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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Táxistas versus Uber: quem ganhará esta guerra?

A contestação dos táxistas à Uber volta amanhã à ordem do dia e à rua. Mas percebe-se porquê... Os serviços prestados por aquela entidade são muito mais baratos e até na maioria mais rápidos.

Um destes dias alguém me contou que usou o serviço da Uber e que ficou por menos de metade do preço.
É certo que os condutores da Uber não pagam as taxas que pagam os táxistas, mas também não têm descontos na aquisição das viaturas, só para dar um exemplo.

E também não sei se os taxistas têm os seus equipamentos devidamente calibrados de forma a percorreram os tais mil e oitocentros metros a que obriga a primeira bandeirada de 3,25€. Cheira-me que não! Mas não passa disso mesmo... suposição.

Creio no entanto que há campo de manobra para um entendimento entre ambas as partes. Basta que o desejem. Todavia para isso é necessário que se sentem ambos a uma mesma mesa.

As manifestações e protestos podem ter muito impacto. O problema é que por vezes, ao contrário do que se deseja, correm a favor dos adversários!

Hoje, um dia importante...

... especialmente para quem trabalha, pois é o "Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho".

Parece à priori um dia menor pois tendo em conta tantos outros dias importantes,  este surge assim a modos que quase por favor.

Só que as condições de trabalho e a segurança são, cada vez mais, factores a valorizar e que podem influenciar o rendimento de cada um de nós no nosso trabalho do dia a dia.

Por isso é bom que estejamos alertas e conheçamos os riscos inerentes à nossa actividade profissional.

Eis por isso um espaço que deve ser visitado: http://www.dnpst.eu/

Porque a nossa cidadania também passa por aqui!

 

 

 

Pós 25 de Abril

João Miguel Tavares na sua coluna do Jornal Público de hoje chama a atenção para a noção de democracia de alguns dos nossos ditos... democratas!

Não assinando por baixo todo o texto do jornalista, bloguer, escritor e "ministro sombra"... subscrevo no entanto na sua essência, pois não concordei com aquele discurso quase patético de Vasco Lourenço à saída da AR ao dizer que os governantes anteriores eram anti-25 de Abril.

Então que dizer das declarações há anos proferidas por Otelo Saraiva de Carvalho quando afirmou que Portugal necessitava de um homem sério como Salazar?

Há uma esquerda em Portugal demasiadamente colada aos dogmas e às ideias de há 42 anos, olvidando que o mundo mudou, e de que por exemplo os desejos da actual juventude são profundamente diferentes do que foram naquela época.

Foi a democracia que nasceu no tal 25 de Abril que colocou os "tais" políticos no poder. E se eles lá estavam é porque ninguém da oposição conseguiu em tempo útil provar que poderiam fazer melhor.

Como disse uma vez Winston Churchill: A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras que têm sido tentadas de tempos em tempos.

Mas há ainda quem acredite que a democracia é uma forma de governo em que todos pensam da mesma forma!

Sobre os 100 anos da morte de Mário de Sá-Carneiro

Comemora-se hoje os 100 anos da morte daquele que foi por muitos considerado o impulsionador do Modernismo em Portugal.

Amigo íntimo de Fernando Pessoa a quem influencia com a sua visão vanguardista, foi a este poeta que Mário escreve uma última carta anunciando o que faria alguns dias depois: suicidar-se.

Um dos mais brilhantes poetas do início do século XX e que raramente é divulgado, deixou-nos alguns textos fantásticos.

Como o que segue:

Fim

Quando eu morrer batam em latas,

Rompam aos saltos e aos pinotes,

Façam estalar no ar chicotes,

Chamem palhaços e acrobatas!

 

Que o meu caixão vá sobre um burro

Ajaezado à andaluza...

A um morto nada se recusa,

E eu quero por força ir de burro!

Lembro-me!

Sempre que me lembro do 25 de Abril de 1974, recordo uma quinta-feira plúmbea e fresca. Mas não só...

Lembro-me do meu pai (militar de carreira) vir a casa para dizer que não fosse à escola e comunicar também que provavelmente não viria tão depressa dormir a casa.

Lembro-me de ter ligado a telefonia onde fui ouvindo os comunicados lidos pelo Luís Filipe Costa!

Lembro-me que a televisão deixou de emitir e quando recomeçou emitiu uma série que se desenrolava na selva africana e que se chamava "Daktari".

