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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Uma “alta” atleta!

 

 

 

Se há algo que eu admiro nos atletas de alta competição é a sua postura durante a actividade que estão a exercer, seja ela futebol, golf, ciclismo, ténis ou qualquer uma outra. Geralmente concentrados e sem tempo para sorrisos ou outros “fait-divers”. E é assim que deve ser!

 

Esta tarde estive a ver uma meia-final do torneio Masters de ténis em Istambul. Maria Sharapova batia-se mais uma vez contra a Victoria Azarenka num duelo que se previa renhido. Não vou aqui relatar o que aconteceu mas única e exclusivamente realçar a forma compenetrada como a bela atleta Russa se manteve no “court”. Concentradíssima, olhos fixos ora bola cá, ora bola lá, conseguiu mais uma boa vitória contra uma Bielorrussa que me pareceu algo magoada, especialmente aquela perna direita onde Azarenka diversas vezes levou a mão. Mas na face clara de Sharapova não se vislumbrou um sorriso, nem sequer um esgar de algo diferente, que não fosse a sua total atenção na partida.

 

Esta atleta foi o ano passado considerada pela revista Forbes a atleta feminina mais bem paga do mundo só em publicidade, verba que rondou os 25 milhões de dólares. 

Mas os verdadeiros campeões não se vêem apenas na conta bancária mas na sua postura em campo. Maria Sharapova é um exemplo perfeito.

 

À atenção dos nossos atletas portugueses!

O novo treinador do Sporting: homem de coragem!

 

Diz o povo na sua imensa sabedoria: “em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”.

Se observarmos bem é o que se passa no Sporting. Desde há muito tempo que o clube de Alvalade vai vivendo de subterfúgios para ir pagando as suas enormes dívidas, angariadas pelos diversos presidentes ao longo de diversos anos. Contratações falhadas, projectos deitados por terra, objectivos raramente alcançados fizeram deste clube um exemplo de má gestão, mesmo que tivesse sido feito com a melhor das intenções. Porém a falta de resultados foi tirando ao Sporting alguma credibilidade. Perguntar-me-ão: e os outros? “Com o mal deles vivo eu bem”, diria novamente o sábio povo. Pois é!

Vem aí um treinador para o Sporting. Com novas ideias e formas de jogar. Porém falta-lhe algo: que é ter conhecimento de como se joga em Portugal. Dificilmente um treinador estrangeiro compreenderá que um encosto na Europa é apenas isso mesmo e em Portugal pode dar direito a cartão amarelo ou mesmo vermelho, dependendo obviamente de que equipa é o jogador.

Certamente que não desejo mal ao novo líder da equipa de futebol do Sporting, mas creio que seria de todo avisado dar-lhe a perceber como as regras do futebol em Portugal podem ser um tudo nada diferentes. Ou, no mínimo, interpretadas de forma assaz diferente.

O Sporting necessita agora de calma e serenidade. E dar tempo ao novo homem. Para se habituar, para sentir o pulso da equipa.

Finalmente creio que hoje o Sporting irá fazer uma bela jogatana para alegria dos seus sócios e simpatizantes.

 

Pode ser lido também aqui

Formação e Educação, Cidadania e outras considerações

No tempo da minha já longínqua juventude era costume ouvir os mais velhos dizerem:

“Esta juventude está perdida… No meu tempo nada disto acontecia… O que vai ser desta gente?...”

Correram os anos por cima desses mais velhos que se tornaram em idosos e também pelos mais jovens que passaram a ser velhos. Eu, por exemplo!

Mas ao contrário do que se referia naquele tempo à juventude da época, não digo as mesmas coisas que ouvia outrora, mas reconheço com alguma ironia do destino e quiçá mágoa, que nem sempre estou de concordo com a juventude de hoje.

 

I - Formação e Educação

Senão vejamos: a empresa onde trabalho tem centenas de empregados. De todas as idades (ou quase!!!), culturas, raças ou credos, assim como de diferentes níveis de formação escolar. Desde a antiga quarta classe ao doutoramento, todos trabalham debaixo do mesmo tecto, se cruzam nos mesmos corredores, almoçam no mesmo refeitório. Todavia comecei há uns tempos a notar que alguns dos meus colegas, essencialmente os mais novos, quase nem falam. Entram e saem dos elevadores sem dar uma saudação sequer, cruzam-se com qualquer outro colaborador e nem “água vai”. Por diversas vezes cumprimento-os e quando não oiço resposta, elevo o meu tom de voz de forma a que percebam que os estou a cumprimentar e que a educação é outrossim um valor e não uma mera retórica.

