sabe que a esposa ao seu primeiro queixume vai utilizar a mesma lenga-lenga. Quinze dias mais tarde a mulher percebe finalmente que o marido não está bem e pergunta:

- Que tens home’? O que se passa contigo?

O marido finalmente expõe o seu problema e rapidamente a mulher move tudo para o levar para o hospital. Aqui o médico diagnostica uma doença com alguma gravidade. Diz a mulher:

- Nunca sabes queixar…

É contra este tipo de dúvidas que considero a grande necessidade de se inventar uma máquina de apenas calcule a intensidade da dor!

Até lá sentiremos a dor como algo muito nosso e cada um à sua medida e intensidade!

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