Lembro-me de estar no quintal com alguns amigos. Mas ainda não tínhamos apercebido dos reais acontecimentos que se estavam a passar... em Lisboa. Faltou claramente nesse tempo uma "CMTV"!

Lembro-me de um crescente e estranho fervor para o qual ainda não estava preparado.

Lembro-me de chegado o fim do dia e ter escutado o comunicado da Junta de Salvação Nacional lido pelo General António de Spínola.

Lembro-me que dia seguinte regressei à escola!

 

 

O sarilho do BE

Regresso à questão levantada pelo BE sobre o sexismo no CC e em outros episódios da nossa sociedade.

Uma questão naturalmente levantada por quem acha que a dívida de Portugal não deve ser paga e que devemos continuar a viver à custa da tal Europa que o BE tanto critica e portanto estes são temas menores. Mas enfim é a esquerda que temos.

Mas voltando ao assunto que aqui me trouxe, ontem reparei que ao fazer o IRS chamo-me "sujeito passivo A" perdendo desta forma o nome que os meus pais me haviam dado e a minha mulher "sujeito passivo B".

Ora se pegar na tal teoria do BE e dando de barato que a tal iniciativa ganha forma, para o ano passaremos a ter no IRS um "sujeito passivo A" e uma "sujeita passiva B". O que vai fazer com que a AT tenha um trabalhão para alterar todos os campos onde consta aqueles títulos.

E os descendentes? Ah pois mas descendentes não tem género. Valha-nos isso!

 

Uma campanha para todos!

Já por aqui escrevi, por mais de uma vez, sobre o meu trauma no que às passadeiras de peões diz respeito. Considero-as obviamente necessárias mas sinto que cada vez mais é preciso educar, e muito, os peões. Mas enfim... este é um "peditório" para o qual já não dou mais nenhum contributo.

Mas também tenho a perfeita consciência que muitos dos condutores lusos respeitam (muito) pouco os passeios destinados somente aos peões. Para aqueles qualquer espaço livre é lugar de estacionamento. Ponto.

Vi hoje uma campanha da Associação Salvador em que se mostra uma quantidade de viaturas estacionadas em cima dos passeios inibindo a livre passagem dos peões.

Não interessa aqui explicar o que se observa no tal video (cujo ligação ao feicebuque coloco abaixo) mas percebi a mensagem e concordo com a campanha. As maiores vítimas dos condutores são geralmente aqueles que têm mais dificuldade em se deslocar: deficientes motores, a maioria dos idosos e essencialmente os invisuais.

Mas se as viaturas são claramente um impecilho para muitos transeuntes que têm de optar pelo asfalto, não é menos grave a quantidade de pinos metálicos que se erguem à beira do passeio, para inibir o tal estacionamento indevido. Isto é... em vez de se castigar de forma dura os prevaricadores com avultadas multas, erguem-se barreiras olvidando a quantidade de peões com limitações diferenciadas. Deste modo resolve-se um problema criando um outro. Perfeito!

Com tanto estudo, tanta gente conhecedora, tantos canais de televisão não há ninguém que chame as edilidades à atenção para estas situações.

Como condutor nunca deixo o carro mal estacionado. Prefiro andar umas boas centenas de metros a ter que inibir a passagem a alguém no passeio. Mas isto sou eu... que tenho um cartão de cidadão e não necessito de nenhum de cidadania!

https://www.facebook.com/RicardoMalaguetaTeixeira?fref=ts

O que eles sabem... mas não dizem!

Ouvi alguém dizer:

 

Este país jamais sobreviverá da forma como é governado. Não cria riqueza suficiente para o que gasta. E assim são os Bancos que se têm chegado à frente com o dinheiro para as famílias e essencialmente para o Estado se sustentar.

Mas depois, como ninguém consegue pagar os empréstimos lá vai o contribuinte indirectamente meter mais uns milhões para o Banco não ruir!

 

Não interessa aqui dizer quem proferiu estas palavras, até porque é alguém (quase) anónimo. Mas são palavras avisadas de uma situação que o actual Governo tem evidente consciência! E que não quer contar!

Ao invés, aguarda com serenidade que a oposição (ou, quem sabe, os próprios partidos mais pequenos) façam o possível e o impossível para que o governo caia!

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