São estes jovens rapazes e raparigas que ao entrarem no mercado de trabalho carregados de energia e estaleca, crêem que podem mudar o (seu) mundo. E para isso ser possível trucidam tudo à sua frente e não olham a meios para alcançar os fins. São os filhos duma geração que se auto-intitulou moderna e evoluída mas que deixou de transmitir valores básicos e claramente uma educação.

E o pior é que mesmo com toda a força na guelra, aqueles jovens acabam não por ser parte da solução para um país mas sim parte de um problema. É este tipo de gente licenciada, mestres e (quase) doutores com os quais lidamos diariamente. São naturalmente incapazes de olhar para a beleza de um dia repleto de sol e vão acinzentando as suas vidas com teorias e mais teorias e sem nenhuma prática real da vida.

 

II - Cidadania

A estrada é para muitos condutores portugueses um palco imenso. Há quem descarregue no asfalto tantas e tantas angústias e traumas, colocando bastas vezes os outros em perigo. Não respeitam sinais verticais nem sinalização horizontal (vulgo traços contínuos), desrespeitam os outros condutores como só eles tivessem direitos. Raramente se agradece um gesto de simpatia como se a tudo, alguns fossem obrigados. As intermináveis filas de trânsito são assim o local perfeito para se aquilatar do nível de cidadania de cada condutor… E há cada um…

É por estas e por muitas outras semelhantes que não conseguimos evoluir, que mantemos um nível educacional e de civismo muito baixo do nível europeu.

 

III – Outras considerações

Muitos dirão ao lerem este já longo texto, que nem toda a juventude é assim tão desprendida de valores, nem que todos os condutores são outrossim incivilizados. É certo o que pensam… e ainda bem! Contudo meus caros leitores parem um dia e observem com serenidade quem vos rodeia. Talvez percebam então aquilo que acabo de escrever.

Cabe a cada um de nós fazer com que não sejamos mais um desses… Eu já eduquei os meus filhos no sentido da educação, formação interior e da cidadania. Espero apenas que eles não me desiludam.

Eu sei de antemão que não!

Um país sobre "brasas"

Começo a ficar preocupado. A sério!

 

O português sempre foi pacífico, de tal forma que se auto-intitulou como um povo de “brandos costumes”. Porém, creio bem que este último epíteto em breve desapareça tal a insatisfação que vai tomando conta dos portugueses. As razões são sobejamente conhecidas e sentidas por quase todos. Vivemos tempos de vacas magras e que passarão em breve a ser de vacas anorécticas.

 

Sinto que este luso povo não aguenta esta “terapia” de choque por muito mais tempo. É inevitável que algo tem de acontecer para (re)colocar o país num trilho correcto. Não sei o que será mas cheira-me…

 

Paira no ar uma paz podre e que não augura nada de bom. As constantes manifestações, as sucessivas greves (mesmo que tenham toda a razão!!!) também não ajudam Portugal. As nuvens negras do desencanto e da tristeza envolvem-nos como um manto.

 

Não sou economista para saber se haveria outras soluções. Também não sou político. Mas sou e serei como tantos outros portugueses uma das vítimas da tal austeridade. E pergunto a mim mesmo: eu que sou poupado, que não gasto um tostão mal gasto, que não tenho vícios de espécie alguma, porque tenho de pagar para aqueles que não sabem poupar? Porque tenho de ser eu e outros a pagar os erros de governação? Porque não pagam os políticos com o seu património esses desmandos?

 

Pois é! Falta à maioria da nossa classe política dignidade e sentido de Estado. Os políticos servem-se do país não servem Portugal. E é este espirito de missão que falta à sociedade gestora dos destinos deste rectângulo.

 

Sinto-me desiludido com esta gente, pouco conhecedora da realidade dos lares, onde todos os dias há quem faça contas aos parcos tostões que ainda tem. O povo português não é burro e sabe sofrer quando lhe pedem para o fazer, numa perspectiva que tudo irá melhorar. Agora desta forma… exagerada…

 

E se um destes dias um qualquer caldo se entornar (espero bem que não!!!!), não venham depois afirmar que não imaginam porque isso aconteceu…

E se ele não tivesse morrido?

 

 

««É necessária uma política de austeridade. Mas impõe-se que essa política de austeridade não recaia, especialmente, sobre as classes trabalhadoras (...) É preciso que ela se integre numa política de relançamento da nossa economia. Sem isto não há austeridade que valha a pena» - Francisco Sá Carneiro numa entrevista a O País - 3 de Março de 1976

 

Esta frase do antigo primeiro-ministro social-democrata parece cair na nossa actualidade como uma luva. Já nesse tempo se viviam tempos difíceis…

 

Mas a visão tenebrosamente apocalíptica que o actual governo tem do défice, coloca o nosso país em profunda depressão económica e social.

 

Não se muda a vida de um povo por decreto. É necessário explicar o que se está a fazer e acima de tudo cortar sem medos, a eito. Assim como assim este governo, que não ficará mais nenhuma legislatura, podia pelo menos enfrentar de peito aberto os lobbies e interesses partidários instalados, acabando com algumas mordomias e “gorduras” que ainda permanecem. Mal comparado é como eu se eu deixasse de comprar pão aos meus filhos mas continuasse a dar jogos para consolas.

 

Perante o que vou vendo (e sentindo no bolso!!!) e pegando uma vez mais na frase acima, coloco duas questões, para as quais não tenho qualquer resposta, a saber:

 

- escolheria Francisco Sá Carneiro alguns dos actuais ministros para consigo governar?

 

- teria Portugal chegado a este nível de pobreza se Sá Carneiro não tivesse morrido?

 

As respostas ficarão eternamente sem resposta...

 

Para finalizar creio que esta não era a social-democracia com que Sá Carneiro sempre sonhou e pela qual lutou arduamente.

Reciclar a praia? (2)

 

O sol convidada a sair de casa, não obstante uma leve brisa fresca.

 

Decidi assim ir à praia. Regressar ao local onde durante o mês de Agosto pude repousar e retomar forças para mais um ano.

O estacionamento vazio. A praia vazia. O mar encrespado.

 

Retornei à beira-mar que havia palmilhado durante quase um mês entre a praia da Sereia e Fonte da Telha. Mas… Sinceramente, não gostei do que vi.

 

A maré estava ainda a subir. E trazia consigo lixo, muito lixo, demasiado.

 

Entre a fronteira da areia molhada e seca, um conjunto de dejectos iam sendo depositados pelo mar. Vi de tudo e em grande quantidade: sacos de plástico, garrafas, embalagens de toda a espécie, copos e latas.

 

A época balnear acabou mas a praia ainda ali se encontra. A requerer atenção e cuidados ambientais. Porque não estava sozinho, porque tal como eu, outras pessoas passeavam também à beira-mar, aproveitando o início da tarde cálida.

 

A minha mulher, que já aqui foi referida como uma defensora da praia limpa, prometeu para a próxima trazer sacos com fartura e retirar da areia a maior parte do lixo. Uma tarefa que reconheço quase impossível...

 

E tal como escrevi anteriormente reafirmo que a praia continua a necessitar de reciclagem…

Trinta anos… quanto mais se seguirão?

 

Fez no passado dia 6 de Outubro, 30 longos anos desde o dia em que entrei para a empresa para a qual ainda hoje dou o meu contributo. Mas se parar, assim de repente e olhar para todo este tempo já decorrido, parece que passaram apenas meia dúzia de dias.

Era uma quarta-feira. Acordei cedo, tal era o receio de não chegar a horas. Estreei um fato, fiz o nó da gravata , comi qualquer coisa  e saí. Apanhei o autocarro logo seguido do barco o que me fez chegar muito a tempo. Entrei receoso no hall e um segurança indicou-me simpaticamente a recepção. Outras pessoas já ali se encontravam. Entre elas reconheci, com um misto de surpresa e alegria a Rosa Maria, amiga havia muitos anos. Os interesses profissionais haviam-nos naturalmente desviado a determinado passo, mas esta empresa juntara-nos…

Subimos finalmente ao 3º andar para a imponente sala da assembleia onde fomos recebidos por elementos do Departamento de Pessoal.

E durante dois dias foi-nos mostrada uma empresa assente em história e (muitas) estórias.

- Uma entidade muito tradicionalista – diria a certa altura um dos oradores.

O pior é que, naquele tempo, a tradição já não era o que deveria ser!

Trinta anos a levantar-me cedo, a comparecer cedo, a aceitar cedo o peso da mudança…

Mas fiz amigos… E provavelmente inimigos (e ainda bem, também necessito deles para assim saber avaliar os verdadeiros amigos!)

No dia 6 de Outubro estive longe da cidade que me acolheu nestes últimos anos. E após um dia de muito trabalho no campo nem forças tinha para acabar de soletrar uma frase. Adormeci à primeira oportunidade…

Todavia não me esqueci do dia e não obstante ser com algum atraso quero apenas aqui cumprimentar com um imenso abraço e dar outrossim os parabéns a esta óptima “fornada”, claramente a melhor que entrou em 1982. A saber:

A Sílvia

A Maria João

A Júlia

O Raul

A Isabel

A Helena

A Fernanda

O António Fernando

O José

A Teresa

O Nuno

A Telma

O António Gonçalves

E obviamente a Rosa Maria já referida anteriormente. E por fim eu!

Pretendo, com este texto, agradecer o todos estes “jovens” colegas, a amizade que me têm dispensado nestas últimas três décadas e prometer que organizarei um repasto digno do nosso grupo.

Este texto tem no seu título uma questão. Esta mantém-se.

Quem de vós me saberá responder!

 PS- Se me esqueci de algum nome façam o favor de me avisar. Não terá sido de propósito!

No poupar é que está o ganho!

 

Tal como a restante população trabalhadora portuguesa, também fui abrangido por muitos cortes salariais: no subsídio de Natal do ano passado, na (pouca) distribuição dos lucros que a minha entidade apresentou e para a qual eu contribuí, nas ajudas à formação profissional, eu sei lá.

 

Hoje, e a horas de saber as medidas compensatórias para reduzir o deficit, após a reprovação unânime da TSU, proponho aqui algumas alternativas para reduzir custos, sem grande sacrifício para os portugueses. Senão vejamos os seguintes exemplos:

 

- Nas mulheres, especialmente as Marias da Luz, passariam a chamar-se apenas Maria. Poupavam na electricidade.

 

- Os que se chamam Águas omitiriam o nome e poupavam na conta mensal do puro líquido.

 

- E finalmente todas as pessoas de nome Gaspar, chamar-se-iam apenas Par: poupavam no gás!

 

Tudo somado…

Novo sonho... Ufff

Sonhei uma vez mais.

Porém a aventura foi nitidamente diferente. Sonhei que fora indigitado a formar um governo de Salvação Nacional.

Não percebi se era para salvar os portugueses do país ou o país dos portugueses. Mas enfim… como era um sonho, lá aceitei.

Tive que escolher, então, uma equipa para trabalhar comigo. Ora o meu elenco governativo teria, em abono da verdade, de ser distribuído pelas diversas forças políticas.  Muito provavelmente eu não governaria, mas…

Comecei por ter um adjunto, que isto de ser Primeiro-ministro é difícil e requer muita atenção. Pensei, pensei e decidi escolher para meu auxiliar o:

 

António Barreto  - o doutor que já foi engenheiro, e bem contestado (ao que me lembro!!!).

 

Eis a seguir a lista dos ministeriáveis que sonhei ( das suas verdadeiras razões):

 

Ministro do Trabalho – Garcia Pereira (a trabalheira que ele teria para se livrar da pasta)

Ministro da Justiça – Marinho Pinto (justiça desigual para todos, não era só para uns!)

Ministro das Finanças – Francisco Louçâ (Não se paga a dívida à Troika…)

Ministro da Economia – Medina Carreira (Pregador inveterado)

Ministro dos Negócios Estrangeiros – ZéZé Camarinha (Um “Gentlemen Quiet Perfect”)

Ministro da Saúde – Eduardo Barroso (Um médico ainda muito verde!)

Ministro da industria – Jerónimo de Sousa (O bom filho à casa torna)

Ministro do Desporto – Luisão (o do Benfica. Eis um exemplo…)

Ministro da Educação – Teresa Guilherme – (ninguém a consegue educar)

Ministro das Obras Sejam elas quais forem – Fátima Felgueiras (Sacos azuis para toda a gente)

Ministro da Administração Interna – Mãozinha Leve (carteirista no Metro)

Ministro do Ambiente – Não se consegue ver com a poluição…

Ministro da Cultura – Clara Ferreira Alves (Cultura é com ela… os outros são burros)

Ministro da Agricultura e Pecuária – Manuel Pinho ( o tal dos cornos na AR)

 

Quanto aos Secretários de Estado seriam da escolha dos respectivos Ministros.

Acordei de repente suado… apenas.

Não era medo… do novo governo. Apenas receio que fosse verdade!

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